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Acostumado a abrir empresas aéreas, o empresário David Neeleman não se mostra preocupado com a turbulência financeira mundial que também prejudica os resultados do setor de aviação em todo o planeta. Fundador e CEO da Azul, em operação desde dezembro, ele mantém o mesmo planejamento para os investimentos e acredita que o Brasil tem potencial para crescer nesse segmento.

 

– Dá para ampliar os negócios em tempos de crise, já mostramos isso – afirma.

 

Com nove aviões, a frota da companhia deve chegar a 13 jatos fabricados pela Embraer até o fim do ano. Como o início das atividades se deu no período de férias, a empresa, que voa atualmente para 10 cidades brasileiras, agora começa a receber passageiros que viajam a negócios.

 

Mostrando respeito pela concorrência, Neeleman diz que está preparado para enfrentar alterações de rotas feitas por outras companhias desde a chegada da Azul. O empresário enfatiza que está abrindo novos mercados, fazendo ligações usualmente não operadas pela aviação. Como exemplo, cita Campinas (SP)-Salvador. Quando começou, há quatro meses, foram transportados 32 passageiros no primeiro dia no trecho. Agora já são 400 por dia.

 

– Criamos 80% desse mercado – comemora.

 

O planejamento inicial da Azul era ter o aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio de Janeiro, como o principal terminal da nova companhia.

 

– Muita cidade gostaria de ter um aeroporto como o Santos Dumont, devido à localização central – observa.

 

Como a legislação restringia as operações a voos da ponte aérea Rio-São Paulo, a Azul teve de escolher como base Viracopos, em Campinas, a quase cem quilômetros da capital paulista. Na semana passada, contudo, com a liberação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de novas operações no terminal carioca, a companhia começou a voar para o Rio de Janeiro.

 

– Estamos muito bem em Campinas, e agora não pretendemos mudar. No futuro, com mais aviões, pode ser diferente – afirma Neeleman. – O PIB (Produto Interno Bruto) dessa região é o segundo maior do país, é maior do que o Chile, por exemplo.

 

Atualmente com 1,7% do mercado doméstico de aviação, Neeleman disse que não está em busca de percentuais de participação:

 

– Quando há duopólio, aí sim fica importante se falar em participação de mercado.

 

Descontos são perenes, assegura o empresário

 

O empresário comemora a regularidade do serviço nesses primeiros quatro meses. Dos 1,7 mil voos realizados, apenas dois foram cancelados, com a companhia atingindo 92% de pontualidade e ocupação de 64% em fevereiro. Para dar suporte às operações, a empresa mantém um avião reserva em Campinas, acionado se alguma aeronave apresentar problemas.

 

Filho de americanos e nascido no Brasil, Neeleman criou duas companhias aéreas nos Estados Unidos e uma no Canadá antes de abrir a Azul. No Brasil, mantém o costume de conversar com os passageiros. Falando português com sotaque inglês, pega cartões de visita para contatos futuros, concede benefícios para quem é usuário frequente e ainda negocia um desconto para conquistar um novo cliente desde que ele chegue ao destino e faça propaganda boca-a-boca da Azul.

 

Com a Azul, Neeleman quer ver como passageiro em seus aviões quem utiliza o transporte rodoviário, e por isso sabe que terá de oferecer tarifas atrativas. Ele garante que o preço com 75% de desconto para quem comprar o bilhete aéreo com até 30 dias de antecedência não é uma promoção temporária, mas uma estratégia da empresa.

 

 

 

 

Plano de voo

A Azul já realizou mais de 1,7 mil operações em quatro meses:

> Há quase um ano, em 27 de março de 2008, o empresário David Neeleman anunciou a criação de uma companhia aérea.

> A nova empresa anuncia ter US$ 200 milhões de investidores para começar a funcionar, tornando-se a companhia aérea mais capitalizada na fase de fundação.

> Foram encomendados da Embraer 42 aviões modelo 195 e outros 36 em opção de compra. Para antecipar o início das operações, a Azul traz modelos Embraer 190 da americana JetBlue.

> O nome Azul foi escolhido a partir de sugestões enviadas pela internet.

> Em 15 de dezembro são realizados os voos inaugurais a partir de Campinas para Salvador e Porto Alegre.

> Na semana passada a empresa contratou o milésimo funcionário.

> Até 2011 serão 42 aviões, com a empresa voando para as principais cidades brasileiras. No final de 2013, a frota deve chegar a 78 aeronaves.

