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Sinergy controlará Taca y Avianca


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Autor: MARCELA ESCOBAR, JUAN CARLOS MARTÍNEZ

10/07/2009

 

Sinergy controlará Taca y Avianca

Con esta operación, la dueña de Avianca entra a las grandes ligas de las aerolíneas latinoamericanas. La operación se anunciará hoy a las 4 de la tarde.

 

Después de meses de negociaciones, el grupo Sinergy, liderado por Germán Efromovich, y el grupo Taca, lograron llegar a un acuerdo que le da a Sinergy el control de la aerolínea centroamericana. Según conoció Dinero.com, las dos compañías crearon una holding en el exterior, en la que Sinergy es mayoritaria, y a través de la cual se controlarán Avianca y Taca.

 

La operación será divulgada hoy a las 4:00 de la tarde por el presidente del grupo Sinergy. El monto de la transacción y la participación de cada empresa en la holding no han sido reveladas hasta el momento. Sin embargo, se sabe que se acudió a esta figura porque no afecta el flujo de caja de Sinergy, y le permite a las dos compañías participar de las ganancias de las aerolíneas.

 

Según expertos consultados, lo más probable es que este sea el inicio de un proceso de integración en el que se mantengan las dos marcas operando independientemente.

Con esta jugada, Sinergy y Avianca entran a formar parte de las grandes aerolíneas latinoamericanas al lado de Lan y las brasileñas Gol y Tam. Hasta el momento, Avianca era básicamente la principal aerolínea de Colombia, con una pequeña participación en Brasil gracias a Ocean Air. Pero con Taca, entra a ser un jugador importante en Centroamérica y en Perú, donde esta aerolínea tiene un hub. Además, Avianca tiene la posibilidad de seguir creciendo en Brasil.

 

Aunque no se sabe dónde se creó la holding, lo más probable es que sea en un lugar con credibilidad en el mercado de Estados Unidos, lo que le permitiría en el mediano plazo emitir acciones de la compañía en la bolsa de Nueva York, un plan que Efromovich había esbozado desde el momento en que adquirió Avianca.

 

Además de la complementariedad en rutas, para Sinergy también es estratégico adquirir Taca porque las flotas de las dos aerolíneas tienen como espina dorsal aviones airbus, y se pueden racionalizar los costos de las dos flotas.

 

Las negociaciones fueron comandadas por Efromovich, Fabio Villegas, presidente de Avianca, y el grupo de abogados de Gómez Pinzón Zuleta, asesores de Avianca.

 

Efromovich se ha caracterizado por su visión para encontrar oportunidades de negocio. Así fue como adquirió Avianca en diciembre de 2004, cuando otros competidores no se decidieron a asumir el riesgo de adquirir una empresa que estaba en ley de quiebras en Estados Unidos y que tenía un gran lío pensional.

 

http://www.dinero.com/noticias-transporte/sinergy-controlara-taca-avianca/64341.aspx

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Confirman fusión Avianca-Taca

 

Ambos grupos crean una nueva holding para llegar a una operación conjunta de ambas aerolíneas. Allí, Germán Efromovich y los demás socios de Avianca tendrán el 66 por ciento de las acciones y el grupo Taca el 33 por ciento.

 

Miércoles 7 Octubre 2009

 

 

El rumor sobre un negocio entre Avianca y Taca acaba de ser confirmado por las directivas de la aerolínea colombia. En un comunicado emitido a todos sus empleados, Fabio Villegas, presidente de la compañía, explicó que se trata de una "fusión estratégica" entre las dos compañías aéreas. Según el comunicado, tanto Avianca como Taca mantendrán su imagen corporativa y la fusión busca fortalecer los servicios de ambas firmas en la región y lograr una operación conjunta que ayude a generar sinergias.

 

El mecanismo de fusión es la creación de una nueva holding en Bahamas, con 66 por ciento de las acciones en manos de los propietarios de Avianca y el resto en manos del grupo Taca.

