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Líder Aviação não aceita levar vôos para Jundiaí


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Valor Econômico

Líder Aviação não aceita levar vôos para Jundiaí

Ivana Moreira

 

A maior empresa de aviação executiva da América do Sul, a Líder Aviação, classificou ontem como "absurda" e "inadmissível" a proposta estudada pelo governo de transferir pousos e decolagens de jatinhos para Jundiaí, a cerca de 50 quilômetros de São Paulo, onde funciona hoje uma aeroclube. Para o presidende da companhia, Eduardo Vaz, trata-se de punir quem opera com segurança em Congonhas para privilegiar a aviação comercial, para quem de fato a pista curta do aeroporto é um problema.

 

"Há espaço de sobra na pista para pousarem nossos pequenos aviões", ressalta ele. Vaz concorda com a redução do número de pousos e decolagens para todas as companhias - executivas e comerciais - no aeroporto de Congonhas. Mas fará tudo o que estiver a seu alcance para contestar a transferência, caso o governo federal insista numa idéia que, para ele, não tem nenhum sentido técnico.

 

O presidente da Líder Aviação lembra ainda que uma transferência para Jundiaí colocaria em risco várias companhias do segmento que acreditaram nos planos da Aeronáutica, num passado recente, para transferir vôos comerciais para aeroportos de menor movimento como Confins, em Belo Horizonte, Galeão, no Rio de Janeiro, e Guarulhos, em São Paulo.

 

Ele diz que a empresa investiu "milhões" na estrutura do seu maior hangar de manutenção, instalado em Congonhas, que atende cerca de 100 aeronaves. "Não temos nada em Jundiaí, o que o governo espera que façamos, que voemos sem fazer manutenção nos nossos jatos?", pergunta Vaz.

 

Irritado, o executivo conclui que falta competência técnica ao governo para resolver a questão. Para ele, o gesto é político, para demonstrar que está tirando o "luxo" de Congonhas para atender a população, apesar de a aviação executiva não causar risco para a segurança do aeroporto de Congonhas. "É como proibir carro de passeio e táxi nas ruas porque falta espaço para os ônibus", compara.

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Irritado, o executivo conclui que falta competência técnica ao governo para resolver a questão. Para ele, o gesto é político

 

Para que falar alguma coisa se ele ja falou tudo?

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"É como proibir carro de passeio e táxi nas ruas porque falta espaço para os ônibus", compara.

 

Muito boa a comparação, fica mais tangível pros populistas de plantão.

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bom, isso é verdade e nests utlimos 10 meses a aviação geral ja sofreu mais com as restrições de espaço aéreo com aqueles horarios e tal e agora querem chutar eles de CGH!

 

eles poderiam ter uma restrição nos horarios de pico em CGH mas não mandar eles embora!

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Incrível como no Brasil nada é feito de forma preventiva... Agora que está tudo fora do lugar, surgem um milhão de teorias de melhorias, inclusive alterar o que já funciona...

 

Nunca se vai pelo caminho mais óbvio e, teoricamente, simples... :thumbsdown_still:

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Como funcionário Líder, algumas medidas já foram tomadas, e temos de cumpri-las

 

Entre elas, estamos proibidos de pousar em CGH com RWY WET.

 

E a líder paga UMA NOTA à infraZero pelo espaço em CGH, portanto a reclamação do Eduardo Vaz é legítima.

 

Pra gente, CGH dá e sobra , até pros LRJT

 

O ultimo que sair apague a luz.

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Também acho que a aviação executiva tenha que ter espaço. Diminuam-se os slots da aviação comercial! A questão é que a aviação comercial prospera em qualquer um dos aeroportos, mas se a aviação executiva for para Jundiaí, vai entrar em declínio.

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Vocês conhecem aquela frase? "Os bons pagam pelos ruins" - é isto....eita Brasil véio...tem que meter a boca mesmo...chega de incopetencia....acorda Brasil....

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Este barulho que o Governo está fazendo sobre CGH é marketing político mesmo, o Eduardo Vaz tem razão, CGH já operou com mais tráfego com separação de 3 NM nos anos 80, até A300 e 762 operavam por lá, vimos isto.

Com as restrições à Comercial dá uma aliviada p/ Geral e Executiva.

O que precisa é preparar os CTA e parar com esta perfumaria tomando decisões sérias.

Sds.

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Entre elas, estamos proibidos de pousar em CGH com RWY WET.

 

Pelo jeito a executiva tb aderiu a isso.

Na sala de trip. da Target o assunto é esse tb, se cuspirem na pista não pousa.

Um amigo que voa Learjet 60 e pára na Target já alternou GRU na terça por conta da chuva aqui.

 

Mandar pra Jundiaí não tem o menor cabimento, primeiro que Jundiai não tem estrutura pra receber nem metade do movimento, segundo que lá num tem nem um AFIS e terceiro que tem a topografia do lugar tb, aquela serra do Japi não tem como colocar nenhum procedimento IFR (mesmo pq nem rádio-auxílio tem pra isso).

Mais uma vez é uma coisa pra fazer bonito pro povão, mas que na prática, duvido que pegue...

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Pelo jeito a executiva tb aderiu a isso.

Na sala de trip. da Target o assunto é esse tb, se cuspirem na pista não pousa.

Um amigo que voa Learjet 60 e pára na Target já alternou GRU na terça por conta da chuva aqui.

 

Mandar pra Jundiaí não tem o menor cabimento, primeiro que Jundiai não tem estrutura pra receber nem metade do movimento, segundo que lá num tem nem um AFIS e terceiro que tem a topografia do lugar tb, aquela serra do Japi não tem como colocar nenhum procedimento IFR (mesmo pq nem rádio-auxílio tem pra isso).

Mais uma vez é uma coisa pra fazer bonito pro povão, mas que na prática, duvido que pegue...

 

Pessoal, há quantos anos vocês vivem no Brasil? Essas mudanças todas só duram enquanto o assunto não morrer na imprensa... (quem ainda se lembra da empregada doméstica que foi agredida por jovens moradores da Barra da Tijuca? e isso aconteceu há pucas semanas quando a imprensa só falava nisso!!!). Quando surgir algo novo, a imprensa esquece o acidente da TAM e volta tudo ao que era antes. Congonhas novamente cheio de vôos (porque nós passageiros queremos, as companhias querem, a fiscalização vai fazer vista grossa, os juizes vão decidir a favor...). E tudo contiinua como antes...

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