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Latam recebe ofertas de mais de US$ 5 bi e prevê volta à rentabilidade


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Segundo alguns Cmte. da Azul, pessoal com contatos dentro da empresa, instrutores, chocadores ( INCLUSIVE ALGUNS  EX-VRG & EX-TAM) a Azul já comprou a Latam Brasil, o anúncio será feito em outubro

A cada dia que passa pego mais ranço do John Rodgerson e da Azul. Ao que parece eles detestam concorrência e querem ganhar mercado no tapetão, e não é a primeira vez. 

Eu sou extremamente cético quanto a capacidade da Azul de comprar mesmo que seja somente a Latam Brasil e a aceitação das autoridades de defesa da concorrência.  Agora, se for pra falar sobre com

2 hours ago, Renan926 said:

Quantas vezes mais a Latam poderá pedir prorrogamento para apresentar seu plano, existe um limite? 

Pelo que entendi, até dezembro. 

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7 hours ago, Renan926 said:

Quantas vezes mais a Latam poderá pedir prorrogamento para apresentar seu plano, existe um limite? 

Pela reportagem do jornal O Globo, postada pelo colega Seahawk, ela tem até hoje pra aceitar uma proposta, ou pode pedir prorrogação do prazo, que se for aceita pela justiça Americana será até o dia 26/11

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Como o Chapter 11 já faz a Latam ser uma 'nova companhia aérea'

14/10/2021 18:23:00  | Rodrigo Vieira

 
 
Reprodução/Latam Experience
A jornalista Gloria Maria, mestre de cerimônias do Latam Experience, com Jerome Cadier, CEO da Latam
A jornalista Gloria Maria, mestre de cerimônias do Latam Experience, com Jerome Cadier, CEO da Latam
O Chapter 11 é definitivamente tratado pela Latam Airlines como um daqueles males da vida que vêm para o bem. Ou, nas palavras do CEO da companhia no Brasil, Jerome Cadier, um processo extremamente difícil, longe de ser feliz, mas que hoje permite a companhia competir com muito mais eficiência do que a Latam de dois anos atrás, mesmo antes de ter saído do processo.

"Embora a decisão pelo Chapter 11 tenha sido pensada para o longo prazo, seus efeitos já são sentidos agora. Esta decisão nos permitiu renegociar absolutamente tudo. Conseguimos um custo operacional mais baixo e maior flexibilidade de operação", explicou Cadier na primeira apresentação do Latam Experience, que acontece entre hoje e amanhã e ainda tem inscrições abertas. Segundo o CEO, a Latam sabia (e ainda reconhece) que precisa ser mais competitiva e, ainda, mudar sua maneira de competir.
 
Reprodução/Latam Experience
Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil
Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil
O Chapter 11 foi a chance de colocar essas mudanças em prática. Quem pensa na Latam de pouco tempo atrás, se recorda de uma frota extensa de fuselagem larga (internacional), com A350, A330, B767, B777 e até B787 no Chile. Tal diversidade era sinônimo de complexidade e custos elevados de operação, dos profissionais à manutenção.

"Aproveitando o Chapter 11, fizemos um processo de otimização desta frota de forma violenta. Optamos por resumir nossa operação internacional a B777 e B787 aqui no Brasil. Isso nos dá vantagem de ter tripulação intercambiável e tecnologia similar entre as aeronaves. Como resultado, nossa capacidade de competir em rotas de longo curso cresceu brutalmente. Seremos muito mais eficientes e teremos flexibilidade para trocar aviões em determinados momentos caso necessário", pondera Cadier.

A renegociação dos contratos das aeronaves é outro aspecto mencionado por Cadier como fundamental, novamente fruto do Chapter 11 e esse impactando mais diretamente as operações domésticas.

"Alteramos nossos contratos para bases de pagamentos em hora de voo, e não por pagamento fixo mensal. Temos agora um custo fixo muito mais baixo e um custo variável muito representativo. Isso permite reações mais velozes às mudanças de demanda e oferta em determinadas rotas. Ademais, o setor será caracterizado por preços médios mais baixos, e as companhias que não tiverem custo operacional agressivo não conseguirão competir nesse novo cenário."

