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TAP deve crescer 34% no Brasil este ano e faturar até 300 milhões de euros


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TAP deve crescer 34% no Brasil este ano e faturar até 300 milhões de euros

Rafael Rosas, Valor Online

23/10/2008

 

A TAP espera faturar até 300 milhões de euros este ano com a venda de passagens aéreas no Brasil, 34% mais que no ano passado. De acordo com o vice-presidente da companhia aérea, Luiz Mór, o resultado poderia ser 17 milhões de euros maior, caso o euro não tivesse se valorizado frente ao dólar ao longo de 2008.

 

"Como as passagens para o Brasil são cotadas em dólar e nós contabilizamos em euros, a queda da moeda americana puxou para baixo o resultado", frisou Mór, que participou ontem do Congresso da Associação Brasileira dos Agências de Viagens (Abav 2008), no Rio.

 

Hoje, a TAP voa para Lisboa a partir de oito cidades brasileiras: Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. Os brasileiros representam 48% dos passageiros transportados, enquanto os portugueses são 18%, outros europeus respondem por 33% do total e o 1% restante é de outras nacionalidades.

 

Segundo Mór, a venda de passagens no Brasil este ano deve somar 579 mil unidades, ante 444 mil em 2007. Apesar da crise financeira, o executivo diz que há oportunidades no país. Na visão de Mór, se por um lado os brasileiros tendem a reduzir as viagens para fora com a alta do dólar, por outro, o Brasil está mais barato para os europeus.

 

O executivo, que é brasileiro, afirmou que o número de europeus transportados entre Portugal e Brasil caiu nos últimos anos não apenas por causa do real valorizado, mas também por falta de promoção dos destinos locais. "Agora mudou, mas ficamos cerca de dois anos sem promoção do Nordeste na Europa. Sem uma ação constante, os turistas não vão."

 

Ele ressaltou que no primeiro semestre o número de passageiros transportados entre Brasil e Portugal pela companhia aumentou 40% frente a igual período do ano passado, enquanto o volume médio do mercado Brasil-Europa subiu só 1,2% em igual comparação.

 

"Tem mercado para nós. Não temos razão para achar que a estratégia tem que ser modificada", acrescentou, lembrando que, como a TAP tem cerca de 90% do mercado entre o Nordeste e a Europa, é factível acreditar que os investimentos devem ser mais direcionados para rotas do Centro-Sul. "Temos 21 vôos semanais para o Nordeste. Crescemos até o limite."

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"Tem mercado para nós. Não temos razão para achar que a estratégia tem que ser modificada", acrescentou, lembrando que, como a TAP tem cerca de 90% do mercado entre o Nordeste e a Europa, é factível acreditar que os investimentos devem ser mais direcionados para rotas do Centro-Sul. "Temos 21 vôos semanais para o Nordeste. Crescemos até o limite."

 

E quanto ao norte? Manaus ficou de lado?

 

Abraço

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E quanto ao norte? Manaus ficou de lado?

 

Abraço

 

 

Neste momento duvido que abra mais alguma rota no Brasil... No restos das Americas já acho mais possivel (do Canada à Argentina), mas mais possibilidade nos EUA, mas também via com bons olhos MEX, SCL, BUE, ...

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o q eu fico pensando

 

estao lucrando as nossas custas. em vez de termos uma cia aerea forte que trouxesse lucros para o brasil ficamos pagando para cias estrangeiras...

 

esta errado isso !!!!!!!

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In Presstur:

 

Brasil vai representar 300 milhões de euros de receitas este ano

 

Luiz Mór (TAP): “desvalorização do real é uma ameaça para nós”

 

Presstur 23-10-2008 (16h58)

 

A acentuada desvalorização do real, designadamente face ao dólar, que é a moeda “oficial” da compra e venda de passagens, é “uma ameaça” para a TAP no Brasil, um mercado que este ano deverá atingir 300 milhões de euros de receitas para a companhia, admitiu ontem Luiz Mór, administrador da companhia.

