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Teixeira acusa sócios da Variglog


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Começa depoimento de ex-sócio da VarigLog no Senado

Empresário falará sobre as denúncias de que Dilma teria pressionado a Anac a facilitar a compra da aérea

 

Da redação

 

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Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")BRASÍLIA - O empresário Marco Antonio Audi, um dos ex-sócios da VarigLog, começou a depor por volta das 11 horas desta quinta-feira, 3, na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado (CIE). Ele falará sobre as denúncias de que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, teria pressionado a Agência Nacional de Aviação (Anac) a facilitar a compra da Varig.

 

Veja também:

 

icone-bullet.gifTurbulências da Varig

 

 

 

Audi representará os outros dois ex-sócios brasileiros da VarigLog - Marcos Haftel e Luiz Eduardo Gallo -, também convidados para a reunião. O empresário deve confirmar a informação dada ao Estado de que pagou US$ 5 milhões ao advogado Roberto Teixeira para aprovar a composição acionária da VarigLog.

 

 

 

Acusado de tráfico de influência no processo de venda da aérea, Teixeira enviou fax recusando o convite para participar da reunião desta quinta e se dispondo a responder por escrito aos questionamentos dos senadores. No texto, ele acusa Audi e outros dois empresários de "criminosos".

 

 

 

Na carta à comissão, Teixeira diz ainda, referindo-se aos três, que responderá a "todos os ataques dos facínoras que vivem envolvidos em crimes tanto na área civil como na área penal". O advogado já havia comparecido para uma audiência no dia 18 de junho, mas a reunião foi adiada, frente à impossibilidade de comparecimento dos demais convidados.

 

 

 

O deputado estadual Paulo Ramos (PDT-RJ), que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro sobre a venda da Varig também confirmou presença.

 

 

 

(com Rosa Costa, de O Estado de S. Paulo e Agência Senado)

 

 

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Começa depoimento de ex-sócio da VarigLog no Senado

Empresário falará sobre as denúncias de que Dilma teria pressionado a Anac a facilitar a compra da aérea

 

Da redação

 

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Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")BRASÍLIA - O empresário Marco Antonio Audi, um dos ex-sócios da VarigLog, começou a depor por volta das 11 horas desta quinta-feira, 3, na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado (CIE). Ele falará sobre as denúncias de que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, teria pressionado a Agência Nacional de Aviação (Anac) a facilitar a compra da Varig.

 

Veja também:

 

icone-bullet.gifTurbulências da Varig

 

 

 

Audi representará os outros dois ex-sócios brasileiros da VarigLog - Marcos Haftel e Luiz Eduardo Gallo -, também convidados para a reunião. O empresário deve confirmar a informação dada ao Estado de que pagou US$ 5 milhões ao advogado Roberto Teixeira para aprovar a composição acionária da VarigLog.

 

 

 

Acusado de tráfico de influência no processo de venda da aérea, Teixeira enviou fax recusando o convite para participar da reunião desta quinta e se dispondo a responder por escrito aos questionamentos dos senadores. No texto, ele acusa Audi e outros dois empresários de "criminosos".

 

 

 

Na carta à comissão, Teixeira diz ainda, referindo-se aos três, que responderá a "todos os ataques dos facínoras que vivem envolvidos em crimes tanto na área civil como na área penal". O advogado já havia comparecido para uma audiência no dia 18 de junho, mas a reunião foi adiada, frente à impossibilidade de comparecimento dos demais convidados.

 

 

 

O deputado estadual Paulo Ramos (PDT-RJ), que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro sobre a venda da Varig também confirmou presença.

 

 

 

(com Rosa Costa, de O Estado de S. Paulo e Agência Senado)

 

Muito "estranho" o cara receber R$5M dos tais "criminosos" e quando lhe convém, chamá-los de "facínoras". Tem muita coisa aí nesse rolo e deve ter rolado um desentendimento nas negociatas ou o Audi deve estar ameaçando o governo e cia com aquilo que deve saber.

 

Rafael

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Assisti tudo!

 

Claramente percebe-se que Audi teve interesse em não relacionar LULA e Dilma no rôlo.

 

Confirmou que houve oferta da TAM diferentemente do que a própria tinha negado em público.

 

Confirmou que os Constatino's peitaram: ou vende agora ou nunca mais!

 

Confirmou que pegou emprestimos sem garantias para montar a VOLO e para comprar a Variglog. Mas rechassou ser chamado de laranja ou de testa de ferro.

 

Não soube dizer o que foi fazer no gabinete de LULA e no de Dilma.

 

Confirmou que o Matlin quebrou a ATA e que comprou a Arrow para quebrar a Variglog.

 

 

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