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Tem lugar para a Negócios TAM?


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20/6/2008

 

Tem lugar para a Negócios TAM?

 

Com frota nova e uma possível entrada na Star Alliance, a empresa quer ocupar um espaço que já foi da Varig nos vôos internacionais

NICHOLAS VITAL, DE SEATTLE (EUA)

 

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OS EXECUTIVOS DA TAM TÊM UMA missão espinhosa pela frente: reconquistar o terreno perdido pelo Brasil nas rotas internacionais da aviação comercial, desde a crise da Varig. Para isso, a empresa colocou em marcha um agressivo programa de renovação da sua frota. Os antigos MD-11 estão sendo substituídos por modernos aviões Boieng 777 - um deles ficou pronto na semana passada, em Seattle, onde fica a sede da indústria americana. Avaliado em US$ 250 milhões, é o primeiro de uma encomenda de oito aeronaves feita pela empresa no começo do ano. A TAM também já tem contratos assinados com a européia Airbus para a aquisição de outros 46 aviões até 2013, a um custo financeiro total de US$ 6,9 bilhões. Mas estes devem ser usados no Brasil e no Mercosul. A arma para brigar com as companhias americanas e européias é mesmo o 777. "A Varig já teve uma participação muito forte no tráfego internacional, que chegou perto dos 50%, mas, com a crise que abalou a companhia, grande parte da demanda se acomodou nas estrangeiras", explica Norberto Jochmann, diretor-secretário da Jurcaib, a Junta dos Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil. "A TAM pode aproveitar essa onda."

 

O problema é que o terreno perdido pela Varig foi ocupado por empresas internacionais. O grupo Air France KLM, por exemplo, anunciou há poucos dias seu recorde histórico de passageiros no Brasil. No total, a companhia francesa transportou mais de 855 mil passageiros, 12% a mais que no ano fiscal anterior, que já havia sido recorde. Outra que não pára de comemorar bons resultados por aqui é a American Airlines, que teve um crescimento na casa dos 7% em 2007 e superou com folga a marca de um milhão de embarques e desembarques. Já a British Airways apostou no mercado corporativo e aumentou sua participação em quase 50%. A TAP também não tem do que reclamar. Cresceu cerca de 17% em 2007 e espera aumentar sua participação em mais 30% este ano. Os números não mentem: o mercado nacional tem novos donos. "O Brasil, de fato, é uma das regiões onde nossos negócios mais crescem no mundo", disse à DINHEIRO Isabelle Birem, diretora-geral do grupo Air France KLM no País. "Para consolidar nossa posição, vamos contratar cada vez mais comissários brasileiros." Segundo o economista Paulo Rabello de Castro, a crise da Varig custou cerca de R$ 10 bilhões ao País e o maior prejuízo foi a perda das linhas internacionais.

 

Entre as companhias brasileiras apenas, a TAM é aquela que tem a maior participação de mercado nas rotas globais, com 74,3% das vendas e operações em 16 países. Com os novos aviões, que são mais confortáveis para os passageiros e também muito mais econômicos do que os MD-11 - algo que faz muita diferença para as companhias aéreas num mundo com o barril do petróleo a US$ 140 -, a TAM espera tomar espaço das rivais estrangeiras. Um trunfo é a possível redução nos preços das passagens. Executivos da Boeing garantem que, com o 777, é possível reduzir o custo de uma viagem internacional em cerca de 8% para os viajantes. Outro ponto importante é a possível entrada da TAM na Star Alliance, ocupando um espaço que já foi da Varig. As negociações para que a empresa brasileira faça parte dessa aliança global - que inclui companhias como Lufthansa, United e TAP - vêm sendo conduzidas diretamente pelo presidente David Barioni e o anúncio pode ocorrer nos próximos dias. Se isso for confirmado, os passageiros terão mais milhas e a TAM ganhará maior capilaridade - seus bilhetes poderão ser vendidos praticamente no mundo inteiro.

 

Fonte: Istoé Dinheiro

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20/6/2008

...

Entre as companhias brasileiras apenas, a TAM é aquela que tem a maior participação de mercado nas rotas globais, com 74,3% das vendas e operações em 16 países. Com os novos aviões, que são mais confortáveis para os passageiros e também muito mais econômicos do que os MD-11 - algo que faz muita diferença para as companhias aéreas num mundo com o barril do petróleo a US$ 140 -, a TAM espera tomar espaço das rivais estrangeiras. Um trunfo é a possível redução nos preços das passagens. Executivos da Boeing garantem que, com o 777, é possível reduzir o custo de uma viagem internacional em cerca de 8% para os viajantes. Outro ponto importante é a possível entrada da TAM na Star Alliance, ocupando um espaço que já foi da Varig. As negociações para que a empresa brasileira faça parte dessa aliança global - que inclui companhias como Lufthansa, United e TAP - vêm sendo conduzidas diretamente pelo presidente David Barioni e o anúncio pode ocorrer nos próximos dias. Se isso for confirmado, os passageiros terão mais milhas e a TAM ganhará maior capilaridade - seus bilhetes poderão ser vendidos praticamente no mundo inteiro.

