Jump to content

Fusão GOL + Avianca = Abra Group


Recommended Posts

4 hours ago, Seahawk said:

Foi anunciado um acordo que coloca os controladores da GOL - MOBI FI e os investidores da Avianca - Investment Vehicle 1 - Elliot, Kingsland e South Lake - numa nova empresa ABRA, que terá o bloco de controle da GOL e AVIANCA. Isso é fusão! 

Obviamente não gosto, mas não tem como não admirar a inteligência de quem desenha estas soluções societárias/financeiras que passam a mão na bunda dos acionistas minoritários.

É uma fusão - não-fusão haha. Da parte da GOL, a fusão formal é do CNPJ da família, não do CNPJ da GOL. Para minha surpresa, eles tem 100% das ações ON. Os minoritários só tem ações PN, não apitam nada.

Uma fusão propriamente dita obrigaria uma OPA da GOL aqui e em NY, custando alguns bi de U$ ou uma abertura do capital da ABRA, para conversão das ações.

A diferença prática entre as duas?  Nenhuma.

Vai ser curioso o reflexo disto no mercado como um todo.

 

 

Link to comment
Share on other sites

Posted (edited)

E todo mundo acreditando que a Gol ia comprar a Voepass quando disse que participaria na consolidação do mercado.

Só não disse que olhava a América do Sul  :rotflol:

Edited by PB26
  • Like 2
Link to comment
Share on other sites

1 hour ago, Bonz0 said:

Obviamente não gosto, mas não tem como não admirar a inteligência de quem desenha estas soluções societárias/financeiras que passam a mão na bunda dos acionistas minoritários.

É uma fusão - não-fusão haha. Da parte da GOL, a fusão formal é do CNPJ da família, não do CNPJ da GOL. Para minha surpresa, eles tem 100% das ações ON. Os minoritários só tem ações PN, não apitam nada.

Uma fusão propriamente dita obrigaria uma OPA da GOL aqui e em NY, custando alguns bi de U$ ou uma abertura do capital da ABRA, para conversão das ações.

A diferença prática entre as duas?  Nenhuma.

Vai ser curioso o reflexo disto no mercado como um todo.

 

 

@Bonzo, o princípio que governa a relação do acionista controlador com os minoritários é de lealdade com a empresa (mesmo princípio aplicado aos diretores) e da boa fé, o que é diferente de igualdade. Nessa transação, não está havendo transferência ou alienação de controle. O grupo de controle comunicou ao mercado a transação, com objetivo de trazer valor para as 2 empresas, com devida transparência. Não está havendo venda de participação. As companhias continuam independentes, sem mudança na direção, troca de comando, etc. Nada que prejudique o minoritário ou os credores de ambas. Não há obrigação fiduciária do controlador pelo que foi anunciado.  Não vejo prejuízo para os minoritários nesse caso. 

Link to comment
Share on other sites

As cias aereas nem se completam, não há sobreposição de rotas. Por isso acho que será bem nos moldes de KL/AF e IAG. Cada uma com sua cultura, em uns 20 anos - talvez - aeronaves comuns, e nas rotas tipo BOG-GRU/GIG um codeshare pra distribuir pros demais destinos. Não creio nem que a G3 comece a voar pra BOG. Talvez um plano de milhagens em comum... mas só vejo mesmo com a controladoria em comum, financeiro...

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

5 hours ago, thgsr08 said:

As cias aereas nem se completam, não há sobreposição de rotas. Por isso acho que será bem nos moldes de KL/AF e IAG. Cada uma com sua cultura, em uns 20 anos - talvez - aeronaves comuns, e nas rotas tipo BOG-GRU/GIG um codeshare pra distribuir pros demais destinos. Não creio nem que a G3 comece a voar pra BOG. Talvez um plano de milhagens em comum... mas só vejo mesmo com a controladoria em comum, financeiro...

Se for para fazer só isso, faz sentido em gastar para fazer uma operação desse tamanho, redomiciliar as empresas, escritórios de advogados de primeira linha, e que custam uma fortuna, sem contar com a burocracia de reportar, auditar, aprovar a operação em várias jurisdições etc.?
 

Eu ao contrario acredito que haverá um projeto de integração estruturado pós-aprovação. 
 

- plano de milhagens; carga; MRO, reorganização e integração das malhas e tarifas, infraestrutura de IT…se não for para capturar valor nisso não faz sentido a operação. 

