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Segundo CEO da Latam, grupo concluiu pedido de 70 A320 para renovar sua frota


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Segundo CEO da Latam, grupo concluiu pedido de 70 A320 para renovar sua frota

Por
 Juliano Gianotto
- 
 7 de outubro de 2021
 
 
 
 
VOO-ROSA-328-1024x640.jpg Airbus A320 da LATAM
 

O Grupo LATAM Airlines concluiu recentemente um pedido de 70 aeronaves de curta distância fabricadas pela Airbus. A informação foi dita pelo CEO da LATAM Airlines, Roberto Alvo, em entrevista ao Valora Analitik no âmbito da Assembleia Anual da International Air Transport Association (IATA), que aconteceu esta semana no Boston Plaza Park Hotel, segundo informa nosso parceiro Aviacionline.

Não fica claro, entretanto, se Alvo se refere a mais aviões agora encomendados ou apenas à finalização de encomendadas recentemente feitas, embora o portal afirme que seriam 70 Airbus A320 adicionais às 42 aeronaves encomendadas anteriormente, com recebimento esperado entre 2022 e 2027. Também não há especificação se se tratam de jatos da geração anterior “ceo” ou da nova “neo”.

Levando-se em conta que não houve nos últimos dias nenhum anúncio oficial do Grupo LATAM ou da própria Airbus sobre uma encomenda tão relevante de 70 aviões, tudo indica se tratar apenas da finalização de processos de aquisição já em andamento.

 

Assim que esta encomenda acabar de ser recebida, Alvo afirmou que o grupo terá cerca de 300 aeronaves, após a substituição de algumas aeronaves antigas.

O Grupo LATAM Airlines planeja reforçar as operações que possuía antes que a pandemia COVID-19 o obrigasse a reduzir sua força de trabalho de 43.000 para 27.000 pessoas.

 

Segundo o executivo, um dos pontos em que o grupo trabalhará é a aprovação do Acordo de Joint Venture com a Delta Airlines.

Alvo destacou ainda que a LATAM Airlines está trabalhando nos detalhes para concluir o financiamento do plano de recuperação nos Estados Unidos, mas esclareceu que, como no caso da Avianca, a aprovação desse plano de financiamento pode representar uma “considerável diluição” para os atuais acionistas.

Por fim, o CEO da LATAM Airlines prevê que a empresa volte a ser lucrativa em 2023, superando a crise da COVID-19.

Os planos da LATAM Airlines em suas principais subsidiárias

As principais subsidiárias do grupo na América do Sul são as do Brasil, Chile e Colômbia.

Em recente nota à imprensa, o Grupo LATAM Airlines informou sobre o fortalecimento de sua malha na América do Sul e a retomada do voo direto Santiago – Rio de Janeiro/Galeão com frequência de três ligações semanais.

Os voos terão início no dia 1º de novembro e serão realizados em aeronaves Airbus A320 com capacidade para mais de 170 passageiros nas cabines Economy e Premium Economy.

 

Além disso, o grupo aumentou a frequência na rota Santiago – São Paulo/Guarulhos, projetando até 18 voos semanais em dezembro deste ano, também operados por aeronaves Airbus A320.

Na Colômbia, Roberto Alvo revelou que antes da pandemia da COVID-19 a LATAM Airlines detinha 22% do mercado aéreo. Agora essa cota aumentou para 27%.

Esse número confirma a LATAM Airlines como a segunda operadora aérea na Colômbia, sendo a primeira a Avianca (37% de participação) e a terceira a Viva (21% de participação

 

Fonte: Aeroin

 

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Por isso não consigo levar a sério alguns sites que se dizem da aviação.

"Também não há especificação se se tratam de jatos da geração anterior “ceo” ou da nova “neo”."

Se soubesse o mínimo, saberiam que a versão "ceo" não se produz mais.

 

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11 hours ago, Luckert said:

Avianca caiu para apenas 37% de share? Será que esses dados procedem? 
Que as demais cresceram é de se imaginar mas a Avianca tb estava crescendo na Colômbia 

Vê se vc. consegue abrir as planilhas de oferta e demanda.  https://www.aerocivil.gov.co/atencion/estadisticas-de-las-actividades-aeronauticas/boletines-operacionales

 

No https://www.skyscrapercity.com/threads/avianca-av-ava.1078785/page-2168   postaram números de PAX de ago21.

AV  40% 

4C  25%  Aires (Latam Colombia)

VH  20%  Viva Air

VE    6%  EasySly

P5    4%   Wingo ex-AeroRepública (Copa Colombia)

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23 minutes ago, Luckert said:

Que ótimo,mas rotas internacionais ou com B767 não estão previstas, apenas operadas com A320

Pra que, com a concorrência LCC só vai dar NB, até nas americanas.

 

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5 hours ago, TheJoker said:

Olha, eu fujo da LA/BR como o diabo foge da cruz. Mas voei recentemente com a 4C e gostei; melhor que a Avianca. Aeronaves com os interiores novos já reconfigurados, LATAM Play funcionando corretamente, atendimento cordial dos tripulantes. E o preço bastante competitivo em relação as low-cost (Viva e Wingo). Só faltam acabar de implementar o WiFi/internet na frota narrow. Aí não terá igual. Isso explica o rápido (e recente) crescimento da LATAM no mercado colombiano. 

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3 hours ago, A345_Leadership said:

Este crescimento da LATAM Colômbia explica o porquê da Avianca se unir com a Sky e ter a expertise LCC dela.

E a Avianca precisa se reinventar. Não possuem mais um produto consistente, preços exorbitantes para uma business que não oferece nenhum diferencial no mercado doméstico (que convenhamos, é um ovo para ter uma business). Voei duas vezes no A320neo (ambos com menos de quatro anos) e coitados, com os interiores mais surrados que tudo já. Sistema de entretenimiento também morreu no meio do vôo e não teve quem desse jeito. Então o caminho é virar low-cost low-fare. Os colombianos só querem voar de A a B; diferencial é um plus ($$$).

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13 hours ago, TheJoker said:

Pra que, com a concorrência LCC só vai dar NB, até nas americanas.

 

Mas com esses A320 não chegam a Europa, afinal de contas, não imagino que um cliente Latam Colômbia vá descer até Santiago ou Gru pra ir pra Europa, por isso que questionei voarem apenas com A320

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3 hours ago, Luckert said:

Mas com esses A320 não chegam a Europa, afinal de contas, não imagino que um cliente Latam Colômbia vá descer até Santiago ou Gru pra ir pra Europa, por isso que questionei voarem apenas com A320

4C e LA não têm direito de tráfego CO-EU.

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23 hours ago, TheJoker said:

4C e LA não têm direito de tráfego CO-EU.

Mas é questão de pedir, porque só a Avianca poderia voar pra Europa e a Latam Colômbia ou outros terem ceifado esse direito?

O que é diferente na lei colombiana em relação aos demais países?

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A questão é: a LATAM tem interesse fazer CO-EU, quando pode atender offline via Iberia ou Air France?

Cada mercado tem uma dinâmica. Se for pela lógica que todos têm que voar para os mesmos lugares, teríamos a então LATAM Argentina voando para NY e LATAM Paraguay para Madrid.

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