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Estudo mostra que Galeão é solução


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Estudo mostra que Galeão é solução

 

Documento da Firjan aponta custo menor para distribuição de vôos no Rio

Erica Ribeiro

 

Estudo elaborado pela área técnica da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que o aeroporto internacional Antônio Carlos Jobim Galeão), no Rio, é a melhor solução para a a situação emergencial de distribuição da malha aérea, pela capacidade de absorver imediatamente o volume de passageiros excedente de Congonhas, em São Paulo. Segundo vice-presidente do Sistema Firjan, João Lagoeiro Barbará, o custo para melhorias no Tom Jobim, comparado com as demais obras necessárias é muito menor e não impedirá a operação do aeroporto.

 

— O Galeão necessita de obras de modernização na área de passageiros a um custo de R$ 150 milhões, já previstos no orçamento da Infraero. A construção de um novo aeroporto em São Paulo deverá demandar investimentos de R$ 5 bilhões e o prazo de cinco anos para a obra dificilmente conseguirá ser cumprido.

 

Já a construção de uma terceira pista e um novo terminal de passageiros em Guarulhos custaria R$ 2 bilhões — avalia Barbará. Resistência acontece por bairrismo, diz Barbará De acordo com Barbará, o Galeão tem capacidade de absorver imediatamente o excedente de 6,5 milhões de passageiros por ano de Congonhas, que tem capacidade para 12,5 milhões de passageiros anuais.

 

— O Galeão opera com oito milhões de passageiros por ano e tem capacidade para 15 milhões.

 

A questão não é tirar passageiros de Congonhas e Guarulhos para o Rio e sim redistribuir o tráfego. O Rio pode ficar com os vôos internacionais e de conexão — afirma Barbará.

 

O estudo mostra que embora a solução não exclua futuras opções, é uma resposta rápida à crise.

 

— A opção pelo Rio não acontece, em parte, por bairrismo. É preciso pensar na situação dos passageiros já no Natal — diz.

 

O estudo será entregue hoje ao governador Sérgio Cabral, que encaminhará ao presidente Lula. O ministro da Defesa Nelson Jobim também receberá o documento: — Esperamos que ao tomar conhecimento do documento o ministro tome a decisão de fazer a redistribuição do tráfego aéreo.

 

Fonte: O Globo de 02/08/2007

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Nota da FIRJAN

FIRJAN diz que aeroporto internacional do Rio de Janeiro é solução para a crise

 

O presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, entrega nesta quinta-feira, dia 2 de agosto, ao governador Sérgio Cabral, estudo técnico que demonstra que o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim é a melhor solução para a situação de emergência em que se encontra a malha aérea do país. O documento será encaminhado pelo governador do estado do Rio de Janeiro ao presidente Lula, com quem se encontra nesta quinta-feira, em Brasília.

 

A nota técnica do Sistema FIRJAN (clique para baixar o arquivo pdf – 116 Kb) mostra que o aeroporto internacional do Rio de Janeiro é a opção de menor custo, já que possui o conjunto de pátios e pistas mais moderno do país, com capacidade de receber 15 milhões de passageiros/ano. A “solução Tom Jobim”, diz o documento, é a que requer menor desembolso, na medida que o investimento por passageiro é, no mínimo, oito vezes inferior ao das demais opções. As obras necessárias para a sua adequação significam um custo da ordem de R$ 21 por passageiro/ano.

 

As demais opções são:

- o novo aeroporto de São Paulo - R$ 200 passageiro/ano;

- terceira pista de Guarulhos - R$ 166,60 passageiro/ano;

- expansão de Viracopos - R$ 1.000,00 passageiro/ano.

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As demais opções são:

- o novo aeroporto de São Paulo - R$ 200 passageiro/ano;

- terceira pista de Guarulhos - R$ 166,60 passageiro/ano;

- expansão de Viracopos - R$ 1.000,00 passageiro/ano.

- e Confins, não?????

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As demais opções são:

- o novo aeroporto de São Paulo - R$ 200 passageiro/ano;

- terceira pista de Guarulhos - R$ 166,60 passageiro/ano;

- expansão de Viracopos - R$ 1.000,00 passageiro/ano.

- e Confins, não?????

eu ainda aposto minhas fichas em CNF.

Até então é um dos poucos aeroportos de grande porte no Brasil, cuja capacidade não é utilizada em sua totalidade. Ótima localização para voos cargueiros bem como hub de conexões para voos procedentes do norte/nordeste rumo ao sul e sudeste.

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As demais opções são:

- o novo aeroporto de São Paulo - R$ 200 passageiro/ano;

- terceira pista de Guarulhos - R$ 166,60 passageiro/ano;

- expansão de Viracopos - R$ 1.000,00 passageiro/ano.

- e Confins, não?????

 

Calma aí, gente. Eles estão citando o custo por passageiro para os aeroportos que necessitam de obras. Eu não conheço CNF, portanto não posso afirmar se há necessidade de obras.

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A grande vantagem do Galeão é já ter infra-estrutura pronta, estar ao nível do mar e estar em um mercado de grande porte.

 

Todos os demais aeroportos demandam instalações novas (excetuando-se CNF) ou um grande arranjo de conexões e vôos (nesse caso inclusive CNF que não tem por exemplo vôos ao sul, Norte ou Centro-Oeste)

 

Uma coisa é simplesmente colocar NVT, JOI, RAO e outros destinos numa malha já existente, a outra é construir a malha e tais destinos. É um risco maior para as cias aéreas. Mas terá que ser feito algum dia!