 

Fonte: Istoé Dinheiro

Adoraria que já fosse verdade, mas fico espantado com a PREGUIÇA (para não dizer incompetência) da imprensa brasileira em buscar dados reais!

Custa buscar no site ou ligar para a Companhia, como qualquer pessoa pode fazer e perguntar?

Gostaria de saber exatamente quais são esses 16 países!!!!

Ô responsablidade com a informação! :thumbsdown_still:

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Segundo o economista Paulo Rabello de Castro, a crise da Varig custou cerca de R$ 10 bilhões ao País e o maior prejuízo foi a perda das linhas internacionais.

 

10 bi dos cofres públicos?!? É isso mesmo?

 

Cacetada... E ainda tem gente que defende a participação do Estado em empreendimentos...

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Adoraria que já fosse verdade, mas fico espantado com a PREGUIÇA (para não dizer incompetência) da imprensa brasileira em buscar dados reais!

Custa buscar no site ou ligar para a Companhia, como qualquer pessoa pode fazer e perguntar?

Gostaria de saber exatamente quais são esses 16 países!!!!

Ô responsablidade com a informação! :thumbsdown_still:

 

1- Argentina

2- Uruguai

3- Chile

4- Paraguai

5- Bolivia

6- Venezuela

7- Estados Unidos

8- Espanha

9- França

10- Inglaterra

11- Itália

12- Alemanha

13- Peru (code-share LP)

14- Portugal (code-share TP)

15- Suiça (code-share AF)

16- BRASIL

 

 

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Adoraria que já fosse verdade, mas fico espantado com a PREGUIÇA (para não dizer incompetência) da imprensa brasileira em buscar dados reais!

Custa buscar no site ou ligar para a Companhia, como qualquer pessoa pode fazer e perguntar?

Gostaria de saber exatamente quais são esses 16 países!!!!

Ô responsablidade com a informação! :thumbsdown_still:

JJNVT, talvez o jornalista tenha ido além...

Eu fim agora uma contegem rápida dos países que a Tam serve, somando os acordos operacionais. A soma deu 16 países.

Abrs

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JJNVT, talvez o jornalista tenha ido além...

Eu fim agora uma contegem rápida dos países que a Tam serve, somando os acordos operacionais. A soma deu 16 países.

Abrs

Tudo bem, vendo sob este prisma sou obrigado a concordar com vocês dois.

E admito ter me exaltado, mas fico revoltado lendo a quantidade absurda de pérolas que surgem em nossos jornais, escritas por gente que não tem a menor noção sobre aquilo que escreve.

Mas então fica a pergunta: se considerarmos os acordos operacionais, onde fica o Canadá?

Vlw...

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20/6/2008

 

Segundo o economista Paulo Rabello de Castro, a crise da Varig custou cerca de R$ 10 bilhões ao País e o maior prejuízo foi a perda das linhas internacionais.

 

O prejuízo aos cofres públicos com a evasão de divisas já ultrapassou os 10 bilhões. 5% deste valor já teria sido suficiente para sanear e entregar ao mercado a Varig. Mas a ganância petista tinha outros interesses!

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Apesar de achar que o governo poderia ter salvo a pioneira, penso também que existem N outras prioridades que não são resolvidas... aí me pergunto... Teremos outros 4 anos ?

Pior que acho que sim.

 

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O prejuízo aos cofres públicos com a evasão de divisas já ultrapassou os 10 bilhões. 5% deste valor já teria sido suficiente para sanear e entregar ao mercado a Varig. Mas a ganância petista tinha outros interesses!

 

 

Era só a FRB ter largado o osso... E os TGV não terem sido tão gananciosos... E o SNA não ter sido tão pulsilânime...

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Apesar de achar que o governo poderia ter salvo a pioneira, penso também que existem N outras prioridades que não são resolvidas... aí me pergunto... Teremos outros 4 anos ?

Pior que acho que sim.

 

O governo salvar uma entidade privada? Contra qualquer principio de país sério. Não que esse seja um.

 

Abraços

 

Matheus

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O governo salvar uma entidade privada? Contra qualquer principio de país sério. Não que esse seja um.

 

Abraços

 

Matheus

 

Poderia se fizessem dela uma estatal.

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O governo salvar uma entidade privada? Contra qualquer principio de país sério. Não que esse seja um.

 

Abraços

 

Matheus

 

 

Nem precisava fazer dela uma estatal.

Um intervenção de leve, um "chega prá lá", nos cartolas da FRB.

O suficiente para "arrumar a casa".

