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Monomotor faz pouso forçado e fere piloto em SP


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http://noticias.terra.com.br/brasil/intern...pota+em+SP.html

 

Um monomotor da Extreme Produções Aéreas fez um pouso forçado nesta quinta-feira na região de Mogi das Cruzes, em São Paulo. A aeronave capotou após a aterrissagem e o piloto Laert Silva Gouvêia foi atendido no Hospital da Aeronáutica de SP (Hasp), sem ferimentos graves.

 

O acidente ocorreu com um avião North American T-6, utilizado pela Esquadrilha da Fumaça, próximo ao km 3 da estrada das Varinhas. Gouvêia foi resgatado pelo helicóptero Águia 7 da Polícia Militar e encaminhado ao Hasp.

 

Segundo a coordenadora da empresa de demonstrações aéreas, Mônica Edo, o piloto fazia um traslado e passa bem. Gouvêia realizava exames de raio X por segurança, de acordo com informações do hospital.

 

Redação Terra

 

=====================================

Ao menos, nada de mais grave ao piloto.

 

A Extreme Produções Aéreas é a Esquadrilha Oi.

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Ainda bem que tudo ok com o Laert....

mas e o T-6, como será que ficou? =/

 

 

Aliás, a notícia dá a entender que o avião é ainda hoje utilizado pela Fumaça...

 

 

Na verdade, nao sei essa acft em especial, mas o T-6 foi utilizado pela fumaca de 1942 a 1976...

 

O Fouga "Magister" de 1969 a 1974...

 

O T-25 de 1968 até o presente...

 

E o T-27 de 1983 até o presente...

 

Conferem as informacoes?

 

Bons voos :thumbsup:

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Na verdade, nao sei essa acft em especial, mas o T-6 foi utilizado pela fumaca de 1942 a 1976...

 

O Fouga "Magister" de 1969 a 1974...

 

O T-25 de 1968 até o presente...

 

E o T-27 de 1983 até o presente...

 

Conferem as informacoes?

 

Bons voos :thumbsup:

 

O T-25 a FAB usa nos treinamentos, mas a EAD não a utiliza mais nas demonstrações aéreas. Hoje são só os T-27 - Tucanos.

 

Até mais!

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Complicado mesmo , a acft deve ter "pilonado" e ficou no dorso , assim não tinha como ele abrir o canopi para sair , ainda bem que o cmte não sofreu lesões graves , e pelo que parece vai dar trabalho mas dá pra consertar a máquina.

 

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ele tem agradecer à Deus por não ter rolado fogo...vasou combustível e 1 hora nas ferragens...

Deus me livre...ele deve ter passado mals momentos rezando pro papai do céu!

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ele tem agradecer à Deus por não ter rolado fogo...vasou combustível e 1 hora nas ferragens...

Deus me livre...ele deve ter passado mals momentos rezando pro papai do céu!

 

Com certeza!!

 

Pra onde ele estava levando esta aeronave?

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O avião quase parado, entrou no banhado, pântano, e pilonou, segundo Lista AeroHobby.

O Cmte Laert Gouvea está bem e o T-6 vai ficar de molho um bom tempo p/ que mãos habilidosas o ponham p/ voar novamente.

Só por Deus ficar uma hora trancado por ali e sentindo cheiro da AVGAS, sem a mínima chanca de escapulir, acho que o resgate cortou a lateral do cock-pit do T-6 ....

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Pros fãs da Esquadrilha, os quais me incluo, aí vão as latest news from SDAM

 

-O T-6 já voltou para SDAM

-Terá recuperação sim, aproximadamente 6 meses pro LDO voltar aos ares.

-Está desmontado e já iniciando (beem no início mesmo) recuperação

-A aeronave, estava quase parando, quando encontrou um brejinho e por este motivo pilonou.

-Hélice intacta (excelente notícia)

-E se tudo der certo , fim do ano com 5 T-6s (PT-KVG e o N3172H)

 

Só me foi pedido pra não postar fotos, essas coisas.

 

Mas a princípio é isso. E o Laert tá bem. Duro foi mesmo aguentar 1h de cabeça pra baixo no bicho.

 

That's all folks.

 

 

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-Terá recuperação sim, aproximadamente 6 meses pro LDO voltar aos ares.

-Hélice intacta (excelente notícia)

 

E o Laert tá bem

 

Definitivamente, as melhores notícias sobre esse acidente.

 

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-Hélice intacta (excelente notícia)

 

Por qual razão essa notícia é tão boa? Pelo preço de uma hélice nova ou pela eventual dificuldade em se encontrar uma hélice de T6 ou pelos dois fatores juntos?

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Por qual razão essa notícia é tão boa? Pelo preço de uma hélice nova ou pela eventual dificuldade em se encontrar uma hélice de T6 ou pelos dois fatores juntos?

 

Grande JC.

O motivo da hélice ser encontrada intacta, é indício claro de que o motor não desenvolvia potência no momento do impacto do nariz do avião no solo. Caso encontremos as pás amassadas de tal forma que denota motor desenvolvendo potência, é obrigatório abrir o motor para fazer raio X , magnaflux , ou algum ensaio NDT (não destrutivo) com líquido penetrante, algo assim, de eixo manivela, bielas, etc e coisa e tal. Caso não seja encontrado algum indício de impacto , e /ou deformação nas pás, podemos ter a mais absoluta certeza que o motor está íntegro. Por isso da hélice encontrada intacta ser uma boa notícia.

 

E você sabe o que provocou a necessidade deste pouso "forçado" ?

 

Marcel, falha de motor. Agora, o que provocou essa falha de motor, aí já não sei.

 

 

Grande Abraço a todos.

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podemos ter a mais absoluta certeza que o motor está íntegro.

Marcel, falha de motor. Agora, o que provocou essa falha de motor, aí já não sei.

:uhm:

 

E no caso da falha de motor não seria então necessário fazer todas aquelas inspeções que vc disse que seriam dispensadas pelo fato de a hélice estar intacta?

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E no caso da falha de motor não seria então necessário fazer todas aquelas inspeções que vc disse que seriam dispensadas pelo fato de a hélice estar intacta?

 

Não.

 

Quando você tem uma falha de motor, normalmente sim, haverá a necessidade de colocar o motor em bancada, checar o que realmente não funciona a contento, e consertá-lo.

 

Quando você tem um impacto da hélice com o solo, com o motor desenvolvendo potência, existe uma desaceleração brusca de muitos componentes , tais como eixo virabrequim, bielas , comando de válvulas, etc. Essa desaceleração brusca pode provocar microfissuras que acarretarão, num futuro, o comprometimento da integridade desses componentes. Ou seja,pode quebrar funcionando normalmente. E aí para evitar isso, é necessário, o chamado TBO. Nesse caso do Pratt&Whitney, é mais viável comprar outro de caixa, do que aguardar um TBO. Isso gera um custo inesperado pesado, e aí o bicho pega.

 

Normalmente é usual, em motores a pistão: Existiu impacto com o solo, desenvolvendo potência, ou com deformação da hélice, abre e faz o TBO. Caso a hélice esteja íntegra, analisando o caso, será necessário uma intervenção mais superficial.

 

Abraços.

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