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[EN] Programa E175 E2 é paralisado devido às scope-clause


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E175-E2 development paused again on scope-clause concerns
By Dominic Perry

22 February 2022

Embraer has again paused the development of the E175-E2, with the smallest member of its re-engined E-Jet E2 family now not scheduled to enter service before 2027.

Announcing the latest three-year pause on 18 February, the Brazilian airframer blamed scope-clause limits in the US regional market and the state of the global commercial aviation industry for the delay.

In addition, it cites the continued popularity of the current E175 as a factor in its decision.

Service entry is now not expected before 2027

“The company expects to resume the programme development activities following the aforementioned period, which will result in a re-programming of the aircraft entry into service between 2027 and 2028,” says Embraer in a Brazilian stock market disclosure.

Embraer’s launch schedule for the Pratt & Whitney PW1700G-powered E175-E2 saw service entry in 2020. However, previous programme pauses – again due to issues around scope-clause limits – saw that date shunted to 2021 and then 2023. First flight of the 80-seat twinjet took place in December 2019.

Embraer lists no orders for the E175-E2, while it counts 147 firm commitments for the 76-seat E175, according to its backlog figures to 31 December.

The scope-clause limits are set out in agreements between the major US airlines and their pilot unions designed to prevent more flying being handed over to regional affiliates. Under these rules, the regional carriers are prohibited from operating aircraft that have more than 76 seats or a maximum take-off weight (MTOW) in excess of 39,000kg (86,000lb).

With its 76 seats, the first-generation E175 met the standard, but the higher capacity of the E175-E2, plus its heavier geared turbofan engines and fuselage that is 73cm (29in) longer, push MTOW to 44,600kg – well in excess of the scope-clause limit.

No progress has been made in negotiations between the mainline carriers and unions to relax the size restrictions.

https://www.flightglobal.com/airframers/e175-e2-development-paused-again-on-scope-clause-concerns/147647.article

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Será que não existe uma solução juntamente com a PW para um motor mais leve e manter o que tem hoje no 175 atual lançando um "E1.5"

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Caramba, não tem uma única empresa no MUNDO pra comprar alguns E275 para manter esse programa ativo??? KLM, que já opera a versão E1, Helvetic, que é regional e opera os outros E2… Ou existe scope-clause na Holanda e Suíça também?

 

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14 minutes ago, Fabrício163 said:

Caramba, não tem uma única empresa no MUNDO pra comprar alguns E275 para manter esse programa ativo??? KLM, que já opera a versão E1, Helvetic, que é regional e opera os outros E2… Ou existe scope-clause na Holanda e Suíça também?

Elas podem comprar, mas são unidades pequenas, diferente das americanas que compram aos montes ao ponto de viabilizar o modelo.

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o problema do E175 é, fundamentalmente, ter um custo por assento mais elevado. assim fica difícil competir na Europa com esses aviões menores porque aqui há uma tendência a preferir mais volume e custo unitário mais baixo, especialmente com as ULCC indo pra cima com mais assentos e tarifas extremamente baixas. então mesmo que vendessem o 175 E2 por aqui, seria pra mercados bem específicos e portanto não em quantidade suficiente pra cobrir o investimento do projeto

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Erro maior foi ignorar as restrições dos EUA quanto ao peso da aeronave e gastar milhões num projeto de uma aeronave que não atende as regras de seu maior cliente 

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Luckert, não vejo erro na estratégia...

E as restrições não foram ignoradas.

A questão foi a seguinte: o mercado regional já era amplamente dominado pela Embraer. E hoje mais ainda porque o E175E1 é a única aeronave que atende as Scope Clauses atuais.

Com o E175E2 a Embraer se preparou para um eventual relaxamento das Scope Clauses, em reação ao movimento do MRJ. O risco era as Scope Clauses serem relaxadas, e o MRJ dominar o mercado americano por ser mais econômico. Com o E175E2 esta vantagem do MRJ estaria neutralizada, e além de tudo, teria a comunidade de Type rating com os E175 já em operação. 

O programa sendo suspenso permanece como opção futura para a empresa, a depender de movimentos do mercado e da concorrência.

E o custo do programa não foi tão alto por ser membro da família E2.

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3 hours ago, Ozires said:

Luckert, não vejo erro na estratégia...

E as restrições não foram ignoradas.

A questão foi a seguinte: o mercado regional já era amplamente dominado pela Embraer. E hoje mais ainda porque o E175E1 é a única aeronave que atende as Scope Clauses atuais.

Com o E175E2 a Embraer se preparou para um eventual relaxamento das Scope Clauses, em reação ao movimento do MRJ. O risco era as Scope Clauses serem relaxadas, e o MRJ dominar o mercado americano por ser mais econômico. Com o E175E2 esta vantagem do MRJ estaria neutralizada, e além de tudo, teria a comunidade de Type rating com os E175 já em operação. 

O programa sendo suspenso permanece como opção futura para a empresa, a depender de movimentos do mercado e da concorrência.

E o custo do programa não foi tão alto por ser membro da família E2.

Essa tua última observação era a que eu mais tinha curiosidade em saber , quanto que custou para desenvolver o E175E2, se dentro do projeto do E2 da família E175/190/195 isso representou pouco.

Bem observado 

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nao consigo entender porque o scope clause leva em questão o epso da aeronave

o avião é basicamente o mesmo quee eles já voam....

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17 hours ago, FCRO said:

nao consigo entender porque o scope clause leva em questão o epso da aeronave

o avião é basicamente o mesmo quee eles já voam....

A restrição de peso é para evitar que empresas coloquem aeronaves grandes, apenas removendo assentos. 

Acredito que seja a explicação.

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  • 3 months later...

Pelo jeito o projeto só E175-2 vai pro brejo 

No change in Scope Clause in new United's pilot contract that would have allowed E175-E2 or else. Delta and AA will follow suit shortly:

"United was the first carrier to negotiate a new agreement with pilots. American Airlines also negotiated a new agreement, following UAL. There were no changes to Scope weights, either. UAL’s union, ALPA, only today confirmed no change to its contract. It is now highly unlikely Delta Air Lines or Alaska Airlines, whose pilots are also represented by ALPA, will change."

https://leehamnews.com

 

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Talvez a regra pudesse prever exceção para o caso de simples atualização (remotorização e outros incrementos tecnológicos) de uma aeronave já existente, como a segunda geração do E175. Ainda mais sabendo-se que o ganho de peso veio fundamentalmente dos novo motores e não de um aumento significativo na capacidade de transporte de passageiros.

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