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Paulo Castello Branco: "A Tam não vai ficar parada no Santos Dumont"


Approach-Air

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Em entrevista exclusiva ao MERCADO & EVENTOS, durante a ITB 2009, o vice-presidente da Tam, Paulo Castello Branco, afirmou que caso a abertura do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, realmente se confirme, a Tam "não vai ficar parada". De acordo com ele, no dia de ontem (12/03) a companhia participou de uma primeira reunião em que foram distribuídos slots. "Ficamos com o maior número, 17", antecipou.

 

Ele ainda comentou sobre um possível voo ligando São Paulo a Munique, na Alemanha e sobre os impactos da crise econômica.

 

Baixei o vídeo e algumas frases chamou atenção:

 

“São Paulo - Frankfurt tem a melhor ocupação da Europa, em torno de (loads) 90% e é o melhor voo disparado em cargas.”

 

“Quando analisamos um segundo voo para Frankfurt saindo do Rio de Janeiro e um voo saindo de São Paulo – Munich, os números mostram que São Paulo – Munich seria uma opção melhor.”

 

“No mercado de carga, o norte americano houve uma queda visível (De 20% a 25%)”

 

“Às vezes a equívocos no que se refere aos números (Anac). Outro dia mesmo, eu estava lendo uma publicação de que as pessoas que se dirigem ao Galeão apenas 1% vai para outras localidades, isso é uma balela, não é verdade. Em torno de 30 a 35% das pessoas que se destinam aos vôos internacionais para o Rio de Janeiro seguem para outros estados. Por tanto, é importantíssimo que você tenha vôos (domésticos) dentro do Galeão”.

 

“Já antevendo o que poderia acontecer nos trouxemos para nossa frota algo em torno de sete aeronaves Airbus A319 para operar no Santos Dumont”.

 

Vídeo e Matéria: http://www.mercadoeeventos.com.br/script/F...amp;IndSeguro=0

 

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Putz, imaginava que a Tam ia abrir pelo menos um GIG-FRA ou GRU-FRA, para diluir as despesas fixas da base FRA. MUC pra mim é novo . . . será que estão desconsiderando JNB? Talvez descartou GIG-FRA por um possível esvaziamento de GIG.

 

Enquanto isso para o mercado americano, a Tam teria que cortar 1/4 de sua oferta para manter os níveis de ocupação do ano passado?

 

Ao meu ver a Tam deveria fortalecer sua malha sulamericana, com BOG, LIM-GYE e VVI.

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"Ficamos com o maior número, 17", antecipou.

 

Ao meu ver, isto é ruim, pois a Tam no GIG é a empresa parceira das maiores operadoras Internacionais, eu acho.

 

 

“No mercado de carga, o norte americano houve uma queda visível (De 20% a 25%)”

 

Bem como já vem sendo discutido aqui no CR, prova-se que é a mais pura verdade.

 

“Às vezes a equívocos no que se refere aos números (Anac). Outro dia mesmo, eu estava lendo uma publicação de que as pessoas que se dirigem ao Galeão apenas 1% vai para outras localidades, isso é uma balela, não é verdade. Em torno de 30 a 35% das pessoas que se destinam aos vôos internacionais para o Rio de Janeiro seguem para outros estados. Por tanto, é importantíssimo que você tenha vôos (domésticos) dentro do Galeão”.

 

Serve de exemplo para quem acredita nos dados estonteantes da ANAC. Nunca acreditei nem nunca vou acreditar neles, afinal não espera-se que ela lançe dados contra sua própria proposta.

 

 

 

 

 

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Putz, imaginava que a Tam ia abrir pelo menos um GIG-FRA ou GRU-FRA, para diluir as despesas fixas da base FRA. MUC pra mim é novo . . . será que estão desconsiderando JNB? Talvez descartou GIG-FRA por um possível esvaziamento de GIG.

