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Tam solicita novas frequências para Chile e Uruguai


Leonardo de Paula

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Tam solicita novas frequências para Chile e Uruguai

 

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) avalia hoje três pedidos da Tam. Dois deles são solicitações de alocação de sete frequências regulares mistas de longo curso para o Chile e alocação de 14 frequências regulares mistas de longo curso para o Uruguai. O terceiro é referente a adendos aos acordos de código compartilhado com as empresas Lan Airlines e Lan Perú.

 

fonte: Panrotas News

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Tam solicita novas frequências para Chile e Uruguai

 

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) avalia hoje três pedidos da Tam. Dois deles são solicitações de alocação de sete frequências regulares mistas de longo curso para o Chile e alocação de 14 frequências regulares mistas de longo curso para o Uruguai. O terceiro é referente a adendos aos acordos de código compartilhado com as empresas Lan Airlines e Lan Perú.

 

fonte: Panrotas News

 

Hummmm .... a PLUNA deve estar dando saltos de "alegria" com essa noticia !!!! é um beijo no rosto (code-share) e um tapa na cara. Resta saber onde a TAM pretende alocar essas frequencias.

 

abs

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As cias da América do Sul um dia vão aprender a lição. Excetuando a LAN que é grande e forte, todas as outras correm sério risco ao concentrar suas operações em GRU.

 

E que risco é esse ?

 

O risco TAM... risco da TAM entrar na rota e com uma malha doméstica que a cia estrangeira não tem como competir, ganha de goleada no tráfego ex-São Paulo que ela passa a canalizar via GRU.

Desta forma fazem as cias estrangeiras o "dever de casa" da TAM.. juntam o mercado onde ela mais gostaria de ver, e entregam em uma embalagem privilegiada.

Tenho certeza que 2009 vai ser o ano em que a TAM vai focar em ampliar sua malha sul-americana, e eu ainda espero ver o 77W operando o GRU-MAD no lugar no GRU-LHR, apenas com um maior foco em distribuição.

 

E além de Chile e Uruguai, podem esperar mais GRU-Argentina, inclusive GRU-COR.

 

 

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As cias da América do Sul um dia vão aprender a lição. Excetuando a LAN que é grande e forte, todas as outras correm sério risco ao concentrar suas operações em GRU.

 

Na verdade, só nao é em GRU que a TAM esta fazendo isto....no GIG, seu segundo hub internacional também.

 

Até agora, a TAM/TAP tinham uma parceria para os passageiros fazerem EZE-GRU-LIS, ou seja, todos os pax eram canalizados via GRU...pois a partir de agora, a parceria se estende ao GIG, o que é excelente para SP, que permite que se canalize muitos pax via RJ (ate por ter maior numero de assentos para LIS), deixando GRU com menos pax fazendo conexao e mais espaco para os pax de SP nos voos da TAP.

 

Na verdade, a TAM só faz o que TODAS as grandes cias. do mundo fazem: reforcam seus hubs (seja um como a maioria ou mais de um como as Americanas, a LH com FRA/MUC ou a TAM com GRU/GIG)....nao é o ideal para os passageiros de outros destinos, mas as cias. visam lucro e eficiência, portanto...

 

Na Am. do Sul, cias, como a Aerolineas, Pluna, LAN e Taca operam para outros destinos no Brasil....a Avianca nao faz porque, segundo ela, neste momento nao faz sentido...o dia que fizer, eles vao certamente operar rapidinho.

 

 

O que nao entendo é a LAN nao voltar a voar GIG nonstop....nao é possivel que uma cia. com tal visao estratégica e eleita a melhor cia. da America Latina, nao veja sentido em fazer ao menos um voo nonstop.

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Na verdade, só nao é em GRU que a TAM esta fazendo isto....no GIG, seu segundo hub internacional também.

 

Até agora, a TAM/TAP tinham uma parceria para os passageiros fazerem EZE-GRU-LIS, ou seja, todos os pax eram canalizados via GRU...pois a partir de agora, a parceria se estende ao GIG, o que é excelente para SP, que permite que se canalize muitos pax via RJ (ate por ter maior numero de assentos para LIS), deixando GRU com menos pax fazendo conexao e mais espaco para os pax de SP nos voos da TAP.