 

 

Link to comment
Share on other sites

21 hours ago, PB26 said:

E todo mundo acreditando que a Gol ia comprar a Voepass quando disse que participaria na consolidação do mercado.

Só não disse que olhava a América do Sul  :rotflol:

Mas olha, justiça sendo feita, se não me engano, durante os muitos surtos da azul pra comprar a Latam, acho que o @A345_Leadership chegou a falar várias vezes: “esqueçam a latam, querem consolidar o mercado, olhem pra América Latina, olhem a aliança”. 
 

 

  • Like 1
  • Thanks 1
Link to comment
Share on other sites

On 11/05/2022 at 23:38, cjcsafstrand said:

Minha aposta de fusões na America é a seguinte:

- DELTA, LATAM, AEROMEXICO

-AMERICAN, GOL, AVIANCA, VIVA COLOMBIA/PERU, SKY CHILE/PERU, COPA, VOLARIS, AEROLINEAS (?). 

- UNITED, AZUL, JETSMART

Delta que é sócia da Aeroméxico seria perfeito unir com sua sócia Latam, até o nome serviria para unificar 

Link to comment
Share on other sites

2 hours ago, Luckert said:

Delta que é sócia da Aeroméxico seria perfeito unir com sua sócia Latam, até o nome serviria para unificar 

deus me livre substituir o belo logo da aeromexico por esse lixo da latam

hahaha

  • Like 3
Link to comment
Share on other sites

5 hours ago, A350XWB said:

Mas olha, justiça sendo feita, se não me engano, durante os muitos surtos da azul pra comprar a Latam, acho que o @A345_Leadership chegou a falar várias vezes: “esqueçam a latam, querem consolidar o mercado, olhem pra América Latina, olhem a aliança”. 

Exato, a diversificação, seja do lucro, da receita ou do risco.

Ainda é cedo para falar, mas a Gol+Avianca deixou a Azul com poucas opções de crescimento, ou melhor, quase nenhuma. Resta a Aerolíneas Argentinas, Copa, Interjet e até mesmo a Aeroméxico. Mas vale a pena crescer mais aqui? No caso da LATAM eu miraria agora Europa, África ou outros negócios.

Avianca Holdings + Azul seria a fusão perfeita. Mas esta última ficou olhando para o próprio umbigo, o mercado doméstico.

5 hours ago, Luckert said:

Delta que é sócia da Aeroméxico seria perfeito unir com sua sócia Latam, até o nome serviria para unificar 

Chega de consolidação na América Latina! :lol:

Mas uma fusão dessa não seria possível pois, salvo engano, a lei mexicana determina que 49% é o limite máximo para os estrangeiros. E a fusão da G3 com AV se tornou possível graças à mudança do limite de participação estrangeira aqui.

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

9 hours ago, FCRO said:

deus me livre substituir o belo logo da aeromexico por esse lixo da latam

hahaha

Verdade, o logo deles é lindo, mas citei apenas porque Latam é a abreviação de América Latina e o México seria a outra ponta do continente sob mesmo nome, extremo sul ,com Chile , até os EUA .

Mas não sei o quanto o nome da marca representa para o mercado mexicano e o quanto essa união ajudaria em termos de redução de custos, uma vez que ambas estão saindo do Capítulo 11 e teoricamente estão com os custos reequilibrados pós reestruturação 

Link to comment
Share on other sites

18 hours ago, Seahawk said:

Se for para fazer só isso, faz sentido em gastar para fazer uma operação desse tamanho, redomiciliar as empresas, escritórios de advogados de primeira linha, e que custam uma fortuna, sem contar com a burocracia de reportar, auditar, aprovar a operação em várias jurisdições etc.?
 

Eu ao contrario acredito que haverá um projeto de integração estruturado pós-aprovação. 
 

- plano de milhagens; carga; MRO, reorganização e integração das malhas e tarifas, infraestrutura de IT…se não for para capturar valor nisso não faz sentido a operação. 

 

 

Não há operação. São duas empresas que eram donas das duas cias aéreas que fundiram. As cias aéreas continuam com suas operações separadas, mesmo pq nem as aeronaves são intercambiáveis e de ambas, maioria, são zeradas. G3 com os MAX e Av com os NEO e essa combinação de frota só se daria daqui 15-20 anos, quando ambas fossem substituir as que estão recebendo agora. De resto acho que você não está errado, insfraestrutura de IT, CARGO... integração de malhas eu não consigo fazer uma ligação na minha mente de como seria... 