 

Enquanto isso para o mercado americano, a Tam teria que cortar 1/4 de sua oferta para manter os níveis de ocupação do ano passado?

 

Ao meu ver a Tam deveria fortalecer sua malha sulamericana, com BOG, LIM-GYE e VVI.

 

A TAM que se cuide na Europa, sinceramente eu nunca vi tantas promocoes de areas por la como agora, o exemplo mais esdruxulo que nunca imaginairia é a BA com executiva a menos de US$ 2800! eles sempre foram a mais premium da Europa e nesta rota partindo do Brasil, NUNCA fizeram uma promoção a altura da AF ou LH que cobravam abaixo de US3000, realmente eles vai ter de se adequar, sem considerar o produto tanto turistica como executiva delas é mil vezes superior ao da TAM.

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Putz, imaginava que a Tam ia abrir pelo menos um GIG-FRA ou GRU-FRA, para diluir as despesas fixas da base FRA. MUC pra mim é novo . . . será que estão desconsiderando JNB? Talvez descartou GIG-FRA por um possível esvaziamento de GIG.

 

Enquanto isso para o mercado americano, a Tam teria que cortar 1/4 de sua oferta para manter os níveis de ocupação do ano passado?

 

Ao meu ver a Tam deveria fortalecer sua malha sulamericana, com BOG, LIM-GYE e VVI.

 

Não, JNB está confirmado.

Sobre os EUA, de todas que operam para lá, a TAM parece que sofre menos (CNX doméstica) e como ele disse, o mercado ficará "estável".

 

Ele falou muito do GIG, disse que precisa de investimentos e deixou claro que o aeroporto precisa de voos domésticos para alimentar os internacionais.

 

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Stelios, tem mais de 50 vôos diários do GIG.

 

17 slots = 17 pares de decolagem e pouso.

 

E isso sem dúvida vai virar 4 VIX, 4 CNF, 4 BSB e obviamente 5 VCP

 

Com a retirada de 17 voos do GIG

 

 

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Stelios, tem mais de 50 vôos diários do GIG.

 

17 slots = 17 pares de decolagem e pouso.

 

E isso sem dúvida vai virar 4 VIX, 4 CNF, 4 BSB e obviamente 5 VCP

 

Com a retirada de 17 voos do GIG

Felipe, você acredita sinceramente que o numero de novos vôos que a TAM posicionara no SDU, serão na mesma proporção dos que forem retirados do GIG? Não existe a possibilidade de diminuir menos no GIG, prporcionalmente?

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Master,

 

Se você tem 70% de O&D nos vôos do GIG e você traz os voos para o SDU, eu diria que o que pode ocorrer é que ao invés de retirar 4 VIX, você retira 5 voos do GIG pois por exemplo, você perde a sustentabilidade de voar 20x GIG-BSB ou 17x GIG-SSA.

 

 

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Master,

 

Se você tem 70% de O&D nos vôos do GIG e você traz os voos para o SDU, eu diria que o que pode ocorrer é que ao invés de retirar 4 VIX, você retira 5 voos do GIG pois por exemplo, você perde a sustentabilidade de voar 20x GIG-BSB ou 17x GIG-SSA.

Sendo 70% de O&D nos vôos do GIG, repartindo o bolo com o SDU ou melhor cedendo a maior parte da fatia para o SDU( que tem a preferência do pax ) os vôos remanescente no GIG não terão Break-Even suficientes para mantê-los .A menos que uma formula bem elaborada seja encontrada. É complicada a situação admito.

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Master,

 

Se você tem 70% de O&D nos vôos do GIG e você traz os voos para o SDU, eu diria que o que pode ocorrer é que ao invés de retirar 4 VIX, você retira 5 voos do GIG pois por exemplo, você perde a sustentabilidade de voar 20x GIG-BSB ou 17x GIG-SSA.

 

 

Garotão isso é impossível de acontecer. Há um planejamento.

Não é assim que as coisas funcionanam.