“No tráfego Brasil – Portugal, nós estamos observando com cuidado a evolução do câmbio, porque uma desvalorização rápida do real em valores elevados é uma ameaça para nós”, afirmou Luiz Mór ao ser questionado num encontro com jornalistas sobre a perspectiva da companhia face ao desenvolvimento da crise financeira, que no Brasil se tem traduzido por uma acentuada desvalorização do real face ao dólar e ao euro.

Luiz Mór, que anteriormente salientara que a TAP é a maior exportadora portuguesa para o Brasil, com as receitas a atingirem 300 milhões de euros este ano, incluindo um impacto cambial negativo (pela valorização do real face ao dólar até Julho) de 17 milhões, explicou essa “ameaça” por a valorização do dólar poder levar os brasileiros a viajarem menos para fora e mais internamente.

O Brasil tem respondido bem, nós temos crescido de uma forma forte no Brasil, mas uma redução do tráfego Brasil-Europa vai aumentar as nossas dificuldades, vai fazer com que nós tenhamos buscar mais esses passageiros na concorrência do que na criação de novo mercado”, acrescentou, sublinhando de seguida: “Se precisar buscar [passageiros] na concorrência, vamos buscar, o que tem acontecido”.

Luiz Mór deixou também a perspectiva de que a desvalorização do real também pode ser “uma oportunidade de aumentar o número de europeus para o Brasil”, compensando um eventual retrocesso do mercado brasileiro, e comentou que o desafio para a TAP é “saber jogar [com as flutuações dos mercados] para manter o fluxo [de passageiros] estável”.

Luiz Mór começou por sublinhar que, porém, a incerteza é a única certeza do momento actual, pela crise financeira global.

“A gente liga a televisão e qualquer autoridade do mundo, mesmo banco central, não sabe o que vai acontecer, se estamos a chegar ao fundo do poço, se vamos ter uma recessão mais profunda, se vai durar muito tempo, se isso chega à economia real ou não”, referiu.

Neste quadro, disse, a TAP está com uma “gestão muito conservadora”, designadamente em termos de custos.

Quanto à capacidade, Luiz Mór disse que nas rotas intra-europeias, que são as que têm mais peso na operação, a companhia considera que a evolução do tráfego vai depender muito dos custos de combustíveis e do andamento das economias.

“Nesse mercado acontece que o pico da crise aconteceu no momento de queda de tráfego pela sazonalidade, de início da temporada de baixa, e o que a TAP fez foram algumas reduções de oferta selectivas, em dias e horas em que tínhamos previsão de menos ocupação, porque pelo [aumento do] combustível o break-even load factor (taxa de ocupação necessária para receita e custos se equivalerem) passa a ser muito maior e nós tínhamos que acautelar um pouco isso”, prosseguiu.

A outra componente da resposta é ao nível do serviço, com as branded fares que a TAP lançou com a campanha “1 voo e 5 formas de viajar”, que tem como um dos vectores o TAP|discount que Luiz Mór definiu como “um programa muito agressivo de competição com as low cost” que identificou como principal concorrência nos voos intra-europeus.

“É uma competição muito feroz”, sublinhou Luiz Mór, que observou que essa concorrência tem exigido da TAP “um esforço muito grande” e que o “instrumento que tem usado é tarifas agressivas apesar de ser uma época de alto custo”.

 

Jopeg

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o q eu fico pensando

 

estao lucrando as nossas custas. em vez de termos uma cia aerea forte que trouxesse lucros para o brasil ficamos pagando para cias estrangeiras...

 

esta errado isso !!!!!!!

 

Esperamos anos e mais anos para que a nossa aviação nacional desse conta de que o tráfego internacional no Brasil não se resumia a Rio e São Paulo.

 

Foi preciso uma companhia aérea estrangeira chamar a atenção que existe essa demanda reprimida. Nada mais justo que a TAP lucre hoje em dia.

 

Não duvido nada que o mesmo ocorra com as rotas Brasil-Estados Unidos.

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o q eu fico pensando

 

estao lucrando as nossas custas. em vez de termos uma cia aerea forte que trouxesse lucros para o brasil ficamos pagando para cias estrangeiras...

 

esta errado isso !!!!!!!

