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TAP admite reduzir frequências para o Nordeste


TAP151

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Além de os operadores turísticos reduzirem operações charter (1)

 

TAP já admite reduzir voos nordeste Brasil Volta a queixar-se de falta de promoção

 

Presstur 30-06-2008 (16h36) O administrador da TAP Luiz Mór avançou ao “Panrotas” (www.panrotas.com.br) que a companhia, maior transportadora internacional para o nordeste brasileiro, com 26 voos por semana, está a estudar reduzir a oferta pela queda do movimento de europeus para esses destinos.

Depois que o presidente da administração da TAP, Fernando Pinto, anunciou na semana passada que a companhia não vai abandonar qualquer destino (Clique para ler: Fernando Pinto garante: “não vamos cancelar nenhum destino”), mas estuda reduções da frequência de voos para alguns, é a primeira vez que um gestor da empresa concretiza que o nordeste brasileiro está nessa lista de reduções.

A notícia do “Panrotas” diz que a TAP “está realmente estudando se e quando vai diminuir o número de frequências entre Portugal e o Nordeste brasileiro”, remetendo para o blog “Panrotas em Viagem”, nova iniciativa do site, no qual o editor, Artur Luiz Andrade, escreve sobre uma conversa com Luiz Mór, sob o título “Mór está satisfeito com Portugal, mas não com Nordeste brasileiro” (clique para ler: http://blog.panrotas.com.br/).

O “Panrotas” assinala que “a notícia não é uma surpresa total para quem acompanha as declarações do vice-presidente executivo da Tap, Luiz da Gama Mór, que vem criticando há pelo menos dois anos a falta de promoção dos Estados do Nordeste em Portugal e na Europa em geral”, mas fontes em Portugal e no Brasil dizem que essas reduções até já têm acontecido.

Na passada segunda-feira, o site brasileiro “Destino do Sol” publicava que o voo de Lisboa para Recife “está sofrendo problemas”, pois, “pelo número reduzido de passageiros”, a TAP “decidiu incluir uma escala em Salvador, na tentativa de manter a viabilidade financeira do voo, já que Salvador tem uma grande procura pelo turista europeu e os actuais voos entre as capitais da Bahia e de Portugal sempre estão com taxa de ocupação satisfatória”.

Fontes da aviação em Portugal dizem ao PressTUR que, no entanto, o que a TAP tem estado a fazer é uma “gestão” das taxas de ocupação, fazendo voos “triangulares” (que juntam dois destinos) ou juntando voos (quando tem duas partidas para o mesmo destino com horários próximos) quando as ligações têm taxas de ocupação muito baixas e não causa grandes inconvenientes aos passageiros.

As mesmas fontes dizem que a perspectiva tem sido assegurar a viabilidade das operações face à escalada do preços dos combustíveis, bem como manter os horários para a época alta, porque a companhia tem a expectativa de voltar a ter os aviões cheios nesse período e um anúncio de redução de voos nesta altura poderia ter um efeito negativo na procura.

As fontes comentam ainda que a TAP está a seguir assim uma estratégia muito em linha com as suas congéneres europeias e norte-americanas, que estão a deixar as reduções para depois do Verão.

Outras fontes comentam que “era quase inevitável” uma redução do número de voos da TAP para o nordeste brasileiro só pela evolução do mercado nos últimos dois anos e à renovação da frota de longo curso, com a saída do aviões Airbus A310, que tinham 188 lugares, pelos A330, que têm 268.

Esta mudança de avião, sem qualquer alteração no número de voos, conforme números avançados pela TAP, em Abril passado, levaria a um aumento da oferta de lugares nas rotas do nordeste em 21,7% este ano, para 690 mil, depois de em 2007 ter crescido 3,5%.

O número de passageiros transportados nas rotas do nordeste cresceu 16,7% em 2006, para 448 mil, mas em 2007 o aumento foi de apenas 1,3%, para 454 mil (Clique para ler: Mais 123 mil que em 2007 - TAP vai colocar este ano 690 mil lugares nas quatro rotas do nordeste brasileiro).

Em finais de 2007, quando ainda não se vislumbrava que a aviação iria mergulhar no que os gestores do sector afirmam ser a crise mais grave de sempre, mas já a procura de nordeste brasileiro, designadamente em Portugal, mostrava que estava longe de acompanhar o aumento da oferta, o PressTUR questionou Luiz Mór sobre a expectativa face ao aumento da oferta que se perspectivava ser da ordem de 40%.

