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China Southern to phase out 777-200s


F-BVFA

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By Nicholas Ionides

 

China Southern Airlines is seeking to phase out its Boeing 777-200s.

 

The SkyTeam alliance carrier says on its website that it wants to sell its four 777-200As and is now accepting offers. The aircraft are used on domestic as well as regional international routes.

 

No reason is given, although China Southern has been adding Airbus A330-200/300s to its fleet which it uses for domestic and regional international services. It now has nine A330s and has 15 more on order, according to Flight’s ACAS database.

 

The airline’s four 777-200s are powered by General Electric GE90 engines and they were built in 1995 and 1996, according to ACAS. China Southern also operates six 777-200ERs, some of which are leased, which it mainly uses for services to the USA.

 

Flight International

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Boa notícia para uma certa companhia aérea brasileira, já que nos últimos tempos, tem rolando uma "afa" forte que estaria interessada em 777s. :lala:

 

Boa notícia, se ela estivesse se desfazendo dos 777-200 ER, agora esses 777-200, não tem como, podem esquecer.

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Bom, o que vcs realmente acham dos 777-200 sem ser ER? Ao menos de dados da Boeing, o MTOW deles a diferença é de 50 toneladas. só que a capacidade de combustível é de 55mil litros a menos. No fim das contas, de capacidade em massa deve ser quase a mesma coisa, considerando a densidade do QAv de 0,8kg/L , a menos que tenha alguma sutileza aí (massa dos tanques, do sistema de bombeamento de combustível, tubulações, etc).

 

São T7 com quase 13 anos de uso. Bom, sabendo usar e cuidar, não dá dor de cabeça. Acredito que haja interessados sim, especialmente cias da região mesmo, se bobear, uma Royal Brunei, que teve inclusive um ou dois T7 ex-RG pintados em suas cores, Air India, enfim. Ou até mesmo, quem sabe, uma Biman Bangladesh. Bom, anunciaram 737-800 e T7s, não?

 

Mas interessante ver o interesse das cias chinesas por Airbus. Não sei se isto é impulsionado por algo que li tempos atrás, da Airbus fabricar alguns dos componentes por lá.

 

Até mais!

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Um 777-200 não ER é pepino pra RG, lembram do VRJ e irmãos?

 

VRJ e VRI até que não davam muitos problemas, mas o Roberto Carlos e Regina Duarte... era até estranho quando eles operavam normalmente.

 

Abs

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Mas não tem nada haver o fato deles (VRC e VRD) serem ou não ER.

Eles davam problemas, pois ja vieram bixados pra Varig. 777 sem ser ER, e bem cuidado, tem, ao meu ver, lugar garantido em qualquer empresa.

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Esses B777-200SR seriam perfeitos para vôos GRU-NE-Europa, GRU-NE-USA ou GRU-NO-USA.

 

 

Concordo com você.

 

Mas não acredito que nenhuma empresa nacional vá colocar tão cedo uma aeronave para fazer vôos do nordeste para Europa ou Usa. Por dois motivos : primeiro, não dá para competir com a TAP hoje para a Europa e uma cia americana para os EUA, e segundo, ter aeronaves ( 2 ou 3 ) específicas para esse tipo de vôo, o que elevaria muito os custos.

 

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O concorrente dos B777-200A são os A330-300, o -200 concorre mais com o B767-400ER. Estes -200A seriam interessantes nas rotas para MIA e JFK, saindo de qualquer cidade do Brasil.

 

Abs

 

 

 

Esses 777, não consegue fazer USA, saindo de qualquer cidade, ele teria que ter uma escala no Norte ou Nordeste, outra coisa e a configuração desses 777, não tem entretenimento de bordo individual, então mesmo sendo um 777, não compensa, a não ser que a Gol pegue, coloque full economica, e faça GIG-MAO-MIA, ou GIG-REC-MIA, ou GIG-FOR-MIA, ou GIG-SSA-MIA, ai poderia até dar certo, mais como os diretores da GLAI trabalham em passos de tartaruga, e a disposição de uma preguiça, podem esquecer, pois, Eu mesmo que trabalho no grupo estou desanimando.

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Esses 777, não consegue fazer USA, saindo de qualquer cidade, ele teria que ter uma escala no Norte ou Nordeste

 

A Varig operava os VRC e VRD entre GRU-JFK em 2004 e até fazia um GIG-LIS semanal em 2005. O alcance de um B777-200A deve ser de 9.500km. Então baseando-se no Great Circle Map:

 

GRU-JFK 7.636km

GRU-MIA 6.553km

POA-MIA 6.911km

POA-JFK 8.161km

GIG-LIS 7.690km

GIG-MAD 8.124km

 

Somente as rotas para CDG, LHR, FRA e MXP operavam com escala em Recife.

