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AITN - Todos estão lucrando


J.Leo

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Comerciantes lucram com aumento de passageiros em Confins

Jornal Estado de Minas

 

O terminal registrou 3,4 milhões de passageiros em 2007

 

O aeroporto de Confins tornou-se palco de disputa de grandes redes nacionais de diversos segmentos: perfumaria, farmácias, fast-food, cafeterias e lojas de chocolate. Bob’s, Spoleto e O Boticário abriram as portas no aeroporto há pouco tempo e registram vendas acima da expectativa. Esta semana, a Infraero (estatal que administra os aeroportos) recebeu os envelopes da licitação para loja de chocolates no terminal. Na concorrência, estavam redes como Kopenhagen e Cacau Show. A expectativa dos empresários é de que o movimento em Confins ganhe novo fôlego a partir de 11 de fevereiro, quando vai ser inaugurado o vôo direto da TAP para Portugal e aberta a nova loja do Duty Free Dufry.

 

O crescimento do número de passageiros em Confins justifica o interesse dos empresários: de janeiro a novembro de 2007 os passageiros transportados no aeroporto totalizaram 3,4 milhões, aumento de 14,7% em relação a 2006, segundo a Infraero. A expansão foi bem acima da média nacional no período, que saiu de 93 milhões para 100,5 milhões de passageiros transportados, aumento de 8,06%. A transferência de 130 vôos da Pampulha para Confins, em 2005, foi fundamental para aquecer o movimento no aeroporto, que já beneficia a economia da redondeza. O município de Confins foi o que mais aumentou a participação na economia brasileira de 2004 para 2005, entre as 5.564 cidades do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O Grupo Soluções em Alimentação (GRSA), focado em terminais rodoviários, aeroportos e estações de metrô, abriu em dezembro do ano passado duas franquias e uma marca própria no aeroporto: Bob’s, Spoleto e Caffè Ritazza. No primeiro mês de atuação, as lojas faturaram R$ 350 mil, 15% acima da expectativa inicial da empresa.

 

“Acredito que Confins vai ser um dos principais aeroportos do país. O movimento vem crescendo acima da média nacional. E o nosso faturamento é diretamente proporcional ao número de passageiros”, afirma Pierre Albert Berenstin, diretor de operações do GRSA. As três lojas registraram 33 mil atendimentos em dezembro. Os preços dos produtos, segundo Berenstin, estão dentro da faixa permitida pelo franqueador, que oferece planos A, B e C. “No aeroporto, o custo de manutenção é mais alto, mas estamos com preços dentro da faixa permitida”, observa. Esta semana, em parceria com a Cacau Show, o grupo participou da licitação para a loja de chocolates.

 

O empresário paulista Paulo Mandarino abriu em 21 de dezembro a farmácia Air Farma no aeroporto. Ele tem mais quatro lojas em terminais aéreos, no Rio de Janeiro e em São Paulo. “Participei da licitação em junho do ano passado. Pelo movimento nos corredores, tenho a impressão de que o número de pessoas que circulam pelo aeroporto dobrou”, diz. Mandarino participou da licitação desta semana com uma loja da Kopenhagen.

 

A empresária Marley Castro abriu um quiosque de artesanato e semijóias de capim dourado em Confins há cerca de dois anos, logo depois da transferência dos vôos da Pampulha. No início, o quiosque tinha seis metros quadrados. Em julho, Marley participou de licitação para atuar em loja maior: hoje está em espaço de 20 metros quadrados. “Acho que o meu produto é muito típico de aeroporto, onde tem muito turista e público mais exigente. O movimento vem crescendo a cada mês. Com a chegada dos vôos da TAP, acho que o negócio tende a melhorar mais”, diz.

 

A nova loja Duty Free Dufry vai ocupar no embarque espaço de 50 metros quadrados. No desembarque, 150 metros quadrados. O passageiro pode gastar até US$ 500 no free shop. A empresa venceu a licitação em Confins em maio de 2007.

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E o que aconteceu no Rio se reproduziu em BH, a transferência criou um terminal mais confortável e traz benefícios fortes para a região metropolitana de BH. Não é por nada que são 2 dos 5 aeroportos que mais tem crescido. BH era um mero coadjuvante no cenário nacional e atualmente na baixa temporada seus dois aeroportos já movimentam em alguns meses mais do que Salvador !

 

E com todos felizes... cias aéreas, passageiros, comerciantes, industrias...

 

Um raro tiro certo da Infraero.

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CNF precisa de uma ampliação urgente na pracinha de alimentação diante do Spoletto e do Bob's. Em horários de maior movimento não há onde sentar. E espaço no terminal não falta!

 

Aquela praça do GRSA parece que foi subestimada tanto que a expectativa de movimento foi superada imediatamente. A área realmente é bem pequena se você considerar os três estabelecimentos que ali estão. Tenho impressão de que quando o investimento se firmar vão buscar um espaço maior pois ainda existem lojas vazias.

 

Abraço

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Aquela praça do GRSA parece que foi subestimada tanto que a expectativa de movimento foi superada imediatamente. A área realmente é bem pequena se você considerar os três estabelecimentos que ali estão. Tenho impressão de que quando o investimento se firmar vão buscar um espaço maior pois ainda existem lojas vazias.

 

Abraço

 

E como está sobrano lojas vazias, para alimentação tem um espaço que era um restaurante entre o Pampulha Grill (eu acho) que tem na Entrada do Terraço e o Espaço do Judô.

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Quando vejo tudo isso, que nada mais é do que pura e simples recuperação, fico pensando aonde já estariam hoje, GIG e CNF (em movimento), e GRU (em estrutura), :rolleyes: se não tivesse havido o retrocesso que se promoveu na década de 90 com o retorno dos vôos aos aeroportos centrais.