 

Disseram não ter nenhum instrumento jurídico que o fizesse mas, em se tratando de um setor estratégico e de intere$$e nacional....

 

Voltando ao tópico...

É facil apresentar o avanço das gringas diante do buraco que ficou...

Aos poucos a TAM vai ocupar esse espaço... :macumba:

 

Abraços;

:thumbsup:

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Poderia se fizessem dela uma estatal.

 

A Varig já era uma estatal, uma estatal "branca" com seu quadro inchadíssimo e com as regalias típicas de uma autarquia pública. Tanto que um empresário conhecido (desculpem não lembrar o nome) falou nos início dos anos 90 que "falta privatizar a Varig".

 

Sds

 

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A Varig já era uma estatal, uma estatal "branca" com seu quadro inchadíssimo e com as regalias típicas de uma autarquia pública. Tanto que um empresário conhecido (desculpem não lembrar o nome) falou nos início dos anos 90 que "falta privatizar a Varig".

 

Sds

 

hehehehe!

Pois é! Bem lembrado!

Até o governo "cuidava" dela como estatal!

 

 

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Acho q seria bem interessante saber, em vez da TAM, se tem lugar no Brasil e America Latina pra 101 aviões da GOL... :thumbsup: ainda considero uma loucura essa compra estrondosa, incrível uma cia que cobre o que a GOL cobra (leia-se caro) e comprar 101 aeronaves para um país em que a maioria é de baixa renda (leia-se aqueles que não tem "coragem" de pagar uma tarifa GOL de hoje). Talvez hoje ela esteja em "xeque*" por causa da Azul... :rolleyes:

 

*Leia-se ameaçada (no jogo xadrez)

 

Obs.: Nada contra o tópico. hehe

 

abs

ER

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Acho q seria bem interessante saber, em vez da TAM, se tem lugar no Brasil e America Latina pra 101 aviões da GOL... :thumbsup: ainda considero uma loucura essa compra estrondosa, incrível uma cia que cobre o que a GOL cobra (leia-se caro) e comprar 101 aeronaves para um país em que a maioria é de baixa renda (leia-se aqueles que não tem "coragem" de pagar uma tarifa GOL de hoje). Talvez hoje ela esteja em "xeque*" por causa da Azul... :rolleyes:

 

*Leia-se ameaçada (no jogo xadrez)

 

Obs.: Nada contra o tópico. hehe

 

abs

ER

 

Sugiro que procures ver a coisa sob outro ponto de vista...

 

Na minha modesta opinião:

A GLAI só tem uma concorrente - a TAM - e a ataca(va) em dois flancos: pelo preço (GOL) e pelo serviço diferenciado (VRG) - pelo menos é o que todos dizem...

 

Sendo (na teoria) conhecida pelas baixas tarifas, firmou posição no mercado.

Com os seguidos prejuízos com a compra da VRG é preciso "fazer dinheiro" enquanto a Azul não vem. E é exatamente isso que ela vem fazendo agora.

 

Arrumando "um qualquer" enquanto Seu Lobo não vem... :suicide_anim:

 

Ou para fixar a marca VRG no mercado e/ou adquirir uma "gordura" para competir diretamente com a Azul.

 

Ou, ainda, disputar duas partidas ao mesmo tempo: Gol x Azul e VRG x TAM.

 

Futuro tenebroso.... :macumba:

 

Abraços;

:thumbsup:

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10 bi dos cofres públicos?!? É isso mesmo?

 

Cacetada... E ainda tem gente que defende a participação do Estado em empreendimentos...

Nesse cálculo que o economista Paulo Rabello de Castro fez, o desfalque nos cofres públicos é apenas uma das contas (3,5 bilhões de reais, para ser mais exato) do tal prejuízo. A parte que corresponde aos cofres públicos não se deu pela injeção de capital na companhia, mas pelo que o Estado deixou de arrecadar com tributos.

O prejuízo aos cofres públicos com a evasão de divisas já ultrapassou os 10 bilhões. 5% deste valor já teria sido suficiente para sanear e entregar ao mercado a Varig. Mas a ganância petista tinha outros interesses!

1) A saída de divisas, isoladamente, pode representar prejuízo à sociedade, mas não necessariamente aos cofres públicos.

2) Nessa conta, a saída das divisas está estimada em R$ 670 milhões de reais, e não em 10 bilhões.

