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Aeroporto Regional da Zona da Mata


Carlos Augusto

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Fonte: TRIBUNA DE MINAS, 17/10/2007

 

Infraero transfere funcionários, mas Governo assegura manutenção do

 

Menos de três meses depois de assumir a administração do Aeroporto Regional da Zona da Mata, a Infraero está deixando o empreendimento. A transferência de todos os funcionários foi confirmada ontem pelo superintendente do órgão, Maurício Gomes. Ele evitou, porém, dar qualquer detalhe sobre a determinação, que teria sido apenas comunicada a ele. O Governo do Estado, que assinou o convênio para que a estatal administrasse o local, garantiu, também ontem, que não houve alteração nos entendimentos com a empresa e que uma reunião será realizada na próxima sexta-feira, em Belo Horizonte, para discutir ações no local. O encontro vai reunir representantes da Infraero e das Secretarias de Desenvolvimento Econômico e de Transportes e Obras Públicas.

 

Informações extra-oficiais, porém, indicam que também os equipamentos da Infraero instalados no Regional serão retirados. Eles seriam levados, ainda esta semana, para outros aeroportos administrados pela estatal. Já os 22 funcionários estariam, até segunda-feira, alocados em Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro. A assessoria da Infraero, no Rio, não informou, contudo, as razões da transferência.

 

Já o Governo do Estado garantiu, por meio de sua assessoria, que o acordo entre os dois órgãos não foi alterado. O Governo não reconhece a mudança de planos da Infraero, mantém seus investimentos no Regional - sobretudo na melhoria do acesso - e destaca, por outro lado, o compromisso assumido pela estatal de administrar o empreendimento.

 

A verba para as obras de acesso ao aeroporto está incluída no orçamento do Estado para 2008, mas o documento precisa ser aprovado. A intenção do Governo é de que os editais para contratação das empresas sejam divulgados no começo de 2008 e que as obras comecem em abril. O acesso vai ligar o aeroporto à BR-040, por meio da MG-353, que terá diversos trechos duplicados.

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Carta confirma saída da Infraero do Aeroporto

Fonte: jornal PANORAMA, 17/10/2007 (coluna do jornalista Douglas Fazolatto)

 

Nota da coluna sobre a saída dos funcionários e a retirada de equipamentos da Infraero do Aeroporto Regional da Zona da Mata, foi confirmada ao secretário de Desenvolvimento Social, Márcio Araújo de Lacerda. Foi através de correspondência,

datada de ontem, enviada pelo assessor especial da presidência da empresa, Pedro Azambuja, na qual afirma, que “por conta de haver entendimento de nossa Diretoria de que não teríamos no momento como manter nos naquele aeroporto, porque, apesar de estar homologado, em condições VFR, uma das prerrogativas para o início de nossa administração/operação em SDZY, ainda faltam algumas ações de responsabilidade do Estado de Minas Gerais, previstas no Convênio nº 009/2006/0001, conforme foi registrado em nossa última ata de reunião conjunta em 21 e 22 de agosto de 2007”. Deixa aberta a porta para novas reuniões, mas cita a necessidade do Estado cumprir o que ainda falta ao acordado.

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Fonte: TRIBUNA DE MINAS, 18/10/2007

 

Infraero adia saída do Aeroporto Regional

 

A Infraero adiou, para o fim do mês, a retirada de seus equipamentos do Aeroporto Regional da Zona da Mata. A equipe, de 22 funcionários, também não será oficialmente transferida antes do próximo dia 30, mas ficará temporariamente alocada em outros aeroportos administrados pela Infraero. A decisão de deixar o Regional foi tomada, segundo o assessor especial da presidência da estatal, Pedro Azambuja, em função de pendências burocráticas. Segundo ele, para que o local seja legalmente administrado pela Infraero, é preciso que haja um convênio entre o Governo do estado e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O documento, no entanto, ainda não foi assinado, e o acordo firmado entre Minas Gerais e a Infraero não seria suficiente, sob o ponto de vista legal, para autorizar o funcionamento do aeroporto.

 

Amanhã, o assessor estará em Belo Horizonte, a pedido do Governo, para discutir ações no aeroporto. Inicialmente, a intenção da Infraero era retirar funcionários e equipamentos ainda esta semana, mas uma reunião realizada ontem, em Brasília, determinou a mudança na data. Azambuja não descarta a possibilidade de reversão do quadro, mas salienta a necessidade de um plano de desenvolvimento para o empreendimento. “Assim que tiver condições legais e técnicas, estaremos lá, mas não podemos manter uma equipe ociosa no local”, justificou. Segundo ele, a Infraero estava ciente das pendências quando assumiu o aeroporto, mas a expectativa era de que a questão fosse rapidamente resolvida. “Como estávamos saindo de Juiz de Fora (do Aeroporto da Serrinha), optamos por deslocar a equipe para o Regional, até mesmo por questões práticas.”