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Garotão isso é impossível de acontecer. Há um planejamento.

Não é assim que as coisas funcionanam.

 

A despeito do "Garotão", adoraríamos todos que você nos brinde com seu comentário de como as coisas funcionam.

 

Se você abre vôos "análogos" no SDU aos que são operados no GIG, é óbvio que a TAM não tem 7 aviões parados

num canto do Brasil esperando a boa vontade da ANAC... eles estão voando em rotas.

Ora, se a TAM vai colocar A319 voando no SDU, tem que tirar de algum lugar....

 

Se você me explicar como ocorre diferente de pegar A320 e A319 operando no GIG e colocar no SDU, eu agradeceria

imensamente, e acredito que boa parte do fórum, também.

 

É mais que óbvio que existe planejamento, e é mais que óbvio que o planejamento é tirar um avião que fazia trilho no GIG

para fazer trilhos no SDU.

 

E claramente a TAM vai acabar tirando mais vôos do GIG do que vai colocar no SDU, simplesmente pelo fato de que ela tem que "esterelizar" a demanda que não vai conectar no futuro por lá.

 

 

 

 

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Em vôos que se utiliza o A319, remanejado para o SDU, e passa a voar com o A320, caso a demanda não responda, ocorrerá o cancelamento, não é?

Parte feia da História.

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Durante a consulta pública sobre a abertura do SDU a TAM afirmou ter 136 operações diárias no GIG, o que representa em pares 68, com 17 pares no GIG, se eles transferirem os voos teriam ainda 51 operações diárias no GIG.

 

Com relação a conectividade é importante salientar algumas coisas.

 

Por exemplo, de as 17 frequencias forem concentradas em CNF, BSB e VIX como falaram anteriormente então a conectividade não será muito afetada, pois BSB e CNF já são HUBs logo elas n alimentam HUB, ou eu mesmo n imagino alguém fazendo BSB - GIG - REC, ou BSB - GIG - MAO, nem menos CNF - GIG - NAT, ou CNF - GIG - CWB, uma vez que essas cidades possuem seus respectivos voos diretos, ou com escala em algum aeroporto que n o GIG. Agora VIX de fato seria um pouco diferente já que ela n é HUB, mais será que valeria a pena manter tantas VIX - SDU quando o SDU vai fornecer uma conexão tão limitada?, pq o trecho VIX - POA por exemplo, poderia ser feito VIX - GIG - POA, pelo SDU seria VIX - SDU - CGH - POA, algo no mínimo medonho.

então n sei se manteriam tantas. Seria mais lógico ter ao menos dois pares operando, POA e CWB , só n sei se o A319 permite isso.

 

Sobre os mesmos, bem o GIG até onde eu saiba tem seus voos bem mais aparelhados com o A320 do que com o A319, até pelo perfil do aeroporto, normalmente os A319 são mais espalhados por CGH SDU e cidades do interior como Maringá, Londrina, Uberlândia, e outros onde os aeroportos operam melhor com o A319, então creio que não seja o GIG que irá sofrer com perdas de A319, e mais um voo de A310 transferido para o SDU com A319 já vai com um dowgrade de 20,8% (174 - 144) logo n creio que o número de voos transferidos seja menor que os retirados no GIG. E vale salientar que as empresas podem estabelecer nichos para facilitar suas conexões, por exemplo criar ao menos 3 um em cada periodo onde cheguem voos de todas as principais cidades num periodo d 1h mais ou menos, assim podem realizar as conexões de forma facilitada.

 

Tem muitas outras coisas a serem comentadas, mais creio que se as empresas forem inteligentes, as coisas não irão ser tão catastróficas como esperado por alguns.

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Em entrevista exclusiva ao MERCADO & EVENTOS, durante a ITB 2009, o vice-presidente da Tam, Paulo Castello Branco, afirmou que caso a abertura do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, realmente se confirme, a Tam "não vai ficar parada". De acordo com ele, no dia de ontem (12/03) a companhia participou de uma primeira reunião em que foram distribuídos slots. "Ficamos com o maior número, 17", antecipou.