 

Na verdade, a TAM só faz o que TODAS as grandes cias. do mundo fazem: reforcam seus hubs (seja um como a maioria ou mais de um como as Americanas, a LH com FRA/MUC ou a TAM com GRU/GIG)....nao é o ideal para os passageiros de outros destinos, mas as cias. visam lucro e eficiência, portanto...

 

Na Am. do Sul, cias, como a Aerolineas, Pluna, LAN e Taca operam para outros destinos no Brasil....a Avianca nao faz porque, segundo ela, neste momento nao faz sentido...o dia que fizer, eles vao certamente operar rapidinho.

 

 

O que nao entendo é a LAN nao voltar a voar GIG nonstop....nao é possivel que uma cia. com tal visao estratégica e eleita a melhor cia. da America Latina, nao veja sentido em fazer ao menos um voo nonstop.

 

Boulos,

 

Não espero a TAM criar um voo internacional inexistente em GRU no GIG.

Da mesma forma eu mantenho meu comentário, uma cia estrangeira também não vai abrir GIG na frente de GRU e portanto o hub que recebe a concentração num potencial voo para Mendoza, Mar del Plata, Cuzco, Quito, Guayaquil, Cartagena, e qualquer cidade secundária na América do Sul, será Guarulhos.

 

Aerolineas opera um segundo destino (e forte) pela expressiva demanda que existe na rota, a Pluna vai em breve operar 5 vezes por semana no segundo destino enquanto vai firme direto de um duplo diário para um triplo diário. LAN.... para onde ela voa direto além de São Paulo ? Floripa no verão (!)

Taca passou a voar para o Rio por já ter 2 vôos diários para SP e mesmo assim só 4x.

 

Não vejo essa composição de colocar tudo num lugar só em outro ponto que não seja GRU. Não dá nem para comparar os 4x da TACA com os 31 voos semanais GRU-LIM. Não dá nem pra pensar em algo diferente sendo que inexiste serviço regular non-stop para outro lugar do país quando falamos em BOG, CCS, VVI, SCL e a quantidade de serviços para ASU, LPB, MVD é flagrante em favor de um unico lugar.

 

Realmente não entendo sua vinculação do assunto a GIG pois inexiste o conceito que aqui tentei mostrar, de que as cias estrangeiras colocam 3 voos diários (MVD) tentando fazer de GRU seu ponto principal tanto por O&D quanto por conexões (Nordeste por exemplo) e agora vão enfrentar a concorrência de uma TAM que vai oferecer 2x GRU-MVD e breve o 3o GRU-MVD, e vai ter maior facilidade em vender MVD-REC, MVD-SSA, MVD-FOR, MVD-GIG e com isso vai tomar o ouro da Pluna que vai ter que se focar mais no O&D.

 

Qual o efeito de um GIG-MVD ? Alguém aqui acha que a TAM vai operar GIG-MVD ? Eu não espero nada da TAM para o GIG além de um potencial voo para LHR ou FRA num futuro de 24 meses, além do upgrade do JFK para 330.

 

Se você espera Boulos, pode celebrar, não vai acontecer.

 

 

 

 

 

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As cias da América do Sul um dia vão aprender a lição. Excetuando a LAN que é grande e forte, todas as outras correm sério risco ao concentrar suas operações em GRU.

 

E que risco é esse ?

 

O risco TAM... risco da TAM entrar na rota e com uma malha doméstica que a cia estrangeira não tem como competir, ganha de goleada no tráfego ex-São Paulo que ela passa a canalizar via GRU.

Desta forma fazem as cias estrangeiras o "dever de casa" da TAM.. juntam o mercado onde ela mais gostaria de ver, e entregam em uma embalagem privilegiada.

Tenho certeza que 2009 vai ser o ano em que a TAM vai focar em ampliar sua malha sul-americana, e eu ainda espero ver o 77W operando o GRU-MAD no lugar no GRU-LHR, apenas com um maior foco em distribuição.

 

E além de Chile e Uruguai, podem esperar mais GRU-Argentina, inclusive GRU-COR.

 

 

Lipe,

 

Nao sei nao, mas todas as informacoes que tenho visto mostram LHR praticamente sempre full.