NOVOS DESTINOS
A redução das cifras despejadas pela companhia aérea em custos operacionais resulta em maior facilidade para o lançamento de novas rotas. De fato. A Latam operava 44 destinos domésticos pré-pandemia e hoje já está em 49 e no segundo trimestre de 2022 operará 56. A meta para o ano que vem é anunciar mais dez cidades brasileiras com as aeronaves da empresa.
 
Reprodução/Latam Experience
Chapter 11 acelerou abertura de novos destinos domésticos para operação da Latam Brasil. Companhia pretende chegar a 56 até março de 2022, bem acima dos 44 pré-pandemia. Na foto, o CEO Jerome Cadier
Chapter 11 acelerou abertura de novos destinos domésticos para operação da Latam Brasil. Companhia pretende chegar a 56 até março de 2022, bem acima dos 44 pré-pandemia. Na foto, o CEO Jerome Cadier
"Antes da nossa reforma via Chapter 11, nós não tínhamos custos suficientemente baixo para operar. Quando fazíamos as contas, a maioria das cidades pretendidas não se apresentavam sustentáveis. Aqui está mais um efeito imediato do Chapter 11: estreia em Vitória da Conquista, Comandatuba, Jericoacoara, Juazeiro do Norte, Petrolina, Bauru, Sinop, Presidente Prudente, Juiz de Fora, Cascavel, Caxias do Sul e outros destinos, além de uma conectividade muito maior em Curitiba. 56 bases é mais do que a Latam Brasil jamais operou depois da fusão com a Lan, em 2012."

SUSTENTABILIDADE EM DETRIMENTO DA LIDERANÇA
Jerome Cadier ainda comenta que as concorrentes da Latam também buscaram reestruturação no período da pandemia, mas sem necessitar da dureza do Chapter 11. De qualquer maneira, os resultados apareceram e a Latam reconquistou a liderança no número de passageiros transportados no Brasil em agosto.

"Estamos felizes com este índice, mas não vou dizer que minha meta é ser líder. A liderança pela liderança não nos interessa. Queremos ser sustentáveis. Pode ser que nos próximos meses continuemos no topo, mas o que estamos buscando são resultados com responsabilidade", afirma.

EVENTO SEGUE ATÉ AMANHÃ
O Latam Experience ainda terá uma sexta-feira repleta de conteúdo. A inscrição é gratuita em www.latamexperience.com.br
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On 15/10/2021 at 00:54, Renan926 said:

Quantas vezes mais a Latam poderá pedir prorrogamento para apresentar seu plano, existe um limite? 

Ela pode pedir quantas prorrogações quiser durante os 18 meses do processo, desde que o Juiz aceite, é claro! A diferença é a seguinte:

Até 26 de novembro: Ela pode apresentar propostas aos credores COM exclusividade, incluindo uma reorganização que mantenha o controle com os atuais proprietários. Mas os credores precisam aceitar, se não, ela pede prorrogação e apresenta uma nova proposta até que eles aceitem.

A partir de  27 de novembro: Ela pode apresentar propostas aos credores SEM exclusividade, ou os CREDORES e demais INTERESSADOS também podem apresentar propostas. Nesse período, corre o risco de ser apresentada (e aceita) uma proposta que lhe faça perder o controle ou diluí-lo de alguma forma ao ponto de a participação acionária dos atuais controladores se tornar insignificante. 

Trocando em miúdos: Esse é o momento que qualquer um pode entrar no jogo pra jogar água no Chopp da Latam, ou seja, o momento que a Azul (aparentemente) tem se preparado.

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5 hours ago, dbzjorge said:

Ela pode pedir quantas prorrogações quiser durante os 18 meses do processo, desde que o Juiz aceite, é claro! A diferença é a seguinte:

Até 26 de novembro: Ela pode apresentar propostas aos credores COM exclusividade, incluindo uma reorganização que mantenha o controle com os atuais proprietários. Mas os credores precisam aceitar, se não, ela pede prorrogação e apresenta uma nova proposta até que eles aceitem.

A partir de  27 de novembro: Ela pode apresentar propostas aos credores SEM exclusividade, ou os CREDORES e demais INTERESSADOS também podem apresentar propostas. Nesse período, corre o risco de ser apresentada (e aceita) uma proposta que lhe faça perder o controle ou diluí-lo de alguma forma ao ponto de a participação acionária dos atuais controladores se tornar insignificante. 

