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Novo interessado diz que ainda não tem os recursos


LipeGIG

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Folha de São Paulo - 05.07.2006

Novo interessado diz que ainda não tem os recursos

DA SUCURSAL DO RIO

DA FOLHA ONLINE, NO RIO

 

A VarigLog pode ter que disputar com um novo rival interessado na compra da Varig. Um grupo formado por ex-executivos da CSN e pela consultoria Cinzel Partners pretende participar do leilão. O valor da nova proposta é de US$ 600 milhões, mas até agora os novos interessados não têm o dinheiro.

 

O ex-presidente da CSN Roberto Lima Netto afirmou ontem que não sabe se terá os recursos até o leilão, no dia 12. "Esse prazo é curto. Ainda estou compondo, mas não posso dizer se terei até o dia 12."

 

Lima Netto foi convidado pelo TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) para elaborar um plano de negócios para a Varig quando os trabalhadores venceram o primeiro leilão. Ele chegou a comparecer ao Tribunal de Justiça do Rio para apresentar o modelo, mas como o TGV não conseguiu pagar a primeira parcela, de US$ 75 milhões, no prazo previsto, o negócio não foi adiante.

 

Segundo Lima Netto, a nova empresa, ou pelo menos uma parte dela, precisa se adequar ao modelo de baixo custo e baixa tarifa. "A empresa precisa manter o nome Varig, mas se tornar uma "low cost". A parte da frente dos aviões teria serviço classe Varig e a de trás, de baixo custo."

 

Esta é a quarta vez que o executivo é sondado para ocupar um cargo na Varig. Segundo Lima Netto, os ex-presidentes Ozires Silva e Arnin Lore chegaram a convidá-lo para assumir a companhia. Além disso, os funcionários teriam chamado Lima Netto para ocupar a presidência do Aerus, o fundo de pensão dos empregados da companhia, no início do ano.

 

Na proposta de Lima Netto, a "velha Varig" -a parte que permanece em recuperação judicial- prestaria serviços de terra para a nova empresa.

 

Segundo Marcelo Bastos, da Cinzel, os US$ 600 milhões inclui investimentos na nova empresa e uma remuneração aos credores. Bastos não informou a origem dos recursos, mas disse que eles poderiam vir de fundos de investimento de perfil similar ao do Matlin Patterson.

 

(JANAINA LAGE e CLARICE SPITZ)

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Não consigo entender como alguém afirma que participará do Leilão se não tem os recursos para isto.

Além disto, não seria mais inteligente não alardear que particpará, para, de surpresa, arrematar a empresa?

Anunciando aos 4 ventos que fará uma proposta de 600 milhões, este investidor abre a porta para sua proposta ser vencida (até mesmo pela VarigLog).

Em outro tópico do Fórum, alguns participantes avalizaram a idoneidade deste investidor.

Em respeito a estes participantes vou continuar acreditando que o leilão não será apenas para homologar a proposta (muito ruim para os credores) da VarigLog.

SF

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Falei em outro tópico, a proposta da VLo é a mais séria.

Oferecer U$600 mi e afirmar que não tem ainda os recursos.

 

Tá na hora da Justiça calar a boca desse tal grupo.

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Amigos. Cinzel Partners ( existe ? ) - procurei pela Internet toda ( Google, Alltheweb e até sites acadêmicos) e não achei nada sobre a existência desta entidade. Quanto ao Sr. Roberto Procópio de Lima Netto apurei que é Eng.Civil na UFMG, fez mestrado em Stanford, na Califórnia. Foi diretor do BNDES e do FINAME de 1974 a 1979 e diretor da CSN - Cia. Siderúrgica Nacional de 1990 a 1994 . Preparou a CSN para a privatização reduzindo seu nº de funcionários de 22.000 para 8.000 e queria permanecer na diretoria, mas entrou em conflito com a nova administração, abandonando-a. Escreveu um livro sobre esta experiência – “Volta por cima”. Graças a sua influencia política em Volta Redonda, elegeu-se deputado pelo PFL mas não conseguiu se reeleger em 1998. Foi fundador do CEBRAE, onde atua até hoje. É professor do IBMEC no Rio e diretor do fundo pensões PREVI. Parece ter sido escolhido pelo TGV para dar credibilidade ao grupo TGV-Cinzel, já que com tantas atribuições, dificilmente poderá exercer um poder executivo na nova empresa.

 

 

www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020617/pri_bra_170602_92.htm+Roberto+Proc%C3%B3pio+de+Lima+Netto&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=24

 

www.previ.com.br

 

http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro99.ns...89?OpenDocument

 

Fraude no INSS do Rio - http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20...a_170602_92.htm

 

http://www.ifch.unicamp.br/mundosdotrabalh...rgiopereira.pdf

 

http://www.ibmecjr.com.br/1024/editorial_4.html

 

http://infoener.iee.usp.br/infoener/hemero...imagens/779.gif

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Mauricio,

Como já postado aqui em outro tópico pelo Varig_777, este novo consórcio (a ser) formado tentou uma associação com o TGV, mas mais na parte do desenho da nova empresa, e menos na parte financeira (que fracassou como se viu).