 

Para esclarecer o ponto de vista do economista, encontrei esta interessantíssima entrevista à revista Istoé Dinheiro:

 

03/05/2006

Paulo Rabello de Castro

"Deixar a Varig quebrar é burrice"

Economista diz que o fim da empresa aérea custaria pelo menos R$ 10 bilhões ao País e que o novo discurso do governo só serve aos concorrentes interessados em criar um duopólio na aviação

 

Por Leonardo Attuch

 

O economista Paulo Rabello de Castro, formado na Universidade de Chicago, reduto do pensamento liberal, fica possesso quando ouve alguma autoridade de Brasília – e têm sido muitas nos últimos dias – repetindo o bordão de que o “governo não deve colocar dinheiro numa empresa quebrada como a Varig”. O motivo da indignação: esse discurso tem certa lógica, parece responsável e soa até liberal. “Só que é um discurso desinformado e burro, que só serve aos concorrentes”, diz ele. Rabello de Castro, que é consultor dos pilotos da Varig, fez um estudo em que aponta o prejuízo do País com o fim da companhia aérea: R$ 10 bilhões. Seriam perdas decorrentes do corte de empregos, do fim dos impostos e dos aumentos de tarifas com um duopólio formando por TAM e Gol, entre outros fatores. Além disso, ele diz que o que está em jogo não é o resgate da Varig com dinheiro público, mas sim uma solução privada, em que os atuais acionistas controladores seriam punidos e a empresa preservada. “É assim que se faz em qualquer parte do mundo capitalista”, diz ele, que também critica a postura errática do governo Lula no caso. Leia a seguir sua entrevista à DINHEIRO.

 

DINHEIRO – O sr. diz que o Brasil perderia R$ 10 bilhões com o fim da Varig. Por quê?

PAULO RABELLO DE CASTRO – Há muita coisa que se perde e que não se repõe pela concorrência. Essa é a primeira coisa, que já indica ser falso o argumento de que novos entrantes tomariam rapidamente o espaço da Varig. Haveria perdas fiscais e não fiscais. Só a queda do PIB do setor aéreo no Brasil seria da ordem de R$ 4 bilhões. Isso inclui a marca Varig, a sua operação e tudo que vem junto com ela, como o Smiles.

 

DINHEIRO – Por que é falsa a tese de que novos entrantes tomariam o lugar da empresa?

CASTRO – O discurso do “deixa quebrar para que o mercado resolva” é o dos concorrentes, ao qual eu, um autêntico liberal, me oponho. Não haveria a destruição criadora, na linha do economista Joseph Schumpeter, mas sim a destruição de uma empresa, que teria seu espaço ocupado por um duopólio. E não tem graça nenhuma país pobre sair destruindo suas companhias. A nova Lei de Falências é inteligente. Ela preserva a empresa e tira o acionista.

 

DINHEIRO – Até agora, estamos em R$ 4 bilhões. E o restante?

CASTRO – Eu fiz uma conta referente também aos empregos, considerando que, dos 11 mil trabalhadores, cerca de 7 mil poderiam ser absorvidos, mas com salários aviltados. Isso criaria uma perda para a economia de R$ 700 milhões. Estou confrontando dois cenários: a Varig existindo versus a Varig não existindo.

 

DINHEIRO – O que mais?

CASTRO – Eu coloco mais R$ 300 milhões como perda de eficiência nas linhas nacionais, estimando um aumento de tarifas da ordem de 7% após a confirmação de um duopólio entre TAM e Gol. E isso já pode ser pressentido. Já não se voa barato na Gol. Além disso, perde-se muito tempo nas filas. Estão roubando o tempo do cliente. É uma combinação de perda de eficiência e aumento de preços.

 

DINHEIRO – E as rotas internacionais?

CASTRO – Nesse caso, com a Varig deixando de voar para o exterior, é óbvio que companhias internacionais prestarão o serviço. Eu apontei um valor de R$ 670 milhões, que é inferior ao que a Varig fatura no exterior todos os anos, mas que representa o valor agregado desse PIB do transporte internacional. Mas isso pode estar bem subestimado.

 

DINHEIRO – Gol e TAM não passariam a voar nas rotas internacionais da Varig?

CASTRO – Não existe nem aparelho para isso. Os horários de chegada lá não são passados para outras companhias de bandeiras brasileiras. Ou é a Varig ou não é. Mas as perdas maiores são as que vêm na seqüência.

 

DINHEIRO – Quais?

CASTRO – No campo tributário são R$ 3,5 bilhões. É uma tunga no contribuinte.

 

DINHEIRO – Mas pode-se dizer que a Varig já não paga os impostos?

CASTRO – Esse valor é uma dívida do passado, que seria negociada mediante um crédito também do passado, referente ao congelamento tributário. É bom que se diga que esse crédito em favor da Varig já transitou em julgado e que o governo tem adotado apenas medidas protelatórias. O resultado disso é que a União vai acabar tendo que pagar a indenização referente ao congelamento para uma massa falida – e não para uma empresa em operação. Se eu pago para alguém que está vivo, eu posso cobrar os impostos. Se eu pago para um morto, fico numa situação ruim.

 

DINHEIRO – O encontro de contas no futuro só terá uma ponta?

CASTRO – Exatamente. Só a ponta do governo pagador.

