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Cade julga aquisição da VRG na próxima quarta-feira


C010T3

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Cade analisa venda da Varig

 

Um dos conselheiros do Cade decidiu interromper as férias para que o órgão consiga, finalmente, julgar na quarta-feira a compra da Varig pela Gol, realizada em março do ano passado. Atenção: nesse julgamento não estão em discussão a legalidade da operação nem a notável participação do advogado-compadre, mas simplesmente se o negócio fere as leis da concorrência.

 

Slots valem ouro

 

Para aprová-lo, o Cade deverá determinar a devolução de slots da Varig em Congonhas, para que sejam redistribuí-dos pela Anac. A questão é saber quantos. Os slots – autorizações para pouso e decolagem – valem ouro e foram um dos principais motivos de interesse da Gol no negócio.

Fonte: Veja de 25/06/2008

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acho que seria pela divisão dos slots

minduim.

inclusive as novas.

:rolleyes:

 

ahhh.

o pacote foi entregue ontem ok.

:thumbsup:

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Tem sacanagem na jogada. Sem os slots a VRG não valeria nada aos olhos da GOL. A VARIG tem 1 fatia pequena do mercado e essa venda deveria ser aprovada incondicionalmente.

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Tem sacanagem na jogada. Sem os slots a VRG não valeria nada aos olhos da GOL. A VARIG tem 1 fatia pequena do mercado e essa venda deveria ser aprovada incondicionalmente.

Que nada Murundum, eles querem "salvar" a varig...

 

Ora se a varig fica sem os slots que detinha, de que adianta operar em code-share com a gol? se vai deixar de ter o que lhe era mais valioso???

a varig+gol vão caracterizar uma situação de monopólio? a minha opinião é que querem que haja concorrencia, apenas 1 companhia aerea voando... aí ela faz concorrencia com ela propria. Mais um processo claro, transparente e independente! tudo para o bem do brasil.

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Belas palavras meu amigo Karioca.

 

OFF-TOPIC: estarei indo para Portugal mes que vem. Além da visita obrigatória à OceanWings o que mais tem para se fazer relacionado à aviação por mai? Que tal o Museu da TAP?

 

 

Obrigado

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acho que seria pela divisão dos slots

minduim.

inclusive as novas.

:rolleyes:

 

ahhh.

o pacote foi entregue ontem ok.

:thumbsup:

 

:rev: :rev: :rev:

Ó caro e divino guru aeronáutico...

Agradeço a entrega do referido pacote e informo que permaneço no agdo., torcendo por uma boa solução...

 

:thumbsup:

 

Tem sacanagem na jogada. Sem os slots a VRG não valeria nada aos olhos da GOL. A VARIG tem 1 fatia pequena do mercado e essa venda deveria ser aprovada incondicionalmente.

 

Estais certo, em parte... (principalmente na parte da sacanagem....rs).

Não pretendem tirar os slots da VRG...

Devem "subtrair" alguns somente...

 

Abraços;

:thumbsup:

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Teixeira admite ter recebido US$ 3,2 milhões no caso Varig

Pagamento é um dos pontos polêmicos envolvendo a ação do advogado na compra da companhia aérea

 

Mariana Barbosa

 

O advogado Roberto Teixeira admitiu ao Estado que recebeu US$ 3.266.825,79 referentes a serviços prestados para a VarigLog, incluindo uma taxa de sucesso de US$ 750 mil (R$ 1.600.050) pela participação na compra da Varig em leilão judicial. O valor refere-se ao período de abril de 2006 a junho de 2007. O advogado cobra ainda US$ 682 mil (R$ 1.220.448,40) referentes a serviços prestados entre julho de 2007 e janeiro de 2008 e não pagos. Em um ano e nove meses, portanto, os honorários e taxas de sucesso do escritório do advogado totalizaram US$ 3,95 milhões.