CIDADES ATENDIDAS

Campinas, Curitiba, Navegantes*, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Fortaleza, Recife e Manaus*

*A partir da primeira semana de abril

A FROTA

A Azul usa jatos da Embraer:

Modelo Capacidade

Embraer 190 106 passageiros

Embraer 195 118 passageiros

CARACTERÍSTICAS A BORDO

> Duas fileiras de poltronas, cada uma com dois assentos. Não há o lugar do meio

> Bancos de couro

> Quando estiver em funcionamento o sistema via satélite da LiveTV, haverá TV ao vivo, em monitores individuais

Participações de mercado em fevereiro:

TAM 49,82%

Gol/Varig 40,2%

Webjet 3,74%

OceanAir 2,67%

Azul 1,7%

Fonte: Anac

 

 

 

de: Zero Hora-RS (25/03/2009).

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Acostumado a abrir empresas aéreas, o empresário David Neeleman não se mostra preocupado com a turbulência financeira mundial que também prejudica os resultados do setor de aviação em todo o planeta. Fundador e CEO da Azul, em operação desde dezembro, ele mantém o mesmo planejamento para os investimentos e acredita que o Brasil tem potencial para crescer nesse segmento.

 

– Dá para ampliar os negócios em tempos de crise, já mostramos isso – afirma.

 

Com nove aviões, a frota da companhia deve chegar a 13 jatos fabricados pela Embraer até o fim do ano. Como o início das atividades se deu no período de férias, a empresa, que voa atualmente para 10 cidades brasileiras, agora começa a receber passageiros que viajam a negócios.

 

Mostrando respeito pela concorrência, Neeleman diz que está preparado para enfrentar alterações de rotas feitas por outras companhias desde a chegada da Azul. O empresário enfatiza que está abrindo novos mercados, fazendo ligações usualmente não operadas pela aviação. Como exemplo, cita Campinas (SP)-Salvador. Quando começou, há quatro meses, foram transportados 32 passageiros no primeiro dia no trecho. Agora já são 400 por dia.

 

– Criamos 80% desse mercado – comemora.

 

O planejamento inicial da Azul era ter o aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio de Janeiro, como o principal terminal da nova companhia.

 

– Muita cidade gostaria de ter um aeroporto como o Santos Dumont, devido à localização central – observa.

 

Como a legislação restringia as operações a voos da ponte aérea Rio-São Paulo, a Azul teve de escolher como base Viracopos, em Campinas, a quase cem quilômetros da capital paulista. Na semana passada, contudo, com a liberação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de novas operações no terminal carioca, a companhia começou a voar para o Rio de Janeiro.

 

– Estamos muito bem em Campinas, e agora não pretendemos mudar. No futuro, com mais aviões, pode ser diferente – afirma Neeleman. – O PIB (Produto Interno Bruto) dessa região é o segundo maior do país, é maior do que o Chile, por exemplo.

 

Atualmente com 1,7% do mercado doméstico de aviação, Neeleman disse que não está em busca de percentuais de participação:

 

– Quando há duopólio, aí sim fica importante se falar em participação de mercado.

 

Descontos são perenes, assegura o empresário

 

O empresário comemora a regularidade do serviço nesses primeiros quatro meses. Dos 1,7 mil voos realizados, apenas dois foram cancelados, com a companhia atingindo 92% de pontualidade e ocupação de 64% em fevereiro. Para dar suporte às operações, a empresa mantém um avião reserva em Campinas, acionado se alguma aeronave apresentar problemas.

 

Filho de americanos e nascido no Brasil, Neeleman criou duas companhias aéreas nos Estados Unidos e uma no Canadá antes de abrir a Azul. No Brasil, mantém o costume de conversar com os passageiros. Falando português com sotaque inglês, pega cartões de visita para contatos futuros, concede benefícios para quem é usuário frequente e ainda negocia um desconto para conquistar um novo cliente desde que ele chegue ao destino e faça propaganda boca-a-boca da Azul.

 

Com a Azul, Neeleman quer ver como passageiro em seus aviões quem utiliza o transporte rodoviário, e por isso sabe que terá de oferecer tarifas atrativas. Ele garante que o preço com 75% de desconto para quem comprar o bilhete aéreo com até 30 dias de antecedência não é uma promoção temporária, mas uma estratégia da empresa.

 

 

 

 

Plano de voo

A Azul já realizou mais de 1,7 mil operações em quatro meses:

> Há quase um ano, em 27 de março de 2008, o empresário David Neeleman anunciou a criação de uma companhia aérea.

> A nova empresa anuncia ter US$ 200 milhões de investidores para começar a funcionar, tornando-se a companhia aérea mais capitalizada na fase de fundação.

> Foram encomendados da Embraer 42 aviões modelo 195 e outros 36 em opção de compra. Para antecipar o início das operações, a Azul traz modelos Embraer 190 da americana JetBlue.

