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Passageiros despacham as próprias malas


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Passageiros despacham as próprias malas

 

por: marceloambrosio

 

A Air Canada começou uma experiência que alguns analistas acreditam acabará sendo incorporada às rotinas que os passageiros já cumprem antes do embarque. Além de poderem fazer o check in em quiosques espalhados pelos terminais, os viajantes também fazem, dos mesmos pontos, o despacho de bagagem. Na verdade, apenas parte dele, uma vez que o sistema é encarregado apenas de imprimir os tags com adesivos para serem presos às alças.

 

Depois, pelo que entendi do esquema, é preciso seguir até um ponto de drop-off no balcão e entregar o volume já despachado diretamente na esteira. Em seguida, o material passa pelo raio-x da segurança. Se algo estranho for notado, a mala é transferida aos cuidados das equipes de segurança do terminal.

 

O sistema está em testes por enquanto em Toronto, Montreal e Vancouver. No fim deste ano, outras cinco cidades canadenses também terão o serviço, que não será compulsório, mas permitirá um aumento na velocidade de despacho, atualmente uma das operações mais complicadas de toda a atividade. Além da Air Canada, a WestJet também anunciou a intenção de aderir ao modelo.

 

Quem teve acesso ao teste acredita que essa solução será a grande tendência internacional no futuro, porém joga uma sombra na continuidade de muitos postos de trabalho hoje necessários atrás dos guichês. De qualquer forma, a avaliação geral é a de que a ampliação do uso dos quiosques reduzirá o chamado turnaround (o tempo das operações em terra) significativamente. Além disso permitirá que, no futuro, outros serviços possam ser feitos longe dos balcões, como a remarcação de vôos ou a compra antecipada de refeições especiais a bordo das aeronaves.

 

A redução dos custos trabalhistas é, exatamente, uma das justificativas apresentadas pela Air Canada para aderir ao programa. Na medida do possível a empresa garante que os funcionários substituídos pelo sistema serão deslocados para outras funções, como oa orientação a passageiros com necessidades especiais ou o serviço de apoio a quem usa o sistema e não compreende os passos necessários. A empresa garante que a intenção é ter sempre alguém perto para auxiliar os passageiros.

 

Porém, se por um lado as companhias entendem que a novidade é um avanço, associações de defesa dos direitos do consumidor destacam que a iniciativa na verdade transfere ao passageiro parte do trabalho que deveria ser feito pela empresa. É a filosofia de pagar cada vez mais por cada vez menos, sustentam. A Air Canada, lembram, já tinha suspendido o serviço de bordo com refeições quentes nos vôos de longa distância entre o país e os EUA como parte do mesmo processo de corte de custos.

 

[06:00] 02/01

fonte> http://www.jblog.com.br/slot.php?itemid=6610

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