Jump to content

Latam recebe ofertas de mais de US$ 5 bi e prevê volta à rentabilidade


Recommended Posts

7 hours ago, PT-WRT said:

Este é um tema bastante controverso, mas via de regra a divulgação depende do tipo de operação a ser realizada.

Segundo a CVM, fato relevante é:

Partindo deste princípio, se duas empresas (sendo pelo menos uma delas S/A de capital aberto) iniciarem tratativas sólidas e concretas (não bastam simples sondagens), autorizadas pelos seus órgãos de administração, para uma fusão, aquisição ou incorporação, este é um fato relevante a ser informado ao mercado, antes mesmo de sua concretização, pois interfere no preço das ações e na decisão do investidor de comprar, vender  ou manter as suas ações, já que eles devem ter o direito de fazer esta escolha antes do resultado das negociações (isso normalmente é feito através de MoU).

Já no caso de oferta hostil é o contrário, a decisão deve ser sigilosa e confidencial até a publicação da Oferta Pública de Aquisição (pessoal da Ex-Sadia sabe bem disso), como forma de manter a isonomia entre os investidores e se evitar a especulação antecipada e o insider trading.

Abraços

Quando eu me formar advogado quero ser igual a tu 

Link to post
Share on other sites

  • Replies 108
  • Created
  • Last Reply

Top Posters In This Topic

Top Posters In This Topic

Popular Posts

Segundo alguns Cmte. da Azul, pessoal com contatos dentro da empresa, instrutores, chocadores ( INCLUSIVE ALGUNS  EX-VRG & EX-TAM) a Azul já comprou a Latam Brasil, o anúncio será feito em outubro

A cada dia que passa pego mais ranço do John Rodgerson e da Azul. Ao que parece eles detestam concorrência e querem ganhar mercado no tapetão, e não é a primeira vez. 

Eu sou extremamente cético quanto a capacidade da Azul de comprar mesmo que seja somente a Latam Brasil e a aceitação das autoridades de defesa da concorrência.  Agora, se for pra falar sobre com

  • 2 weeks later...

http://www.latamairlinesgroup.net/pt-pt/news-releases/news-release-details/latam-obtem-ate-us-750-milhoes-para-tranche-b-do-dip-melhorando

29 de setembro de 2021 – A LATAM informa que obteve financiamento garantido de até US$ 750 milhões para a linha de crédito da Tranche B do financiamento DIP (debtor in possession) a taxas e condições mais competitivas do que as obtidas para as Tranches A e C, o que permitirá melhorar o seu custo de financiamento dentro do Capítulo 11.

Depois de receber múltiplas ofertas de investidores para a Tranche B, no dia 24 de setembro, os diretores independentes do Conselho de Administração da LATAM aprovaram por unanimidade a proposta apresentada por um grupo de financiadores formado pela Oaktree Capital Management, L.P., Apollo Management Holdings, L.P. e determinados fundos, contas e entidades assessorados pelos mesmos. A proposta de financiamento DIP para a Tranche B se traduziria em uma economia significativa para o grupo.

“Temos recebido várias ofertas de investidores que manifestaram interesse em se juntar a nós em nosso processo do Capítulo 11. Essa proposta nos permitirá acessar melhores condições de financiamento, gerando importantes economias de custos e beneficiando os nossos credores e a LATAM”, afirma o vice-presidente de Finanças do Grupo LATAM Airlines, Ramiro Alfonsín.

Desta forma, o financiamento DIP seria composto por linhas existentes de US$ 1,3 bilhão na Tranche A e US$ 1,15 bilhão na Tranche C, além da Tranche B de até US$ 750 milhões. Até o momento, US$ 1,65 bilhão foi sacado das Tranches A e C

A incorporação dos recursos comprometidos com a Tranche B do financiamento DIP está sujeita à aprovação do Tribunal. Isso, sem prejudicar a possibilidade de eventualmente a LATAM receber outras propostas para financiamento da Tranche B do Contrato de Crédito DIP, que nesse caso devem ser oportunamente avaliadas pela Companhia e seus assessores.

 

Resumo linhas de crédito A $1.3bi + B $0.75 + C $1.15 = $3.2 bi  - $1.65 utilizados (no último ano) = $1.55 bi de crédito que ainda podem ser usados, o que dá +/- um ano.