  • Haha 1
Link to comment
Share on other sites

8 minutes ago, thgsr08 said:

Não há operação. São duas empresas que eram donas das duas cias aéreas que fundiram. As cias aéreas continuam com suas operações separadas, mesmo pq nem as aeronaves são intercambiáveis e de ambas, maioria, são zeradas. G3 com os MAX e Av com os NEO e essa combinação de frota só se daria daqui 15-20 anos, quando ambas fossem substituir as que estão recebendo agora. De resto acho que você não está errado, insfraestrutura de IT, CARGO... integração de malhas eu não consigo fazer uma ligação na minha mente de como seria... 

Não vamos pensar só em redução de custos (o que os CEOs da empresas aéreas brasileiras vem dando cabeçada há 20 anos), mas na geração de receita:

  • A Gol Aerotech pode ser homologada para revisão de Airbus, o mesmo com a Avianca e a linha Boeing;
  • Destinos na América do Norte e Caribe podem ser feitos in-house, sem depender de parcerias como a AA, mantém o dinheiro no grupo;
  • A Gollog ganha musculatura internacional (EUA) graças à Avianca Cargo;
  • Quando precisar de empréstimo, pode usar o aval da que tiver menor juros. Exemplo: a ILFC conseguia financiamento com taxas de juros baixas graças ao bom rating da AIG (antes de 2008);
  • Ao contratar uma empresa de handling, agora elas terão escala para pedir descontos. O mesmo vale para hotel, treinamento - mesmo que em aeronaves distintas, desde que seja com a mesma empresa - combustível; taxas de pouso em aeroportos privados;
  • Integração do Smiles e LifeMiles pode gerar maior barganha junto aos bancos em taxas de descontos. E a experiência da Gol em usar o Smiles como banco pode ajudar o LifeMiles com Avianca.

Claro que a primeira coisa, por mais estranha que seja, é manter as culturas das duas empresas e ir integrando aos poucos, sem aquela sanha dos chilenos entre a LAN e a TAM, pois a pior coisa que eles conseguiram fazer é criar um grupo sem foco, com funcionários desmotivados pois não sabem qual é a sua identidade, e o pior: público não reconhece LATAM como sucessora fiel da LAN e TAM. Acho que só hoje que percebem que a LATAM é uma empresa aérea.

  • Like 5
Link to comment
Share on other sites

1 hour ago, thgsr08 said:

Não há operação. São duas empresas que eram donas das duas cias aéreas que fundiram. As cias aéreas continuam com suas operações separadas, mesmo pq nem as aeronaves são intercambiáveis e de ambas, maioria, são zeradas. G3 com os MAX e Av com os NEO e essa combinação de frota só se daria daqui 15-20 anos, quando ambas fossem substituir as que estão recebendo agora. De resto acho que você não está errado, insfraestrutura de IT, CARGO... integração de malhas eu não consigo fazer uma ligação na minha mente de como seria... 

@thgsr08, padronização de frotas - narrow e wide, acho que nem é do interesse em um grupo com +300 aeronaves, vide questões de backlog, slots, etc. mas não se engane que não há uma operação (sim, há operação no bloco de controle das duas empresas). O valor econômico, riscos, responsabilidade com os credores e minoritários, reclamação de ativos, etc. impactam o valor dos controladores e um lado e outro é avaliado de forma bem parecida se a fusão fosse na camada de baixo (empresas operacionais). Não é a toa que existe uma quantidade grande de bancos/advisors e advogados nessa operação - Gibson, Dunn & Crutcher, Milbank, Lefosse, Brasilpar, RBC, Evercore...existem ainda as "poison puts", cláusulas nos contratos de financiamento que antecipam os vencimentos em caso de mudança de controle...no anúncio oficial feita a SEC - Form 6k - existem 8 pontos que a GOL cuidadosamente esclareceu endereçando questões para os minoritários, reguladores e credores. Sobre sinergias concordo que é um processo longo e contínuo mas acredito que 2 anos, 5 anos e 10 anos, são os principais marcos para a maioria dos efeitos, sendo o impacto maior nos primeiros 2 anos (AF/KL) capturou 54% do impacto estimado no 2o ano, por exemplo. 