Trocando em miúdos: Esse é o momento que qualquer um pode entrar no jogo pra jogar água no Chopp da Latam, ou seja, o momento que a Azul (aparentemente) tem se preparado.

Ou seja,até o dia 26 ela tem que entrar em acordo com os credores que querem não só injetar 27 bilhões como ter poder de veto nas decisões ( no caso de diluição da participação dos acionistas majoritários) ,senão a Azul entra, atrapalha, não compra e deixa falir pra tomar conta depois 

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Parece que tem algo rodando nos bastidores neste processo, não sei quais as chances para não melar o negocio para a Latam. 

Azul deve estar atuando forte, não sei até que ponto.

 

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1 minute ago, GILMARM said:

Parece que tem algo rodando nos bastidores neste processo, não sei quais as chances para não melar o negocio para a Latam. 

Azul deve estar atuando forte, não sei até que ponto.

 

Com certeza a Azul deve fazer de tudo para aprovar uma compra hipotética que o Cade não irá aprovar e depois a operação ficará a mercê quando vier a negativa do Cade e a Azul seguirá sozinha e mais forte, é uma afirmação do Jerome( não minha) e é isso que a Latam está evitando.

 O problema deve ser mais no lado chileno onde eles não querem ter suas ações diluídas porque querem manter o controle, isso é simples de resolver, basta eles injetarem mais capital como já fizeram ano passado 

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Era exatamente isso que eu tava pensando, quem se disporia a botar BILHÕES num negócio que os reguladores muito provavelmente vão barrar? 

O leilão dos campos de petróleo perto de Noronha foram um fiasco completo pelo mesmo motivo. 

Acho que se for sério, esse fogo da azul só faz sentido pra isso mesmo: Eliminar um concorrente.

E ainda vai ter gente do tchutchu JURANDO que eliminar um player é o melhor pros preços e empregos kkkkkk

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A Azul pode estar sondando nos bastidores junto ao CADE para ver como seria aceitação da fusão.

Pode ser que ofereça 10% dos slots de CGH, cede alguns voos da Ponte-Aérea, congela parte da oferta dos internacionais. 

51 minutes ago, Luckert said:

O problema deve ser mais no lado chileno onde eles não querem ter suas ações diluídas porque querem manter o controle, isso é simples de resolver, basta eles injetarem mais capital como já fizeram ano passado 

Não é simples, eles têm dinheiro? U$$ 500 milhões ou U$$ 5 bilhões não são tão simples assim, e ainda para investir em aviação? Melhor investir em outros negócios.

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3 hours ago, A345_Leadership said:

A Azul pode estar sondando nos bastidores junto ao CADE para ver como seria aceitação da fusão.

Pode ser que ofereça 10% dos slots de CGH, cede alguns voos da Ponte-Aérea, congela parte da oferta dos internacionais. 

Não é simples, eles têm dinheiro? U$$ 500 milhões ou U$$ 5 bilhões não são tão simples assim, e ainda para investir em aviação? Melhor investir em outros negócios.

Pra quem tem 51% da empresa, não precisa oferecer 5 bilhões de dólares , me refiro ao que hj Qatar, Delta e Cueto/Amaro tem juntos, podem fazer um aporte bem menor para manter a quota que um investidor que entra com 1 bi e 0% das ações 

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  • 3 weeks later...
On 17/10/2021 at 06:18, dbzjorge said:

Ela pode pedir quantas prorrogações quiser durante os 18 meses do processo, desde que o Juiz aceite, é claro! A diferença é a seguinte:

Até 26 de novembro: Ela pode apresentar propostas aos credores COM exclusividade, incluindo uma reorganização que mantenha o controle com os atuais proprietários. Mas os credores precisam aceitar, se não, ela pede prorrogação e apresenta uma nova proposta até que eles aceitem.

A partir de  27 de novembro: Ela pode apresentar propostas aos credores SEM exclusividade, ou os CREDORES e demais INTERESSADOS também podem apresentar propostas. Nesse período, corre o risco de ser apresentada (e aceita) uma proposta que lhe faça perder o controle ou diluí-lo de alguma forma ao ponto de a participação acionária dos atuais controladores se tornar insignificante. 

Trocando em miúdos: Esse é o momento que qualquer um pode entrar no jogo pra jogar água no Chopp da Latam, ou seja, o momento que a Azul (aparentemente) tem se preparado.

