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Estratégias da Azul são exatamente iguais às nossas, diz Gol


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Estratégias da Azul são exatamente iguais às nossas, diz Gol

 

Daniel Ottaiano

Direto de São Paulo

 

A Gol comemorou a chegada da Azul ao mercado brasileiro de aviação. Pelo menos é o que diz a direção da companhia em relação ao modelo de negócio da concorrente. Segundo o vice-presidente de Marketing e Serviços da Gol, Tarcísio Gargioni, as estratégias da nova empresa são exatamente iguais à de sua empresa. "O que significa que nosso modelo de negócio é um modelo de sucesso", diz ele em entrevista exclusiva ao Terra.

 

A simpatia pela nova concorrente termina aí. "Vamos competir, vamos ser melhores hoje do que fomos ontem", afirma Gargioni. "Significa que nós temos que nos aperfeiçoar a cada dia".

 

Para ele, a Gol já faz isso ao "arquitetar" uma estrutura que permita custos mais baixos. Gargioni diz que a empresa tenta sempre utilizar aviões novos, que voam mais e gastam menos combustíveis, além de vender cerca de 92% dos bilhetes pela internet."(A Gol) consegue ter um modelo de negócio racional e de baixo custo e automaticamente transfere isso para o usuário".

 

Frota

Apesar de investir na renovação da frota, a Gol prevê terminar o ano com 108 aviões, quatro a mais do que no encerramento de 2008. A companhia vai receber 15 aeronaves em 2009, mas vai devolver outras 11 do modelo Boeing 737-300.

 

"Isso sinaliza que nós estamos confiantes, por que estamos investindo", afirma o vice-presidente de Marketing e Serviços. "Estamos estimando um crescimento entre 5% e 6%. Acreditamos que esse resultado é até bom diante do que alguns mais alarmistas estão falando".

 

Os novos aviões devem reforçar as rotas já existentes. Gargioni estima a contratação de cerca de 160 pessoas para cada uma das quatro aeronaves a incorporar a frota nesse ano, o que significa 640 trabalhadores a mais.

 

2008

A intenção de contratar funcionários nem sempre foi assunto dentro da Gol. De acordo com Gargioni, durante o ano passado, houve corte de pessoal, mas o saldo final foi positivo. A empresa terminou 2008 com 16,5 mil empregados, 1,5 mil a mais do que 12 meses antes.

 

"Para a Gol, (2008) foi bom. Não podemos dizer que o ano foi ruim. Nós tivemos em 2008 uma transformação muito grande na reestruturação empresarial", diz Gargioni, explicando que a principal mudança foi a transformação de Gol e Varig em uma única empresa.

 

Mercado brasileiro

Para o vice-presidente de Marketing e Serviços da Gol, o mercado aéreo brasileiro ainda tem espaço para crescer, mas o maior impedimento é a baixa renda da população. "Nós hoje temos um mercado de 150 milhões de viajantes por ano de ônibus e temos 50 milhões de passageiros por ano de avião", afirma.

 

Para ele, essa também é a maior diferença entre a aviação do Brasil e dos Estados Unidos e Europa. "Estados Unidos têm mais pessoas com capacidade de compra do que aqui".

 

Para ele, a única forma de a aviação nacional crescer seria se o governo brasileiro incentivasse as pessoas a viajarem e mantivesse o nível de emprego.

 

"O importante é manter a atividade econômica, dar incentivo para que os empregos se mantenham e, automaticamente, as pessoas viajarão", completa.

 

Fonte: Invertia/Terra

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Na minha opinião, assim como a Azul leva todos pra Campinas e a Passaredo pra Ribeirão Preto, a GOL deveria investir ainda mais em Confins-B.H. como principal HUB e fazer a mesma coisa. Se colocar uns 3 voos de RAO-CNF e uns 6 entre VCP-CNF, oferecendo conexões rapidas e baratas, já começa a complicar a vida da concorrência.

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Segundo o vice-presidente de Marketing e Serviços da Gol, Tarcísio Gargioni, as estratégias da nova empresa são exatamente iguais à de sua empresa. "O que significa que nosso modelo de negócio é um modelo de sucesso"...

 

Deus me livre duas empresas aéreas dando barrinha de cereal... bom que o "panda" é bom de garfo, e portanto, a Azul terá um bom serviço de bordo.

 

Os novos aviões devem reforçar as rotas já existentes. Gargioni estima a contratação de cerca de 160 pessoas para cada uma das quatro aeronaves a incorporar a frota nesse ano, o que significa 640 trabalhadores a mais.

 

relação de 160 pessoas por aeronave? em um país como o Brasil?

 

Para ele, a única forma de a aviação nacional crescer seria se o governo brasileiro incentivasse as pessoas a viajarem e mantivesse o nível de emprego.

 

"O importante é manter a atividade econômica, dar incentivo para que os empregos se mantenham e, automaticamente, as pessoas viajarão", completa.

 

Contar com planos de governo para gerir empresa aérea?

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