 

Felipe

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Podem discordar de mim, mas eu não consigo ver CNF um aeroporto que possa ser um grande hub. O aeroporto me parece ser pequeno (pelo menos nas fotos). Me parece ter tb um pátio não muito grande e com poucos fingers. Essa é a impressão que tenho.

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O presidente da TAM, na CPI , quando perguntado sobre as alternativas a CGH, falou em BSB , GRU e VCP.

 

Nada de GIG e CFN , pelo menos pela parte da TAM.

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Pelo mesmo fato que eu disse... estrutura montada...

 

VCP eu já acho absurdo para os dias de hoje. Não tem mercado naquele entorno para mais do que 2 milhões de passageiros por ano, e teria que haver um investimento muito forte em conexões. Além do fato do pátio não suportar muito mais movimento no curto prazo.

 

BSB é vantajoso pelo fato de já ser Hub da Empresa, assim como GRU.

 

Obviamente a TAM vai defender aquilo que compete a ela, ela olha para o curto prazo somente, no médio prazo não tem mágica, tem que ser GIG e CNF.

 

Felipe

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no médio prazo não tem mágica, tem que ser GIG e CNF.

 

Ou não, Lipe.

 

Não vamos esquecer que no Brasil a memória é curta. E não duvido que daqui a 2 anos vejamos novo incremento de vôos em CGH.

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Ou não, Lipe.

 

Não vamos esquecer que no Brasil a memória é curta. E não duvido que daqui a 2 anos vejamos novo incremento de vôos em CGH.

 

Sem dúvida.... Deixa a poeira baixar...... E CGH reberá todos os voos de volta....

 

Abs,

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Sim, por isso que a princípio eu sou contra modificações a toque de caixa em CNF. Depois mudam de idéia e a estrutura fica jogada.

 

Abraço

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Jogada jogada não fica, porque antes desse caos todo, BHZ já vinha em rota de crescimento então, uma hora ou outra, CNF precisará mesmo ser readequado ou ampliado.

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Jogada jogada não fica, porque antes desse caos todo, BHZ já vinha em rota de crescimento então, uma hora ou outra, CNF precisará mesmo ser readequado ou ampliado.

 

Tem razão. Mas a questão é que as modificações apontadas pela Infraero como imediata são um tanto improvisadas, pra não dizer "papagaiadas". Tenho certeza que se fosse uma expansão planejada e com mais tempo seria algo muito diferente.

 

Abraço

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Tem razão. Mas a questão é que as modificações apontadas pela Infraero como imediata são um tanto improvisadas, pra não dizer "papagaiadas". Tenho certeza que se fosse uma expansão planejada e com mais tempo seria algo muito diferente.

 

Abraço

 

Isso é um fato. Isso se aplica a SAO também.

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Em uma bibliografia que eu li para a minha dissertação, os autores afirmam que o GIG também é a melhor opção dentre os aeroportos previstos pela Infraero para receber o projeto de Aeroporto Industrial. O principal fator é a infra-estrutura já instalada e a multimodalidade em um raio de 10 km da Ilha do Governador. Falta apoio do governo estadual, como há em MG.

 

Há oferta de espaço de sobra no Galeão; mais vôos internacionais certamente transformariam o aeroporto no grande hub brasileiro, como já foi um dia. Lembro bem que em 1991 era comum tomar o vôo das 18:00 da Varig de BSB para o Rio (RG401) para as conexões norturnas rumo MEX (como fez minha mãe), LIS, JFK e outros. Inclusive, até hoje muita gente que mora aqui prefere o Galeão a Guarulhos, quando há possibilidade.

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Em uma bibliografia que eu li para a minha dissertação, os autores afirmam que o GIG também é a melhor opção dentre os aeroportos previstos pela Infraero para receber o projeto de Aeroporto Industrial. O principal fator é a infra-estrutura já instalada e a multimodalidade em um raio de 10 km da Ilha do Governador. Falta apoio do governo estadual, como há em MG.

 

Há oferta de espaço de sobra no Galeão; mais vôos internacionais certamente transformariam o aeroporto no grande hub brasileiro, como já foi um dia. Lembro bem que em 1991 era comum tomar o vôo das 18:00 da Varig de BSB para o Rio (RG401) para as conexões norturnas rumo MEX (como fez minha mãe), LIS, JFK e outros. Inclusive, até hoje muita gente que mora aqui prefere o Galeão a Guarulhos, quando há possibilidade.

 

Sinceramente, eu só sou a favor do aeroporto-indústria se houver garantia que o terreno será devolvido quando necessário para a ampliação do aeroporto. Seria algo muito incerto para quem quisesse investir, se não fosse garantido ficar por um longo tempo e determinado. Aliás, está cheio de fábricas abandonadas por toda a Zona Norte do Rio de Janeiro. É bem perto do do GIG, por que então construir em terreno livre?

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Sinceramente, eu só sou a favor do aeroporto-indústria se houver garantia que o terreno será devolvido quando necessário para a ampliação do aeroporto. Seria algo muito incerto para quem quisesse investir, se não fosse garantido ficar por um longo tempo e determinado. Aliás, está cheio de fábricas abandonadas por toda a Zona Norte do Rio de Janeiro. É bem perto do do GIG, por que então construir em terreno livre?

 

 

A princípio não haveria devolução de terreno. Em CNF as duas áreas destinadas ao projeto não tomam espaço das ampliações futuras do aeroporto; em todo caso, acho que você tem razão em relação às fábricas abandonadas na zona norte. Seria inclusive um fator de requalificação urbana para essas áreas.

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