 

A assessoria do Governo do estado informou que os documentos estão sendo providenciados, mas destacou que os prazos estavam previstos no acordo com a Infraero.

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Fonte: jornal PANORAMA, 18/10/2007

 

Transferências adiadas. Infraero dá prazo ao Governo do Estado.

 

O Governo de Minas resolveu se pronunciar diante do comunicado da Infraero de que os funcionários e equipamentos seriam

transferidos do Aeroporto Regional da Zona da Mata. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado encaminhou um pedido de negociação à empresa, dando prazo ao Estado até o final de outubro para solucionar as pendências. Uma reunião está marcada para amanhã entre Infraero e as secretarias de Obras Públicas, Turismo e Desenvolvimento Econômico. Na pauta, será discutido o tema central do impasse: o não cumprimento das responsabilidades do Estado no que diz respeito ao Regional, como a formalização do convênio entre o Estado e a Anac. Além desse assunto, outros temas devem entrar na pauta, como o desenvolvimento das atividades do aeroporto, pontuando se o espaço será utilizado para cargas ou passageiros. A criação de um aeroporto industrial também não é descartada pela Infraero; no entanto, o projeto deve ser discutido entre industriários e poder público.

 

De acordo com o assessor especial da presidência da Infraero, Pedro Azambuja, havia de fato a decisão de retirar os

funcionários e equipamentos de Goianá. Entretanto, a posição da estatal foi revista, visando atender aos apelos do Estado.

Embora o Governo tenha até o final do mês para se pronunciar, a Infraero informou que em Goianá serão mantidos apenas

quatro funcionários, incluindo o superintendente regional, Maurício Campos de Oliveira.

 

Em declaração, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico disse que vai se empenhar para encontrar soluções emergentes

que atendam às necessidades da Infraero.

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ZONA DA MATA ESTA UMA " ZONA " , TAMBÉM UM AEROPORTO COM ESTA ALCUNHA, NÃO DARIA OUTRA COISA.

 

BEM, OS FATOS SÃO ESTES: A EMPRESA QUE "GANHOU" A HONRRA DE ASSUMIR O AEROPORTO DA SERRINHA QUE TIROU A INFRAERO DE LÁ DEPOIS DE MAIS DE QUINZE ANOS DE OPERAÇÃO ALI, É UMA COPETENTE EMPRESA DE ADMINISTRAÇÃO DE R-O-D-O-V-I-Á-R-I-A-S COM VASTA EXPERIÊNCIA NESTE SETOR. A SINART (ACHO QUE É ESSE O NOME DA EMPRESA)

 

ESTA EMPRESA ADIMINISTRADORA , AGORA, DE AEROPORTOS, POSSUI UM STAFF DE "VAAAAASTA" EXPERIÊNCIA NO CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO, SEGURANÇA DE VIDAS HUMANAS E EQUIPAMENTOS, SERVIÇO ESTE, QUE POR LÁ NA SERRINHA (JUIZ DE FORA), É SERVIÇO AFIS, OU SEJA, RÁDIO E NÃO TORRE DE CONTROLE.

 

OS OPERADORES LÁ NA SERRINHA HOJE, ESTÃO COM TANTA PRÁTICA E EXPERIÊNCIA, QUE FOI OBSERVADO UM NOVO PROCEDIMENTO PARA POUSO POR LÁ POR DIVERSAS VEZES ESSES DIAS: O POUSO SIMULTÂNEO NA MESMA PISTA E EM CABEÇEIRAS OPOSTAS..... UMA NOVA MODALIDADE OPERACIONAL IMPLANTADA PELOS OPERADORES DA SINART, PARA "POUPAR" TEMPO E COMUNICAÇÃO RÁDIO, ACHO EU.

 

ENQUANTO ISTO..................... LÁ NA ZONA DA MATA, DEVIDO A UM PEDAÇO DE PAPEL , QUE AINDA NÃO FOI ASSINADO, POR MEIA DÚZIA DE AUTORIDADES E MUUUUITA POLÍTICAGEM POR DE TRÁZ DOS PANOS, POIS UM É DE UM PARTIDO, O OUTRO É DO OUTRO E, O OUTRO, QUE NÃO TEM NADA COM O "PATO" MAS QUE TAMBÉM MANDA NO ESTADO, É DE OUTRO.... FAZ COM QUE MILHÕES DE REAIS EM EQUIPAMENTEOS E INVESTIMENTOS SEJAM LEVADOS PARA O RALO E A SEGURANÇA VÁ PARA O BREJO. O DINHEIRO PÚBLICO SENDO GASTO EM GRANDES SOMAS ATOA, E FICA POR ISTO MESMO.

 

OS OPERADORES AFIS DE ESTAÇÃO RÁDIO QUE HOJE ESTÃO NO NOVO AEROPORTO DA ZONA DA MATA, SÃO TODOS EX- AEROPORTO DA SERRINHA EM JUIZ DE FORA E, POSSUEM MUITISSIMA EXPERIÊNCIA.

