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Anac faz evento sobre competitividade aérea no Rio


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Anac faz evento sobre competitividade aérea no Rio

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizou hoje, no Rio de Janeiro, o workshop “Competitividade no Setor Aéreo”, coordenado pela Secretaria de Aviação Civil, do Ministério da Defesa. O objetivo do evento foi proporcionar a discussão e difusão de temas que fazem parte da atualidade da aviação comercial brasileira, como a questão da regulamentação do setor, abertura das empresas para aporte de capital estrangeiro e competitividade do setor em geral.

 

O senador Valdir Raupp (PMDB/RO), foi convidado a falar sobre “Capital Estrangeiro nas Empresas Aéreas”. O senador falou sobre os projetos de lei que estão tramitando no Congresso Nacional e defendeu a entrada de capital estrangeiro nas empresas aéreas do País, e também a cabotagem – desde que envolva reciprocidade. “Devemos adequar a legislação do setor o mais rápido, sob pena de engessar o seu desenvolvimento. A liberalização para que aéreas estrangeiras possam operar linhas domésticas em outros países é uma tendência mundial, como ocorre na União Européia, que estimulou o surgimento de novas empresas, a concorrência, e barateou os preços dos bilhetes”, disse. “Já a abertura de capital das empresas perimitiria a capitalização de empresas em dificuldade e equipararia a aviação civil a qualquer outra atividade econômica no País, que não contam com essas restrições”, acrescentou. O senador sugeriu ainda a abertura do setor aeroportuário à participação da iniciativa privada.

 

O professor Respício do Espírito Santo Júnior, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Cepta), abordou as experiências estrangeiras na aviação civil brasileira e também defendeu a abertura do capital estrangeiro. “É importante lembrar que o capital estrangeiro foi essencial para o desenvolvimento da aviação comercial no Brasil na primeira década do século 20”.

 

O ex-diretor-presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), George Ermakoff, falou sobre Entraves à Competitividade das Empresas Aéreas Brasileiras”. Ele citou a questão do aumento do preço do QAV – que no Brasil tem os valores mais caros do mundo – a infra-estrutura aeronáutica e aeroportuária deficiente, a falta de incentivos para o desenvolvimento da aviação regional e a alta carga tributária no Brasil, como os principais problemas. O superintendente de Serviços Aéreos da Anac, Juliano Noman, encerrou o ciclo de apresentações, mostrando o estudo “Indicadores de Competitividade das Empresas Aéreas Brasileiras”, que posiciona as principais empresas aéreas do País em relação a outras no mundo.

 

Fonte: PANROTAS

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Anac faz evento sobre competitividade aérea no Rio e mostra com exemplos proprios como fazer para não ser uma empresa competitiva e eficiente

 

só me ocorreu isso... acho q a anac nao tem moral nenhuma para falar sobre esse tema.

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