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Relatório condena a volta de TAM e Gol ao Aeroporto da Pampulha


Mineirinho

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Geórgea Choucair - Estado de Minas

 

Marcelo Sant'Anna/EM/D.A Press - 10/4/08

 

As companhias TAM e Gol querem voltar a operar no aeroporto da Pampulha, que tem sido considerado ocioso

 

 

A pressão contra a volta dos vôos da TAM e da Gol para o aeroporto da Pampulha está mais forte. A Comissão Especial dos Aeroportos da Assembléia Legislativa, criada há três meses, divulgou na quinta-feira relatório que condena o retorno das grandes aeronaves ao aeroporto de Belo Horizonte. O documento enumerou uma série de restrições técnicas, ambientais e trabalhistas para a transferência dos vôos.

 

A comissão foi criada com o objetivo de avaliar a atual situação dos aeroportos da Pampulha e de Confins (Internacional Tancredo Neves). Os principais atores da polêmica, como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Ministério Público e associações de moradores, foram ouvidos. “Concluímos que a Pampulha está impedida de operar com aeronaves para mais de 50 passageiros”, afirma o deputado Fábio Avelar, presidente da comissão. Segundo ele, a própria legislação da Anac, a Portaria 993/2007, proíbe que essas aeronaves voem na Pampulha.

 

A conclusão da comissão é de que o aeroporto da Pampulha deve se voltar exclusivamente para a aviação regional e executiva; enquanto Confins tende a absorver os vôos nacionais e internacionais. “O governo está desenvolvendo um programa de expansão dos vôos regionais. A meta é que em dois anos tenham 120 aeroportos no interior de Minas com vôos noturnos e que o Pampulha atinja a capacidade máxima de 1,3 milhão de passageiros ao ano”, afirma Avelar.

 

A polêmica ao redor da volta dos vôos da TAM e da Gol ao aeroporto da Pampulha já foi parar na Justiça. No mês passado, a desembargadora Selene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, manteve a proibição dos vôos das duas companhias aéreas no aeroporto. O mandado de segurança foi favorável à ação da associação de moradores dos bairros da região, mas ainda cabe recurso. O advogado da associação, Ricardo Alvarenga, afirmou que o retorno dos vôos põe em risco a comunidade, fere a lei ambiental e a própria legislação da Anac.

 

A Anac informa que está reavaliando a portaria e que o resultado da Consulta Pública só vai sair no ano que vem. A avaliação, segundo a agência, passa por itens técnicos, de segurança, entre outros. A Gol e TAM não se pronunciam sobre o assunto. Enquanto isso, o governo Aécio Neves vem fazendo forte campanha contra a volta dos vôos para Pampulha. .Em setembro, ele recebeu a diretora-presidente da Anac, Solange Paiva Vieira, no Palácio da Liberdade. No encontro, entregou a ela um manifesto contrário ao retorno, assinado pelas principais entidades de classe de Minas Gerais e setores ligados ao turismo. A posição governo é de que no aeroporto não voarão aeronaves com capacidade para mais de 100 passageiros e que têm como destinos cidades fora do estado.

 

Em 2005, quando 130 vôos foram transferidos para Confins, a situação do aeroporto na Pampulha era de saturação. Com a alteração das rotas, o movimento – e negócios – em Confins deram um salto. Enquanto isso, o movimento na Pampulha despencou. Em agosto deste ano, TAM e Gol pediram à Anac para retornar os destinos Belo Horizonte a Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, com conexão diária via aeroporto local. Em princípio, a TAM entraria com 18 vôos diários e a Gol, com outros 20. A informação chegou em momento que Confins vive o seu melhor momento, com planos estratégicos de crescer o número de vôos internacionais e ganhar o mundo. O plano de desenvolvimento de Confins prevê a ampliação da capacidade atual de 4 milhões para 20 milhões de passageiros/ano.