 

1 hour ago, A345_Leadership said:

Não vamos pensar só em redução de custos (o que os CEOs da empresas aéreas brasileiras vem dando cabeçada há 20 anos), mas na geração de receita:

  • A Gol Aerotech pode ser homologada para revisão de Airbus, o mesmo com a Avianca e a linha Boeing;
  • Destinos na América do Norte e Caribe podem ser feitos in-house, sem depender de parcerias como a AA, mantém o dinheiro no grupo;
  • A Gollog ganha musculatura internacional (EUA) graças à Avianca Cargo;
  • Quando precisar de empréstimo, pode usar o aval da que tiver menor juros. Exemplo: a ILFC conseguia financiamento com taxas de juros baixas graças ao bom rating da AIG (antes de 2008);
  • Ao contratar uma empresa de handling, agora elas terão escala para pedir descontos. O mesmo vale para hotel, treinamento - mesmo que em aeronaves distintas, desde que seja com a mesma empresa - combustível; taxas de pouso em aeroportos privados;
  • Integração do Smiles e LifeMiles pode gerar maior barganha junto aos bancos em taxas de descontos. E a experiência da Gol em usar o Smiles como banco pode ajudar o LifeMiles com Avianca.

Claro que a primeira coisa, por mais estranha que seja, é manter as culturas das duas empresas e ir integrando aos poucos, sem aquela sanha dos chilenos entre a LAN e a TAM, pois a pior coisa que eles conseguiram fazer é criar um grupo sem foco, com funcionários desmotivados pois não sabem qual é a sua identidade, e o pior: público não reconhece LATAM como sucessora fiel da LAN e TAM. Acho que só hoje que percebem que a LATAM é uma empresa aérea.

Acho essa questão cultural/identidade fundamental. O case da LAN/TAM é ótimo exemplo. Adicionaria IT/Sistemas, Otimização e integração de malha/tarifas (viabilizar EZE-BSB-MIA ida e volta MIA-BOG-EZE sem fricção por exemplo). Mas corte de custos/eliminação de redundancias ficam entre 40%-60% dos ganhos de sinergias e virão... 

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

13-May-2022 5:40 AM

Avianca continues to shake up Latin America's aviation scene with creation of 'Abra'

Analysis
 

If there were any doubts that Avianca had bold ambitions after its exit from bankruptcy, they have been put to rest.

The company has made its most enterprising move yet, after reaching an agreement with GOL to create a powerhouse Latin American aviation group: Abra. 

Abra will comprise the principal shareholders of Colombia's Avianca and the controlling shareholder of Brazil's GOL. It will own a non-controlling 100% stake of Viva, and convertible debt representing a minority interest investment in Chile's Sky Airline.

Avianca and GOL aim to close the deal in the second half of this year, and if they are successful in their efforts Abra would have leading positions in Brazil and Colombia

Now the questions are how will competitors react, and will further alliances – and even consolidation – follow.

Summary

  • Avianca has made an agreement with GOL to create a powerhouse Latin American aviation group: Abra.
  • Abra will have a strong position in both Brazil and Colombia.
  • The company’s member airlines will not have fleet commonality.
  • Another layer of complexity in the proposed Avianca-GOL agreement is existing alliance and partnership structures.
  • Will the creation of Abra spur more consolidation in Latin America

Abra will encompass major airlines in both Brazil and Colombia 

Abra will comprise the principal shareholders of Colombia's Avianca and the controlling shareholder of Brazil's GOL.

Abra will own a non-controlling 100% stake of Viva, and convertible debt representing a minority interest investment in Chile's Sky Airline.

Avianca and GOL aim to close the deal in the second half o this year, and if they are successful in their efforts Abra would have leading positions in Brazil and Colombia. Data from CAPA and OAG show that GOL has a 32% share of Brazil’s domestic available seat kilometres (ASKs), compared with approximately 34% each for LATAM Airlines Brazil and Azul.

Brazil's domestic ASKs, by airline, for the week commencing 09-May-2022 

BrazilDomesticMay22.JPG

 Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG.

In Colombia the combined Avianca and Viva account for approximately 68% of Colombia’s domestic ASKs.

Colombia domestic ASKs, by airline, for the week commencing 09-May-2022

ColombiaDomesticMay2022.JPG

Source: CAPA - Centre for Aviation and OAG.

Industry veteran Roberto Kriete will serve as Abra Group’s chairman, and during a 11-May-2022 conference call he explained that Avianca and GOL will each be able to expand operations in markets where they are not active today. The group will also be relentlessly focused on costs to achieve the lowest cost per seat on long haul flights, he explained. 