 

Ele ainda comentou sobre um possível voo ligando São Paulo a Munique, na Alemanha e sobre os impactos da crise econômica.

 

Baixei o vídeo e algumas frases chamou atenção:

 

“São Paulo - Frankfurt tem a melhor ocupação da Europa, em torno de (loads) 90% e é o melhor voo disparado em cargas.”

 

“Quando analisamos um segundo voo para Frankfurt saindo do Rio de Janeiro e um voo saindo de São Paulo – Munich, os números mostram que São Paulo – Munich seria uma opção melhor.”

 

“No mercado de carga, o norte americano houve uma queda visível (De 20% a 25%)”

 

“Às vezes a equívocos no que se refere aos números (Anac). Outro dia mesmo, eu estava lendo uma publicação de que as pessoas que se dirigem ao Galeão apenas 1% vai para outras localidades, isso é uma balela, não é verdade. Em torno de 30 a 35% das pessoas que se destinam aos vôos internacionais para o Rio de Janeiro seguem para outros estados. Por tanto, é importantíssimo que você tenha vôos (domésticos) dentro do Galeão”.

 

“Já antevendo o que poderia acontecer nos trouxemos para nossa frota algo em torno de sete aeronaves Airbus A319 para operar no Santos Dumont”.

 

Vídeo e Matéria: http://www.mercadoeeventos.com.br/script/F...amp;IndSeguro=0

 

Castello Branco, sonhe! Nem a LH, a dona do hub, consegue manter voos diários o ano todo para MUC... GIG-FRA funcionava até com o SDU liberado...

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Castello Branco, sonhe! Nem a LH, a dona do hub, consegue manter voos diários o ano todo para MUC... GIG-FRA funcionava até com o SDU liberado...

 

Então cade o GIG-FRA?

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...eu mesmo n imagino alguém fazendo BSB - GIG - REC, ou BSB - GIG - MAO, nem menos CNF - GIG - NAT, ou CNF - GIG - CWB, uma vez que essas cidades possuem seus respectivos voos diretos...

Mas muito facilmente se pode imaginar "alguéns" fazendo BSB-GIG-JFK ou CNF-GIG-CDG, e é aí que mora o problema! Os voos internacionais ex-GIG é que sofreriam sem alimentação.

Cinco voos BSB-SDU são virtualmente cinco voos a menos alimentando GIG-CDG/JFK/MIA.

 

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“Quando analisamos um segundo voo para Frankfurt saindo do Rio de Janeiro e um voo saindo de São Paulo – Munich, os números mostram que São Paulo – Munich seria uma opção melhor.”

 

Engraçado, enquanto a TAM pensa desta forma sobre o Rio a Air France faz dois vôos GIG x CDG e ela nenhum, quem será que está certo ?

 

Faço das palavras do Ozires Silva as minhas que, "muito em breve poderemos não ter mais empresas brasileiras de aviação" (claro, pode-se levar 50 anos para isso acontecer, mas as estrangeiras estão comendo pelas beiradas...)

 

Ah, antes que a discussão caia no bairrismo lembro que não é por aí que estou colocando a minha opinião, mas me baseando nos fatos (não tenho preferência por nenhuma cidade).

 

Ok, faça o São Paulo x Munich, mas por que não testa o vôo começando no Rio ? assim evitamos as terríveis conexões !

 

Abraços

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“Quando analisamos um segundo voo para Frankfurt saindo do Rio de Janeiro e um voo saindo de São Paulo – Munich, os números mostram que São Paulo – Munich seria uma opção melhor.”

 

Engraçado, enquanto a TAM pensa desta forma sobre o Rio a Air France faz dois vôos GIG x CDG e ela nenhum, quem será que está certo ?