 

DINHEIRO – E como seria a perda do fundo de pensão dos funcionários, o Aerus?

CASTRO – É o que fecha a conta dos R$ 10 bilhões. A despesa vai cair nas costas da sociedade. É só ver o que a Justiça já decidiu no caso do Aero, o fundo de pensão da Vasp. E agora, com a intervenção do governo no Aerus, no momento em que os funcionários apresentavam uma solução para a Varig, essa questão ficou ainda mais líquida e certa.

 

DINHEIRO – Por quê?

CASTRO – Houve uma falha clara na regulação, que deve ser sempre antecedente aos fatos. Eu mesmo fui ao governo ainda em 2002 para alertá-los sobre os problemas no Aerus. Os empregados pediram intervenção com muitíssima antecedência. Onde é que estava a Secretaria de Previdência Complementar nesse tempo todo? Só eu fiz denúncias formais várias vezes.

 

DINHEIRO – E por que eles decidiram intervir só agora?

CASTRO – Eles só acordaram do distraído sono para atrapalhar a única coisa que ainda poderia fazer o Aerus ser coberto parcialmente pela própria máquina da Varig. Os trabalhadores pegariam parte dos recursos para fazer a empresa voltar a operar. O que pouca gente sabe é que os trabalhadores são os principais credores da empresa. Portanto, é natural que eles queiram ser os donos de uma nova empresa, que seria a Varig Operacional. As dívidas não são com bancos privados.

 

DINHEIRO – O governo joga pela quebra da empresa?

CASTRO – É o que se depreende do discurso oficial, que além de burro é desinformado. Até porque a Varig não quer dinheiro público e nem está quebrada. Ela está agindo em conformidade com a lei de recuperação judicial.

 

DINHEIRO – O governo vetou a proposta de US$ 400 milhões feita pela Varig Log, por meio de uma decisão da Agência Nacional de Aviação Civil. Por quê?

CASTRO – É estranho. Parece que há um movimento orquestrado na direção da quebra e que existem dois pesos e duas medidas. Dependendo da situação, a lei vale ou não.

 

DINHEIRO – E por que o governo, que antes dizia que a Varig era estratégica, mudou tanto?

CASTRO – Eu fui ao José Dirceu no início de 2003. Ele me disse que gostava de aviação e que conhecia tudo – tudo mesmo – do setor. No primeiro momento, eu fiquei animado. Depois, quando perguntei se ele conhecia a situação do Aerus, percebi que ele não conhecia tanto assim.

 

DINHEIRO – Ele articulou o compartilhamento de vôos com a TAM. Isso foi bom?

CASTRO – Já ficou claro que isso foi bom para a TAM e contribuiu para a asfixia da Varig. Aliás, eu disse ao Dirceu que o problema da Varig era simples, uma vez que a empresa não devia a bancos privados ou internacionais. Ela devia a fornecedores, empregados e empresas com participação do governo, como BR e Infraero. A Globo, que devia a bancos internacionais, contratou a Goldman Sachs, chamou todos e renegociou. Sempre há solução, dentro das regras de mercado. O discurso do “deixa quebrar” é o discurso da conveniência.

 

DINHEIRO – Qual o papel da Fundação Rubem Berta, dona da Varig, na crise?

CASTRO – É o papel do Drácula, que foi sugando o sangue da empresa. O Drácula vai inoculando a vítima e só se alimenta do sangue necessário. Mas a questão é que a boa solução é aquela que mata o Drácula e salva a vítima – no caso, a Varig.

 

DINHEIRO – Alguém no governo já tentou efetivamente contribuir para uma solução?

CASTRO – O Carlos Lessa, que estava no BNDES, parecia disposto a contribuir, mas numa entrevista recente disse que suas iniciativas vinham sendo bloqueadas. Proibiram-no de fazer qualquer coisa a respeito.

 

DINHEIRO – E o José Alencar, no Ministério da Defesa?

CASTRO – Ele atuou para que a Fundação Rubem Berta contratasse uma consultoria do Unibanco. Mas a solução foi esdrúxula, pois dependia de mudanças na Lei de Falências no Senado. Por isso, não prosperou. E depois vieram os notáveis que ingressaram em maio de 2005.

 

DINHEIRO – É a turma do David Zylberstajn?

CASTRO – Isso. E foi então que a empresa aderiu à Lei de Falências. O problema é que a postura do governo em relação à Varig sempre foi errática. Mesmo sem ser credor.

 

DINHEIRO – BR e Infraero não são credores?

CASTRO – São empresas com participação acionária da União, com créditos relativamente pequenos. E é bom lembrar que operam em situações de monopólio. Será que é justa a tarifa aeroportuária cobrada no Brasil?

 

DINHEIRO – A Varig Operacional geraria caixa positivo?