> O nome Azul foi escolhido a partir de sugestões enviadas pela internet.

> Em 15 de dezembro são realizados os voos inaugurais a partir de Campinas para Salvador e Porto Alegre.

> Na semana passada a empresa contratou o milésimo funcionário.

> Até 2011 serão 42 aviões, com a empresa voando para as principais cidades brasileiras. No final de 2013, a frota deve chegar a 78 aeronaves.

CIDADES ATENDIDAS

Campinas, Curitiba, Navegantes*, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Fortaleza, Recife e Manaus*

*A partir da primeira semana de abril

A FROTA

A Azul usa jatos da Embraer:

Modelo Capacidade

Embraer 190 106 passageiros

Embraer 195 118 passageiros

CARACTERÍSTICAS A BORDO

> Duas fileiras de poltronas, cada uma com dois assentos. Não há o lugar do meio

> Bancos de couro

> Quando estiver em funcionamento o sistema via satélite da LiveTV, haverá TV ao vivo, em monitores individuais

Participações de mercado em fevereiro:

TAM 49,82%

Gol/Varig 40,2%

Webjet 3,74%

OceanAir 2,67%

Azul 1,7%

Fonte: Anac

 

 

 

de: Zero Hora-RS (25/03/2009).

 

1º Negrito : O que vem sido discutido insistentemente no tópico Governo do estado do RJ x ANAC (SDU)...

 

2º Negrito : A duvida que o pessoal vinha tendo no tópico Viracopos SBKP

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Amigos. Peço conferir aí no press release da Azul uma frase que não corresponde a verdade exata. Se não me engano no concurso para a escolha da marca de fantasia da empresa o nome vencedor não foi AZUL, mas sim, SAMBA. A Azul pagou o prêmio ao primeiro colocado na disputa, mas optou por usar a marca AZUL por escolha do próprio David. Alguem se lembra desta estória e pode dar mais detalhes ? Abrçs. Mauricio

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Amigos. Peço conferir aí no press release da Azul uma frase que não corresponde a verdade exata. Se não me engano no concurso para a escolha da marca de fantasia da empresa o nome vencedor não foi AZUL, mas sim, SAMBA. A Azul pagou o prêmio ao primeiro colocado na disputa, mas optou por usar a marca AZUL por escolha do próprio David. Alguem se lembra desta estória e pode dar mais detalhes ? Abrçs. Mauricio

 

 

 

 

Se for isso mesmo que vc fala, acho que é discutir por pouca coisa. O que importa é que ele honrou com a promessa de prêmio, de passe livre pro 1o colocado. Agora se o Neelman escolheu o nome Azul, na minha opnião é um nome mais bonito que Samba, soa melhor, e mais bonito de fato. Eu teria escolhido o mesmo se estivesse no lugar do Neelman :thumbsup: :thumbsup: . O nome Azul veio bem com a cor da aeronave. Agora imaginem se o nome escolhido fosse Samba, seria um colorido só o avião, o maior carnaval heheheh

(foi só um trocadilho)rsrs

:macumba:

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Amigos. Peço conferir aí no press release da Azul uma frase que não corresponde a verdade exata. Se não me engano no concurso para a escolha da marca de fantasia da empresa o nome vencedor não foi AZUL, mas sim, SAMBA. A Azul pagou o prêmio ao primeiro colocado na disputa, mas optou por usar a marca AZUL por escolha do próprio David. Alguem se lembra desta estória e pode dar mais detalhes ? Abrçs. Mauricio

 

 

Deu SAMBA, mas ficou AZUL.

 

Cada um dos dois premiados ganhou um passe vitalício (com direito a um acompanhante).

 

Os demais que ficaram entre os mil primeiros a votar nos nomes Azul e Samba ganharam passagens.

 

Abraços;

Minduim

 

 

 

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Se for isso mesmo que vc fala, acho que é discutir por pouca coisa. O que importa é que ele honrou com a promessa de prêmio, de passe livre pro 1o colocado. Agora se o Neelman escolheu o nome Azul, na minha opnião é um nome mais bonito que Samba, soa melhor, e mais bonito de fato. Eu teria escolhido o mesmo se estivesse no lugar do Neelman :thumbsup: :thumbsup: . O nome Azul veio bem com a cor da aeronave. Agora imaginem se o nome escolhido fosse Samba, seria um colorido só o avião, o maior carnaval heheheh

(foi só um trocadilho)rsrs

:macumba:

 

No JETSITE foi publicado um artigo sobre isso. O Gianfranco que desenhou as texturas, no caso do SAMBA, cada aeronave teria uma cor diferente! BANIFF da vida!

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