 

OS EQUIPAMENTOS QUE A INFRAERO PARA LÁ DESLOCOU E INVESTIU, SÃO OPERACIONAIS E DE ÚLTIMA GERAÇÃO, COMO TETÔMETRO LASER, HÁ ENCAIXOTADO UM ILS, PAPI, UMA TORRE SEMI ACABADA ETC.... HÁ PROCEDIMENTOS IFR, JÁ HOMOLOGADOS, HÁ UM TERMINAL PRONTO, ESTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES, EQUIPAMENTOS DE PÁTEO CORTE DE GRAMA, QUE FORAM INVESTIDOS MAIS DE 60 MILHÕES EM CONJUNTO PELO ESTADO DE MINAS E INFRAERO PARA EQUIPA-LO E NADA..... HÁ NO NOVO AEROPORTO DE JUIZ DE FORA, UM EXCELENTE PISTA, HOMOLOGADA ATÉ A CLASSE DOS MD-11 OU SIMILARES, VFR E , IFR PARA A-737NG E A-320... TODOS ESTES EQUIPAMENTOS E OS OPERADORES E RPOFISSIONAIS ALTAMENTE GABARITADOS DA INFRAERO ESTÃO LÁ, PARADO, SEM DEFINIÇÃO, CORRENDO O RISCO AINDA DE IREM PARA A RUA.

 

FALA-SE QUE DEVERÁ SER FEITO UM NOVO CONVÊNIO E QUE A TAL E FAMIGERADA ANAC , DEVERÁ TOMAR AS MEDIDAS CABÍVEIS. MAS COMO ISTO PODE ACONTECER SE A ANAC ESTA PARADA, FALECIDA, SEM FORÇA DEMORALIZADA , ENCRENCADA, SEM MORAL, CORRUPTA E ADIMINISTRADA POR "OTORIDADES" QUE NÃO SABEM A DIFERENÇA DE UM AEROBOERO PARA UM A-380?

 

QUEM PAGA É A POPULAÇÃO DA ZONA DA MATA, O ERÁRIO PÚBLICO E AS CIAS AÉREAS E A AVIAÇÃO GERAL QUE É OBRIGADA A UTILIZAR A SERRINHA SOB GRANDE RISCO DE ACONTECER ALÍ UM GRAVE ACIDENTE.

 

 

OBRIGADO!

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Mais uma das açoes sensacionais da infrazero.

 

Parabéns aos moradores de JDF e região que terão a honra de ter seu futuro aeroporto não adm pela infrazero!

 

 

Há de se convir que a culpa nesse caso não foi da Infraero.

 

Primeiro: a Infraero fazia um excelente trabalho em Juiz de Fora. Conseguia mal ou bem manter o terminal organizado (até porque é muito pequeno), tinha uma sala AIS muito bem equipada, a rádio Juiz de Fora também era equipada com excelente aparelhagem e os operadores da rádio eram muito bons, com experiência na área.

 

A Sinart é horrível. A Sala AIS hoje em dia não tem nada, só três bloquinhos: um com notificação de vôo, um com plano de vôo e um com relatório de perigo.

Nem relógio de parede com a hora zulu tem mais.

 

A rádio também não tem praticamente nada e os operadores da rádio, na sua maioria, são inexperientes e se complicam toda hora com coisas simples, acontecendo, por exemplo, o caso de um avião estar fazendo backtrack pra livrar a pista enquanto uma outra iniciava a corrida de decolagem e a rádio, em nenhum momento, avisou à aeronave que decolava da outra que ainda estava na pista.

A sorte é que o Learjet estava leve e decolou rápido, passando por cima do outro avião.

 

Em segundo lugar: A Infraero saiu de Juiz de Fora pensando que o ARZM seria um sucesso. Os vôos comerciais iriam para lá, a homologação do aeroporto sairia rapidamente, seria construída uma estrada de acesso ao aeroporto de qualidade e rapidamente, porém a Infraero não está vendo nada disso acontecer, então, pra que administrar um aeroporto que vai ficar às moscas e vai ter no máximo 10 movimentos diários? É jogar dinheiro na lata do lixo.

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Fonte: jornal PANORAMA, 19/10/2007 (nota publicada na coluna do jornalista Wilson Cid)

 

Na reunião que representantes do Estado terão, hoje (19/10/2007), com a Infraero, em nova tentativa de remoção dos

desencontros que mantêm desativado o aeroporto regional, o governador Aécio Neves vai confirmar a construção, no próximo ano, da estrada que ligará Goianá a BR-040, em Juiz de Fora. Para essa ligação, que terá extensão de 22 quilômetros, o orçamento mineiro de 2008 já reserva recursos da ordem de R$ 40 milhões.

 

Quase sempre apáticas em relação a essa estrada, as lideranças políticas regionais não percebem que ela tem uma importância paralela. Vai contribuir para desviar da área urbana grande parte do tráfego pesado da Zona da Mata que se dirige a Belo Horizonte e Rio.

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