 

O que a TAP faz não tem nada de mal... Apenas explora um mercado que viu que tinha pouco concorrência, e que podia apostar, tal como fez em algumas rotas de Africa.

 

A ultima vez que perguntei se não teria havido uma companhia brasileira que pudesse ter concorrido com a TAP no inicio da expansão da TAP no Brasil tive uma resposta tipo: Oh my god...

 

Até porque, segundo sei, sempre que a TAP "pede" autorização para uma nova cidade no Brasil, e como existe facilidade no bilateral, por a TAP estar a ajudar outras cidades que não as tipicas Rio e Sao Paulo a se desenvolverem, todas as companhias brasileiras são contactadas para ver se elas não pretendem a rota.

 

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a TP nao esta errada hora nenhuma, ela esta mais que certa em explorar novos negocios, novos mercados e novos clientes. o que questiono é como nao ha uma contra-partida de empresas brasileiras. a TP nada de braçadas e nao vejo nenhum movimento de diminuir isso

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a TP nao esta errada hora nenhuma, ela esta mais que certa em explorar novos negocios, novos mercados e novos clientes. o que questiono é como nao ha uma contra-partida de empresas brasileiras. a TP nada de braçadas e nao vejo nenhum movimento de diminuir isso

 

A TAM faz a sua expansão no seu hub (a TAP também o faz, através do hub de Lisboa... voos de Porto são poucos, e do Funchal ainda menos).

Agora que são parceiras, a posição da TAP na ligação entre Brasil e a Europa, até é boa para a TAM!

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Guest SkyMember
a TP nada de braçadas e nao vejo nenhum movimento de diminuir isso

 

Isso é bem simples de ser respondido. Para a TAP o Brasil é o que a Europa é para a TAM. Portugal é um país pequeno então não justifica ter vôos de OPO ou FAO para FOR/NAT/REC/SSA/CNF/BSB, quando os vôos são bem conectáveis a partir de LIS. Um vôo LIS-OPO/FAO tem duração aproximada de 40 minutos! Isso torna LIS como um hub natural e não no Brasil onde tudo acaba por ser via GRU. A TAP ganha principalmente pelo fato da Europa ser um continente "retangular", então o hub de LIS é, praticamente o melhor que possa existir para a Europa, pois para qualquer outro ponto lá, você permanece no mesmo sentido. Não é como no Brasil onde é necessário descer 2hs até GRU e subir mais de 2h30 a 4 (isso considerando apenas os tempos de vôo). GRU é um ótimo hub... Para quem é do S/SE. Num país com as dimensões do Brasil, deveria ser quase que origatório um segundo hub, preferencialmente no Nordeste (e preferencialmente em REC, NAT ou FOR, pois são as capitais mais distantes de GRU). Se fossemos comparar o Brasil a Europa, diriamos que a TAP seria a empresa de bandeira de PE, a Ibéria do CE, a Air France da BA, a Lufthansa de MG, a British Airways de TO...

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A TAP quebra todos os paradigmas do mercado Brasileiro.

 

Ontem eu estava analisando o mercado doméstico e sua divisão e achei bastante interessante os dados com os voos da TAP

 

BSB tem 10.5% do mercado doméstico

BHZ tem 5.9% do mercado doméstico

SSA tem 6.1% do mercado doméstico

REC tem 4.5% do mercado doméstico

FOR tem 3.1% do mercado doméstico

NAT tem 1.5% do mercado doméstico

SAO tem 25.4% do mercado doméstico

RIO tem 12.5% do mercado doméstico

 

Infelizmente das 8, em 4 a TAP é a única a oferecer longa distância diariamente, em outros 2 apesar de não oferecer diário, é a atual única regular de longa distância.

 

E temos mais 2 grandes mercados

 

POA com 4.5%

CWB com 4.3%

 

E estes dois, nem vôo de longa distância tem !

 

Só estes 8 mercados concentram 40% dos passageiros domésticos.... outros aeroportos da Infraero representam 23%.

 

Olhando isso me dá orgulho da TAP servir o Brasil !

 

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não entendi :uhm:

 

Ele quis dizer que se o Brasil fosse dividido em pequenos países como a Europa, teríamos empresas de bandeira em cada estado....

