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Congonhas terá torre provisória nas férias


Regis

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Congonhas terá torre provisória nas férias

 

Controladores de vôo perderão visão de pátio de aviões e de rotas de helicópteros, mas ganharão aparelhos mais novos

 

Mudança de instalações e equipamentos se dará às vésperas do Natal, mas Aeronáutica diz descartar dificuldades de adaptação

 

KLEBER TOMAZ

ALENCAR IZIDORO

DA REPORTAGEM LOCAL

 

Às vésperas das festas de final de ano, os controladores de vôo que monitoram os aviões na pista do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, vão mudar de posto: passarão a trabalhar em uma torre provisória e mais baixa devido à reforma, que deverá se estender por um mês, da torre atual.

A transição, que começará na semana que vem, se dará num período tradicional de crescimento da movimentação de passageiros e envolve mudanças não apenas nas instalações físicas como nos aparelhos.

De um lado, eles já passarão a usar equipamentos mais novos, que funcionarão de forma digital -bastará um toque do operador na tela para comandar as ações-, visando ter agilidade no controle das aeronaves.

De outro, terão temporariamente uma pequena perda do campo de visão. Enquanto estiverem na torre provisória, onde ficam até 23 de janeiro, haverá menor visualização do pátio de aviões e de rotas secundárias de helicópteros. Ela é dois metros mais baixa do que a atual.

Os operadores já têm hoje dificuldade para observar todas as aeronaves do pátio de Congonhas -só conseguem ver a traseira de alguns aviões.

A restrição é citada por controladores de vôo como um obstáculo para a agilidade -para autorizar movimentos na pista, eles têm maior dependência da comunicação por rádio, condição que se tornará acentuada na torre provisória.

A Aeronáutica diz que os ganhos com a modernização superam as perdas. Os oficiais descartam dificuldades de adaptação. "Todo mundo está sendo treinado", diz Emerson Moraes, major do Serviço Regional de Proteção ao Vôo.

Alguns militares dizem que a torre provisória só foi feita porque a Infraero deixou de cumprir os prazos para a construção de uma nova torre, mais alta, obra prometida desde 2004.

"A torre atual é da década de 1970, quando operavam quatro aviões por dia", afirmou Carlos Minelli de Sá, chefe do SRPV.

A Infraero informou que a licitação para a construção da nova torre deveria ocorrer neste mês, mas, devido a pedidos de readequações, a data foi suspensa e não há nova previsão.

 

Fonte: Folha de S. Paulo- 07/12/07.

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Porque a "Infrazero" e seus executivos de "alto escalão" não se limita a fiscalizar o que de melhor sabem fazer;

 

Cara crachá, cara crachá...

 

E ainda assim querem tomar por banalidade como se fossem os Federais do US MARSHALLS.

 

Para, pera...

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