 

Actualmente, Avianca cuenta con una flota de 57 aviones tanto para pasajeros como para carga y está en el proceso de adquisición de otros 57 aviones entre airubs y boeing. Por su parte, Taca es la principal aerolínea de Centroamérica, con origen Salvadoreño. Actualmente vuela a 39 destinos en 22 países de América. Taca cuenta con una flota de 37 aviones entre airbus y Embraer.

 

Hoy en horas de la tarde serán informados todos los detalles de la fusión, en una rueda de prensa dirigida por el principal accionista de Avianca, Germán Efromovich, y el presidente de la compañía, Fabio Villegas.

 

http://www.semana.com/noticias-negocios/confirman-fusion-aviancataca/129751.aspx

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Que bom! O Sinergy tem muito dinheiro, e quando sabe escolher boas adinistrações para suas empresas, como na Colômbia, o negócio tende a dar certo. O que nós não vimos na Oceanair...

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Caramba, essa não imaginava. Teriam mais de 100 aviões e quem sabe com a influência da Taca, a AVA não compra uns e-jets. Ainda não é tão grande quanto LAN e Tam, mas agora tem músculo para brigar.

 

Quanto as nossas, é só lamentar, mas ainda tem algumas oportunidades: Copa, Aires, Pluna ou então já unem com a LAN.

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Quanto as nossas, é só lamentar, mas ainda tem algumas oportunidades: Copa, Aires, Pluna ou então já unem com a LAN.

 

A Copa e a Aero República já têm padrinho. Vai sobrando a Pluna...ainda.

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A Copa e a Aero República já têm padrinho. Vai sobrando a Pluna...ainda.

 

COA?

 

Uma opção para a Tam ou Gol seria comprar os 27% que Sebastián Piñera está vendendo na LAN, acho que para a Tam tem um potencial enorme com a LAN, inclusive com o hub GIG que esta cogita montar. Ao mesmo tempo tem redução de custos por frotas quase que semelhantes e ganhariam musculatura o suficiente para brigar com americanas e européias.

 

Interessante que há 20 anos atrás tinhamos Aerolineas Argentinas, LAB, TransBrasil, Varig/Cruzeiro, TransBrasil, LanChile, Ladeco, Avianca, Aces, Ecuatoriana, LAP, Aeroperú, Viasa e Pluna como empresas principais. Hoje Aerolineas, Tam, Gol, Avianca e LAN concentram boa parte do mercado.

 

 

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Empresas aéreas Taca e Avianca anunciam fusão

 

 

As companhias aéreas Taca, de El Salvador, e Avianca, da Colômbia, anunciaram nesta quarta-feira que irão unir suas operações, em um acordo para criar uma das maiores empresas do setor na América Latina.

 

As companhias formarão uma nova holding com os acionistas majoritários, mas por enquanto ambas continuarão operando com marcas independentes.

 

Os acionistas da Avianca terão cerca 66% de participação na nova empresa e os da Taca aproximadamente 33%.

 

A Avianca pertence ao Grupo Synergy, do empresário brasileiro German Efromovich, que também é dono da companhia aérea brasileira OceanAir.

 

"A união das empresas é parte da tendência que vem ocorrendo na indústria", disse o presidente do Conselho da Taca, Roberto Kriete, em entrevista coletiva junto com representantes da Avianca.

 

De acordo com o presidente e diretor-general da Avianca, Fabio Villegas, as empresas juntas possuem frota de 129 aviões e voam a mais de 100 destinos nas Américas e na Europa. A receita combinada chega a US$ 3 bilhões por ano.

 

A título de comparação, a TAM, maior empresa aérea brasileira, possui frota de 132 aeronaves e fechou 2008 com receita bruta de R$ 10,9 bilhões (cerca de US$ 6 bilhões).

 

Ambas ainda esperam a aprovação de reguladores da Colômbia e de El Salvador para completar a união.

 

Integração

Na avaliação do diretor da Multiplan Consultores, Paulo Sampaio, o crescimento de Efromovich fora do Brasil se deve à maior competição no mercado interno.

 

"A competição aqui é muito mais dura porque as companhias brasileiras são muito fortes, mas ele (Efromovich) deve integrar as operações (da OceanAir)", avaliou Sampaio.