Each airline operating under the Abra group umbrella will “maintain independent brands, talent themes and cultures”, Mr Kriete stated.

Other executives at Abra will include GOL's founder Constantino de Oliveira Junior as CEO. Avianca’s current CEO Adrian Neuhauser and GOL’s CFO Richard Lark will be the company’s co-presidents. 

Abra's airlines operate both Boeing and Airbus jets 

Some new fleet complexity will accompany the scale created by the Abra group.

Both Viva and Avianca operate Airbus narrowbodies, and Avianca’s widebody fleet consists of Boeing 787s.

GOL operates Boeing 737s and is working to expand the number of MAX jets in its fleet. 

CAPA’s Fleet Database shows that Avianca has 105 aircraft in service and 90 on order, the majority of which are Airbus A320neos.

Avianca: fleet summary as of early May-2022

AviancaFleetMay22.JPG

Source: CAPA Fleet Database.

Viva has 23 aircraft in service and 23 A320neos on order.

Viva: fleet summary as of early May-2022

VivaFleetMay22.JPG

Source: CAPA Fleet Database.

GOL operates 132 aircraft and has 99 737 MAX narrowbodies on order. 

GOL: fleet summary as of early May-2022

GolFleetMay22.JPG

Source: CAPA Fleet Database. 

Will other airlines feel the need to respond to the creation of Abra?

Abra joins other airline groups in Latin America, including LATAM Airlines Group and the JetSMART group of airlines, which have operations in Argentina, Chile, and soon, Peru

Azul attempted to acquire LATAM, which remains in Chapter 11, but ultimately dropped its efforts to buy its rival, concluding that the valuation of LATAM in the company’s Chapter 11 reorganisation plan was higher than Azul found to be credible. 

Now the question is: will Azul feel compelled to respond to the flurry of merger and acquisition activity in Latin America?

During a 09-May-2022 earnings discussion Azul CEO John Rodgerson fielded a question regarding LATAM, stating that Azul was confident in its stand-alone plan and saying, “We’re very confident with what we’re doing here in Brazil, and focusing on our core business.” 

But despite that confidence, operators such as Azul and Copa are likely evaluating their roles in a rapidly changing Latin aviation landscape. 

Copa CEO Pedro Heilbron recently said that the airline might emerge as the only one with “the right product for the business traveller in our part of the world, and that’s a plus”. That was not the case before the coronavirus pandemic, said Mr Heilbron, but some of Copa’s competitors are headed towards lower cost models. 

He explained that Copa continued to have low costs, and both a strong product and network.

“I won’t talk about if we have to react or not. I think if we choose to stay focused on our business model, I think we can continue to be very successful doing it that way”, Mr Heilbron said. 

Will the existing partnerships that Abra airlines have remain intact? 

Another layer of complexity in the proposed Avianca-GOL agreement is alliance and partnership structures.

Avianca is a member of the Star Alliance, and before the pandemic it was working to establish a joint venture with United Airlines. American Airlines has spent USD200 million for a 5.2% stake in GOL and the two airlines are deepening their partnership. 

More details of Abra are likely to emerge when, or if, the proposed agreement gains necessary regulatory approvals. But the curators of the deal believe the new company, with its scale and diversified market presence, “will be able to better compete with large legacy carriers and global carriers active in our region”, Mr Kriete said. 

Avianca works to write the next chapter of Latin Aviation 

Avianca emerged from Chapter 11 in late 2021 and in 2022 it is working to blaze trails in Latin American aviation by creating a new mega-airline group in the region. 

Now the industry will see how the rest of 2022 unfolds. 

https://centreforaviation.com/analysis/reports/avianca-continues-to-shake-up-latin-america-aviation-scene-with-creation-of-abra-608030

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

Essa matéria coloca a avianca como cabeça das operações....

Link to comment
Share on other sites

Ferrer será o novo CEO da GOL a partir de 1° de junho. Kakinoff passa para o conselho de administração. 