 

Abs

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Pedro,

 

LHR está full pelo fato da Tam ter reduzido as tarifas.

Você compra GIG-GRU-LHR-GRU-GIG na Executiva por US$ 2,200, econômica geralmente abaixo de US$ 1,000.

 

Se tentarem subir o Yield, o Load cai.

 

 

 

 

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Pedro,

 

LHR está full pelo fato da Tam ter reduzido as tarifas.

Você compra GIG-GRU-LHR-GRU-GIG na Executiva por US$ 2,200, econômica geralmente abaixo de US$ 1,000.

 

Se tentarem subir o Yield, o Load cai.

 

 

Ok Lipe.

 

Vc saberia dizer quais sao os voos intl da TAM que tem os melhores loads e yields ??

 

Obrigado,

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To achando que o Rio vai ganhar voos non-stop para SCL...

 

Pensei exatamente a mesma coisa... A TAM não irá colocar um segundo GRU-SCL correndo o risco de prejudicar o vôo com o 777-300 que costuma decolar com o que mais paga o vôo: carga. Dessa forma, considerando a citação de "frequência regular mista", acho que resolveram dar um destino para o 767-300 que fica parado o dia todo no GIG.

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Tomara que a Tam lance GRU-COR, é um destino com tudo para dar certo, conectando com os vôos que vão para Europa e EUA, a Tam vai oferecer ao paxs de Córdoba um acesso rápido e fácil, evitando assim ir até EZE. ERa bom estender ou criar um novo vôo para Mendoza também. Só o fato de poder oferecer conectividade internacional em GRU já deixa o produto da Tam melhor que o POA-COR da Gol.

 

Sou um pouco cético com o GIG-SCL, a Tam tem por costume inaugurar vôos GIG-exterior apenas quando o destino ido já é servido duas vezes por dia, assim foi com MIA, EZE, JFK e CDG.

 

Montevideo pode surgir um segundo diário saindo de SP, ou então via POA para competir de igual pra igual com a Gol.

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Até julho 2008 a TAM operava Gru-Ciudad de Lest-COR...com a TAM Paraguaia,primeio com o fokker100 mas depois o voo passou a ser Gru-Asu-Cor de A320(se não me engano) e dai logo cancelaram...... não entenderia porque agora voltariam com o COR fazendo um voo direto....apesar que se ele saisse cedo e voltasse a tarde poderia ser abastecido pelos voos internacionais.

Torço mesmo para que saiam esses voos mesmo...Mendonza???? Isso sim seria descentralização...e POA-MVD...viria numa h péssima p GOL pois o voo da GOL nao tem concorrência e enfraqueceria-a ainda mais. Vamsover o que está em jogo logo logo.

 

 

 

 

Tomara que a Tam lance GRU-COR, é um destino com tudo para dar certo, conectando com os vôos que vão para Europa e EUA, a Tam vai oferecer ao paxs de Córdoba um acesso rápido e fácil, evitando assim ir até EZE. ERa bom estender ou criar um novo vôo para Mendoza também. Só o fato de poder oferecer conectividade internacional em GRU já deixa o produto da Tam melhor que o POA-COR da Gol.

 

Sou um pouco cético com o GIG-SCL, a Tam tem por costume inaugurar vôos GIG-exterior apenas quando o destino ido já é servido duas vezes por dia, assim foi com MIA, EZE, JFK e CDG.

 

Montevideo pode surgir um segundo diário saindo de SP, ou então via POA para competir de igual pra igual com a Gol.

 

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Na verdade, só nao é em GRU que a TAM esta fazendo isto....no GIG, seu segundo hub internacional também.

 

Até agora, a TAM/TAP tinham uma parceria para os passageiros fazerem EZE-GRU-LIS, ou seja, todos os pax eram canalizados via GRU...pois a partir de agora, a parceria se estende ao GIG, o que é excelente para SP, que permite que se canalize muitos pax via RJ (ate por ter maior numero de assentos para LIS), deixando GRU com menos pax fazendo conexao e mais espaco para os pax de SP nos voos da TAP.

 

Interessante. Espero que vá para a frente. GRU já lida com boa parte de conexões vindas do Sul e este por si só já um mercado bastante respeitável, e talvez seja já também uma parcela suficiente, já que há também OD bem grande entre a região de SP e Portugal.

