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TAM e LAN Airlines iniciam vôos compartilhados entre Brasil e Chile no dia 05


ff.

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Fonte: Site TAM de relações com Investidores (www.tam.com.br)

 

TAM e LAN Airlines iniciam vôos compartilhados entre Brasil e Chile no dia 05

 

Ainda no mês de novembro code-share abrangerá LAN Peru e Argentina

 

São Paulo, 29 de outubro de 2007 - A TAM (Bovespa: TAMM4 e Nyse: TAM) e a aliança LAN - integrada por LAN Airlines, LAN Peru, LAN Argentina e LAN Equador - inauguram no próximo dia 05 de novembro o acordo operacional de compartilhamento de vôos, iniciando com a LAN Airlines (Chile). Os vôos estarão disponíveis para venda a partir de 31 de outubro. Ao longo do mês de novembro, o acordo abrangerá a LAN Peru e a LAN Argentina.

 

A parceria que se efetiva na próxima semana permite oferecer aos passageiros da TAM opções de vôos para 14 cidades dentro do Chile, tais como Antofagasta, Calama, Concepción, Iquique, La Serena, Puerto Montt, Punta Arenas e Valdivia. Os clientes da LAN terão à disposição vôos para 12 cidades no Brasil operados pela TAM, entre elas Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Brasília, Recife, Manaus, Porto Seguro etc.

 

Além disso, o code-share amplia a oferta de assentos entre São Paulo e Santiago já que as duas empresas vão operar com códigos compartilhados em seus vôos entre Brasil e Chile.

 

Além da rota São Paulo-Lima, com a LAN Peru, o acordo disponibilizará 11 cidades dentro do Peru (Arequipa, Chiclayo, Cuzco, Puerto Maldonado, Tarapoto, entre outras) e nove cidades brasileiras atendidas pela TAM (Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Manaus, Florianópolis, Foz do Iguaçu e Porto Seguro).

 

A parceria com a LAN Argentina possibilitará ampliar a oferta de vôos entre Brasil e Argentina aos clientes das duas empresas, com saídas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. Também estarão contemplados destinos operados por TAM e LAN Argentina em seus respectivos países de origem. Do lado argentino, o code-share incluirá vôos LAN de Buenos Aires para Bariloche, Com. Rivadavia, El Calafate, Mendonza, Rio Gallegos, Salta e Ushuaia; No Brasil, abrangerá vôos da TAM a partir de São Paulo e Rio de Janeiro para 14 cidades.

 

Um dos benefícios da aliança comercial entre TAM e LAN para os passageiros é que a viagem passa a ser feita com uma única passagem do início ao fim do trajeto e o cliente despacha a bagagem até o seu destino final. No decorrer do mês de novembro os passageiros das duas empresas poderão acumular e resgatar pontos com o Programa Fidelidade TAM e milhas no LANPASS em vôos operados por ambas as companhias.

 

(...)

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Não sei o que vocês acham, mas eu creio que essa é a parceria mais legal feita até agora... ambas as empresas praticamente conquistaram o continente.

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Interessante...agora que não veremos competição na América do Sul tão cedo !

 

Por outro lado, de fato, tem esse problema, hehehe...

 

Agora, LipeGIG, tenho achado seus comentários tão negativistas ultimamente (os que eu li)... vamos ter um pouco de fé... :rolleyes:

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Nem sabia que a Lan Peru fazia vôo GRU/LIM...........................................

 

 

Que é excelente na minha opinião. Fiz esse vôo em setembro e os 767 novos da Lan são muito bons, a econômica muito confortável (PTV e bom pitch) e o serviço de bordo muito bom (prato quente, bebidas das mais diversas, vinho, uísque, etc...); com tudo isso nem dá pra cogitar ir de Gol... (e o preço é o mesmo)...

 

A Lan realmente é uma excelente companhia, o serviço de bordo muito bom, aviões limpos confortáveis. Tanto no Peru quanto no Chile eles tem forçado o uso dos totens de check-in e apenas despachar a bagagem no guichê, porém o sistema nem sempre "te acha", mesmo com as passagens compradas no site (o que não deveria acontecer); isso aconteceu comigo em um trecho domético no Peru e outro no Chile.

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Pessimo para competicao...ainda bem que a GOL opera para SCL e LIM....senao os precos teriam ( e mesmo assim terao) uma escalada....

 

Abs

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Por outro lado, de fato, tem esse problema, hehehe...

 

Agora, LipeGIG, tenho achado seus comentários tão negativistas ultimamente (os que eu li)... vamos ter um pouco de fé... :rolleyes:

 

FF concordo contigo, tenho que pensar mais positivo. Mas você vê por aí e por tudo que ocorreu nos últimos 180 dias. O que mudou ? Nada.