 

O consultor lembrou que o empresário adquiriu a OceanAir em um momento em que as empresas aéreas brasileiras Transbrasil e Vasp saíram do mercado e a Varig estava à beira da falência. De lá para cá, a Gol foi criada e a TAM se capitalizou.

 

"Essas empresas (TAM e Gol) abrangem todo o território nacional e estão capitalizadas. A OceanAir começou só com 30 aviões velhos e agora tem 13 Fokkers 100. Para piorar a situação, a Azul surgiu com uma equipe experiente que rapidamente percebeu o mercado brasileiro", explicou, referindo-se à caçula do setor que já tem 5% do mercado em menos de 10 meses de operação, contra 2,7% da OcenaAir, há anos no mercado.

 

O consultor lembrou que Efromovich comprou a Avianca depois de sucessivos prejuízos com a OceanAir, e com isso ganhou prestígio na Colômbia recebendo inclusive a cidadania daquele país.

 

"Com a compra da Taca ele (Efromovich) fica com um 'hub' na Costa Rica e outro em Lima, e a OcenaAir vai servir para alimentar os voos dessas empresas em três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre."

 

Ele lembrou ainda que Efromovich está prestes a assumir a operação da VarigLog e poderá integrar as operações de carga com a cargueira que possui na Colômbia, a Tampa.

 

"A Tampa tem linhas muito fortes de carga e pode fazer integração com a VarigLog."

 

Reuters

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Empresas aéreas Taca e Avianca anunciam fusão

 

 

As companhias aéreas Taca, de El Salvador, e Avianca, da Colômbia, anunciaram nesta quarta-feira que irão unir suas operações, em um acordo para criar uma das maiores empresas do setor na América Latina.

 

As companhias formarão uma nova holding com os acionistas majoritários, mas por enquanto ambas continuarão operando com marcas independentes.

 

Os acionistas da Avianca terão cerca 66% de participação na nova empresa e os da Taca aproximadamente 33%.

 

A Avianca pertence ao Grupo Synergy, do empresário brasileiro German Efromovich, que também é dono da companhia aérea brasileira OceanAir.

 

"A união das empresas é parte da tendência que vem ocorrendo na indústria", disse o presidente do Conselho da Taca, Roberto Kriete, em entrevista coletiva junto com representantes da Avianca.

 

De acordo com o presidente e diretor-general da Avianca, Fabio Villegas, as empresas juntas possuem frota de 129 aviões e voam a mais de 100 destinos nas Américas e na Europa. A receita combinada chega a US$ 3 bilhões por ano.

 

A título de comparação, a TAM, maior empresa aérea brasileira, possui frota de 132 aeronaves e fechou 2008 com receita bruta de R$ 10,9 bilhões (cerca de US$ 6 bilhões).

 

Ambas ainda esperam a aprovação de reguladores da Colômbia e de El Salvador para completar a união.

 

Integração

Na avaliação do diretor da Multiplan Consultores, Paulo Sampaio, o crescimento de Efromovich fora do Brasil se deve à maior competição no mercado interno.

 

"A competição aqui é muito mais dura porque as companhias brasileiras são muito fortes, mas ele (Efromovich) deve integrar as operações (da OceanAir)", avaliou Sampaio.

 

O consultor lembrou que o empresário adquiriu a OceanAir em um momento em que as empresas aéreas brasileiras Transbrasil e Vasp saíram do mercado e a Varig estava à beira da falência. De lá para cá, a Gol foi criada e a TAM se capitalizou.

 

"Essas empresas (TAM e Gol) abrangem todo o território nacional e estão capitalizadas. A OceanAir começou só com 30 aviões velhos e agora tem 13 Fokkers 100. Para piorar a situação, a Azul surgiu com uma equipe experiente que rapidamente percebeu o mercado brasileiro", explicou, referindo-se à caçula do setor que já tem 5% do mercado em menos de 10 meses de operação, contra 2,7% da OcenaAir, há anos no mercado.

 

O consultor lembrou que Efromovich comprou a Avianca depois de sucessivos prejuízos com a OceanAir, e com isso ganhou prestígio na Colômbia recebendo inclusive a cidadania daquele país.