 

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Anac fará consulta pública sobre ampliação de vôos na Pampulha

 

 

Rafael Sânzio

Repórter

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deve realizar uma consulta pública sobre a ampliação dos vôos regulares do Aeroporto da Pampulha - atualmente limitados a aeronaves de até 50 lugares - no início de 2009, informou ontem a assessoria de imprensa do órgão regulador. Durante a consulta pública, empresas, cidadãos, associações e sindicatos poderão opinar sobre o assunto, com base em uma proposta de resolução que será elaborada pela diretoria da Anac. A data da consulta ainda não foi definida. Ainda ontem, a Comissão Especial dos Aeroportos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) divulgou um relatório com parecer contrário ao aumento dos vôos na Pampulha.

A discussão sobre a utilização do Aeroporto da Pampulha deverá gerar um debate acirrado entre as companhias aéreas, interessadas em operar no terminal central de Belo Horizonte, e o Governo de Minas Gerais, empenhado na revitalização do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. A estreante Azul Linhas Aéreas Brasileiras, que deverá fazer os primeiros vôos em dezembro, já anunciou interesse em operar a partir da Pampulha, caso a Anac permita a operação de aviões com mais de 100 lugares no aeroporto. TAM e Gol também têm interesse, mas não se manifestaram sobre o assunto.

O presidente da Comissão Especial de Aeroportos da ALMG, deputado Fábio Avelar, anunciou ontem que o relatório do deputado Gil Pereira contrário à ampliação de vôos na Pampulha teve aprovação unânime. De acordo com Avelar, os deputados concluíram que o Aeroporto da Pampulha teria limitações de segurança para a operação de aviões de grande porte.

O relatório da Comissão aponta que, enquanto Confins é considerado um dos aeroportos mais seguros do país, devido à existência de boas condições de visibilidade e instrumentos de navegação e auxílio ao pouso, o terminal da Pampulha não desfruta do mesmo status. “O nosso aeroporto internacional é considerado o mais seguro, mantendo o maior tempo de operação, pois não fecha mais do que 1h30 em 365 dias ao ano. Qualquer outro fecha pelo menos 15 vezes mais. Por outro lado, no aeroporto da Pampulha, ocorriam em média 24 fechamentos no período chuvoso”, aponta o documento.

A Comissão concluiu que o Aeroporto de Confins tem vocação “para ser o principal aeroporto internacional do Brasil”, para onde convergiriam linhas alimentadoras nacionais, e para ser um pólo de desenvolvimento aeronáutico. Já a Pampulha teria vocação para vôos regionais. Além disso, apontam os parlamentares, a convergência de vôos nacionais para Confins sustentaria os crescentes vôos internacionais em Belo Horizonte. Os deputados recomendaram a proibição de vôos diretos entre a Pampulha e outras capitais, e a manutenção das regras da Anac a respeito dos aeroportos de BH. Também vão pedir a intervenção do Ministério Público e a melhoria de outras vias de acesso a Confins.

 

Fonte: Jornal Hoje em Dia

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"vocacao para ser o principal aeroporto internacional do pais" ai forçou DEMAIS!

 

Que o aeroporto por sorte o tempo ajuda, em materia de infra estrutura é uma piada.

O saguao domestico ja esta ficando entupido denovo, as esteiras sao pequenas demais.

O check in esta caotico, filas e falta de balcoes ja sao frequentes.

Falta estacionamento!

Em resumo, mudou, melhorou, afundou....

CNF sem 2 terminal esta com os dias normalidade contados.

 

PLU precisa de 6 voos por dia para cada capital; BSB, CGH, e SDU.

Com isso alimentaria os voos reginonais que acabam ficando sem conexao com o resto do pais.

Era deixar 2 voos pela manha, 1 no almoço 1 a tarde 1 e 2 a noite.

Poderia ser 6 para CGH, e pouco menos para demais, seriam nem 15 voos dia e nao mataria ninguem.

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"vocacao para ser o principal aeroporto internacional do pais" ai forçou DEMAIS!

 

Que o aeroporto por sorte o tempo ajuda, em materia de infra estrutura é uma piada.

O saguao domestico ja esta ficando entupido denovo, as esteiras sao pequenas demais.