        

 

 

Link to post
Share on other sites

O Valor Econômico também fala sobre isso, mas a reportagem completa é apenas pra assinantes. A Azul não desiste. Essa não cita, mas a do valor fala que quem puxa a fila dos insatisfeitos é o Citbank. 

https://www.infomoney.com.br/mercados/latam-amplia-credito-em-us-750-milhoes-mas-enfrenta-desconfianca-de-credores/

 

 

Edited by Marcelo Costa
Link to post
Share on other sites
2 hours ago, Marcelo Costa said:

O Valor Econômico também fala sobre isso, mas a reportagem completa é apenas pra assinantes. A Azul não desiste. Essa não cita, mas a do valor fala que quem puxa a fila dos insatisfeitos é o Citbank. 

https://www.infomoney.com.br/mercados/latam-amplia-credito-em-us-750-milhoes-mas-enfrenta-desconfianca-de-credores/

 

 

Eu nem dou mais bola especialmente pra Infomoney, quando o assunto é aviação. Eles são torcida organizada pra Azul, parece até que são pagos por ela...

  • Like 3
  • Haha 1
Link to post
Share on other sites
16 hours ago, Marcelo Costa said:

O Valor Econômico também fala sobre isso, mas a reportagem completa é apenas pra assinantes. A Azul não desiste. Essa não cita, mas a do valor fala que quem puxa a fila dos insatisfeitos é o Citbank. 

https://www.infomoney.com.br/mercados/latam-amplia-credito-em-us-750-milhoes-mas-enfrenta-desconfianca-de-credores/

 

 

Antes achava tudo isso uma piada de péssimo gosto da Azul. Agora confesso que começo a acreditar que pode haver negócio. Na matéria do Valor Econômico eles citam inclusive que a ideia da Azul agora é comprar o grupo inteiro (e não só a Latam Brasil), algo que agrada os investidores. Se comprar tudo, acho muita coisa pra administrar, será que vai fatiar e revender ou já vai tentar comprar em conjunto com outros players? Não sei! Ainda acho o assunto nebuloso, mas a partir de agora não vou considerar nada mais como absurdo, quando se tratar deste tema.

  • Haha 4
Link to post
Share on other sites
35 minutes ago, dbzjorge said:

Antes achava tudo isso uma piada de péssimo gosto da Azul. Agora confesso que começo a acreditar que pode haver negócio. Na matéria do Valor Econômico eles citam inclusive que a ideia da Azul agora é comprar o grupo inteiro (e não só a Latam Brasil), algo que agrada os investidores. Se comprar tudo, acho muita coisa pra administrar, será que vai fatiar e revender ou já vai tentar comprar em conjunto com outros players? Não sei! Ainda acho o assunto nebuloso, mas a partir de agora não vou considerar nada mais como absurdo, quando se tratar deste tema.

Já eu acho mais absurdo ainda, comprar uma empresa muito maior que eles e em outros mercados, cada um com sua peculiaridade e que faz sinalizações que busca racionalizações e por consequência, uma lucratividade com consistência e qualidade.

E achei uma afirmação sua bem interessante, "algo que agrada os investidores". Esse tipo de portal, geralmente tem como função essa mesmo, vender e sustentar cenários, e é por isso eu não levo tão a sério. Pra se ter uma ideia, quando a Latam anunciou o investimento que dá nome a esse tópico, a matéria do Infomoney foi falando aquilo, e logo após a vírgula "e atrapalha os planos da Azul". Ou seja, o cenário implícito que eles deixam é que querem a compra, mas como minha mãe me doutrinou a vida toda e serve aqui, querer não é poder.

Não que eu ache impossível que essa compra ocorra, pra mim enquanto não tiver plano aprovado tudo é possível. Mas, na minha visão é bem difícil que a Azul disponha das condições pra fazer a compra e se caso conseguisse crédito, que ela conseguiria honrar sem que isso represente uma perda de conectividade, por exemplo.

  • Like 3
Link to post
Share on other sites

A Azul pode comprar o grupo inteiro, mas vale a pena se endividar?

Na boa, compraria toda a unidade SSC, deixava o Brasil de lado  :P, aqui é bucha... 

Link to post
Share on other sites
1 hour ago, Eric Breno said:

Já eu acho mais absurdo ainda, comprar uma empresa muito maior que eles e em outros mercados, cada um com sua peculiaridade e que faz sinalizações que busca racionalizações e por consequência, uma lucratividade com consistência e qualidade.

Não que eu esteja discordando do seu comentário referente a situação, porque eu também acho muita loucura toda essa questão. Mas, precisei quotar essa parte que está em negrito apenas para dizer que aviação é uma das coisas mais imprevisíveis que eu já conheci na vida. Não foi exatamente isso que a Lan fez com a Tam?

Não acho que é isso que a Azul fará, mas não ficaria nada surpreso se acontecesse.