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

Posted (edited)
1 hour ago, ErickCF said:

Ferrer será o novo CEO da GOL a partir de 1° de junho. Kakinoff passa para o conselho de administração. 

https://ri.voegol.com.br/download_arquivos.asp?id_arquivo=D6AA6681-5B53-4DE2-92F4-17EB49BB821F

16 de maio de 2022

GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (B3: GOLL4 e NYSE: GOL) (“GOL” ou “Companhia”), a maior empresa aérea do Brasil, anunciou hoje que seu DiretorPresidente, Paulo Kakinoff, fará a transição de seu cargo tornando-se membro do Conselho de Administração. O Vice-presidente de Operações, Celso Ferrer, sucederá Kakinoff como DiretorPresidente a partir de 1º de julho de 2022. “Temos o prazer de anunciar Celso Ferrer como Diretor-Presidente da Gol, disse Kakinoff. Celso e eu trabalhamos lado a lado há mais de sete anos. Trata-se de um executivo experiente e muito bem-preparado. Um dos mais competentes que conheci em toda minha carreira profissional.” Atuando como Diretor-Presidente desde 2012, Kakinoff liderou a Companhia em momentos de grande turbulência do setor e transformou a experiência do Cliente GOL. “Temos uma brilhante equipe de líderes e o nosso Conselho sempre se dedicou, de forma disciplinada, à sua fundamental atribuição de supervisionar um plano de sucessão bem estruturado para os principais cargos de liderança,” disse Constantino de Oliveira Junior, Presidente do Conselho de Administração. “Kakinoff foi um grande Diretor-Presidente ao longo da última década e desenvolveu um excelente grupo de líderes para conduzir nossa empresa aérea à próxima década. Estamos entusiasmados pela oportunidade de continuarmos trabalhando juntos no Conselho.” Celso, 39 anos, é um executivo de longa data da GOL com experiência ampla e profunda. Ele ingressou na empresa aérea em 2003, e ocupou cargos como Vice-presidente de Planejamento e Vice-presidente de Operações. Celso também é um piloto de aeronaves Boeing 737. É formado em economia pela Universidade de São Paulo, em relações internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e possui MBA pelo INSEAD. “Estou honrado e animado com o convite para exercer o cargo de Diretor-Presidente,” disse Celso. “Nosso Time de Águias é o núcleo da GOL; eles fazem a diferença para nossos Clientes, e estou ansioso para servi-los. Temos uma equipe fantástica de líderes, muitos dos quais tive o prazer de atuar conjuntamente por diversos anos.”

Edited by TheJoker
Link to comment
Share on other sites

Kakinoff poderia ir para a VoePass, pra botar em ordem toda a "bagunça" e fazer a empresa deslanchar no regional.

Sonhei demais agora, rs.

  • Like 1
  • Haha 7
Link to comment
Share on other sites

Meus prezados

Depois de dez anos

Comando da GOL vai mudar de mãos em julho de 2022

Celso Ferrer vai assumir o comando da Gol, no lugar de Paulo Kakinoff

spacer.png

Paulo Kakinoff (direita) passará o bastão a Celso Ferrer (esquerda) – Divulgação

Depois de dez anos, o presidente da Gol Linhas Aéreas, Paulo Kakinoff, deixará a presidência da companhia aérea no próximo dia 1.º de julho, passando a integrar o seu Conselho de Administração.

O anúncio veio seis dias depois da publicação de um Fato Relevante aos acionistas, com a criação do Grupo Abra, que controlará a Gol e a colombiana Avianca, o que, na prática, representa a fusão de ambas as empresas. No lugar de Kakinoff, irá assumir Celso Ferrer. 

Anunciamos Celso Ferrer como o CEO escolhido para o 3º ciclo de gestão nesses 21 anos de existência da companhia. (...) Posso atestar que ele possui um profundo conhecimento do setor e da empresa como um todo. Sem dúvida, é um executivo mais do que preparado para liderar os novos tempos da Gol”, segundo o Presidente do Conselho de Administração, Constantino Júnior.

Apesar da proximidade dos eventos, a companhia disse que a sucessão na presidência tem sido cuidadosa e consistentemente preparada nos últimos três anos. “Posso garantir que o Celso (Ferrer) vai liderar, apoiado pelo nosso brilhante Time de Executivos, um ciclo ainda mais virtuoso da história da Gol, que está se iniciando agora”, de acordo com o presidente, Paulo Kakinoff.

Ferrer tem 39 anos e está há 17 na companhia aérea, onde começou como estagiário. É chefe executivo de operações (COO) desde 2019. Anteriormente, atuou como Vice-Presidente de Planejamento por 5 anos, com experiência em pricing e alianças.

