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Sem licença para voar


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Turismo

SEM LICENÇA PARA VOAR

 

Por Marcelo Onaga

 

O comando na Agência Nacional de Aviação (Anac) mudou, mas a relação com o governo federal ainda dá sinais de falta de sintonia. Os planos da ministra do Turismo, Marta Suplicy, para o desenvolvimento do setor no Nordeste sofreram um revés devido a uma decisão da Anac. Há algumas semanas, representantes de companhias aéreas americanas reuniram-se com diretores da agência para pedir licenças de vôos diretos de cidades americanas a estados do nordeste do país. Segundo executivos que participaram da reunião, os pedidos foram negados sob a alegação de que há um excesso de vôos autorizados entre os dois países. Pelo jeito, alguém precisa avisar a Anac das prioridades do governo para o setor.

 

Revista Exame - Edição 909

 

Abraço

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Guest SkyMember
Me desculpem, mas....Marta ?!?! Quem ????

 

lamentável e ainda teremos este governo até 2010....

 

Pelo menos já chegamos na metade!

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Deixando o impeto anti-governo um pouco de lado, o que nao e facil, uma coisa que deve ser observada e levada em consideracao e que existe um acordo bilateral entre os dois paises. Se e bom ou ruim, cabe uma reavaliacao, mas atender apenas os interesses das empresas americanas, sem a participacao das companhias aereas brasileiras, acaba parecendo um "open skies", o que nao me parece ser uma politica interessante no momento. Que a nossa aviacao internacional sofreu um baque e ficou desnecessariamente se enfraquecendo por um longo periodo, isso e fato, mas se nao tivermos um controle das operacoes, as companhias estrangeiras farao miseria no nosso espaco aereo. Se e bom por um lado (turismo) e pessimo no aspecto da recuperacao apos o desastre que o proprio governo causou, por demorar demais para resolver a situacao da Varig. E o preco disso tem sido muito alto, como podemos observar em outros setores diretamente associados com o transporte aereo mas que nao foram levados em consideracao no momento apropriado. Agora, todo cuidado e pouco.

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os pedidos foram negados sob a alegação de que há um excesso de vôos autorizados entre os dois países.

 

Olha pessoal, me desculpem mas dessa vez eu sou obrigado a concordar com a ANAC.

 

Hj temos as 4 maiores cias americanas voando aqui para o Brasil

No total elas tem mais de 10 frequencias diarias para o Brasil enquanto nos voamos para os EUA com cerca de 5 voos por dia operados pela TAM.

 

As cias Brasileiras que se aproveitem dessas varias licenças de vôos disponiveis e façam esses voos a-partir do nordeste que as americanas querem tanto.

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Guest SkyMember
As cias Brasileiras que se aproveitem dessas varias licenças de vôos disponiveis e façam esses voos a partir do nordeste que as americanas querem tanto.

 

Falta ter empresa que o faça. Se as de dentro não querem, que venham as de fora!

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Olha pessoal, me desculpem mas dessa vez eu sou obrigado a concordar com a ANAC.

 

Hj temos as 4 maiores cias americanas voando aqui para o Brasil

No total elas tem mais de 10 frequencias diarias para o Brasil enquanto nos voamos para os EUA com cerca de 5 voos por dia operados pela TAM.

 

Só uma correção. As frequencias das estrangeiras são bem mais que 10, a saber:

 

CO: 2

AA: 7 (mais 2 nas altas temporadas)

UA: 2 (mais 1 no nosso veao)

DL: 3 (mais algumas semanais nas altas temporadas)

 

Portanto são pelo menos 14 diarias.

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Desde 2002 não temos um GIG-NYC direto, oferta quase nula entre NE-EUA, enquanto outros pontos como BH, RJ e BSB tem uma demanda reprimida.

E a Tam só vai lançar GIG/NE-EUA por que teme o avanço da Varig/Gol no trecho. Demanda sempre teve...

 

Às vezes, sou a favor de que congelem o mercado para as brasileiras, aos mesmo tempo, sou contra pois a letargia delas (e depois dizem que são companhias que visam ao lucro) atrapalha a vinda de turistas e ainda provoca o caos nos aeroportos paulistas (chega ser cômico um estrangeiro ter que fazer JFK-GRU-FOR)...

 

Abraços

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isso, abre full o mercado, venham as de fora, termina fuu a vida das empresas brasileiras e claaaro, pq não a vida de todos os funcionários que dela dependem, quem sabe dos terceiros que tb dependem dela. Será que o próprio tio Sam liberaria algo assim? Uma situação desvantajosa como essa. Iria meter um monte de cia mais competitiva e estrangeira em seu território??? País tupiniquim esse nosso viu? Nego só enxerga 1 cm diante do nariz. não é mole não. Levantem a cabeça pessoal, olhem adiante, nem sempre uma solução imediatista é a melhor, ou mesmo boa.

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Guest SkyMember

O que estou vendo aqui é um patriotismo exagerado. Vocês acham que a TAM ou a VARIG vão criar REC-MIA, FOR-MIA, SSA-MIA? Mas eu digo vôos EXCLUSIVOS mesmo... Nao uma mera escala de um voo de GRU ou GIG que mais parece um "cala-boca". Estamos falando de um aumento no bilateral apenas... Nao é algo que vá passar de 105 frequências para 210. O que aconteceria seria da DAL poder ter mais 14 (REC e GIG), a AAL ter mais 14 (SSA e GIG), a COA e a UAL ter mais 7 cada, isso não é um "open-skies". Continuo dizendo, as de dentro não olharam, então que venham as de fora!

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´Porque muita gente põe a culpa nos governos? A crise da Varig foi criada pela má administração, pelo conflito entre os membros da FRB e alguns outros. Ela tinha frequências para todos os continentes, a partir do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife, Belém, Manaus, Brasilia. Verifiquem nos guias aeronáuticos dos anos 70, quando eram exploradas todas essas frequências.

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´Porque muita gente põe a culpa nos governos? A crise da Varig foi criada pela má administração, pelo conflito entre os membros da FRB e alguns outros. Ela tinha frequências para todos os continentes, a partir do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife, Belém, Manaus, Brasilia. Verifiquem nos guias aeronáuticos dos anos 70, quando eram exploradas todas essas frequências.

 

Tinha porque os vôos tinham um monte de escalas.

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Chega de concessões para empresas estrangeiras!

 

Ainda falta muito para nossas empresas aqui competirem de igual para igual em termos de faturamento e colocar o mesmo número de aviões pra fazer frente.

É calro que isso tem início lá nos compromissos fiscais, pois nos EUA cada empresa deles não tem a carga tributária que as nossas têm aqui!

Ou seja, sofremos mais para transportar nossos passageiros!

Incentivem sim nossos governos, federal e estadual, a diminuírem a carga de tributos(combustível, taxas de pouso,estacionamento...) e aí sim teremos mais aviões para suprir a demanda de nossos passageiros!

 

APOIO AS CIAS DE FORA NÃO!!!!!!! Vamos apoiar as nossas brasucas a ir pra frente!

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