  • Like 1
Link to post
Share on other sites
15 minutes ago, jaampieer said:

Não que eu esteja discordando do seu comentário referente a situação, porque eu também acho muita loucura toda essa questão. Mas, precisei quotar essa parte que está em negrito apenas para dizer que aviação é uma das coisas mais imprevisíveis que eu já conheci na vida. Não foi exatamente isso que a Lan fez com a Tam?

Não acho que é isso que a Azul fará, mas não ficaria nada surpreso se acontecesse.

Sem problemas, concordo plenamente com você.

Link to post
Share on other sites

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2021/10/jerome-cadier-diz-que-preco-medio-da-passagem-diminuira_184610.html

01/10/2021 Por Victor Fernandes

Hoje (1), a revista Veja compartilhou uma entrevista realizada com Jerome Cadier, CEO da Latam no Brasil, e abordou assuntos como a recuperação da aviação, a reabertura dos Estados Unidos a viajantes vacinados, preço da passagem e o impacto da alta do dólar nas operações da aérea. Durante a entrevista, Cadier afirmou que o internacional só voltará a níveis pré-pandêmicos em 2023 e que o preço médio da passagem será mais baixo.

"Vamos ter uma recuperação mais difícil porque o preço médio das passagens vai ser mais baixo. Então, precisamos nos reestruturar, ser mais eficientes, ou não vamos conseguir competir. Muito do que fizemos nos últimos dezoito meses foi esse trabalho de eficiência, de fazer melhor, com menos custos. A reestruturação tem sido muito boa, senão não conseguiríamos abrir rotas e contratar como estamos fazendo. Antes da pandemia, a Latam voava para 44 destinos domésticos e, ao fim do primeiro trimestre de 2022, vai chegar a 56, mesmo que com uma frequência um pouco menor. E vamos contratar duas mil pessoas até o fim do ano", afirmou Cadier em entrevista à Veja.

De acordo com o executivo, a dificuldade na recuperação terá dois principais motivos: a mudança de comportamento do viajante e o preço do dólar e do combustível. Cadier afirmou que neste momento de retomada haverá mais turistas a lazer do que viajando a negócios e que existe um novo viajante "híbrido", que viaja com a família a lazer, mas continua trabalhando remotamente do destino. Visando essas mudanças, a Latam precisou repensar destinos, frequências, horários e precificações das passagens; já que a antecedência com que viajantes a lazer e viajantes corporativos compravam suas passagens é muito diferente, mas agora há turistas que compram passagens em cima da hora.

Já quanto ao dólar e combustível, Cadier afirmou que "cerca de 60% dos custos de qualquer companhia aérea são atrelados ao dólar. Além disso, o Brasil tem uma característica de taxar muito o combustível aéreo, que aqui é o mais caro do mundo. Em reais, o preço das passagens está no mesmo patamar de antes da pandemia, mesmo com a inflação dos últimos tempos. A tendência, nos últimos quatro meses, foi de recuperação de preços, à medida que a demanda doméstica aumentou. No internacional, os preços estão mais baixos e a gente ainda espera uma recomposição, à medida que as fronteiras vão se abrindo."

REABERTURA DOS EUA
Falando em reabertura das fronteiras, Cadier mencionou a notícia das reaberturas de Estados Unidos e Argentina aos brasileiros, mas seguiu com os pés no chão. "Ainda não sabemos quais vacinas serão aceitas, mas só essa notícia, de um dia para o outro, aumentou a procura das passagens para os Estados Unidos em 350%. Além disso, a Argentina, que estava restringindo a quantidade de passageiros diários, também se abriu. O mesmo aconteceu semanas atrás com o Peru. É óbvio que vai ser uma recuperação lenta, porque as viagens internacionais demandam mais planejamento, mas ela está acontecendo. A nossa estimativa é de que só vamos voar no mercado internacional o mesmo que na pré-pandemia, provavelmente, no fim de 2023. No doméstico, já estamos chegando ao patamar anterior no fim do ano", afirmou.

Fonte: Veja.com

Link to post
Share on other sites
3 hours ago, jaampieer said:

Não que eu esteja discordando do seu comentário referente a situação, porque eu também acho muita loucura toda essa questão. Mas, precisei quotar essa parte que está em negrito apenas para dizer que aviação é uma das coisas mais imprevisíveis que eu já conheci na vida. Não foi exatamente isso que a Lan fez com a Tam?

Não acho que é isso que a Azul fará, mas não ficaria nada surpreso se acontecesse.

5 bilhões de dólares é em torno de 27 bilhões de reais, o que a Azul deve hoje, ou seja, ela passaria a dever 56 bilhões de reais, quase metade o que toda Latam tem de dívidas hj, será que isso está ao alcance da Azul, como mencionado, uma vez que a empresa não tem caixa para tal e sim,se endividaria pra fazer essa aquisição?