Como CEO, recebo não só o comando da Gol, mas também o imenso legado deixado pelos meus antecessores no cargo, Constantino Junior e Paulo Kakinoff, que desempenharam um papel brilhante na concepção e desenvolvimento da companhia”, segundo o futuro presidente.

Fonte: Marcel Cardoso – Aero Magazine 16 mai 2022

  • Like 3
Link to comment
Share on other sites

12 hours ago, Leandrinho said:

Kakinoff poderia ir para a VoePass, pra botar em ordem toda a "bagunça" e fazer a empresa deslanchar no regional.

Sonhei demais agora, rs.

A Gol deve ter alguma cláusula com ele em que o impede de assumir uma concorrente por X anos.

Se eu fosse os Cuetos, chamaria ele. Arrisco a dizer que é o melhor CEO (não digo em termos laborais, pois desconheço) entre as grandes companhias aéreas da AL nos últimos 20 anos, pois como arrumar uma empresa com PL negativo? 

Claro que teve ajudinha da Delta, mas isso não desmerece sua gestão.

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

On 17/05/2022 at 01:40, A345_Leadership said:

A Gol deve ter alguma cláusula com ele em que o impede de assumir uma concorrente por X anos.

Se eu fosse os Cuetos, chamaria ele. Arrisco a dizer que é o melhor CEO (não digo em termos laborais, pois desconheço) entre as grandes companhias aéreas da AL nos últimos 20 anos, pois como arrumar uma empresa com PL negativo? 

Claro que teve ajudinha da Delta, mas isso não desmerece sua gestão.

Falando em PL negativo, AVC e Gol tem considerável PL negativo, mas junto com a SKY e a recém cia peruana incorporada à AVC, juntas terão que tamanho de PL?

Link to comment
Share on other sites

On 12/05/2022 at 16:03, Seahawk said:

Foi anunciado um acordo que coloca os controladores da GOL - MOBI FI e os investidores da Avianca - Investment Vehicle 1 - Elliot, Kingsland e South Lake - numa nova empresa ABRA, que terá o bloco de controle da GOL e AVIANCA. Isso é fusão! 

Cada um acredita no que quer

  • Haha 1
  • Confused 1
Link to comment
Share on other sites

https://www.valoraanalitik.com/2022/05/23/avianca-cargo-comprara-cuatro-aviones-expandira-capacidad-70/

Como parte de su plan de crecimiento y fortalecimiento, Avianca Cargo anuncia la llegada de hasta cuatro aviones A330, que permitirá expandir su capacidad hasta un 70% entre 2022 y el 2024.

La aerolínea indicó que las aeronaves son de pasajeros y serán convertidas para soportar operación de carga. Lea más en Noticias de Infraestructura.

Avianca Cargo prevé aumentar su protagonismo en la región incrementando la capacidad en los mercados de exportación de Colombia y Ecuador, y en mercados de importación a Suramérica desde EE UU.

 

Começando a achar que essa parceira entre AV e G3 tem + a ver com CARGO do que PAX.

  • Haha 3
  • Confused 1
Link to comment
Share on other sites

On 17/05/2022 at 01:40, A345_Leadership said:

A Gol deve ter alguma cláusula com ele em que o impede de assumir uma concorrente por X anos.

Se eu fosse os Cuetos, chamaria ele. Arrisco a dizer que é o melhor CEO (não digo em termos laborais, pois desconheço) entre as grandes companhias aéreas da AL nos últimos 20 anos, pois como arrumar uma empresa com PL negativo? 

Claro que teve ajudinha da Delta, mas isso não desmerece sua gestão.

Pelo que parece na superfície, o Kakinoff não ia funcionar na Latam. Ele parece um cara humano demais pro pragmatismo dos chilenos. 

  • Like 2
  • Thanks 2
Link to comment
Share on other sites

2 hours ago, CabinCrew said:

Pelo que parece na superfície, o Kakinoff não ia funcionar na Latam. Ele parece um cara humano demais pro pragmatismo dos chilenos. 

Teve uma época (pouco antes da fusão ser completada) que os chilenos e principalmente os peruanos chamavam os irmãos Cueto de projetos de Hitler andino em referência a Downfall, pela forma que eles tratavam os funcionários (semelhante aos gritos do Hitler no führerbunker) :lol:

Tem até vários memes nesse sentido no YT e Twitter
 

 

Edited by ErickCF
  • Haha 6
Link to comment
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

 Share

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade