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Sueca dá à luz em pleno vôo


*Fênix*

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Sueca dá à luz em pleno vôo

 

Uma sueca deu à luz a uma menina em um avião da companhia aérea finlandesa Finnair que da capital da Tailândia, Bangcoc, para a da Finlândia, Helsinque, com 227 passageiros a bordo, informou hoje o jornal "Ilta-Sanomat".

 

O bebê nasceu quando o avião voava a 11 mil metros de altitude, sobre o Cazaquistão, e a mãe foi assistida no parto por dois médicos e duas enfermeiras que viajavam no mesmo vôo, que puderam consultar um especialista através de um telefone via satélite.

 

Ao chegar ao aeroporto de Vantaa, em Helsinque, a mãe e a recém-nascida foram imediatamente transferidas a um hospital da capital finlandesa, onde os médicos constataram que ambas se encontravam em perfeito estado de saúde.

 

A companhia Finnair felicitou a família sueca e anunciou que lhes devolverá o valor dos bilhetes a Tailândia como presente.

 

"Este é um acontecimento muito especial para Finnair, já que é a primeira vez na história que se produz um parto em um de nossos aviões", declarou um porta-voz da companhia aérea finlandesa.

 

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) recomenda às companhias aéreas que não permitam que mulheres grávidas de mais de 36 semanas voem, devido ao risco de que a viagem precipite o parto.

 

Além disso, o organismo internacional aconselha que as companhias aéreas exijam um certificado médico que garanta a normalidade da gravidez às mulheres que superem as 28 semanas de gestação.

 

Fonte: EFE

 

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Depende como é a legislação da Suécia.

 

Existem dois modos de adquirir nacionalidade: ius sanguini e ius soli.

 

Ius sanguini pela nacionalidade dos pais. Se a Suécia segue essa regra, a criança será sueca.

 

No Ius soli, a nacionalidade é definida onde o bebê nasceu. Se a Suécia segue essa regra, a criança não será sueca.

 

Em casos bizarros como esse aí, pode ocorrer do indivíduo não conseguir por lei nacionalidade sueca, nem do Cazaquistão, sendo um apátrida. Aí então, pelo tratados de direitos humanos no direito internacional que evitam a apatridia, a nacionalidade desse bebê pode ficar com a nacionalidade da aeronave, no caso, finlandesa.

 

Pode acontecer o inverso também. Ter leis na Suécia, Finlândia e Cazaquistão específicas que garantem nacionalidade a esse caso. Aí teríamos uma tripla-nacionalidade. Viajando um pouco aqui, se o bebê é descendente de italianos, aí ganha mais uma nacionalidade. E por aí vai. Não tem limites. :D

 

Uma coisa interessante dessas leis de nacionalidade é que países que tem problemas com altos níveis de imigração usam a regra do ius sanguini. Já países com problemas de alta emigração, usam regras do ius soli. No Brasil, a regra principal é de que se nasceu no Brasil é brasileiro, mas existem ainda previsões legais de filhos de brasileiros serem brasileiros facilmente.

 

Meu caso é exemplo clássico. Nasci na Inglaterra, que adota o ius sanguini, e não tenho nacionalidade britânica. Mas sou filho de brasileiros e fui registrado no consulado brasileiro, me tornando um.

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