Link to post
Share on other sites
32 minutes ago, Luckert said:

5 bilhões de dólares é em torno de 27 bilhões de reais, o que a Azul deve hoje, ou seja, ela passaria a dever 56 bilhões de reais, quase metade o que toda Latam tem de dívidas hj, será que isso está ao alcance da Azul, como mencionado, uma vez que a empresa não tem caixa para tal e sim,se endividaria pra fazer essa aquisição?

https://exame.com/exame-in/o-detalhe-que-afasta-azul-da-latam-r-15-bi-em-divida-fora-do-balanco/amp/
 

 

Link to post
Share on other sites

Eu sou extremamente cético quanto a capacidade da Azul de comprar mesmo que seja somente a Latam Brasil e a aceitação das autoridades de defesa da concorrência. 

Agora, se for pra falar sobre comprar a Latam inteira, esquece! 

A grande vantagem da Latam é ser uma empresa Chilena, país com rating soberano "A" e que consegue se financiar a custos muito menores que o Brasil e ser líder inconteste tanto no Chile quanto no Peru (quanto vale isso ???_).


E se comprar.... qualquer novo player que se estabelecer (e vai se estabelecer pois o controle de mercado que a Azul exerceria sobre tudo e todos seria exagerado) vai roubar preciosos milhões de EBITDA que a empresa necessita. 

 

Lembrem de quando a Gol comprou a unidade produtiva da Varig e a Webjet ? Desde então a dívida pesou, a maior parcela de mercado não gerou o resultado esperado, o long-haul foi cortado e até hoje a empresa não conseguiu retomar sua direção e performance financeira que tinha antes das aquisições.  

 

Aviação comercial é complicada. O voo de cruzeiro do balanço positivo das novatas tem prazo de validade e até aqui sempre foi na mesma direção. 

Se eu sou a Azul, me preocupo em continuar buscando yield no mercado regional e uso meus recursos pra otimizar isso. Deixa a Latam se matar pouco a pouco sozinha, e vai comprando rotas, slots.... sem levar os passivos junto. 

 

  • Like 12
Link to post
Share on other sites

Mais uma reportagem da série: "Briguinha de Egos entre Presidentes"

 

“Se tivesse um plano bom, já teria mostrado”, diz CEO da Azul sobre Latam 

 

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/blog/radar-economico/se-tivesse-um-plano-bom-ja-teria-mostrado-diz-ceo-da-azul-sobre-latam/

 

https://veja.abril.com.br/blog/radar-economico/se-tivesse-um-plano-bom-ja-teria-mostrado-diz-ceo-da-azul-sobre-latam/

  • Like 1
  • Haha 1
Link to post
Share on other sites

A cada dia que passa pego mais ranço do John Rodgerson e da Azul. Ao que parece eles detestam concorrência e querem ganhar mercado no tapetão, e não é a primeira vez. 

  • Like 9
  • Thanks 4
Link to post
Share on other sites
16 minutes ago, Mayday said:

A cada dia que passa pego mais ranço do John Rodgerson e da Azul. Ao que parece eles detestam concorrência e querem ganhar mercado no tapetão, e não é a primeira vez. 

Relembrar é viver, vamos voltar 2 anos no tempo...

https://www.airway.com.br/passaredo-vai-a-justica-contra-azul-por-suposto-assedio-a-pilotos/

E o presidente já era o John Rodgerson. John esse que hoje tem um discurso de que o Brasil é um ambiente instável a novos entrantes e que precisa de uma empresa forte para possibilitar isso, mas por várias vezes em 2019 tentou desestabilizar a Passaredo de várias formas (para no fundo, atingir a Gol): primeiro, ao tentar demover a idéia dela e da MAP concorrer aos slots de Congonhas (deu errado), depois ao tentar manipular o mercado por meio de recomendações de analistas (e era o mesmo analista do Bradesco BBI que 1 ano depois, sugeriu a fusão Azul-Latam, coincidência?) para sugerir uma venda da Passaredo a Azul (também deu errado e a Passaredo quem foi as compras, comprando a MAP), e como ultima cartada tentou groundear a Passaredo por meio do assédio de pilotos da matéria que eu enviei.

E depois se ofende ao ser chamado de monopolista, quer dizer que não tem culpa dos concorrentes não entrarem nos mercados? As vezes eu me pergunto se ele realmente acredita que as pessoas vão ter como verdade o que ele fala.

  • Like 7
  • Thanks 2
Link to post
Share on other sites

Negócios são negócios 

Birra da Azul?

Eu presenciei compra da WebJet pelo “time de aguias” e alguns meses depois demissão em massa dos colegas.

Se esse eh o discurso que o John usa para proteger sua empresa, e crescer, que o faça.

Se está certo ou errado, só o tempo dirá

Edited by PR-VAO
  • Like 3
  • Thanks 2
  • Confused 5
Link to post
Share on other sites

Não existe consolidação com esse discurso que será bom pro consumidor e pro funcionário. Nunca é. 

 

  • Like 2
  • Thanks 5
Link to post
Share on other sites
A real quantidade de ofertas de financiamento recebidas pela Latam

Por Lauro Jardim

10/10/2021 • 09:40
Airbus A320 da LatamAirbus A320 da Latam 

Num comunicado ao mercado no fim de setembro, em que relatava ter conseguido uma linha de crédito de US$ 750 milhões com investidores, a Latam afirmou também que recebeu "múltiplas ofertas" de financiamento. Não é bem assim.

De acordo com um documento oficial do PJT, o escritório que assessora a companhia aérea em sua recuperação judicial, foram "aproximadamente 45 contatos" com potenciais investidores, mas apenas três resultaram em propostas.

 

Link to post
Share on other sites
4 hours ago, dbzjorge said:
A real quantidade de ofertas de financiamento recebidas pela Latam

Por Lauro Jardim

10/10/2021 • 09:40

Airbus A320 da LatamAirbus A320 da Latam 

Num comunicado ao mercado no fim de setembro, em que relatava ter conseguido uma linha de crédito de US$ 750 milhões com investidores, a Latam afirmou também que recebeu "múltiplas ofertas" de financiamento. Não é bem assim.

De acordo com um documento oficial do PJT, o escritório que assessora a companhia aérea em sua recuperação judicial, foram "aproximadamente 45 contatos" com potenciais investidores, mas apenas três resultaram em propostas.

 

Ué, e 3 propostas não são múltiplas ofertas? Quando falta assunto, vale tudo para soltar uma nota que não faz o menor sentido. 

  • Like 8
Link to post
Share on other sites
10 hours ago, CabinCrew said:

Ué, e 3 propostas não são múltiplas ofertas? Quando falta assunto, vale tudo para soltar uma nota que não faz o menor sentido. 

Não é qualquer um que tem 27 bilhões para investir, imagina 3 brigando por uma oferta destas 

Link to post
Share on other sites
1 hour ago, Luckert said:

Não é qualquer um que tem 27 bilhões para investir, imagina 3 brigando por uma oferta destas 

Acho que o colunista para considerar múltiplas ofertas queria mais de 15 ofertas. Todos loucos para colocar 5 bilhões de dólares numa companhia aérea. 

  • Like 1
Link to post
Share on other sites

Latam rejeita proposta de US$ 5 bi e que poderia levar a diluição de controle acionário

Por Mariana Barbosa OGLOBO

12/10/2021 • 12:47

A Latam rejeitou uma proposta de reestruturação de US$ 5 bilhoes que estava na mesa de negociação e que poderia levar a sua saída do Chapter 11. A empresa ainda tem outras propostas em negociação, mas se não chegar a um acordo até sexta-feira, deverá pedir extensão do prazo de exclusividade de negociação junto ao juizo da Recuperação Judicial nos EUA. A justiça americana pode aceitar ou não o pedido, e caso favorável, poderá estender até no máximo 26 de novembro.

 

A proposta assinada pelos fundos Moelis & Company e White & Case LLP, que representam uma dezena de bondholders, foi revelada ontem por meio de um fato relevante após o término do prazo de não divulgação (NDA) entre as partes. A proposta previa a emissão de US$ 1,5 bilhão em dívidas e US$ 3,5 bilhão de aumento de capital, mas reservava apenas US$ 500 milhões para os atuais credores subscreverem o aumento de capital. Além de conflitar com a lei de mercado de capitais chilena, que garante direito aos acionistas preferenciais a participar de um aumento de capital na proporção de suas ações, a proposta poderia resultar na perda do controle por parte dos controladores.

O Moelis ainda poderá apresentar um novo plano para negociar com acionistas ou apresentar o plano em juízo. Com o fim do NDA, eles também ficam livres para comprar ou vender bonds da companhia.

A Latam tem dito que tem “várias propostas” na mesa. Segundo nota do colunista Lauro Jardim, que teve acesso a documentos do escritório PJT que assessora a companhia, a empresa teria três propostas na mesa.

Link to post
Share on other sites
Guest
This topic is now closed to further replies.



×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade