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Frota de helicópteros cresce mais em BH do que em SP


Mineirinho

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Marinella Castro - Estado de Minas

Jackson Romanelli/EM/D.A Press

 

Número de aeronaves em Minas cresceu 18% nos últimos quatro anos, aumento superior aos 12% registrados em São Paulo.

 

Sofisticados, rápidos e muito caros, os helicópteros que disputam o mercado aéreo em São Paulo, meio de transporte preferido de empresários sem tempo a perder, e também de famosos, dispostos a fugir do congestionado tráfego, despontam como um novo mercado em Minas. Nos últimos quatro anos, o número de aeronaves no estado cresceu 18%, superando o aumento de 12% registrado em São Paulo, maior mercado do país com 477 helicópteros registrados, e também o crescimento da frota nacional, de 13%.

 

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há 118 aeronaves em Minas e 49 helipontos – apenas um deles, no Palácio das Mangabeiras, é público. São Paulo é a única cidade brasileira que necessita de autorização para pousos e decolagens de helicópteros, devido ao tráfego, que até no ar se tornou congestionado. Em determinadas regiões da capital paulista, o número de helipontos chegou ao limite. Na opinião de especialistas, Minas é um mercado que, ao contrário, tem potencial para expandir e, por isso, atrai investimentos.

 

“Não existe em Belo Horizonte empresas de táxi-aéreo operado por helicóptero. Vamos inaugurar a HTA até o fim do ano”, diz William Carlos de Andrade, dono da Helit, empresa especializada na manutenção de helicópteros, apostando na demanda garantida. Para quem quer conforto e rapidez, a hora do serviço custará cerca de R$ 3 mil.

 

Em Belo Horizonte, helipontos privados já podem ser observados em bairros da cidade, especialmente na zona Sul, como a região do Belvedere. Mundialmente, o mercado é liderado por dois grandes fabricantes, a americana Helicópteros Bell e a franco-alemã, Eurocopter. O preço de um modelo, considerado entre os mais simples, bastante utilizado no Brasil e predominante na aviação civil, em Minas Gerais, o Robinson 44, para três pessoas, mais o piloto, custa em média US$ 700 mil, com uma autonomia de vôo que chega a três horas.

 

“Mas existem também versões mais básicas, com dois lugares, do mesmo fabricante, a partir de US$ 300 mil”, informa o presidente do Aeroclube de Minas Gerais, Rui de Souza Gomide. Já o modelo Esquilo, fabricado pela Eurocopter, com capacidade para cinco lugares, mais o piloto, custa em média US$ 2,7 milhões. São os preferidos da Polícia Militar. “Para comprar um helicóptero novo é preciso encomendar. O prazo de espera é de aproximadamente dois anos. Aeronaves usadas são encontradas com uma certa dificuldade”, comenta o piloto-executivo e instrutor de vôo, Luiz Henrique Telles de Oliveira."

 

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Que está crescendo é verdade, inclusive essa semana fiquei até surpreso quando dava uma olhada no Rotaer na quantidade de helipontos privados, que certamente não existiam até pouco tempo atrás. Antigamente era difícil ver um helicóptero particular mas hoje se o camarada prestar atenção no céu consegue ver alguns. O problema é saber se essas apostas que vem por aí terão boa aceitação. Nessa hora sou obrigado a lembrar da aquela velha conversa de que o mineiro é provinciano. Eu acho que se colocar na ponta do lápis o tanto de empresário que tem condição financeira de usar helicóptero nos seus deslocamentos vai dar um número muito considerável. Só que se o cara acha que não compensa pagar o preço do serviço de que adianta? Tem empresário aqui em BH que tem táxi aéreo mas usa carro até pra viagens curtas porque não tem helicóptero. É o caso do ovo e da galinha. Me pergunto se o cara desanima por não ter tanta flexibilidade devido ao número reduzido de helipontos ou se por não haver grande interesse falta infra-estrutura. Até que nas estatísticas não estamos mal já que são cerca de 470 helicópteros em SP e mais 230 no RJ, nosso estado tendo 118 até que é um número razoável.

 

Para quem conhece BH: Saiu no EM há algumas semanas que o Newton Cardoso fez proposta pra comprar o Raja Grill. Quer derrubar a churrascaria e construir um grande edifício comercial, de alto padrão, tendo no seu topo uma estrutura pra comportar até 12 aeronaves. Os Viganó disseram que a área não está a venda. Já da parte do governo existe intenção de executar intervenções no Aeroporto Carlos Partes pra que seja voltado para os helis. Acho que pode ser um termômetro pra testar o quanto a nata está interessada nas asas rotativas.

 

Abraço

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