 

"Com a compra da Taca ele (Efromovich) fica com um 'hub' na Costa Rica e outro em Lima, e a OcenaAir vai servir para alimentar os voos dessas empresas em três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre."

 

Ele lembrou ainda que Efromovich está prestes a assumir a operação da VarigLog e poderá integrar as operações de carga com a cargueira que possui na Colômbia, a Tampa.

 

"A Tampa tem linhas muito fortes de carga e pode fazer integração com a VarigLog."

 

Reuters

El Salvador, anunciaram planos para unir suas operações. O negócio criará uma das maiores empresas aéreas da América Latina, com receita anual de quase US$ 3 bilhões e com atuação em toda a região. A Avianca - que pertence a German Efromovich, presidente da Ocean Air - pode voltar ao mercado de ações dos EUA com uma oferta pública de ações (IPO) após a fusão, segundo uma pessoa próxima ao assunto. A Avianca também vai comprar 10% do Grupo Taca, por US$ 40 milhões. Efromovich vai controlar dois terços da nova companhia holding por meio da sua empresa Synergy Aerospace, enquanto a família Kriete, de El Salvador, dona do Grupo Taca, terá o terço restante. As duas companhias chegaram ao acordo após um ano de negociações para criar uma empresa aérea regional com mais poder para competir com rivais dos EUA e da Europa em rotas longas. O Grupo Taca possui um conjunto de companhias independentes na América Central e no Peru, enquanto a Avianca é dona da brasileira Ocean Air e da equatoriana VIP, que serão incluídas na companhia holding conjunta. A holding também vai contar com a Aerogal, outra empresa do Equador que está sendo adquirida pela Synergy. A fatia de 25% do Grupo Taca na mexicana Volaris não faz parte do acordo, segundo uma pessoa próxima ao assunto. A Avianca deixou a Bolsa de Nova York quando entrou em concordata, em 2003, de onde saiu no ano seguinte. Efromovich observou que um IPO não é iminente. "Todos os homens de negócios veriam o mercado de ações como uma possível fonte de financiamento, então nós não descartamos isso. Mas não há planos imediatos", afirmou o executivo. Quatro grandes companhias aéreas latino-americanas já estão listadas em Nova York: a chilena Lan Airlines, a panamenha Copa Holdings e as brasileiras TAM e Gol. O crescimento do tráfego na região tornou o desempenho dessas empresas mais resistente do que o das concorrentes norte-americanas. As informações são da Dow Jones.

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Será que o próximo alvo do Sinergy será a Mexicana? Assim como a Avianca fez com a TACA, nos últimos meses houve uma aproximação ainda maior entre as duas empresas...

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Será que o próximo alvo do Sinergy será a Mexicana? Assim como a Avianca fez com a TACA, nos últimos meses houve uma aproximação ainda maior entre as duas empresas...

 

Mexicana?! Acho que a Sinergy não tem cacife para fazer isso. Poder até pode, mas pode enfraquecer financeiramente. Além disso a legislação mexicana permite até 25% do capital.

 

A Avianca ainda investirá U$$ 40 milhões na Taca, em troca de 10% do capital.

 

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Será que o próximo alvo do Sinergy será a Mexicana? Assim como a Avianca fez com a TACA, nos últimos meses houve uma aproximação ainda maior entre as duas empresas...

 

Mexicana?! Acho que a Sinergy não tem cacife para fazer isso. Poder até pode, mas pode enfraquecer financeiramente. Além disso a legislação mexicana permite até 25% do capital.

 

A Avianca ainda investirá U$$ 40 milhões na Taca, em troca de 10% do capital.

 

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A345, você não citou a Aerolíneas Argentinas. Acha que é muito prejuízo quem quer que seja comprar a cia argentina?

Se por um lado, o Gérman acerta lá fora, aqui dentro, não consegue arrancar. Será que o exemplo da WH não ajuda?

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A345, você não citou a Aerolíneas Argentinas. Acha que é muito prejuízo quem quer que seja comprar a cia argentina?

Se por um lado, o Gérman acerta lá fora, aqui dentro, não consegue arrancar. Será que o exemplo da WH não ajuda?

