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Greve na aviação ameaça férias de julho


leo_cnf

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Em pleno período de alta temporada de férias, os aeroportuários de todo o país ameaçam entrar em greve. A partir da 0h de terça-feira, os funcionários da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) vão paralisar as atividades se a empresa não fizer uma contraproposta de reajuste salarial para a categoria. A Infraero tem 11,5 mil funcionários no Brasil. No Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, trabalham cerca de 350 e na Pampulha, 150. A superintendência de Confins informa que está tomando as medidas necessárias para que, no caso de greve, os passageiros das companhias aéreas não fiquem muito penalizados. O prazo da paralisação é indeterminado.

 

Os funcionários da Infraero são responsáveis pelo planejamento de vôo, segurança, serviço de bombeiro, manutenção, quadro de informação, som, entre outros. “Nossa intenção não é prejudicar os passageiros. O que estamos pedindo está totalmente dentro das condições da empresa, que está com lucro crescente”, afirma Luiz Carlos Rosa, diretor do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina).

 

As assembléias da categoria estão acontecendo desde o início deste mês. Neste sábado, a Infraero e representantes do sindicato fazem nova reunião, em São Paulo, para tentar chegar a um acordo salarial. A Infraero teria sugerido reajuste salarial de 5,04%, que não foi aceito pela categoria. Os aeroportuários querem esse índice, mais 5% de aumento de perda salarial, as duas promoções anuais de 3,5% (por antigüidade e merecimento), a manutenção do pagamento das horas extras e ainda dos benefícios dos planos de saúde, odontológico, alimentação e de transporte. “Eles querem reduzir o pagamento das nossas horas extras de 100% para 60% e ainda aumentar a participação dos funcionários nos benefícios. Queremos manter o nosso acordo coletivo”, observa Rosa.

 

Mesmo que a categoria faça opção pela greve, 30% do quadro de funcionários vai continuar funcionando. O superintendente da Infraero no aeroporto de Confins, Adair Moreira Júnior, afirma que as operações dos vôos não vão ser interrompidas, no caso de a greve ser deflagrada. “Ainda temos a expectativa de acordo, mas a Infraero está trabalhando para ter o mínimo de impacto para o passageiro”, afirma. Segundo ele, as medidas cautelares estão sendo tomadas. “Vamos usar trabalhadores da aeronáutica e da Polícia Militar. Estamos colocando em ação o nosso plano de contingência e emergência. Algumas providências são sigilosas”, diz.

Geórgea Choucair - Estado de Minas

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2008/07/12/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=71314/em_noticia_interna.shtml

 

 

terça feira é justo o dia que meus pais vêm pra berlin... espero que nao haja nenhum problema

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Quinta dia 17/07 to viajando. Posso dizer uma coisa: F***deu.

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Que privatizem a InfraZero, os correios...........ai eu quero ver se vai ter essa vagabundagem!

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Viajo dia 16 em vôo com conexão. Se o primeiro não atrasar mais de 5 horas, dá pra ficar tranquilo até...

Quanto à greve, acho válida esse tipo de pressão. Boa sorte aos funcionários da Infraero nessa disputa.

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