 

Só uma correção: a TAM voa GIG-CDG diariamente e nonstop com o A330.

 

 

Ok, faça o São Paulo x Munich, mas por que não testa o vôo começando no Rio ? assim evitamos as terríveis conexões !

 

Duvido que a JJ faça isso. O mais provável é que se force a conexão em GRU. Acredito que os vôos GIG-Alemanha viraram pó junto com a Varig e não acredito que sejam restabelecidos tão cedo, especialmente dado a política da TAM de multiplos vôos a partir de GRU antes de se cogitar o mesmo serviço no GIG e a opção da LH em ignorar totalmente o mercado do Rio.

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Mas muito facilmente se pode imaginar "alguéns" fazendo BSB-GIG-JFK ou CNF-GIG-CDG, e é aí que mora o problema! Os voos internacionais ex-GIG é que sofreriam sem alimentação.

Cinco voos BSB-SDU são virtualmente cinco voos a menos alimentando GIG-CDG/JFK/MIA.

 

Claro, mais quantos voos por dia temos para CDG? e JFK?, MIA (CNF, REC, FOR, SSA e se n me engano MAO) já possuem os seus, claro que algumas pessoas podem preferir pegar fora de seus estados, mas o mais lógico é que com o tempo essas pessoas passem a usar majoritariamente seus aeroportos de origem.

 

eu já postei aqui uma vez sobre isso, o GIG atualmente possui 4 nichos de horários de voos internacionais, em cada um desses nichos saem em média 6 ou 7 voos de longa duração mais uns 3 p américa do sul, consideremos 10 voos.

 

todas as empresas jogam com números de 30% de ocupação por CNX, ou seja considerando uma média boa de 250 pax por voo 30% significa 75 pax por voo oriundos de CNX, isso contando os 10 voos seriam 750 pax. Considerandos apenas as cidades mais próximas ao GIG como SSA, VIX, POA, CWB e CNF, se cada empresa grande ( leia-se TAM e GOL) mantiver ao menos 1 voo chegando em cada um desses 4 horários de nicho (BSB pelo menos vai ter bem mais, mas só exemplificando) são 10 voos com até 180 PAX ou seja teriamos 1800 assentos ofretados, isso se contarmos com outros destinos um pouco mais distantes mais que mantem um certo numero de frequencias com o RJ como REC, FOR, FLN.... facilmente se chegaria a algo como 2200 ou 2300, aí pergunto, será que é necessário mais de 2300 assentos ofertados para permitir que 750 pessoas realizem suas conexões internacionais? Tem que existir 30 BSB - GIG e 20 CNF - GIG para alimentar 2 ou 3 voos diários para CDG ou uns 5 pra JFK?, creio que quanto a isso, as empresas terão a inteligencia de direcionar seus voos para os horários propícios a realização dessas CNXs.

 

agora em Nº de PAX com certeza o GIG vai perder, pois muios pax OeD preferirão usar o SDU, e creio que de fato ao menos pras grandes o SDU vai ficar mais no OeD mesmo.

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Claro, mais quantos voos por dia temos para CDG? e JFK?, MIA (CNF, REC, FOR, SSA e se n me engano MAO) já possuem os seus, claro que algumas pessoas podem preferir pegar fora de seus estados, mas o mais lógico é que com o tempo essas pessoas passem a usar majoritariamente seus aeroportos de origem.

 

eu já postei aqui uma vez sobre isso, o GIG atualmente possui 4 nichos de horários de voos internacionais, em cada um desses nichos saem em média 6 ou 7 voos de longa duração mais uns 3 p américa do sul, consideremos 10 voos.