“Esperamos que o mercado reaja na mesma proporção” — foi a resposta de Luiz Mór, administrador da TAP, que mais tarde, em Abril, durante a BNTM, deixou a indicação de uma animação do mercado e a perspectiva de um investimento em promoção por parte dos destinos brasileiros (Clique para ler: Com a substituição dos A310 pelos novos A330 - TAP prevê que rotas do nordeste brasileiro acompanhem aumento da oferta em 40%).

Nos primeiros três meses deste ano, disse Luiz Mór, a TAP teve um aumento em 8% do número de passageiros transportados nas rotas do nordeste brasileiro, para 128 mil.

Este aumento, embora muito superior ao registado em 2007 (1,3%) ficava muito aquém do que a companhia registava nos voos para o chamado sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, até pelo início desta última rota em Fevereiro), que levava a que o crescimento nos voos do Brasil se situasse em 30% no trimestre, e sobretudo aquém do aumento da oferta de lugares.

Porém, a situação piorou, pelo que Luiz Mór avançou ao editor do “Panrotas”.

Artur Luiz Andrade escreve que a TAP pensa reduzir voos para o nordeste pela “queda no fluxo de europeus indo para o Brasil”, referindo que a procura aumentou este ano em apenas 3% nos voos do Nordeste, quando no primeiro trimestre estava com um aumento em 8%.

“E esse crescimento se deve ao aumento no número de brasileiros viajando para a Europa. Mesmo a Bahia, destino mais conhecido na Europa, vem perdendo passageiros. Enquanto isso, os voos do Sudeste e de Brasília continuam cheios, principalmente devido ao tráfego executivo e ao emissivo”, acrescenta.

 

http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15611

 

TAP e nordeste brasileiro (2)

 

Luiz Mór retoma queixas de falta de promoção por parte dos destinos do nordeste brasileiro

 

Presstur 30-06-2008 (16h34) “Mais uma vez, os Estados do Nordeste perderam o timing para se promover para a alta temporada”, disse o administrador da TAP, Luiz Mór, na conversa com o editor do “Panrotas”, Artur Luiz Andrade.

Esta afirmação denota que se goraram as expectativas que a TAP tinha neste domínio, nomeadamente quando se compara com o discurso do administrador da companhia em Abril passado.

“Tem havido reacção do Nordeste e em primeiro lugar da própria Embratur”, afirmou Luiz Mór durante um encontro com a imprensa por ocasião da BNTM, que se realizou em Abril na cidade de Salvador, Bahia.

Luíz Mór disse então estar “bastante optimista” e deixou mesmo no ar um “tem muita coisa boa vindo por aí”.

Estas declarações foram suscitadas pelo facto de no ano anterior, em Recife, Pernambuco, que foi a capital nordestina que sediou a BNTM 2007, o discurso de Luiz Mór ter sido marcado pelas suas críticas à falta de promoção dos destinos do nordeste brasileiro.

Nessa ocasião, Luiz Mór anunciou que o mercado português para o nordeste brasileiro registou em 2006 uma queda na ordem de 12%.

Em 2007, a queda estancou-se, verificando-se uma subida do número de passageiros com origem no mercado português em 0,9%, indicou Luiz Mór, cujos dados divulgados na Bahia mostravam que, depois do Brasil, Portugal era a primeira origem de passageiros nos voos do nordeste brasileiro, com 18% do total (face a 20% em 2006).

O diagnóstico de Luiz Mór é que falta promoção dos destinos nordestinos na Europa — “a Embratur ainda faz algum esforço, graças a Deus temos a Jeanine [Pires, presidente da Embratur], mas os Estados não fazem nada”, disse Luiz Mór, segundo o blog que antecipa a publicação no jornal “Panrotas” de uma entrevista com o administrador da TAP — e há o efeito da valorização do real, que encarece o destino.

“O Brasil no geral vai indo muito bem e estas situações são assim mesmo. Se o câmbio favorece o emissivo, ele compensa a queda no receptivo. Há mais brasileiros indo à Europa”, defende Luiz Mór, que ressalva o caso do nordeste brasileiro, porque ainda no ano passado, quando já se dava a explosão das viagens de brasileiros para o estrangeiro, 68% dos passageiros da TAP nos voos do nordeste tinham origem na Europa.

Neste caso, “onde o receptivo é mais forte, estamos analisando reduzir os voos”, diz Luiz Mór, que comenta que “algo teria de ser feito para incentivar a ida de europeus”, até porque as Caraíbas estão mais agressivas a promover-se.

“Mas mais uma vez, os Estados do Nordeste perderam o timing para se promover para a alta temporada”, acrescenta o editor do “Panrotas”, que refere que “sem incentivos, o turista europeu prefere o mais barato e mais perto, como o Leste Europeu e o Norte da África”.

O testo diz ainda que “a situação ainda não é tão alarmante”, apontando o caso do “sucesso de Natal com os escandinavos, principal mercado para a TAP na ligação com o Rio Grande do Norte”, mas que face à evolução dos custos com combustíveis “o assento vazio fica muito mais caro”.

O texto levanta ainda hipótese de a TAP reduzir mesmo o número de destinos no Brasil.

“A Europa também deve perder voos, mas a TAP não deixará de voar para qualquer destino europeu hoje existente. A mesma certeza não há para o Brasil”, escreve Artur Luiz Andradem depois de referir que a “Mór não quis dizer se há estudos para aumentar as frequências para outros destinos/mercados brasileiros”.

 

http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15610

 

TAP e nordeste brasileiro (3)

 

Números do Aeroporto de Lisboa mostram forte “arrefecimento” do nordeste

 

Presstur 30-06-2008 (16h29) Os dados de tráfego do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso mostram que embora as ligações com o Brasil, em que a TAP é largamente dominante, tenham voltado a crescer em Maio acima dos 25% (25,3%, para 90.956, com o qual nos cinco meses o crescimento médio é em 18,7%, para 483.990), o nordeste ficou à margem.

Pela primeira vez em vários anos, os voos do Recife, que foi o primeiro destino do nordeste brasileiro a ter voo diário directo de Lisboa, não figura na lista das 30 principais cidades com ligações de e para a capital portuguesa, a qual termina precisamente com Salvador, com 8.442 passageiros (-1,7%).

No entanto, Salvador está apenas com seis voos por semana de Lisboa (a TAP reduziu um voo na capital, quando introduziu este ano uma ligação semanal à partida do Porto), enquanto Recife, de horário, mantém um voo diário.

A lista do Aeroporto indica que em Maio o único destino do nordeste que teve aumento do número de passageiros foi Fortaleza, com +4,6%, para 9.698, que assim foi a rota nordestina com maior volume de tráfego no mês.

Fora da lista ficaram Recife, que em Maio de 2007 tinha 8.672 passageiros, além de Natal, que, por ter apenas cinco voos por semana, só esporadicamente consta entre as 30 principais origens/destinos.

A situação, no entanto, é ainda mais grave do que transparece quando se comparam apenas os números de passageiros de voos regulares, pois ocorre em simultâneo com uma redução de voos charter.

Excluindo o período da Páscoa, em que houve reforços, nomeadamente para as viagens de finalistas, que a oferta charter está ao mais baixo nível de sempre e a situação agravou-se a partir de 18 de Maio.

O operador terraBrasil, que em 2007 mantinha dois voos em avião da BRA (Porto Seguro – Recife e Natal – Fortaleza) reduziu para um (Porto Seguro – Natal), que suspendeu a partir de 18 de Maio e só recomeçará a ter charter em 20 de Julho (em aviões SATA, para Porto Seguro e Salvador, e White, para Natal).

O grupo de operadores que contrata os voos em conjunto (Club 1840, Entremares, Iberojet, Mundovip e Travelplan), que chegou a manter três voos por semana para o nordeste brasileiro em época baixa (um deles exclusivo para Recife), este ano manteve só dois (Porto Seguro – Salvador e Recife – Natal), reduziu para um a partir de 18 de Maio (Porto Seguro – Natal) e só vai começar a operação de Verão a 19 e 20 de Julho (inicialmente previam a 6 e 7) e com os mesmos dois voos que tiveram na época baixa (Clique para ler: Operadores cancelam charter Porto-Maceió-Natal e voo suplementar para Cancun).

Ao contrário dos voos da TAP, em que no ano passado 32% dos passageiros eram originados no mercado brasileiro e os outros mercados europeus que não Portugal significavam 50%), os charters são quase exclusivamente mercado português, pelo que são um barómetro mais imediato da evolução que se está a verificar, embora o seu volume de oferta seja muito inferior ao TAP.

No entanto, pela evolução da TAP há uma perspectiva mais alargada da evolução do conjunto dos mercados europeus, uma vez que a companhia manteve o maior volume de oferta entre a Europa e o nordeste brasileiro.

Dados da Infraero, empresa gestora dos aeroportos brasileiros, indicam que de Janeiro a Maio, o único dos quatro aeroportos do nordeste brasileiro que tem crescimento do número de passageiros de voos internacionais é Recife, que regista um aumento em 32,5%, para 99.937.

Salvador tem uma queda em 5,4%, para 177.790, Fortaleza cai 7,4%, para 105.520, e Natal cai 20,7%, para 84.861.

Estes totais referem-se tanto a voos regulares como charters e incluem voos regionais (países vizinhos) e mostram que se manterá que a TAP enfrentará concorrência acrescida nalguns países europeus, mas que também a procura de nordeste terá quebras.

O Anuário da Embratur relativo a 2007 (clique para ler: Portugal é o país europeu que mais envia turistas para o Brasil) mostrava que entre os estados do nordeste, só a Bahia teve um crescimento do mercado português (segundo maior forte, depois de Espanha), pela margem mínima (0,1%).

A Bahia teve em 2007 um aumento das chegadas de turistas europeus em 9,4%, para 172.179.

Entre os mercados emissores que têm mais peso (+ de 5% do total) subiram Espanha (que tem voo directo de Madrid com a Air Europa), com +18,4%, e que passou a ser o primeiro emissor (20,6% do total, enquanto Portugal representou 19%), Alemanha (13,9% do total), com +53,2%, e Inglaterra (6,6% do total), +54,6% (que têm operações da Thomas Cook, centradas no Iberostar Praia do Forte) e Itália (13,2% do total), com +1,1%.

Em baixa esteve França (7,2% do total), com –23,6%.

O Ceará teve uma queda do turismo europeu em 2,8%, para 91.936, com quedas de Itália, primeiro emissor (22,5% do total), em 3,9%, e Portugal, segundo maior (15,8% do total), em 22,7%.

A Suíça, terceiro maior emissor (6,4% do total) teve um crescimento em 26,9%, e a Finlândia, sexto (5,2% do total), subiu 83,3%, mas a Holanda, quarto (6,2% do total), baixou 17% e a França, sétimo (4,8% do total), baixou 23,5%.

Quanto a Pernambuco, o Anuário indica que teve uma queda em 5,4% do turismo europeu, para 64.152, com Portugal, primeiro mercado emissor (38% do total), em baixa de 16,9%.

Itália, segundo maior (12,4% do total), subiu 4,3%, a Finlândia (9,1% do total) subiu 26% e a Alemanha (6,2% do total) subiu 24,9%.

Em baixa esteve França (5,9% do total), com –10,5%.

No caso do Rio Grande do Norte, o Anuário indica que houve uma quebra em 2007 do turismo procedente da Europa em 5,8%, para 107.742 visitantes.

Portugal, primeiro mercado emissor (27,4% do total) teve uma baixa de 9%, e Itália, segundo maior (21,4% do total), baixou 10,5%.

A Holanda, terceiro (12,7% do total), subiu 18%, Espanha, quarto (12,3% do total) subiu 33%), a Suécia, quinto (7,2% do total) subiu 30%, e a Inglaterra, sexto (5,9% do total) baixou 10,9%.

 

http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15609

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Caraca! O que está acontecendo com Recife? Além do baixo crescimento de pax nos número da Infraero, tb os vôos da TAP vão indo muito mal! REC é um destino histórico da TAP e realmente é uma pena estar acontecendo isso. Mas porque? O turismo pernambucano anda mal mesmo?

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Embora com alguns erros relativos ao numero de charters (entretanto cancelados):

 

2008-06-30 18:04:15

 

Rio Grande do Norte promove-se em Portugal

 

O Estado brasileiro de Rio Grande do Norte irá nos próximos meses intensificar sua promoção turística na Europa, com campanhas já preparadas para Portugal e Itália. Em Agosto e Setembro os autocarros nas principais cidades dos dois países circularão com anúncios de promoção do turismo na região.

Etas campanhas serão complementadas com outros formatos convencionais de publicidade do Rio Grande do Norte, nomeadamente em outdoors.

A promoção turística que o Rio Grande do Norte fará em Portugal no segundo semestre do ano poderá beneficiar de outro factor. No início do mês, a Infraero indicou ter recebido novos pedidos de voos internacionais para começarem ainda este ano.

Actualmente, o Estado recebe do exterior cinco voos regulares operados pela TAP e 10 charters. Os novos voos solicitados à Infraero para entrar em operação são das portuguesas White (dois) e SATA (um); das italianas Air Itália (dois) e Volare (um): e da sueca Novair (um).

 

http://www.opcaoturismo.com/noticia.php?id=10693

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Eu não entendi que reduções são essas em Natal e Recife! Natal terá um vôo a menos, passando a ter quatro vôos semanais e Recife terá um vôo semanal via Salvador, além do vôo direto Lisboa-Salvador?! Bom, no Amadeus não consta nada!

 

Agora é aquela coisa, estamos saindo de dois meses do ano que eu considero os piores para o Nordeste, que são Maio e Junho. A partir de Julho, as ocupações sobem bastante, seria necessário mesmo essa redução em Natal e Recife?!

 

Abraço!

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Guest SkyMember
Eu não entendi que reduções são essas em Natal e Recife! Natal terá um vôo a menos, passando a ter quatro vôos semanais e Recife terá um vôo semanal via Salvador, além do vôo direto Lisboa-Salvador?! Bom, no Amadeus não consta nada!

 

Agora é aquela coisa, estamos saindo de dois meses do ano que eu considero os piores para o Nordeste, que são Maio e Junho. A partir de Julho, as ocupações sobem bastante, seria necessário mesmo essa redução em Natal e Recife?!

 

Quanto a REC eu não acredito na redução, passados os piores meses do ano (APR/MAY/JUN), os vôos tem tido uma média de 80% de ocupação (da 2a quinz de JUN até agora), e isso se alonga durante o ano. Eu diria que a situação é pior em NAT que teve downgrade pro A310 em junho, ainda assim com ocupações bem baixas, com o upgrade para o A330, a oferta de assentos cresce de forma como se houvessem mais 2 frequências com o A310.

 

Eu já especulava a redução de NAT para 3 ou 4 frequências, mas REC não creio que seja reduzida. Interessante Recife ser noticiada dessa forma pela TAP, se no mês passado houve apenas triangulares NAT/FOR, sendo 2x/semana durante todo o mês!

 

Na passada segunda-feira, o site brasileiro “Destino do Sol” publicava que o voo de Lisboa para Recife “está sofrendo problemas”, pois, “pelo número reduzido de passageiros”, a TAP “decidiu incluir uma escala em Salvador, na tentativa de manter a viabilidade financeira do voo, já que Salvador tem uma grande procura pelo turista europeu e os actuais voos entre as capitais da Bahia e de Portugal sempre estão com taxa de ocupação satisfatória”.

 

Mas que MENTIRA! A TAP realizou em abril e maio alguns triangulares LIS-SSA-REC-LIS por baixa ocupação em AMBAS as cidades! Da forma como foi falado é como se SSA tivesse tido além do vôo regular, um extra que seria extensão do de REC! O pessoal sabe como cagar no pau nessas notícias sem embasamento... :thumbsdown_still:

 

Actualmente, o Estado recebe do exterior cinco voos regulares operados pela TAP e 10 charters. Os novos voos solicitados à Infraero para entrar em operação são das portuguesas White (dois) e SATA (um); das italianas Air Itália (dois) e Volare (um): e da sueca Novair (um).

 

Os charters para NAT até agora planejados são 2 da White (1 exclusivo de julho a setembro e o retorno do anual LIS-REC-NAT-LIS) e 2 da Air Italy (1 exclusivo e 1 dividido com FOR).

 

De qualquer forma, nenhuma das notícias comenta sobre redução de frequências em REC e/ou NAT, apenas a redução da taxa de ocupação. Tirar os 3 últimos meses por todo o ano não é das coisas mais inteligentes a se fazer.

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