 

Mal comparando, é como se PE fosse a Alemanha, PB a Austria, CE a Belgica e assim por diante!

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Isso é bem simples de ser respondido. Para a TAP o Brasil é o que a Europa é para a TAM. Portugal é um país pequeno então não justifica ter vôos de OPO ou FAO para FOR/NAT/REC/SSA/CNF/BSB, quando os vôos são bem conectáveis a partir de LIS. Um vôo LIS-OPO/FAO tem duração aproximada de 40 minutos! Isso torna LIS como um hub natural e não no Brasil onde tudo acaba por ser via GRU. A TAP ganha principalmente pelo fato da Europa ser um continente "retangular", então o hub de LIS é, praticamente o melhor que possa existir para a Europa, pois para qualquer outro ponto lá, você permanece no mesmo sentido. Não é como no Brasil onde é necessário descer 2hs até GRU e subir mais de 2h30 a 4 (isso considerando apenas os tempos de vôo). GRU é um ótimo hub... Para quem é do S/SE. Num país com as dimensões do Brasil, deveria ser quase que origatório um segundo hub, preferencialmente no Nordeste (e preferencialmente em REC, NAT ou FOR, pois são as capitais mais distantes de GRU). Se fossemos comparar o Brasil a Europa, diriamos que a TAP seria a empresa de bandeira de PE, a Ibéria do CE, a Air France da BA, a Lufthansa de MG, a British Airways de TO...

 

eu concordo inteiramente com seu raciocinio, que voar tap diretamente dos grandes centros urbanos brasileiros é uma enorme vantagem isso é, e que ela esta certissima em oferecer essa vantagem também.

 

o meu questionamento é da nossa incapacidade, nos como brasileiros, de ter uma cia. aérea capaz de ser competitiva no mercado internacional, como ja foi um dia a antiga varig.

nos fazemos sim os bilaterais mas com poucas cias brasileiras fazendo o contraponto.

voamos cia internacionais por falta de opcao. a nossa capacidade de escolher uma cia brasileira para voar ao exterior, hoje, se limita aos destinos operados por uma unica cia. e num pais com dimensoes como o nosso poderia ter varias outras.

 

mas bom. vamos continuar dando lucros para cias estrangeiras. como sempre fazemos.

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eu concordo inteiramente com seu raciocinio, que voar tap diretamente dos grandes centros urbanos brasileiros é uma enorme vantagem isso é, e que ela esta certissima em oferecer essa vantagem também.

 

o meu questionamento é da nossa incapacidade, nos como brasileiros, de ter uma cia. aérea capaz de ser competitiva no mercado internacional, como ja foi um dia a antiga varig.

nos fazemos sim os bilaterais mas com poucas cias brasileiras fazendo o contraponto.

voamos cia internacionais por falta de opcao. a nossa capacidade de escolher uma cia brasileira para voar ao exterior, hoje, se limita aos destinos operados por uma unica cia. e num pais com dimensoes como o nosso poderia ter varias outras.

 

mas bom. vamos continuar dando lucros para cias estrangeiras. como sempre fazemos.

 

Leo,

 

Entendo o seu raciocinio, mas na verdade a TAM atualmente representa nos dias de hoje o que a PanAir e depois a Varig representaram em suas respectivas épocas. Se você pensar, a grande maioria dos paises possui uma grande cia. aérea focada no mercado intercontinental (ok, a Inglaterra 2, a Espanha 2, o Mexico 2, mas nao passa de 2 - com excecao dos EUA e China, mercados bem maiores que o nosso). E, com excecao da Espanha (cujas 2 cias focam em regioes completamente distintas no país), os outros paises possuem apenas 1 cia voando com um bom numero de freq. ao Brasil.

 

Acho interessante quando alguém defende uma nova e forte cia. com um hub longe do eixo RJ-SP, mais proximo do Hemisferio Norte como SSA, REC ou FOR. Esta cia. poderia ter sucesso, mas necessitaria de gdes investimentos para ter escala e criar um forte e competitivo hub e ser capitalizada para enfrentar os momentos de crise, que de tempos em tempos assolam este setor que depende de tantas variaveis e que nao pouparam quase nenhuma cia. (nem as maiores do mundo) nos ultimos 7 anos.