 

todas as empresas jogam com números de 30% de ocupação por CNX, ou seja considerando uma média boa de 250 pax por voo 30% significa 75 pax por voo oriundos de CNX, isso contando os 10 voos seriam 750 pax. Considerandos apenas as cidades mais próximas ao GIG como SSA, VIX, POA, CWB e CNF, se cada empresa grande ( leia-se TAM e GOL) mantiver ao menos 1 voo chegando em cada um desses 4 horários de nicho (BSB pelo menos vai ter bem mais, mas só exemplificando) são 10 voos com até 180 PAX ou seja teriamos 1800 assentos ofretados, isso se contarmos com outros destinos um pouco mais distantes mais que mantem um certo numero de frequencias com o RJ como REC, FOR, FLN.... facilmente se chegaria a algo como 2200 ou 2300, aí pergunto, será que é necessário mais de 2300 assentos ofertados para permitir que 750 pessoas realizem suas conexões internacionais? Tem que existir 30 BSB - GIG e 20 CNF - GIG para alimentar 2 ou 3 voos diários para CDG ou uns 5 pra JFK?, creio que quanto a isso, as empresas terão a inteligencia de direcionar seus voos para os horários propícios a realização dessas CNXs.

 

agora em Nº de PAX com certeza o GIG vai perder, pois muios pax OeD preferirão usar o SDU, e creio que de fato ao menos pras grandes o SDU vai ficar mais no OeD mesmo.

 

A única que consegue oferecer conexões com malha enxuta como você propõe é a TAM. Ela consegue manipular oferecer a si mesma classes tarifárias mais baixas para passageiros em conexão. No caso da TAM para outras companhias e de qualquer outra, isso deixa de ser simples, pois GRU sempre vai oferecer tarifas mais competitivas, uma vez que lá há escala.

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Claro, mais quantos voos por dia temos para CDG? e JFK?, MIA (CNF, REC, FOR, SSA e se n me engano MAO) já possuem os seus, claro que algumas pessoas podem preferir pegar fora de seus estados, mas o mais lógico é que com o tempo essas pessoas passem a usar majoritariamente seus aeroportos de origem.

 

eu já postei aqui uma vez sobre isso, o GIG atualmente possui 4 nichos de horários de voos internacionais, em cada um desses nichos saem em média 6 ou 7 voos de longa duração mais uns 3 p américa do sul, consideremos 10 voos.

 

todas as empresas jogam com números de 30% de ocupação por CNX, ou seja considerando uma média boa de 250 pax por voo 30% significa 75 pax por voo oriundos de CNX, isso contando os 10 voos seriam 750 pax. Considerandos apenas as cidades mais próximas ao GIG como SSA, VIX, POA, CWB e CNF, se cada empresa grande ( leia-se TAM e GOL) mantiver ao menos 1 voo chegando em cada um desses 4 horários de nicho (BSB pelo menos vai ter bem mais, mas só exemplificando) são 10 voos com até 180 PAX ou seja teriamos 1800 assentos ofretados, isso se contarmos com outros destinos um pouco mais distantes mais que mantem um certo numero de frequencias com o RJ como REC, FOR, FLN.... facilmente se chegaria a algo como 2200 ou 2300, aí pergunto, será que é necessário mais de 2300 assentos ofertados para permitir que 750 pessoas realizem suas conexões internacionais? Tem que existir 30 BSB - GIG e 20 CNF - GIG para alimentar 2 ou 3 voos diários para CDG ou uns 5 pra JFK?, creio que quanto a isso, as empresas terão a inteligencia de direcionar seus voos para os horários propícios a realização dessas CNXs.

 

agora em Nº de PAX com certeza o GIG vai perder, pois muios pax OeD preferirão usar o SDU, e creio que de fato ao menos pras grandes o SDU vai ficar mais no OeD mesmo.

 

Concordo em 108% com vc em todos os dois Posts, o importante seria mesmo deixar o mercado de ajustar a demanda do mercado, aqui se subjulga muito a capacidade dos mercados e das empresas em se adequarem as novas "regras"... mas acho seu pensamento muito mais bilateral, doque os de alguns, que so conseguem ver o Lado RUIM e NEGATIVO da historia! um Abraço

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