O check in esta caotico, filas e falta de balcoes ja sao frequentes.

Falta estacionamento!

Em resumo, mudou, melhorou, afundou....

CNF sem 2 terminal esta com os dias normalidade contados.

 

PLU precisa de 6 voos por dia para cada capital; BSB, CGH, e SDU.

Com isso alimentaria os voos reginonais que acabam ficando sem conexao com o resto do pais.

Era deixar 2 voos pela manha, 1 no almoço 1 a tarde 1 e 2 a noite.

Poderia ser 6 para CGH, e pouco menos para demais, seriam nem 15 voos dia e nao mataria ninguem.

 

o tráfego em BH estava no lugar errado (PLU), agora que ele se mostra em CNF, encontrou um aeroporto defasado em termos de infraestrutura...

a infraZero vai fazer de tudo pra protelar investimentos. só investirá, quando não caber mais recursos para tentar levar o tráfego de BH à PLU...

e expondo o meu ponto de vista mais claramente, eu sou contra a volta de vôos à PLU..

o SBBH tem seu nicho exclusivo, sua vocação comercial já definida e CNF tem os vôos que não deverão sair por sua essencia de existir..

snme, a Varig e a Tam chegava a usar PLU para levar pax à CGH em ERJ145 e A319, respectivamente, para depois, levarem de ônibus à GRU para embarcar nos vôos intl...

então, endossando ainda mais com o óbvio, onde passa boi, passa boiada (isso já foi dito tb), se levarem ½ dúzia de vôos à PLU em 738 e 320, de cara já vai extrapolar a capacidade de PLU, que é de 1.3 milhões pax/ano!!. :thumbsdown_still:

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PLU precisa de 6 voos por dia para cada capital; BSB, CGH, e SDU.

Com isso alimentaria os voos reginonais que acabam ficando sem conexao com o resto do pais.

Era deixar 2 voos pela manha, 1 no almoço 1 a tarde 1 e 2 a noite.

Poderia ser 6 para CGH, e pouco menos para demais, seriam nem 15 voos dia e nao mataria ninguem.

Não seria muito mais fácil também transferir a aviação regional para CNF, concentrando os vôos regionais, nacionais e internacionais em um só aeroporto? :cutuca:

 

Isso ampliaria ainda mais o potencial de CNF como hub, daria aos passageiros do interior muito mais opções de conexões e, aos da RMBH, maiores opções de vôos diretos, podendo ajudar a desafogar, inclusive, CGH e GRU.

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CNF e PLU tem a mesma questão que envolve SDU e GIG.

 

CNF e GIG ficaram praticamente uma década sem ver investimentos, mas os benefícios para as cidades trazidos por mais vôos e movimento é CLARO.

 

E o principal CNF e GIG tem problemas que podem ser resolvidos de forma definitiva no Longo Prazo, ambos tem espaço de sobra para novos terminais, novas pistas, mais pátio, oficinas, terminal de carga, área industrial.

Já PLU e SDU tem séria limitações tanto de tamanho, quanto de pista. É cômodo ? que cobrem caro (e já está nas mãos do Cabral uma medida que tenho certeza que o governo de Minas vai fazer uso.... ICMS no máximo possível no SDU!)

 

Que se sobreponha aos interesses dos que NÃO residem em ambas as cidades, os INTERESSES daqueles que residem nas regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, os maiores usuários, os que sustentam de verdade os terminais do Galeão e Confins.

 

Viva a força dos governos estaduais do Rio e Minas, guardiões da defesa de seus cidadãos e interesses.

 

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Vai comecar a bagunca, a Azul agora com o 190 que podem reconfigurar para 100 assentos, vao começar a voar no estilo da TAM quando entrou em CGH com os Foker 100, de mansinho.

O Voo decola de PLU para SDU faz uma escala do tipo abre e fecha porta em Juiz de Fora e de PLU para CGH em algum lugar conveniente e aguardem o desfecho da novela daqui a mais 6 meses quando os voos nao precisarem de escala mais igual foi em SP....

 

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