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A Ryanair no Brasil


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A Ryanair no Brasil

 

A companhia aérea irlandesa Ryanair, que revolucionou o setor ao oferecer passagens baratas em troca do mínimo de serviços aos viajantes, está de olho no mercado nacional. Há vinte dias, seus dirigentes reuniram-se com a Webjet, de Guilherme Paulus. Disseram-se interessados em comprar parte da empresa brasileira. O interesse animou Paulus. A Ryanair avisou que retomará as conversas depois da promulgação da lei que estenderá de 20% para 49% o teto para que estrangeiros participem de empresas aéreas nacionais. A mudança está prevista para março.

 

Holofote - Veja

03.02.2010

 

http://veja.abril.com.br/030210/holofote.shtml

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Será que agora, mais do que nunca, a Webjet decola de vez e cada vez mais?

Embora não seja chegado na Ryanair, gostei da notícia. Quem sabe vem aí uns 737-800/800SFP pra Webjet né?!

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Vejo como uma péssima notícia pra Webjet.

Do ponto de vista dos tripulantes, é público e notório o boss lifestyle for crew da Ryanair....

Enfim....

 

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Do ponto de vista de tripulações poderá não ser o melhor, mas para o público/mercado será excelente.

 

Se a Ryanair transformar a Webjet num modelo idêntico ao que se passa na Europa, as tarifas vão cair "brutalmente" no sector doméstico brasileiro. Não só na Webjet como também nas suas concorrentes. A Ryanair visa sempre a obtenção de novos mercados com baixas tarifas atraindo passageiros que doutra forma numca pensariam no avião como um meio de transporte.

 

É certo que para funcionar ao estilo europeu a nova Webjet terá que negociar subsidios com autoridades locais, regiões de turísmo, aeroportos, etc, um pouco como a Ryanair faz por toda a Europa!

 

Imaginem São Paulo - Recife por R$ 1,00!

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Do ponto de vista de tripulações poderá não ser o melhor, mas para o público/mercado será excelente.

 

Se a Ryanair transformar a Webjet num modelo idêntico ao que se passa na Europa, as tarifas vão cair "brutalmente" no sector doméstico brasileiro. Não só na Webjet como também nas suas concorrentes. A Ryanair visa sempre a obtenção de novos mercados com baixas tarifas atraindo passageiros que doutra forma numca pensariam no avião como um meio de transporte.

 

É certo que para funcionar ao estilo europeu a nova Webjet terá que negociar subsidios com autoridades locais, regiões de turísmo, aeroportos, etc, um pouco como a Ryanair faz por toda a Europa!

 

Imaginem São Paulo - Recife por R$ 1,00!

 

Olha por conta da legislação atual eu acho meio impossível ela conseguir os preços da Europa, pois coisas como Pagar pela franquia de bagagem, pelo check in presencial, e muitas outras coisas que são cobradas a parte pela Ryan na Europa, aqui no Brasil OBRIGATÓRIAMENTE a empresa tem que fornecer Gratuitamente. Fora o fato de que para como diz o David, no Brasil a aviação foi feita para os ricos, tanto para viajar como para trabalhar, então nunca um tripulante brasileiro vai se sujeitar a ganhar o que um tripulante Ryanair ganha, muito menos fazer tudo que os tripulantes Ryanair fazem, como os próprios comissários limparem as cabines, irem receber os pax na sala de embarque, etc etc. Já teve comissário revoltado na GOL, dizendo que n era garçon para ficar vendendo comida a bordo, imagina uma coisa dessas.

 

Então penso que, a n ser que a legislação mude, permitindo a cobrança de alguns serviços a parte, e tb a imagem dos empregos nessa área, que são sempre vinculados a altos salários e regalias, e sendo bem sincero, eu acho um pouco difícil.

 

Sendo assim as mudanças que eles possam introduzir na WJ podem sim cortar gastos, mas acho que se conseguirem deixar GRU - REC por 100 R$ já vai ser um grande avanço.