Segundo as informações disponíveis hoje, parece que este consórcio nada mais tem a ver com a TGV, mas quem viver verá.

SF

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Amigos. Cinzel Partners ( existe ? ) - procurei pela Internet toda ( Google, Alltheweb e até sites acadêmicos) e não achei nada sobre a existência desta entidade.

 

Existe sim, é uma consultoria de empresas Americana, a proposta parece ser séria, o Marcelo (da Cinzel partners) é muito confiável.

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Guest Herson
Existe sim, é uma consultoria de empresas Americana, a proposta parece ser séria, o Marcelo (da Cinzel partners) é muito confiável.

 

Já não parece estar demonstrando essa confiabilidade...

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E como eu havia dito...

quando a esmola eh gorda o santo desconfia...

 

 

a desculpa de prazto curto tambem foi dada pelo TGV.

 

mas, fazer o q....

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Ele não teria os US$ 600 milhões, né?? porque pelo que entendi da proposta, entre os US$600 milhões estavam recursos a serem investidos na companhia e o dinheiro da compra, o dinheiro a ser investido não precisa estar todo em caixa até dia do leilão, apenas o inicial para manter a empresa voando

 

Sem sombra de dúvidas, a proposta da Varig log tem mais credibilidade devido entre outros fatores, à credibilidade do Matlin, e já estar tudo BEM mais encaminhado; mas a proposta deles pode não passar pelos credores do jeito em que está. Na proposta deles (Varig log/ Volo/ Matlin), eles querem pagar apenas US$ 20 milhoes pelos ativos da VRG e o restante usar em investimento, é como se tivesse feito a seguinte oferta: eu compro a sua casa por 500 mil, te dou 20 e gasto 480 na reforma, para o vendedor (que no caso seria, a grosso modo, os credores) não é nem um pouco vantajoso. E o Aerus já demonstrou essa insatisfação.

 

De qualquer jeito, eu torço acima de tudo pela empresa e não pela proposta de um conhecido se essa não for de fato a melhor: Portanto, que vença A MELHOR proposta.

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Guest Herson
Ele não teria os US$ 600 milhões, né?? porque pelo que entendi da proposta, entre os US$600 milhões estavam recursos a serem investidos na companhia e o dinheiro da compra, o dinheiro a ser investido não precisa estar todo em caixa até dia do leilão, apenas o inicial para manter a empresa voando

 

Errado... Ele precisa mostrar até o dia do leilão que possui esse dinheiro em caixa, justamente para não se repetir o caso TGV.

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Errado... Ele precisa mostrar até o dia do leilão que possui esse dinheiro em caixa, justamente para não se repetir o caso TGV.

 

Pelo que eu fiquei sabendo, o vencedor do leilão precisaria mostrar uma carta fiança bancária comprovando que ele possui US$ 100 milhões, vou procurar agora o link da notícia onde acho que vi isso (pode deixar que se estiver enganado eu corrijo) e já posto aqui.

 

Pronto, achei, segue o link da notícia: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheir...91u109086.shtml

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Guest Herson
Pelo que eu fiquei sabendo, o vencedor do leilão precisaria mostrar uma carta fiança bancária comprovando que ele possui US$ 100 milhões, vou procurar agora o link da notícia onde acho que vi isso (pode deixar que se estiver enganado eu corrijo) e já posto aqui.

 

Pronto, achei, segue o link da notícia: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheir...91u109086.shtml

 

Então eu estava enganado, peço desculpas. Mas acho essa condição parcialmente errada... Deveriam exigir a carta fiança com a totalidade dos recursos que o novo investidor estaria disposto a pagar... Whatever.

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Então eu estava enganado, peço desculpas. Mas acho essa condição parcialmente errada... Deveriam exigir a carta fiança com a totalidade dos recursos que o novo investidor estaria disposto a pagar... Whatever.

 

Que isso,acontece. [=

 

Concordo que seria muito mais seguro pedir a comprovação do montante total, e apenas uma dúvida minha: Essa proposta, não precisa passar também pelos credores? Eu acho, que tanto os credores quanto o juiz, etc, devem ter bom senso e aprovar, não a MAIOR proposta e sim a MELHOR, agora, qual é qual, não cabe a mim decidir.

 

E também resta saber se o novo interessado tem pelo menos esses US$ 100 milhões, pq afinal ele não deixou claro quanto de recursos eles têm disponíveis, apenas que não têm os 600 mi, mas pelo menos quanto a isso podemos ficar "tranqüilos", pois se eles não tiverem nem os 100 não serão aprovados no leilão.

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Amigos. Este Cinzel Partners ainda não existe de uma forma constituida. Na Net a única coisa parecida que se encontra é uma imobiliária de Brasilia, provavelmente de proprietarios maçons.... Seria este o Cinzel Partners ou ainda é uma coisa que vai ser constituida ? Cinzel em ingles é "chisel". Mas o cinzel faz parte da simbologia da maçonaria, representando o discernimento.

 

http://www.estrelacaldense.org.br/simb.htm

http://www.cinzelimobiliaria.com.br/empresa.aspx

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