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Tap mostra números recentes e garante que não reduzirá a oferta para Natal


Saulo Ubarana

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Tap mostra números recentes e garante que não reduzirá a oferta para Natal

 

A companhia aérea portuguesa Tap reduziu de 67 para 57 os vooos semanais entre Brasil e Portugal. A redução da oferta, segundo o vice presidente da empresa, Luiz Mór, tem a ver com a crise que levou a uma reedição no número de passageiros transportados pela empresa.

 

Natal continua com quatro voos semanais. Não está prevista, pelo menos por enquanto, segundo Mor, qualquer redução no número de frequências para a capital potiguar.

 

Este ano, a previsão da empresa é transportar, na ligação entre Brasil e Portugal, 1.127 milhão de passageiros, queda de 8% na comparação com 2008. Até setembro, a empresa transportou 841 mil passageiros e a taxa média de ocupação foi de 71%. Mór afirma que as frequências que foram suspensas deverão voltar a ser de 67 já no fim do ano, quando acontece o período de alta temporada.

 

- A partir de dezembro, quando começa a alta temporada, retomaremos os 67 voos. A redução é sazonal e por conta da crise, reduzimos a oferta porque também sentimos a redução de passageiros - explica Mór, acrescentando que as linhas do Brasil representam 30% da receita da TAP é equivale a 13% dos passageiros transportados pela empresa.

 

Hoje, a Tap tem voos saindo do Rio, São Paulo, Brasilia, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. A oferta semanal de assentos é de 30 mil. A empresa tem um code-share (acordo de compartilhamento de aviões) com a Tam.

 

O nome da empresa brasileira ficou nos últimos dias vinculada à TAP por conta de especulações sobre a saída do presidente da empresa portuguesa, o brasileiro Fernando Pinto, para a companhia brasileira. Também especulava-se a fusão entre as duas companhias. Mór negou as duas informações.

 

- Não há nada acontecendo. Com a Tam, a relação é de ampliar o code-share. Quanto à informações sobre a saída de Fernando Pinto para a empresa, também não são verdadeiras - disse

 

A empresa está investindo também em novos destinos, como Casablanca, no Marrocos, Moscou, Varsóvia, Valência, todos lançados este ano. Em novembro, inicia a operação para Argel, na África. A frota, composta de aeronaves A 330 e A 340, começará a ser unificada a partir de 2015, quando chegarão os primeiros aviões Airbus A350 de um total de nove já encomendados. Unificar a frota está no planejamento de redução de custos da empresa, que tem hoje 70 aviões em operação.

 

Sobre a Copa do Mundo e as Olimpíadas no Brasil, Mór diz que ainda é cedo para planejar um crescimento dentro do país mas que o objetivo da empresa é se manter na liderança em voos de Portugal para o Brasil e em outras regiões.

 

- O Brasil representa 30% das receitas. É um bom target. Quanto mercado puder crescer, vamos acompanhar. Mas ainda não temos um planejamento. A Copa é um evento concentrado por um tempo. Ainda é cedo para pensar nisso - afirmou.

 

Com relação à liberdade tarifária no Brasil, Mór comentou que o país ainda é o único para onde a TAP voa que ainda tem restrições. Para ele, o fim das barreiras a partir de abril de 2010 não vão mudar muito as tarifas

 

- O que determina o preço é a oferta e a procura e não a existência ou o fim de barreiras. Com relação a preços nesse momento o câmbio favorece quem sai daqui para Portugal. Mas o idea é haver um equilíbrio - assinalou, ao participar de uma coletiva no estande da Tap na Feira das Américas, da Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abav), que acontece no Riocentro.

 

 

fonte: tribunadonorte.com.br

 

 

Abraço

Ubarana

Natal-RN

 

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