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5G - Para garantir vendas da EMBRAER, ANATEL avalia instalação de filtros anti-5G em aviões


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5G - Para garantir vendas da EMBRAER, ANATEL avalia instalação de filtros anti-5G em aviões

Medida está em estudo mesmo diante de risco desprezível de interferências entre telefonia e altímetrosir vendas da EMBRAER, ANATEL avalia instalação de filtros anti-5G em
Folha de São Paulo
Julio Wiziak
12 January 2022

 
A ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) avalia a necessidade de instalação de filtros em equipamentos de aeronaves para evitar interferências com a chegada da telefonia 5G a partir de julho deste ano.
A medida, segundo técnicos da agência, seria "cosmética" para dar mais garantia à fabricante de jatos EMBRAER na venda de seus aparelhos.

No final do ano passado, a empresa enviou um ofício para a ANATEL questionando sobre possíveis interferências do 5G, que será prestado na faixa de frequência de 3,5 GHz (gigahertz).
Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Fora dessas vias ocorrem interferências.

Ainda segundo os técnicos da ANATEL, o pedido da EMBRAER é resultado de uma preocupação global dos fabricantes de aeronaves.
Nos EUA, a agência de telecomunicações, conhecida como FCC, também foi acionada devido ao início do serviço 5G no país.
No entanto, ainda segundo os técnicos, esses equipamentos aeronáuticos (rádio altímetros) –responsáveis pela aproximação dos aviões quando se preparam para a decolagem– operam entre 4,2 GHz e 4,4 GHz, muito distante da faixa de 3,5 GHz.

Segundo o conselheiro Moisés Moreira, que comandará um dos grupos de trabalho de implantação do 5G, o assunto das aeronaves vem sendo acompanhado pela Superintendência de Outorga e Recursos à Prestação (SOR), responsável por, entre outros assuntos, fazer a gestão do espectro de radiofrequências no país.

"Essa gestão do espectro inclui a interação com outros países e o acompanhamento de discussões sobre possíveis problemas de convivência entre diferentes serviços e sistemas, bem como a definição de medidas para mitigar eventuais interferências", disse.
Ainda segundo ele, a convivência entre os serviços de telefonia e dos rádio altímetros é uma questão debatida internacionalmente há diversos anos.
"Essa discussão ganhou maior repercussão nos EUA com a iminência da ativação do 5G por lá", disse.

Lá, os altímetros operam entre 3,7 GHz e 3,9 GHz –um espaço de até 200 MHz, conhecido como banda de guarda, entre o serviço de 5G e o dos altímetros dos aviões.
Esse risco no Brasil está afastado porque a banda de guarda conta com pelo menos 500 MHz.
Ou seja: as chances de interferência seriam desprezíveis.

Mesmo assim, para tranquilizar os futuros compradores de aviões da Embraer, a Anatel estuda a possibilidade de instalação de filtros nesses equipamentos.
Esses filtros impediriam que os aparelhos sofressem qualquer tipo de interferência no momento de uma aterrissagem, por exemplo.
Para isso, no entanto, a Anatel terá de incluir os aviões comerciais no projeto de limpeza da faixa de 3,5 GHz, algo que dependerá de deliberação do conselho diretor da agência.

A chamada "limpeza da faixa" é uma espécie de pente fino para evitar qualquer tipo de interferência dos serviços. Antes do leilão do 5G, ocorrido em novembro do ano passado, a faixa de 3,5 GHz era ocupada pela radiodifusão e milhares de antenas parabólicas captavam sinais abertos das principais emissoras nos rincões mais afastados do país.

Para evitar que a telefonia de quinta geração atrapalhe a recepção de sinais, as operadoras que venceram o leilão depositarão recursos na conta da Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz (EAF), que será criada para levar adiante as medidas de mitigação de interferências.
Um dos projetos pré-definidos no edital do 5G estabeleceu a distribuição de kits de recepção das parabólicas, que passarão a operar em outra frequência.
A instalação de filtros nas aeronaves seria uma nova demanda, não prevista anteriormente pelos técnicos da agência porque não há necessidade, segundo um dos técnicos que participam dos estudos.