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Olha por conta da legislação atual eu acho meio impossível ela conseguir os preços da Europa, pois coisas como Pagar pela franquia de bagagem, pelo check in presencial, e muitas outras coisas que são cobradas a parte pela Ryan na Europa, aqui no Brasil OBRIGATÓRIAMENTE a empresa tem que fornecer Gratuitamente. Fora o fato de que para como diz o David, no Brasil a aviação foi feita para os ricos, tanto para viajar como para trabalhar, então nunca um tripulante brasileiro vai se sujeitar a ganhar o que um tripulante Ryanair ganha, muito menos fazer tudo que os tripulantes Ryanair fazem, como os próprios comissários limparem as cabines, irem receber os pax na sala de embarque, etc etc. Já teve comissário revoltado na GOL, dizendo que n era garçon para ficar vendendo comida a bordo, imagina uma coisa dessas.

 

Então penso que, a n ser que a legislação mude, permitindo a cobrança de alguns serviços a parte, e tb a imagem dos empregos nessa área, que são sempre vinculados a altos salários e regalias, e sendo bem sincero, eu acho um pouco difícil.

 

Sendo assim as mudanças que eles possam introduzir na WJ podem sim cortar gastos, mas acho que se conseguirem deixar GRU - REC por 100 R$ já vai ser um grande avanço.

 

Espero que não mesmo, pois se depender de Mr O'Leary o homem vai querer pagar R$ 1000 para comandante, quinhentão para copila e trezentos para comissário. Credo... :suicide_anim:

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Espero que não mesmo, pois se depender de Mr O'Leary o homem vai querer pagar R$ 1000 para comandante, quinhentão para copila e trezentos para comissário. Credo... :suicide_anim:

 

Bem Fernando 1000 pra piloto é embasado, mas eles pegam pouco mais de 1000 Euros para as comissárias que fazem praticamente o serviço da comissaria, dos despachantes e do pessoal da limpeza, além de não ganhar nada (nem lanche, nem água, eles precisam levar de casa). Mesmo transformando de euro pra reais, duvido que um comissário brasileiro, se sujeitasse a isso por 2500 R$.

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Mas ai vem uma coisa...alguém vai ser obrigado a aceitar trabalhar ganhando tão pouco e tendo tanta coisa para fazer? Não!

 

Ahhh vai ter nego de sobra, o que tem de gente voando de graça Brasil afora não é brincadeira, imagina então pilotar um Boeing.

 

Enfim, caso isso se concretize, não acho que ela vai praticar 100% de sua política aqui no Brasil, pelas minhas contas 3 empresas já tentaram algo semelhante e não obtiveram sucesso: Gol, Webjet, e BRA, outro fator que atrapalha a Política de Preços é que lá eles operam em aeroportos descentralizados devido as taxas serem menores, coisa que no Brasil não existe (tanto aeroportos descentralizados quanto taxas diferentes)

 

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Vendo as coisas dessa forma.... na Europa também ninguém pensava que pilotos/comissárias se sujeitassem ao estilo Ryanair, mas a realidade foi bem diferente!

 

O conceito low-cost nasceu nos finais da década de 60 nos EUA com a Southwest, levou mais de 2 décadas a chegar à Europa e, acreditem, vai chegar ao Brasil assim como já se espalhou pela Ásia e África. O gigantesco mercado brasileiro assim o vai exigir! Os voos domésticos dentro do Brasil são dos mais caros em todo o mundo! Um verdadeiro absurdo quando, por exemplo, eu pago bem menos por um Lisboa - Nova Iorque do que um Recife - Fernando de Noronha.

 

Abraços

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Quero ver a reação da Tam, Gol, Oceanair e Azul caso isso vá para frente. . .

 

Não é por nada, mas não vejo o modelo Ryanair sendo implantado no Brasil em sua íntegra. A primeira é a questão dos aeroportos, é notório que a empresa opera em locais secundários. Em São Paulo, por exemplo, vai operar em SJK ou Amarais e dizendo que voa para SP?

 

A outra questão é também sobre os aeroportos. Lá há concorrência entre empresas aeroportuárias de trazer companhias. Aqui no Brasil 95% do tráfego nacional é gerenciado pela Infraero. Vai negociar o que com ela?

 

Como o mr_loner comentou, ainda temos a questão de taxas que aqui é obrigado a ser gratuito.

 

Ainda temos a questão dos tripulantes.

 

Se ela vier e reduzir em 25% suas tarifas em relação as passagens mais baratos, considero um avanço!