 

Na última quarta-feira em Brasília, Teixeira afirmou que recebera apenas US$ 350 mil da VarigLog. Ele foi a Brasília à convite do Senado para explicar as acusações da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu, que em entrevista ao Estado disse que ele teria se aproveitado do livre trânsito com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu compadre, e com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para conseguir aprovar a compra da VarigLog e da Varig. Segundo Denise, a atuação do escritório no episódio foi “imoral”.

 

O valor dos honorários apresentado em Brasília causou surpresa e estava bem abaixo dos US$ 5 milhões que o empresário Marco Audi, sócio afastado da VarigLog, disse ter pago para o escritório Teixeira, Martins e Advogados. “Paguei US$ 5 milhões ao Roberto Teixeira para ele resolver e ele resolveu”, declarou Audi. “Não sei o que ele negociou, mas sua influência foi 100% decisiva.”

 

Segundo Denise Abreu, por pressão da Casa Civil, os sócios estrangeiros e brasileiros da VarigLog foram dispensados de apresentar documentos com comprovação de origem de capital e de renda e que seriam necessários para avaliar denúncias de que o verdadeiro controlador seria estrangeiro. Hoje se sabe que os brasileiros Marco Audi, Marcos Haftel e Luiz Gallo não desembolsaram um real para entrar na sociedade com o fundo estrangeiro Matlin Patterson, embora formalmente fossem donos de 80% das ações com direito à voto. Com isso, o fundo ficou dentro da lei que limita em 20% a participação estrangeira no setor. Um contrato de gaveta até então desconhecido das autoridades dava ao Matlin o direito de adquirir a parte dos brasileiros a qualquer momento. O Matlin, que briga com os brasileiros na Justiça, tentou exercer esse contrato no ano passado, mas foi impedido por uma liminar.

 

Na tarde de sexta-feira, a reportagem procurou a Assessoria de Imprensa de Teixeira com a informação de que teve acesso a documentos da VarigLog e da Varig que revelam o pagamento de R$ 7.130.371,00 (cerca de US$ 3,3 milhões considerando câmbio da época). Quatro horas depois da solicitação, os valores, em dólar, foram confirmados. “Pelos honorários referentes aos serviços prestados para a VarigLog e à aquisição e homologação judicial da Varig, bem como processos de defesa de sucessão recebemos US$ 3.266.825,79.”

 

A assessoria de Teixeira explicou ainda que os US$ 350 mil, declarados em Brasília, referem-se apenas ao período de abril a junho de 2006. “O que Roberto Teixeira contestou desde o começo foi a declaração que Marco Audi deu ao Estadão, afirmando que do contrato até a aprovação da VarigLog foram US$ 5 milhões”, disse a assessoria. “Observe que o Audi tem mudado sua acusação, cada vez que respondemos a versão anterior (parece vírus mutante driblando o Norton).”

 

Procurado, Audi reconheceu um “engano” em relação ao período. “Em todas as entrevistas que dei depois eu esclareci isso, e volto a repetir: as empresas do grupo VarigLog pagaram mais de US$ 5 milhões ao Roberto Teixeira nos dois anos em que eu estive lá (abril de 2006 até abril de 2008). Tanto faz chover, que fez a nação inteira acreditar que ele recebeu só US$ 350 mil da VarigLog”, dispara Audi, que havia declarado que Teixeira “é Deus e faz até chover”. “A questão não é se o valor é pouco ou muito, mas mostrar como ele (Teixeira) opera.”

 

Os pagamentos da VarigLog eram feitos a partir de sete empresas (VRG Linhas Aéreas, VBP do Brasil, Volo do Brasil, Varig Logística, Volo Logistics, Matlin Patterson USA e Matlin Patterson LA). A reportagem teve acesso a uma planilha de pagamentos do software de gestão SAP da VRG Linhas Aéreas, que revela notas apresentadas e pagamentos efetuados ao escritório de Teixeira de outubro de 2006 a fevereiro de 2007. No período, a planilha registra a saída de US$ 2.255.455,13 (R$ 4.853.401,03) para Teixeira. Outros US$ 440 mil (R$ 840.387,84) foram pagos de março a junho de 2007, conforme relatório da L&A Consultores do início deste ano. Foram repassados ainda US$ 652 mil (R$ 1.436.583,10), em cinco pagamentos, de 20 de abril de 2006 a 28 de julho de 2006, por meio da VBP. Formalmente, Teixeira rescindiu o contrato com a VarigLog em janeiro deste ano. Mas ele rompeu apenas com os brasileiros, pois no mês seguinte voltou a advogar para a VarigLog, contratado pelo Matlin.