Fonte: Defesanet 12 jan 2022

                           

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https://www.reuters.com/business/aerospace-defense/us-faa-oks-45-commercial-airplane-fleet-operations-after-5g-deployment-2022-01-16/

U.S. FAA clears 45% of commercial plane fleet after 5G deployed

By David Shepardson

January 17, 2022

 

 The U.S. Federal Aviation Administration (FAA) said Sunday it had cleared an estimated 45% of the U.S. commercial airplane fleet to perform low-visibility landings at many airports where 5G C-band will be deployed starting Wednesday.

The FAA has warned that potential interference could affect sensitive airplane instruments such as altimeters and make an impact on low-visibility operations.

U.S. passenger and cargo airlines have been sounding the alarm to senior government officials that the issue is far from resolved and could severely impact flights and the supply chain.

"Even with the approvals granted by the FAA today, U.S. airlines will not be able to operate the vast majority of passenger and cargo flights due to the FAA's 5G-related flight restrictions unless action is taken prior to the planned Jan. 19 rollout," said Airlines for America, a trade group representing American Airlines (AAL.O), Delta Air Lines (DAL.N), Fedex (FDX.N) and other carriers.

The FAA approved two radio altimeter models used in many Boeing and Airbus planes, including some Boeing 737, 747, 757, 767, MD-10/-11 and Airbus A310, A319, A320, A321, A330 and A350 models. The announcement came just days before AT&T (T.N) and Verizon (VZ.N) launch new 5G service on Wednesday. The FAA said it expects to issue more approvals in the coming days.

The FAA said the aircraft and altimeter approvals open "runways at as many as 48 of the 88 airports most directly affected by 5G C-band interference." But the agency warned that "even with these new approvals, flights at some airports may still be affected."

Reuters reviewed the 36-page list of the runways covered by the approvals that has not yet been made public - and it does not include many larger U.S. airports.

The FAA told Boeing in a letter Sunday reviewed by Reuters that it was granting approvals for specific runways and planes with certain altimeters "because the susceptibility to interference from 5G C-band emissions has been minimized."

AT&T and Verizon, which won nearly all of the C-Band spectrum in an $80 billion auction last year, on Jan. 3 agreed to buffer zones around 50 airports to reduce interference risks and take other steps to reduce potential interference for six months. They also agreed to delay deployment for two weeks, averting an aviation safety standoff.

The FAA on Thursday issued nearly 1,500 notices detailing the extent of potential impact of 5G services.

"Passengers should check with their airlines if weather is forecast at a destination where 5G interference is possible," the FAA said Sunday.

On Jan. 7, the FAA disclosed the 50 U.S. airports that will have 5G buffer zones, including in New York City, Los Angeles, Chicago, Las Vegas, Minneapolis, Detroit, Dallas, Philadelphia, Seattle and Miami.

But airlines warn those buffer zones may not be enough to prevent flight disruptions at those airports.

On Thursday, Airports Council International – North America urged a delay 5G implementation to avoid widespread disruption across the U.S air transportation system.

On Friday, the FAA said it would require Boeing 787 operators to take additional precautions when landing on some wet or snowy runways.

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https://www.reuters.com/technology/faa-requires-new-precautions-some-boeing-787-landings-after-new-5g-launches-2022-01-14/?taid=61e1e90aed344f0001a699a4&utm_campaign=trueAnthem:+Trending+Content&utm_medium=trueAnthem&utm_source=twitter

The U.S. Federal Aviation Administration (FAA) said Friday it will require operators of Boeing 787s (BA.N) to take additional precautions when landing on wet or snowy runways at airports where new wireless services are deployed from next week.

The FAA said 5G interference could prevent engine and braking systems from transitioning to landing mode, which could prevent an aircraft from stopping on the runway.

The directive requires crews "to be aware of this risk and to adopt specific safety procedures when landing on these runways." It affects 137 U.S. aircraft and 1,010 planes worldwide.

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