 

Na teoria, é uma ideia genial, mas acho mais factivel que a TAM abra novas rotas a partir de outra capitais aproveitando sua malha extensa por todo o país e a GLAI foque na Am do Sul com seu marca Varig. O problema é que lutamos contra varias cias. Estrangeiras, ja que muito bem comparado, cada pais Europeu seria como um estado Brasileiro, mas com seu proprio e forte mercado e com paises extremanente ricos por trás. Infelizmente, é uma guerra de forcas desiguais.

 

E, realmente, sempre que coto passagens aqui da Europa para o Brasil, a TAM nao é a mais barata e acabo tendo que voar no voo diurno da AF ja que meu banco paga executiva, mas tem um limite gastar. Estou tentando para 2009 ir no 773 da TAM, mas as tarifas de FRA e LHR sao sempre mais caras que as de CDG ou KLM...e acabo dando lucro para as Estrangeiras.... :thumbsdown_still:

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Guest SkyMember
o meu questionamento é da nossa incapacidade, nos como brasileiros, de ter uma cia. aérea capaz de ser competitiva no mercado internacional, como ja foi um dia a antiga varig.

nos fazemos sim os bilaterais mas com poucas cias brasileiras fazendo o contraponto.

voamos cia internacionais por falta de opcao. a nossa capacidade de escolher uma cia brasileira para voar ao exterior, hoje, se limita aos destinos operados por uma unica cia. e num pais com dimensoes como o nosso poderia ter varias outras.

 

Em relação a isso você está certíssimo... Mas infelizmente, mesmo que tivéssemos VARIG, VASP, TransBrasil e Cruzeiro novamente, tudo continuaria embarreirado a GRU/GIG (e ainda assim mais GRU do que GIG). O Brasil precisa de empresas estratégicas, uma com HUB no Nordeste e outra com HUB no Norte. Tivemos 2 empresas aéreas que poderiam fazer isso perfeitamente (RICO e TAF), mas a impressão que passa é a de que se não forem empresas "nascidas" no Sudeste, não dão certo. Infelizmente falta orientação e planejamento.

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se uma rota para CWB acontecesse, a escala seria no Nordeste?

 

Humm, um CWB-MCZ-LIS seria excelente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Atenderia dois novos e importantes destinos para Portugal de uma vez só!!!!! :macumba:

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Humm, um CWB-MCZ-LIS seria excelente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Atenderia dois novos e importantes destinos para Portugal de uma vez só!!!!! :macumba:

 

O mau disso era "estragar" o propósito do hub Lisboa, em relação ao Brasil...

O que diferencia a TAP das outras é ligar 8 cidades brasileiras a qualquer grande cidade europeia com apenas uma paragem (excepto a Lisboa, que é directo :ohyes: )...

Pondo um exemplo prático, nessa rota CWB-MCZ-LIS, para uma rota de CWB para BUD, nada diferenciaria a rota da TAP CWB-MCZ-LIS-BUD de uma, por exemplo, da Lufthansa CWB-GRU-FRA-BUD ou da Air France CWB-GRU-CDG-BUD

 

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Guest SkyMember

O único lugar onde a TAP deveria entrar de imediato é MAO. O Norte não possui qualquer ligação com a Europa e o deslocamento para fazer conexões mais próximas (FOR ou BSB) ainda duram pelo menos 2hs de vôo mais o tempo de conexão. Seria um mercado onde a TAP ganharia sem fazer esforço. Cidades como POA/CWB/MCZ possuem cidades próximas onde é possível fazer conexão e com até 1h de vôo.

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Um mapa do Brasil, com as "cidades TAP" e as que se têm falado aqui no forum, que fiz para quem (como eu) não conhecem a geografia brasileira:

TAPBrasil.jpg

As cores baseiam-se na população, quanto mais escuro maior população.

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Rafa,

 

só uma correção. As cogitadas no Sul foram CWB e POA pelo que me lembre, e não FLN e POA.

 

BEL foi cogitada pela empresa há uns meses.

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