CASTRO – Claro que sim. Se você separa essa empresa da Varig antiga, ela passa a valer, no dia seguinte, US$ 1 bilhão. E é uma conta até conservadora, porque a Gol, por exemplo, vem sendo avaliada em US$ 5 bilhões. É por isso que faz sentido, para muitos investidores, inclusive os funcionários, apostar no futuro da Varig.

 

DINHEIRO – E a Varig podre fica então com o governo?

CASTRO – Não é verdade. O desequilíbrio entre ativos e passivos é irreal. Existe só um descasamento temporal entre as cobranças feitas no presente à companhia e os diversos recursos processuais que o governo tem à disposição para não pagar o que deve à Varig.

 

DINHEIRO – Estatizar a Varig, como aconteceu com outras empresas aéreas importantes até na Europa, seria uma solução?

CASTRO – Essa é uma proposta que cria só confusão, porque não é necessária. Há soluções disponíveis de mercado, que, portanto, seriam mais eficientes.

 

DINHEIRO – O sr. ainda acredita numa solução?

CASTRO – O tempo joga contra. E nesse relógio o ponteiro dos segundos se acelera. O problema é que o efeito tempo age sobre a percepção do cliente – e isso é que me deixa desesperado. Mas deixar quebrar seria burrice, um neomercadismo da pior espécie. É a representação mais nítida de que o País já não toma decisões estratégicas.

 

DINHEIRO – Deixar quebrar é uma tese que vem travestida de discurso liberal.

CASTRO – É isso que me enfurece. Eu sou do time liberal, e não os que hoje atuam pela quebra da Varig. Propor a quebra não é liberalismo. É entreguismo aos concorrentes nacionais e internacionais. Mas tudo isso é reversível. A marca Varig é tão forte que basta um sinal contundente na direção positiva para que os clientes voltem.

 

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A entrevista deste nobre interlocutor, é contraditório em algumas de suas exposições e fere princípios das Leis que normatizam o setor e a economia de mercado.

 

Entendo inclusive que o mesmo não teria isenção no pensamento e na formação de opinião, apesar do vasto conhecimento por ele apresentado, pois, o mesmo encontrava-se trabalhando para interesses que envolviam toda a questão.

 

 

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Nesse cálculo que o economista Paulo Rabello de Castro fez, o desfalque nos cofres públicos é apenas uma das contas (3,5 bilhões de reais, para ser mais exato) do tal prejuízo. A parte que corresponde aos cofres públicos não se deu pela injeção de capital na companhia, mas pelo que o Estado deixou de arrecadar com tributos.

 

Resumindo, o que o pais ja perdeu com tributos e o que os brasileiros ja contribuiram com o lucro das empresas estrangeiras ja ultrapssou os 10 bi£. o DR Paulo e' um economista de enorme respeito e credibilidade; Sabe o que diz.

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A entrevista deste nobre interlocutor, é contraditório em algumas de suas exposições e fere princípios das Leis que normatizam o setor e a economia de mercado.

 

Entendo inclusive que o mesmo não teria isenção no pensamento e na formação de opinião, apesar do vasto conhecimento por ele apresentado, pois, o mesmo encontrava-se trabalhando para interesses que envolviam toda a questão.

Quais seriam as contradicoes na exposicao do professor e economista ,nobre forense le1 ?

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A entrevista deste nobre interlocutor, é contraditório em algumas de suas exposições e fere princípios das Leis que normatizam o setor e a economia de mercado.

 

Entendo inclusive que o mesmo não teria isenção no pensamento e na formação de opinião, apesar do vasto conhecimento por ele apresentado, pois, o mesmo encontrava-se trabalhando para interesses que envolviam toda a questão.

Le1,

 

Muito boa sua colocação a respeito da improvável isensão de pensamento, afinal ele era pago pela Associação de Pilotos da Varig.

 

Eu também notei algumas contradições na entrevista. Sem ter a intenção de invalidar seus argumentos econômicos, eu acho que o economista trabalha com um cenário estático, considerando apenas os prejuízos imediatos de uma até então provável suspensão de operações, sem considerar os ganhos futuros. Aliás, é muito estranho um economista liberal, formado na Chicago University, desconsiderar o pensamento da Escola Austríaca, encabeçado por Joseph Schumpeter e sua tese da "destruição criadora".

 

Paulo Rabello de Castro fala de perda de eficiência no setor, quando as empresas que sobrassem (Tam e Gol) poderiam obter ganhos de escala e aumentar o preço de suas passagens (o lucro do setor aumentaria!!). Ele também afirma que a perda do PIB do setor aéreo ficaria em R$ 4 bilhões, mas logo em seguida soma R$ 700 milhões de reais em soma de salários, quando estes já estariam contabilizados nos 4 bilhões (duplacidade contábil).