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se não tivesse havido o retrocesso que se promoveu na década de 90 com o retorno dos vôos aos aeroportos centrais.

 

Pois é!

Mas eu ainda acho que a mudança de todos voos para CNF foi um pouco radical.

 

Eu acho por exemplo que todos voos entre BH e Congonhas deveriam ser a-partir da Pamulha é não de Confins.

Com isso embarcaria em CGH apenas quem tem destino final BH ja que em PLU nao existem conexoes.

 

Quem quiser ir além de BH seria obrigado a embarcar de GRU para CNF diminuindo bastante a procura por CGH.

 

O mesmo eu acho que deveria ter sido feio com o SDU por exemplo.

concentrar nele somente voos para CGH e PLU, já que o papel dos aeroportos centrais para a nossa economia é muito importante.

 

Quanto aos voos regionais eu acho um grande erro concentrar eles em aeroportos como CGH, PLU e SDU.

Primeiro que isso torna esses aeroportos mais atrativos.

Segundo pq isso nao permite ou permite uma limitada, conexão entre os pax entre os voos domenticos e regionais.

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Quanto aos voos regionais eu acho um grande erro concentrar eles em aeroportos como CGH, PLU e SDU.

Primeiro que isso torna esses aeroportos mais atrativos.

Segundo pq isso nao permite ou permite uma limitada, conexão entre os pax entre os voos domenticos e regionais.

 

Também acho. A OceanAir deu sinais que mudaria esse quadro ao oferecer MOC e IPN em CNF mas passou a oferecer também JDF e UBA a partir de PLU. Essas frequências regionais tem uma importância enorme e seria muito bom tê-las em CNF também. O serviço de ônibus entre os aeroportos apesar de existir complica bastante a viagem, além de aumentar consideravelmente o tempo dela. Espero que a TAM passe a oferecer CNF-IPN-CNF, já que a ONE fica nesse chove e não molha.

 

Abraço

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Fico feliz em ler uma notícia como essa. Finalmente CNF está assumindo o posto para o qual foi construído.... O vôo da TAP só vem a adicionar ao nosso aeroporto!!!

 

 

Quando vejo tudo isso, que nada mais é do que pura e simples recuperação, fico pensando aonde já estariam hoje, GIG e CNF (em movimento), e GRU (em estrutura), :rolleyes: se não tivesse havido o retrocesso que se promoveu na década de 90 com o retorno dos vôos aos aeroportos centrais.

 

Concordo plenamente com você, Electra. CNF já foi um Hub importante no início da década de 90 e com a criação dos VDC só perdeu espaço.... Ainda hoje é difícil pensar que perdemos vôos da American, United e Continental....... uma pena.....

 

Mas eu ainda acho que a mudança de todos voos para CNF foi um pouco radical.

 

Marcato, a mentalidade do pessoal de BH é muito diferente da do pessoal de São Paulo, por exemplo.. Se a mudança não tivesse sido tão radical provavelmente não estaríamos no ponto em que chegamos......

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PLU tem uma folha enorme de bons serviços prestados a BHZ, (mais que deveria), portanto, acredito que está é a hora de deixar somente os vôos regionais por lá, e decididamente internacionalizar CNF, que já conta com uma boa infraestrutura para operações.

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Se você colocasse CGH-PLU em detrimento de CGH-CNF pode ter certeza que esses 20 a 30% do movimento de CNF (além de reduzir a demanda por GRU-CNF) inexistiriam com a força que existem hoje em CNF. Alguns vôos fazem CGH-CNF-XXX e isso simplesmente não existiria assim como talvez alguns vôos para o Nordeste.

 

O que pesou a favor de CNF foi justamente que TODOS os destinos hoje lá estão (fora regionais) e isso tem feito o movimento crescer cada vez mais.

 

Hoje o Mineiro já chega sem escalas a FOR e CWB, e tenho certeza que em breve chegará a POA assim como LIS é uma realidade!

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Se você colocasse CGH-PLU em detrimento de CGH-CNF pode ter certeza que esses 20 a 30% do movimento de CNF (além de reduzir a demanda por GRU-CNF) inexistiriam com a força que existem hoje em CNF. Alguns vôos fazem CGH-CNF-XXX e isso simplesmente não existiria assim como talvez alguns vôos para o Nordeste.

 

O que pesou a favor de CNF foi justamente que TODOS os destinos hoje lá estão (fora regionais) e isso tem feito o movimento crescer cada vez mais.

 

Hoje o Mineiro já chega sem escalas a FOR e CWB, e tenho certeza que em breve chegará a POA assim como LIS é uma realidade!

 

Apesar de ter sido dificil para nos Paulistanos acostumado a trabalhar em BH de pousar em PLU, acabamos nos acostumando principalmente com a Linha Verde que já encurtou bastante o acesso. Portanto, concordo com o Lipe. Alem disso, a Fernao Dias ainda nao tem o nivel das estradas estaduais Paulistas (logo terá com a concessao) e sao 580km de chao.

 

Ja para o RJ, a diferenca SDU-PLU para GIG-CNF é beeeeeem maior. Se o voo é as 19hs em GIG, tem que se sair 17hs, 17:15hs dependendo da regiao...chega-se as 19:45hs em CNF, até pegar as malas, o taxi e chega-se na Zona Sul de BH 21 hs. Ou seja, sao 4hrs, 30 minutos a menos que se leva por estrada. Poderiam colocar poucos voos de manha e outros a noite com tarifas mais caras focadas no trafego corporativo entre ambas as cidades no trecho SDU-PLU. Por outro lado, certamente os Paulistas fariam pressao para uns voozinhos CGH-PLU e aí cai na questao levantada pelo Lipe....portanto, nada feito....retiro o que disse. :suicide_anim:

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