 

 

http://txt.estado.com.br/editorias/2008/06...0080622.1.1.xml

 

Obs: Na prática, mais de 15% do valor pago pelo Matlin, foi parar no bolso de Teixeira, supostamente.....

 

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Belas palavras meu amigo Karioca.

 

OFF-TOPIC: estarei indo para Portugal mes que vem. Além da visita obrigatória à OceanWings o que mais tem para se fazer relacionado à aviação por mai? Que tal o Museu da TAP?

 

 

Obrigado

[OFF-TOPIC=ON]

Caro Murundum, alem da OceanWings, existe o museu do ar, fica em alverca, bem proximo a lisboa, vc pode ir de trem, ou carro, qualquer opção é bem rapida, cerca de 20 minutos

http://www.emfa.pt/www/po/musar/index.php

 

sobre o museu da TAP esse fica no aeroporto, existe bastante material da TAP la, é uma visita a não perder

http://www.oceanwings.pt/museu_tap/museu_tap_home.htm

[OFF-TOPIC=OFF]

 

Obs: Na prática, mais de 15% do valor pago pelo Matlin, foi parar no bolso de Teixeira, supostamente.....

Tudo em nome da nobre ação de salvar a varig...

 

é meus amigos, quem vive na ignorancia é quem vive feliz...

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Allguém está precisando de uma máquina de lavar urgentemente....

 

:6:

 

 

Neste caso, a roupa está muito suja ... fico imaginando o entrelace do podre poder, sempre se beneficiando em "negócios" de concessões públicas.

 

E aparecem o "AVAL" em varas jurídicas, conselhos e juzados com cada "entendimento" ... Dá pra montar algumas das melhores piadas ... com estes que deveriam salvaguardar nossa legislação ...

 

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O que mais me intriga é que mesmo existindo bancas MUITO MAIS experientes em causas deste tipo, tanto no Rio quando em SP, foram contratar o tal Roberto Teixeira, que comparado aos escritórios de advogados de porte (que seria o caso dado o tamanho do negócio) é um advogado de porta-de-cadeia...

 

A petralha perdeu a vergonha na cara mesmo...agora é na base do "1,2,3...todo mundo pelado!!!" Virou prostíbulo esse país.

 

Rafael

 

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Tem sacanagem na jogada. Sem os slots a VRG não valeria nada aos olhos da GOL. A VARIG tem 1 fatia pequena do mercado e essa venda deveria ser aprovada incondicionalmente.

O CADE não vai ordenar a devolução de todos os slots da VRG. São 5 ou 10% dos slots, dependendo do conselheiro. Também é possivel que esta proposta (devolução dos SLOTS) não seja aprovada, e fique tudo como está. O importante é que a decisão seja tomada, pois já faz mais de ano que está tudo congelado a espera da decisão. Talvez perder 5% dos slots não seja uma coisa tão ruim. As empresas já perderam muito mais quando reduziram as operações em CGH para 30 por hora.....

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Neste caso, a roupa está muito suja ... fico imaginando o entrelace do podre poder, sempre se beneficiando em "negócios" de concessões públicas.

 

E aparecem o "AVAL" em varas jurídicas, conselhos e juzados com cada "entendimento" ... Dá pra montar algumas das melhores piadas ... com estes que deveriam salvaguardar nossa legislação ...

 

 

Psiu... Tio... É prá lavar d$i$n$h$e$i$r$o

:secret:

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Off topic:

 

__ Verdade... é muita grana $$$$, daqui à pouco, surge também como foi a aquisição de mais uma cidadania (agora colombiana ) pelo Sr. German da ONE, para comprar a Avianca ...