 

Esperança quanto ao futuro ? Eu não tenho mesmo cara, pelo menos não nas atuais circunstâncias. Tudo que achamos contrário a competição e a pulverização ocorre às avessas no nosso país. O que mais vejo é mais concentração e mais motivo para concentrar.

 

E agente faz por merecer levar uma pedrada do Financial Times (www.ft.com) dizendo que não temos a mínima condição de receber uma Copa.

 

http://www.ft.com/cms/s/0/3cd84102-83e6-11...?nclick_check=1

 

Spotlight: Brazil – Football could come home to chaos

By Jonathan Wheatley in São Paulo

 

Published: October 26 2007 19:28 | Last updated: October 26 2007 19:28

 

Fifa’s 200-seat auditorium in Zurich will be packed to the aisles on Tuesday when football’s world governing body is expected to confirm Brazil as host for the 2014 World Cup.

 

President Luiz Inácio Lula da Silva will be there with at least four state governors, two or more ministers and a plane-load of other politicians, not to mention football officials, other guests and as many members of the media as can squeeze themselves in.

 

The size of the delegation reflects the sense of joy felt around the world’s greatest footballing nation that the World Cup is finally coming back, 64 years after the 1950 competition, when an estimated 200,000 people packed into Rio’s 174,000-capacity Maracanã stadium to watch Brazil go 1-0 up then 2-1 down to Uruguay in the final. The 2014 competition, it is hoped, will bury that trauma once and for all.

 

However, the size of the delegation also hints at what else may lie ahead: farra, as they say in Portuguese, meaning a binge, spree or bender.

 

Eighteen cities the length and breadth of Brazil’s enormous territory are vying to be among the 8 to 12 match venues. None of them has a stadium that is up to the job, so a series of massive construction projects are in the offing, with all the possibilities for corruption that works of such a size can famously offer.

 

Something of what may be in store can be glimpsed from the Pan-American Games held in Rio de Janeiro in July. Many had predicted an organisational disaster, yet the games went off surprisingly well, with the works finished (just) on time and no major upsets, and thanks to heavy policing and the presence of troops on the streets, crime was successfully contained.

 

Indeed, the success of the games – and especially the fact that Maracanã, now a 95,000 all-seater stadium, looked so splendid – has boosted Rio’s chances of hosting other international sporting events, including the 2016 Olympics.

 

Yet the success was qualified. The TCU, Brazil’s public accounts office, found that contracts for construction and refurbishment had run over budget by as much as 10 times. In August, the TCU halted all payments to contractors on suspicion of widespread fraud.

 

Hefty policing can all but eliminate crime. A friend recounts meeting a gaggle of elderly ladies promenading beside Copacabana beach one evening, drenched in jewellery and furs. “Where are you off to, senhoras?” he asked. “Nowhere,” they replied. “Just taking the chance to show off the jewels.”

 

But repeating that trusting trick in up to a dozen cities will be harder to carry off.

 

One of the failings of the Pan-American games was that it did not deliver the lasting improvements promised by the organisers, such as new public transport and cleaning up pollution in Rio’s central lagoon. Many now wonder what legacy a much bigger undertaking will leave for the nation.

 

“In theory, Brazil can perfectly well host the Cup,” says Juka Kfouri, a sports journalist. “What we can’t do is repeat what they did in Germany. We have to have a World Cup for Brazil, within our own realities.

 

“If we use it as a chance to improve the quality of infrastructure in the host cities, then we really will leave a legacy for the nation. But that was expected of the Pan and it didn’t happen.”

 

Mr Kfouri worries that those who run Brazilian football will make stadium-building for the competition as grandiose as possible. Ricardo Teixeira, the veteran president of the Brazilian Confederation of Football, has already said the competition will not use Brazil’s two biggest stadiums – Maracanã in Rio and Morumbi in São Paulo – unless they are knocked down and rebuilt.

 

Alarm bells have rung in the press over the constitution of the organising committee, presided over by Mr Teixeira.

 

Commentators have fretted that the committee’s statutes explicitly leave it free from oversight or interference by the government – even though public money will pay for much of the work to be carried out.

 

Doubts have also been voiced about the ability of Brazil’s creaking transport infrastructure to deal with a huge influx of visitors criss-crossing the country. The aftermath of an aviation crisis precipitated by two major accidents over the past 14 months has left airports prone to overcrowding and delays.

 

Nevertheless, the World Cup is a long way off. By 2014 Brazil may have sorted out some of its most pressing problems. And as Mr Kfouri says: “If South Africa [host for the 2010 World Cup] can do it, so can Brazil.”

 

 

No mais bola pra frente.

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