 

Espero que mais dessas parcerias "internacionais" envolvendo a TAM e parceiras aconteça em GIG.

 

Na Am. do Sul, cias, como a Aerolineas, Pluna, LAN e Taca operam para outros destinos no Brasil....a Avianca nao faz porque, segundo ela, neste momento nao faz sentido...o dia que fizer, eles vao certamente operar rapidinho.

 

 

O que nao entendo é a LAN nao voltar a voar GIG nonstop....nao é possivel que uma cia. com tal visao estratégica e eleita a melhor cia. da America Latina, nao veja sentido em fazer ao menos um voo nonstop.

 

Para mim, além da LA, a que eu não entendo é justamente a própria AR... ela opera para GRU, GIG e POA (não sei se é direto), mas, sinceramente, é impossível que não haja mercado para colocar 735 em EZE-CNF, EZE-SSA, EZE-BSB ou EZE-CNF. Como a LAN também é argentina (um pedaço), não foge da bronca também. Se eles conseguissem umas aeronaves pequenas como a PU fez (dessa vez, E-Jets), imagino que montariam uma operação bem interessante.

 

Vamos ver se, com as novas freqüências, a TAM não venha com GIG-SCL de 763 e a LA compartilhe.

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A TAM vai suforcar as vendas da Gol em MVD, que por sinal, vem caindo constantemente, desde a entrada da Red Flag.

 

O que será uma pena, pois um passageiro que saia de qualquer cidade ao sul de São Paulo para SCL, MVD e EZE pela TAM tem de "subir" até GRU para voltar para o sul, o que na minha opinião é uma burrice. Agora imagine se a GOL para de operar POA-MVD: para is de avião para o Montevideo(a 850Km de distância de Porto Alegre) terei de viajar mais de mil quilômetros até Guarulhos e então voltar dois mil quilômetros. Para a TAM é ótimo, afinal a minha passagem saíra caríssima, mas para mim será péssimo. Os únicos aeroportos que ainda se escapam dessa sina são SSA, REC e MAO, que têm vôos para a Europa e para os Estados Unidos, porém não há um vôo non-stop POA ou CWB para NE ou para o Norte, possibilitando que se evitadas escalas em GIG, GRU ou BSB, o que acaba forçando o passageiro a voar para esses destinos a partir de Guarulhos e do Galeão. Alguém até se referiu à LH com os seus HUB's em FRA e MUC, porém há de se lembrar que, além do fato de a Alemanha ser sensivelmente menor que o Brasil(23 vezes), ambos aeroportos são bastante eficientes, assim como a companhia, e os preços das passagens(até mesmo pela própria concorrência) são bem mais acessíveis, comparados às rendas per capita dos dois países. Conclusão: somos reféns de um sistema oligopólico, onde a mudança não é bem vinda, ainda mais se ela vier acompanhada d'A Palavra: CONCORRÊNCIA. Aliás, as vezes me parece que os gestores das nossas empresas aéreas consideram que as mesmas estão prestando um favor aos passageiros por levá-los aos seus destinos e, por isso mesmo, esses devem pagam um preço que esteja de acordo com a boa vontade delas.

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Para mim, além da LA, a que eu não entendo é justamente a própria AR... ela opera para GRU, GIG e POA (não sei se é direto), mas, sinceramente, é impossível que não haja mercado para colocar 735 em EZE-CNF, EZE-SSA, EZE-BSB ou EZE-CNF. Como a LAN também é argentina (um pedaço), não foge da bronca também. Se eles conseguissem umas aeronaves pequenas como a PU fez (dessa vez, E-Jets), imagino que montariam uma operação bem interessante.

 

Concordo em gênero, número e grau, especialmente na parte do E-Jet's! :Brazil:

 

E apenas para constar, o vôo da AR para POA é direto, porém não é non-stop. Ele faz uma escala em MVD, porém o movimento nesse aeroporto no referido vôo é bastante baixo(basicamente pessoas que vêm de outros destinos e fazem conexão em EZE) por dois motivos: já há uma ponte aérea AEP-MVD, que para os argentinos é infinitamente melhor que EZE-MVD, e é um vôo quase que exclusivamente preenchido por brasileiros e argentinos que vêm ao Brasil.

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Os únicos aeroportos que ainda se escapam dessa sina são SSA, REC e MAO, que têm vôos para a Europa e para os Estados Unidos, porém não há um vôo non-stop POA ou CWB para NE ou para o Norte, possibilitando que se evitadas escalas em GIG, GRU ou BSB, o que acaba forçando o passageiro a voar para esses destinos a partir de Guarulhos e do Galeão.

JJ3858/3859 - CWB-SSA-CWB non-stop!

 

Quanto ao GIG-SCL, sem dúvida seria um ótimo uso para o 767 que fica torrando ao sol carioca diariamente.

 

Sei que é off-topic, mas cheguei hoje de MIA(-GIG) e o Comandante do voo disse que em relação ao MCO passar para o 767 existe um contrato (ou algo do gênero) entre a TAM e as agências de viagem ou a Prefeitura de Orlando que estipula que a operação DEVE ser feita com o A330. Não entendi direito essa "obrigação" da companhia, mas se alguém souber algo a respeito terá seus comentários muito bem-vindos.

Parece que o que a TAM busca é algum outro destino para mandar o 767, uma vez que a troca de equipamento no GIG-JFK para o A330 já é dada como certa.

 

Valeu.

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JJ3858/3859 - CWB-SSA-CWB non-stop!

 

Quanto ao GIG-SCL, sem dúvida seria um ótimo uso para o 767 que fica torrando ao sol carioca diariamente.

 

Sei que é off-topic, mas cheguei hoje de MIA(-GIG) e o Comandante do voo disse que em relação ao MCO passar para o 767 existe um contrato (ou algo do gênero) entre a TAM e as agências de viagem ou a Prefeitura de Orlando que estipula que a operação DEVE ser feita com o A330. Não entendi direito essa "obrigação" da companhia, mas se alguém souber algo a respeito terá seus comentários muito bem-vindos.

Parece que o que a TAM busca é algum outro destino para mandar o 767, uma vez que a troca de equipamento no GIG-JFK para o A330 já é dada como certa.

 

Valeu.

 

podiam fazer um GIG-FRA com o 767....mesmo não sendo um avião muito grande, valeria a pena para os passageiros e para a TAM fazer um 'teste' na rota... :thumbsup:

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:carol: GIG-FRA com 767!! Ja vi essa historia... neste caso nem da pra comparar os aparelhos da JJ com um VTC da vida. Um possivel GIG-FRA mereçe no minimo um 330, mostrando pra dona da casa lá (LH) que o trecho tem potencial e muito!
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Um possivel GIG-FRA mereçe no minimo um 330

 

Também acho, mas se vc notar que o 777-300ER que faz GRU-FRA não é lá muito confortável (econômica com 10 assentos por fileira, executiva com assento inclinado, sem primeira classe no momento) e os vôos continuam saindo LOTADOS, com mais de 350 passageiros por vôo, talvez o uso do 767 ex-Alitalia tenha razoável sucesso, já que me parece que a configuração dele não é TÃO ruim assim...

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Exe do 767 embora o avião não e novo está boa,tem comandos elétricos,configuração2-1-2,o estofado foi todo trocado(havia couro e agora esta´com tecido nas cores do A320)e estão bem macias,o apoio dos pés fica quase na horizontal mas o reclínio é de apenas 145.J á a Y está apertada como se fosse um A320,sem apoio para os pés e dura,sem apoio de cabeça que os A330 e B777 tem,ou seja:nada comfortável,apesar que todos os tecidos foram renovados e a aparência é boa,a configuração tb é legal 2-3-2,corredores amplos.

Para um Mia é aceitavel mas 12hs num FRA seria bola fora!

 

Também acho, mas se vc notar que o 777-300ER que faz GRU-FRA não é lá muito confortável (econômica com 10 assentos por fileira, executiva com assento inclinado, sem primeira classe no momento) e os vôos continuam saindo LOTADOS, com mais de 350 passageiros por vôo, talvez o uso do 767 ex-Alitalia tenha razoável sucesso, já que me parece que a configuração dele não é TÃO ruim assim...

 

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