 

Jorge 747

 

Não citei a ARG por causa dela ser uma estatal e, pelo seu histórico, nunca foi independente, mesmo quando era privada. Além do sindicato. SE não fossem estes dois (ou um deles), a ARG seria interessante. Há uma gama de cidades que não foram mais servidas pela ARG e que poderiam estar novamente no timetable: CDG, LHR, FRA, além de tornar o JFK fixo. E poderia usar a quinta liberdade do Brasil para usar como hub para novos destinos europeus, como EZE-BSB-MIA, EZE-SSA-CDG, EZE-REC-MAD.

 

Quanto a ONE, não souberam aproveitar as oportunidades que tiveram: ambiente econômico, aeronave certa, mercados inexplorados, dono com muito $$, para se deslancharem. Se tivessem um crescimento planejado desde 2004 não duvidaria que ela estaria com 10% do mercado e ainda com algumas bases no exterior. A títuto de comparação, a WH que em pouco mais de dois saiu de 1 para 20 aeronaves, conseguiu ter 5% do mercado, além de ganhar a simpatia do público.

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Esse grupo tá mesmo com muita bala na agulha!!!! Acabou de anunciar a construção do maior estaleiro das Américas (EISA Alagoas), no litoral sul de Alagoas. Um investimento de nada menos que R$ 1,5 bilhão.

 

Quero ver se a Oceanair não volta agora para Maceió...

 

 

 

 

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Eu já falei aqui no Fórum!! Não existe grupo com mais dinheiro atuando hj no mercado de Aviação Brasileira.

Por isso que vejo com bons olhos a atuação do Synergy no nosso mercado que é um dos mais promissores do mundo.

 

E outra, se juntar TAm, Gol, Azul e Webjet. Financeiramente não tem maior potêncial do que o Grupo Synergy.

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^^

Será mesmo????

 

TAM e GOL são gigantescas, e não podemos esquecer que o dono da AZUL também possui a JETBLUE, gigante norte-americana do ramo low-cost.

 

 

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Eu já falei aqui no Fórum!! Não existe grupo com mais dinheiro atuando hj no mercado de Aviação Brasileira.

Por isso que vejo com bons olhos a atuação do Synergy no nosso mercado que é um dos mais promissores do mundo.

 

E outra, se juntar TAm, Gol, Azul e Webjet. Financeiramente não tem maior potêncial do que o Grupo Synergy.

 

Lucas

 

É fato que a Sinergy tem dinheiro para suas empreitadas, porém o problema é que eles não sabem administrar. Veja, a Webjet foi fundada com pouco dinheiro e mesmo depois com o poder da CVC, seu caixa é limitado, tanto em relação com a ONE quanto as demais. Mas hoje ela disputa com a Azul o terceiro lugar e vem mantendo os 5% do share nacional.

 

Agora a ONE com todo seu cacife, expertise do pessoal da Avianca e as conjunturas não consegue decolar. É um paradoxo, enquanto tem uma empresa que deu a volta por cima na Colômbia, a sua matriz não consegue emplacar como um concorrente sério.

 

 

abrandao, salvo engano David Neeleman vendeu as ações da JB ou possui algo próximo de 6% dela. É dificil ele manter empresas, sempre vende, vide Morris Air, Southwest, Westjet e no futuro a Azul.

 

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Agora a ONE com todo seu cacife, expertise do pessoal da Avianca e as conjunturas não consegue decolar. É um paradoxo, enquanto tem uma empresa que deu a volta por cima na Colômbia, a sua matriz não consegue emplacar como um concorrente sério.

 

Concordo com o amigo, porém, não sabemos ao certo qual é o posicionamento que o Synergy Aerospace deseja no mercado Brasileiro.

 

Agora o que tem ficado claro para os "curiosos" em Aviação como eu. É que esse grupo, através dessas aquisições tem sinalizado como alguém que deseja montar um grande Projeto nesse setor. Principalmente na America Latina.

 

Quem acompanhou a história da Avianca deve lembrar-se dos terríveis momentos em um passado não muito distante. Hj o que observamos é uma Empresa estruturada e com uma eficiência operacional como poucas no mundo.