 

Os economistas, além de serem ótimos em fazer contas, também são excelentes em manipulá-las, ainda mais quando podem estar recebendo um incentivo financeiro para isso.

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Quais seriam as contradicoes na exposicao do professor e economista ,nobre forense le1 ?

 

Antes de tecer as linhas abaixo, faço lembrar o que mencionei no post anterior com grifo:

 

" __ A entrevista deste nobre interlocutor, é contraditório em algumas de suas exposições e fere princípios das Leis que normatizam o setor e a economia de mercado.

 

Entendo inclusive que o mesmo não teria isenção no pensamento e na formação de opinião, apesar do vasto conhecimento por ele apresentado, pois, o mesmo encontrava-se trabalhando para interesses que envolviam toda a questão. "

 

O contraditório, não significa "não saber o que diz"; têm outro significado.

 

As contradições durante a própria entrevista é fácil de identificar, imaginei que vc pudesse fazê-lo, mas, como trata-se de um renomado economista que encontrava-se trabalhando para o interesse de nobres colegas ( conforme a reportagem), o "forense" aqui resolveu citá-las:

 

" ... E não tem graça nenhuma país pobre sair destruindo suas companhias. A nova Lei de Falências é inteligente. Ela preserva a empresa e tira o acionista."

 

__ Todos sabemos que NÃO foi o país que destruiu a Varig; aliás, apesar da data desta entrevista, sabemos que governos e governos utilizaram em diversas oportunidades o "gozo" do incentivo de nossas economias para o crescimento da "gloriosa". Inclusive para o próprio Aerus, não preciso citar a Lei de sua criação não é verdade ??

 

Ninguém desejava o fim da Varig.

 

 

__ E não foram poucos os recursos público do país utilizados para tal fim. O nobre entrevistado e vc sabem disso; além do quê, se o país é pobre, por que continuaria tal Prática, perdoando dívidas por exemplo ???

( eis uma das contradições )

 

Continuando ...

 

" ... DINHEIRO – E a Varig podre fica então com o governo?

CASTRO – Não é verdade. O desequilíbrio entre ativos e passivos é irreal. Existe só um descasamento temporal entre as cobranças feitas no presente à companhia e os diversos recursos processuais que o governo tem à disposição para não pagar o que deve à Varig."

 

__ O que é dívida e É COBRADO de qualquer empresa, ele chama de "descasamento temporal" ...

 

__ Quisera eu pagar meus impostos somente após decisão ou acordo judicial ... em economia de mercado, é praticamente uma sentença de morte para a empresa, pois, a concorrência faz a "leitura" da sua dificuldade e avança na fatia de mercado.

 

Mas, isso não é ainda o contexto do contraditório,

 

DINHEIRO – Estatizar a Varig, como aconteceu com outras empresas aéreas importantes até na Europa, seria uma solução?

CASTRO – Essa é uma proposta que cria só confusão, porque não é necessária. Há soluções disponíveis de mercado, que, portanto, seriam mais eficientes.

 

 

Ele diz que há soluções do mercado, mas, lá no início da entrevista é completamente à favor que o governo intervenha neste caso.

 

Interessante para um neoliberal, inteligente e conhecedor profundo do assunto ( como sabemos), apresentar na mesma entrevista soluções antagônicas para a mesma situação.

 

Será que ele tinha completa isenção para formar opinião ???? ou ...

 

Você não observou contradição nisso ???

 

Lembre-se, ele encontrava-se trabalhando para o interesse do grupo de pilotos ( colegas, por assim dizer...) da Varig.

 

A própria Lei de Falências que ele chama de "inteligente" em seu bojo, hoje, encontra-se o resultado provocado pela aplicação, no caso da Varig, nas "mãos" do STF.

 

 

Por isso tudo acima ralatado o "forense" aqui, expressa desta forma a opinião.

 

Com a pequena ressalva ...

 

__ Não opino olhando para o próprio UMBIGO !

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Sendo (na teoria) conhecida pelas baixas tarifas, firmou posição no mercado.

Pois eh, parece que eu odeio a GOL neh? mas não. :thumbsup: Soh me deixa extremamente irritado a propaganda (filosofia) enganosa q ela deixa no ar. Se é a mais barata porque eu (que voo 99% das vezes na mais em conta) soh voei 2 vezes na GOL dos meus 25 vôos? E olha que eu pesquiso semana antes, tenho cartão Voe Fácil, e sei alguns truques de dias mais em conta...etc! Vejo a GOL sobre um prisma magnífico, uma empresa realmente inteligente, flexível, econômica (qdo vc aproveita as promoções temporárias - se conseguí-la), etc etc. Cmo alguns jah sabem, tenho um amigo lah q trampa na administração de aeronaves e ele me fala mto da GOL, realmente é uma empresa do "carvalho". Mas em se tratando em manter a filosofia inicial... jah falei.