 

Abs

 

 

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A Varig operava os VRC e VRD entre GRU-JFK em 2004 e até fazia um GIG-LIS semanal em 2005. O alcance de um B777-200A deve ser de 9.500km. Então baseando-se no Great Circle Map:

 

GRU-JFK 7.636km

GRU-MIA 6.553km

POA-MIA 6.911km

POA-JFK 8.161km

GIG-LIS 7.690km

GIG-MAD 8.124km

 

Somente as rotas para CDG, LHR, FRA e MXP operavam com escala em Recife.

 

Abs

 

 

Aqui está o alcance deles:

777 é o avião mais moderno do mundo, e possui duas versões, o 777-200 e o 777-300. O -200 tem autonomia para 9,525 km, o -200ER tem autonomia para 14,260 km, o -300 tem uma autonomia menor que -200ER sendo de 11,030 km.

 

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Esses 777, não consegue fazer USA, saindo de qualquer cidade, ele teria que ter uma escala no Norte ou Nordeste, outra coisa e a configuração desses 777, não tem entretenimento de bordo individual, então mesmo sendo um 777, não compensa (...)

Mesmo que não tenham entretenimento a bordo, não é tão caro providenciá-lo. Aliás, é relativamente barato perto do preço total do avião e das possibilidades de retorno econômico que podem ser geradas. Deve ficar em no máximo US$ 3 milhões por aeronave. Alguns 777-200A seriam interessantes para fazer rotas para os Estados Unidos, principalmente a partir de BSB, onde a Varig possui um ótimo hub doméstico. BSB-MIA, BSB-JFK e BSB-ATL dariam ótimos yields, com certeza.

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772A é perfeito para ligar GRU/GIG/BSB à costa leste dos EUA e Península Ibérica sim. O fato de virem sem PTV AVOD e afins é impedimento? Isso que é falta de vontade em investir.

 

 

Roberto Carlos e Regina Duarte (VRC e VRD) já saíram bixados da British Airways, foram, por pouco tempo, para a Kalifa Airways, e vieram, já bixados, para a Varig. O lessor da dupla de 777-236, não permitia grandes modificações ou reparos nas aeronaves, nem mesmo no interior (quebradérrimo). Resultado? Baixa disponibilidade de vôo para o operador (sempre um dos dois estava parado!) e, depois que a Varig parou, RD virou panela e RC, acho que está parado (apesar de uns dizerem que virou avião presidencial de algum país da Àfrica aí).

 

 

Agora, se a GLAI não teve competência para investir em 767-200/300ER, em uma malha internacional e doméstica inteligente, alguém aqui acredita que terá sabedoria para investir em 777s? A Varig tem a mente muito fechada.

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772A é perfeito para ligar GRU/GIG/BSB à costa leste dos EUA e Península Ibérica sim. O fato de virem sem PTV AVOD e afins é impedimento? Isso que é falta de vontade em investir.

 

 

Roberto Carlos e Regina Duarte (VRC e VRD) já saíram bixados da British Airways, foram, por pouco tempo, para a Kalifa Airways, e vieram, já bixados, para a Varig. O lessor da dupla de 777-236, não permitia grandes modificações ou reparos nas aeronaves, nem mesmo no interior (quebradérrimo). Resultado? Baixa disponibilidade de vôo para o operador (sempre um dos dois estava parado!) e, depois que a Varig parou, RD virou panela e RC, acho que está parado (apesar de uns dizerem que virou avião presidencial de algum país da Àfrica aí).

 

 

Agora, se a GLAI não teve competência para investir em 767-200/300ER, em uma malha internacional e doméstica inteligente, alguém aqui acredita que terá sabedoria para investir em 777s? A Varig tem a mente muito fechada.

 

 

Muitas coisas devem ser analisadas antes de sair na captura de 777 - até pouco tempo atrás ele seria uma preciosidade, mas na atual conjuntura, não necessariamente, e todo cuidado é pouco.

Qual é o estado desses aviões da CSN? Quantas horas estão disponíveis para os motores e até o próximo overhaul de estrutura? O que adianta trazer um wide-body se ele tem restrições operacionais, principalmente de autonomia e/ou payload? A Gol/Varig tem de fato intenção de retomar os vôos internacionais a curto ou médio prazo?

Tudo o que um avião não pode virar para uma empresa é uma tremenda dor de cabeça, como foram os casos na Varig com vários B747, B777 como esses descritos acima, etc.

 

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Quando eu citei o saudoso morador baiano VRJ e o VRI, me referia a necessidade de escala técnica, por baixo alcance no GRU - FRA.

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