 

Tb observamos investimentos que estão sendo feitos na pequena Oceanair como aquisição de Aeronaves A319, certificação IOSA, implantação do SAP, LOSA dentre de uma série de melhorias Corporativas que só se justificarão se vierem acompanhada de um grande Projeto. Caso contrário seria um grande desperdício de dinheiro.

 

Outro ponto, que me chama a atenção , é a movimentação na Parte de Cargas. Com a aquisição da Tampa Cargo e agora da Varig LOg. Dará pra montar uma Logística interessante, principalmente, com a chegada dos Airbus da Oceanair que possuem uma cubagem bem superior aos do MK nos seus porões.

 

Quem é apreciador das Estratégias de Guerra sabe que na Teoria dos Flancos. Muitas vezes, a melhor forma de atacar o inimigo não é enfrentando ele frente a frente. Mas sim pelos lados e/ou pela retaguarda.

 

Se eu fosse a TAM/Gol/Azul/Webjet/Trip não menosprezaria tanto a Oceanair. Se bem que com o Dinheiro que o Synergy tem, só resta a eles torcerem para que os mesmos não se interessem tanto pelo mercado Brasileiro.

 

 

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Concordo com o amigo, porém, não sabemos ao certo qual é o posicionamento que o Synergy Aerospace deseja no mercado Brasileiro.

 

Agora o que tem ficado claro para os "curiosos" em Aviação como eu. É que esse grupo, através dessas aquisições tem sinalizado como alguém que deseja montar um grande Projeto nesse setor. Principalmente na America Latina.

 

Quem acompanhou a história da Avianca deve lembrar-se dos terríveis momentos em um passado não muito distante. Hj o que observamos é uma Empresa estruturada e com uma eficiência operacional como poucas no mundo.

 

Tb observamos investimentos que estão sendo feitos na pequena Oceanair como aquisição de Aeronaves A319, certificação IOSA, implantação do SAP, LOSA dentre de uma série de melhorias Corporativas que só se justificarão se vierem acompanhada de um grande Projeto. Caso contrário seria um grande desperdício de dinheiro.

 

Outro ponto, que me chama a atenção , é a movimentação na Parte de Cargas. Com a aquisição da Tampa Cargo e agora da Varig LOg. Dará pra montar uma Logística interessante, principalmente, com a chegada dos Airbus da Oceanair que possuem uma cubagem bem superior aos do MK nos seus porões.

 

Quem é apreciador das Estratégias de Guerra sabe que na Teoria dos Flancos. Muitas vezes, a melhor forma de atacar o inimigo não é enfrentando ele frente a frente. Mas sim pelos lados e/ou pela retaguarda.

 

Se eu fosse a TAM/Gol/Azul/Webjet/Trip não menosprezaria tanto a Oceanair. Se bem que com o Dinheiro que o Synergy tem, só resta a eles torcerem para que os mesmos não se interessem tanto pelo mercado Brasileiro.

Acredito ser por aí Lucas, vejam que na ponte ela já disputa com a TAM e GOL, seus voos estão quase sempre lotados. Com a vinda do A-319 e um seviço diferenciado ela vai se firmando. É só vc's observarem tanto aqui em CGH ou no SDU.

Realmente é bastante interessante observar seus movimentos no tabuleiro ! E eles indicam algo muito amplo !

Abraço.

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Se na Colombia houvesse a concorrência e o mercado que existe por aqui, a Avianca teria tido outro desfecho nas mãos do Synergy.

Uma coisa é entrar cheio de dinheiro brasileiro num mercado quase sem competição. Outra é concorrer daqui de dentro com TAM, GOL e outras menores que brigam pra valer.

O mercado brasileiro é objeto do desejo de toda linha aérea latinoamericana, basta crescerem um pouco. Como o Effromovich já estava por aqui e não conseguiu concorrer à altura nem das menores, agora vai tentar por outras vias. Vamos ver o que ele consegue. Tomara que seja uma briga justa e honesta.

Vamos lá: eu torço pela Azul hehehe

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