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American Airlines, Britsh Airways e Ibéria planejam aliança


PedroCNF

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A American Airlines, a British Airways (BA) e a espanhola Ibéria planejam

pedir imunidade antitruste para formar uma joint venture que pode ser uma das forças mais poderosas

no mercado de aviação transatlântica. As empresas pretendem chegar a um acordo de

compartilhamento de lucros e receitas neste mês, segundo executivos das três companhias.

 

O recorde dos custos do combustível, o enfraquecimento da economia e o impacto do "tratado de céus

abertos", selado entre Estados Unidos e União Européia e que entrou em vigência neste ano,

encorajaram muitas das grandes companhias aéreas dos dois lados do Atlântico a se aproximarem de

antigos aliados ou a formarem novas parcerias.

 

O atual acordo bilateral entre a American Airlines e a BA exclui as rotas transatlânticas de ambas, onde

a relação ofereceria os maiores benefícios. Acrescentar a Ibéria ao empreendimento daria às duas

companhias uma ligação vital entre a Europa continental e a América Latina.

 

Espera-se que a American e a BA argumentem com órgãos reguladores dos EUA que o cenário

competitivo foi mudado pelo "tratado de céus abertos". As duas empresas pediram imunidade

antitruste em 1997 e em 2001, mas as autoridades exigiram que as companhias se desfizessem de

um grande número de slots (espaços e horários para pousos e decolagens) no aeroporto de Heathrow,

em Londres - um preço que as duas empresas acharam muito alto.

 

A American e a BA também devem argumentar que a recente onda de fusões e de novas alianças

reforçou muitas das concorrentes transatlânticas, que já possuem imunidade antitruste com seus

parceiros em toda a América do Norte. As duas empresas tentaram no início deste ano levar a

Continental Airlines para sua aliança, mas a concorrente preferiu se unir à United Airlines, Lufthansa e

Air Canada, todas membros da Star Alliance.

 

A American, a BA e a Ibéria são membros da Oneworld, uma das três maiores alianças globais de

empresas aéreas que permitem ao passageiros ganhar milhagens por vôos freqüentes em qualquer

uma delas. (Justin Baer e Kevin Done)

 

 

Fonte: Financial Times

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Cada vez mais neste mundo globalizado, vemos que é impossível nos isolarmos. O grande último exemplo disso foi a aventura VRG nos vôos intercontinentais. Que a direção da empresa veja ( acho que já viu ) que sem alianças, cooperação e parcerias não se chega a lugar nenhum.

 

Nesse aspecto a união Air France-KLM foi um pioneirismo no mercado da aviação civil no velho continente, depois da criação da Comunidade Européia. Logo seguido pela Lufthansa-Swiss.

 

Acredito que num futuro só haverá três ou quatro grandes blocos de empresas aéreas ( alianças ) na aviação comercial mundial. Três, já conhecemos : One World, Star Alliance e Skyteam. Acredito ainda na formação de mais um grande conglomerado de empresas, pois ainda temos algumas que não estão em nenhuma das anteriores, como a Emirates.

 

Estas alianças atuaram não só com conexões, parcerias em programas de milhagem, compartilhamento de salas vips... Será algo mais amplo. Como aquisição de aeronaves para todas as empresas membro. Compra de combustível, operação de aeroportos e serviços de handling.

 

Quem não estiver ligado a ninguém... Não sobreviverá.

 

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A BA vai se rebaixar ao juntar-se com essas duas. será que vale a pena?

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