 

Já estou achando que essa máquina vai emperrar ... :o

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O que mais me intriga é que mesmo existindo bancas MUITO MAIS experientes em causas deste tipo, tanto no Rio quando em SP, foram contratar o tal Roberto Teixeira, que comparado aos escritórios de advogados de porte (que seria o caso dado o tamanho do negócio) é um advogado de porta-de-cadeia...

 

A petralha perdeu a vergonha na cara mesmo...agora é na base do "1,2,3...todo mundo pelado!!!" Virou prostíbulo esse país.

 

Rafael

É que para fechar o negócio a Matlin Patterson precisava muito mais de um lobista do que de um advogado... :hypocrite:

 

Logo, resolveram contratar o Roberto Teixeira.

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Off topic:

 

__ Verdade... é muita grana $$$$, daqui à pouco, surge também como foi a aquisição de mais uma cidadania (agora colombiana ) pelo Sr. German da ONE, para comprar a Avianca ...

 

Já estou achando que essa máquina vai emperrar ... :o

Posso estar enganado, mas o Sr. German é Colombiano naturalizado Brasileiro. Logo, não precisou "comprar" nenhuma cidadania. Também não sei quais são as restrições colombianas ao controle de empresas aéreas por estrangeiros.

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Posso estar enganado, mas o Sr. German é Colombiano naturalizado Brasileiro. Logo, não precisou "comprar" nenhuma cidadania. Também não sei quais são as restrições colombianas ao controle de empresas aéreas por estrangeiros.

 

Desculpe-me ...

 

"...A compra da Avianca, aliás, é outro lance polêmico da carreira de Efromovich. Para arrematar a companhia, o boliviano, naturalizado no Brasil, optou também pela nacionalidade colombiana. A manobra lhe permitiu passar à frente da Copa Airlines, também interessada na concordatária companhia aérea daquele país, e arrematar as operações. O sucesso ao reerguer a empresa lhe rendeu prestígio no país. Na segunda-feira 12, o empresário foi homenageado em um evento promovido em São Paulo pela embaixada da Colômbia.

 

Embora a aviação represente atualmente menos de 3% da receita do Grupo Sinergy, Efromovich dedica boa parte do tempo ao tema. Não poupa críticas ao duopólio de TAM e Gol e, desde as quebras da Transbrasil e da velha Varig, é candidato a ser a terceira força do setor. Pelo menos em uma das tentativas valeu-se dos serviços do advogado Roberto Teixeira ( olha só thumbsdown_still.png ogo quem... só gente boa rsrsrssrrsrs ), experiente na venda de soluções nem sempre bem-sucedidas a companhias aéreas em situação difícil e um dos responsáveis pela venda da Varig à Gol."

 

Fonte:

 

André Siqueira

 

Carta Capital

 

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Desculpe-me ...

 

"...A compra da Avianca, aliás, é outro lance polêmico da carreira de Efromovich. Para arrematar a companhia, o boliviano, naturalizado no Brasil, optou também pela nacionalidade colombiana. A manobra lhe permitiu passar à frente da Copa Airlines, também interessada na concordatária companhia aérea daquele país, e arrematar as operações. O sucesso ao reerguer a empresa lhe rendeu prestígio no país. Na segunda-feira 12, o empresário foi homenageado em um evento promovido em São Paulo pela embaixada da Colômbia.

 

Embora a aviação represente atualmente menos de 3% da receita do Grupo Sinergy, Efromovich dedica boa parte do tempo ao tema. Não poupa críticas ao duopólio de TAM e Gol e, desde as quebras da Transbrasil e da velha Varig, é candidato a ser a terceira força do setor. Pelo menos em uma das tentativas valeu-se dos serviços do advogado Roberto Teixeira ( olha só thumbsdown_still.png ogo quem... só gente boa rsrsrssrrsrs ), experiente na venda de soluções nem sempre bem-sucedidas a companhias aéreas em situação difícil e um dos responsáveis pela venda da Varig à Gol."

 

Fonte:

 

André Siqueira

 

Carta Capital

Obrigado pela informação.

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