No caso de compra a Azul estaria assumindo todo o passivo? Porque a compra da varig pela Gol, a Gol só levou os ativos e a massa falida ficou com a Flex. 

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9 hours ago, Spruce Goose said:

No caso de compra a Azul estaria assumindo todo o passivo? Porque a compra da varig pela Gol, a Gol só levou os ativos e a massa falida ficou com a Flex. 

Porque o juiz no Brasil deu um calote nos credores, a justiça americana prevê um acordo entre as partes( a brasileira tb mas na prática funciona como querem) .

 Se Azul assumir, terá além dos seus 10 bilhões de dólares em dívidas, outros 17 da Latam para pagar

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5 hours ago, Luckert said:

Porque o juiz no Brasil deu um calote nos credores, a justiça americana prevê um acordo entre as partes( a brasileira tb mas na prática funciona como querem) .

 Se Azul assumir, terá além dos seus 10 bilhões de dólares em dívidas, outros 17 da Latam para pagar

Desculpe a leviandade porque sou leigo nisso, mas que vantagem se tem de assumir 27 bilhões de dólares em dívidas? Que slots caros, não? E a Azul quer de toda maneira comprar. Estranho. Mais uma vez, ou não estou tendo capacidade para enxergar ou sou burro mesmo. 

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54 minutes ago, Spruce Goose said:

Desculpe a leviandade porque sou leigo nisso, mas que vantagem se tem de assumir 27 bilhões de dólares em dívidas? Que slots caros, não? E a Azul quer de toda maneira comprar. Estranho. Mais uma vez, ou não estou tendo capacidade para enxergar ou sou burro mesmo. 

10 bilhões de dólares já é a dívida da Azul, assumiria outros 17 ,que são da Latam( da holding não só da filial brasileira)

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On 11/3/2021 at 10:44 AM, Luckert said:

Porque o juiz no Brasil deu um calote nos credores, a justiça americana prevê um acordo entre as partes( a brasileira tb mas na prática funciona como querem) .

 Se Azul assumir, terá além dos seus 10 bilhões de dólares em dívidas, outros 17 da Latam para pagar

O que aconteceu no caso Varig é similar ao que aconteceu no caso Alitalia, e faz todo o sentido. Em qualquer falência, se vendem os ativos e utiliza o dinheiro levantado para quitar as dívidas, isso não é calote.

Qual o sentido de atrelar o ativo ao passivo? Desperdiçar ativos valiosos, que podem ser utilizados para quitar ou ao menos diminuir as dívidas, só para dizer que nada sobreviveu? É pior para todo mundo envolvido, inclusive os credores.

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On 04/11/2021 at 21:07, TheJoker said:

Muito expressivo esse número de contratações, maioria de aeroportos( pelas novas bases) e de tripulantes, notícia ótima 

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E os prejuízos continuam crescentes.  https://www.latamairlinesgroup.net/results-center

1T21  LTM $433,7 millions  JJ  $196,2

2T21           772,3                       145,9

3T21           694,2                       224,2  x 5,4394  = R$1.2 bi    mas foi melhor que a G3 R$2.5 bi.

Edited by TheJoker
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2 hours ago, TheJoker said:

E os prejuízos continuam crescentes.  https://www.latamairlinesgroup.net/results-center

1T21  LTM $433,7 millions  JJ  $196,2

2T21           772,3                       145,9

3T21           694,2                       224,2  x 5,4394  = R$1.2 bi    mas foi melhor que a G3 R$2.5 bi.

Eles não preveem volta a rentabilidade antes de 2023/24, então era esperado, embora lamentável, a Gol tb disse que prevê ao menos mais 2 anos de prejuízos, tempos difíceis 

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4 hours ago, TheJoker said:

E os prejuízos continuam crescentes.  https://www.latamairlinesgroup.net/results-center

1T21  LTM $433,7 millions  JJ  $196,2

2T21           772,3                       145,9

3T21           694,2                       224,2  x 5,4394  = R$1.2 bi    mas foi melhor que a G3 R$2.5 bi.

Mas o prejuízo operacional ficou como em ambas pois este acima é o líquido, sem efeito para o caixa, mas sabemos que as 3 estão queimando caixa na operação 

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