 

Com os seguidos prejuízos com a compra da VRG é preciso "fazer dinheiro" enquanto a Azul não vem. E é exatamente isso que ela vem fazendo agora.

Será q cobrando caro ela conseguirá mais pax? (bom, pessoalmente tô com saudade de voar nela... ($$) :lala:

 

Futuro tenebroso.... :macumba:

[2] Vamos ver cmo termina a novela com a estréia da Azul...

 

abs e obrigado por esclarecimentos. :thumbsup:

ER

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Resumindo, o que o pais ja perdeu com tributos e o que os brasileiros ja contribuiram com o lucro das empresas estrangeiras ja ultrapssou os 10 bi£. o DR Paulo e' um economista de enorme respeito e credibilidade; Sabe o que diz.

 

O nobre Dr. Paulo era mais um dos abutres que se debruçavam sobre a carniça da Varig. Foi contratado pela TGV uma entidade pseudo-representativa dos funcionários para implementar um plano salvador para a empresa, que utilizaria os recursos do Aerus adicionados aos recursos que viriam de investidores (estes que nunca apareceram).

Arremataram a VARIG em um leilão judicial mas não fizeram o depóstito, abrindo o caminho para que um certo Fundo de Investimentos fizesse uso das 'benesses' aprovadas em Assembléias pelo TGV onde os funcionários doaram seus sangues (de Guerreiros) e aceitaram postergarr o recebimento dos seus débitos em uma próxima encarnação entre outras gentilezas...

 

Como disse um nobre dirigente do TGV à Rádio CBN no dia do leilão: - Demissões... Como assim? Nós não vamos demitir ninguém... nós vamos contratar funcionários para a Varig... para a nova varig. A varig de seus 'trabalhadores'...

 

Soluções para a Varig houveram em vários momentos, pelas mais variadas fontes, e das mais variadas formas. Mas todas elas eram soluções de mercado.

 

Mercado?!?!? Isso aí... vivemos em uma economia de mercado, em um mundo globalizado.

 

Talvês seja por isso que as montadoras japonesas dominaram o mercado americano de automóveis... Talvês seja por isso que os Bancos vivam se fortalecendo em fusões e cisões...

 

Mas o Universo particular do Grupo Varig não se permitia aceitar isso... exclusivamente porque todos dizíam: - estou ocupado fazendo o meu trabalho, não me envolvo em setores administrativos, estou carregando a empresa nas costas (costumavam dizer)...

 

Isso era responsabilidade do Colégio Delirante e do Conselho de Curandeiros da FRB... (perdoem-me o sarcasmo)

 

Temiam pelos empregos, achacam que não deveriam haver cortes... Ou se eles houvessem que fossem nas co-irmãs (Rio-Sul e Nordeste e depois a Varig Log) que julgavam responsáveis pela decadência da Varig.

 

Quando alguns perceberam a Gravidade da Situação e de como as coisas estavam sendo manipuladas politicamente e foram contra um movimento chamado 'Ação Industrial' houve o racha das Associações de funcionários da Varig e seus imbróglios com o SNA. Aí sim foi decretado o começo do fim... Na realidade esse movimento queria apenas iniciar uma nova dança das cadeiras...

 

Na Varig não se fazia carreira funcional, fazia-se carreira política...

 

A Lufthansa foi contratada (pela própria Varig) para fazer um estudo para reestruturação da empresa, mas o resultado foi o previsível. Foii colocado de escanteio todo o projeto.

 

Teria de haver outros meios para a salvação que não os de mercado...

 

Teria que haver a mão salvadora do governo...

Aquela mesmo que salva o micro-empresário que passa por dificuldades, aquela que surge para quitar o cheque especial do cidadão de classe média, que ajuda os taxisistas que se encontram em dificuldade para quitar os seus financiamentos e por aí vai... Sabem porque tinha que haver essa mão salvadora? Porque a Varig era patrimônio do País, assim como eram a Panair, a Real, a Cruzeiro, a Taba, a Itapemirim CARGO a TRANSBRASIL a VASP... Ela tinha que ser salva...

 

Como???? Mas que pergunta...

 

Com o dinheiro do contribuínte, aquele mesmo que não tinha acesso ao transporte aéreo...

 

Se alguém puder, e tiver saco e fonte de pesquisa, gentileza comparar os preços de passagens aéreas entre SÃO PAULO E MANAUS, ou entre RIO DE JANEIRO E RECIFE ou entre BRASÍLIA E PORTO ALEGRE praticados a quando a VARIG ainda reinava nos céus do Brasil no começo deste século... vão se surpreender e ver que hoje se paga bem menos... Sabem porque? Economia de mercado provoca livre concorrência (nem tão livre assim no Brasil) e finalmente a maior de todas as leis do mundo globalizado:

 

- Quem não tem competência não se estabelece!

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