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ééé Kodiak, também imagino isso!O que não falta é mané querendo voar barato e de graça, voando Boeing então...de repente até pagam a empresa por mês em vez de receber...é o fim!

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Em São Paulo, por exemplo, vai operar em SJK ou Amarais e dizendo que voa para SP?

 

É possível, mas estou com medo da Ryanair. É público e notório que o GIG mantém, em termos absolutos, a maior infraestrutura disponível para expansão em todo o país. Torço para que a Gol compre a Webjet, porque não quero me submeter a uma empresa como a Ryanair para viajar. Ryanair não é Southwest, antes fosse.

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A nota fala da compra de PARTE da Webjet. E isso tbm é interesse do W.F. que na verdade está tentado AGREGAR investimentos. Da mesma forma que é impossível praticar as mesma condições das Cias de baixo custo da europa aqui no Brasil(por razões que já foram discutidas aqui), tbm acho que será dificil os tripulantes terem seus salários tão baixos assim ! Por mais que a nossa aviação seja uma zona, o crescimento ( e nos próximos anos isso será significativo) fará com que as opções sejam ainda mais dinâmicas .... tanto para CMS, Pilotos ... enfim .... quero mais é que a nossa aviação cresca, com Ryanair ou sem Ryanair, e que possamos ter a opção de escolher aquela que nos ofereça uma condição mais justa !!! Abss !!!

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Vejo como uma péssima notícia pra Webjet.

Do ponto de vista dos tripulantes, é público e notório o boss lifestyle for crew da Ryanair....

Enfim....

Não sei porque???

Bases de tripulantes espalhadas pelos hubs, escala de bate e volta 5X4...

Salario é lei de mercado, oferta e procura... Não existe como fugir disso...

 

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É possível, mas estou com medo da Ryanair. É público e notório que o GIG mantém, em termos absolutos, a maior infraestrutura disponível para expansão em todo o país. Torço para que a Gol compre a Webjet, porque não quero me submeter a uma empresa como a Ryanair para viajar. Ryanair não é Southwest, antes fosse.

 

 

Concordo plenamente. Acho que o mercado brasileiro ainda não é maduro o suficiente para o modelo da Ryanair. Ela não ocuparia simplesmente um nicho, como ocupa na Europa. Seria a nova referência, como a Gol foi um dia, só que com serviços e práticas bem piores que os da laranja. Ficaríamos, portanto, sem uma opção de melhor qualidade, mesmo querendo/podendo pagar.

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Não é por nada, mas não vejo o modelo Ryanair sendo implantado no Brasil em sua íntegra. A primeira é a questão dos aeroportos, é notório que a empresa opera em locais secundários. Em São Paulo, por exemplo, vai operar em SJK ou Amarais e dizendo que voa para SP?

 

Eu tava pensando nisso enquanto lia o tópico... Imagina, pousar em Caruaru dizendo que é Recife, pousar em Feira de Santana dizendo que é Salvador, pousar em Mossoró dizendo é Natal, pousar em Parnaíba dizendo que é Teresina... :rofl:

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Se for para tratar piloto como motorista de ônibus e comissário como cobrador que este senhor fique bem longe daqui e desista de ter negócios no país.

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Não sei porque???

Bases de tripulantes espalhadas pelos hubs, escala de bate e volta 5X4...

Salario é lei de mercado, oferta e procura... Não existe como fugir disso

 

Nem eh necessario divagar...

Mais do que na cara ,do porque da ojeriza a esse cara. Esses "trocados" que ele da , com as contrapartidas que exige,pra vc trabalhar lah, eh pra chamar tripulante de otario pra baixo.

Agora, como tem gente que ateh vende a mae pra poder voar, nao duvidaria nada de nivelarem por baixo, e terem uma fila gigantesca a adular a porta dessa criatura desprezivel.

 

Nem vou enumerar aqui os pros e contras da Ryanair....fica a cargo de cada um, que sabe onde o calo aperta.

 

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Acho o modelo da Ryanair meio utópico pra realidade brasileira.

 

Perfeita a colocação.

A Ryanair voa principalmente para aeroportos secundários, nos quais as taxas são mais baratas. Na Europa há concorrência entre os aeroportos também. Em Londres, eles usam o aeroporto de Stansted, uma espécie de Confins, guardadas as proporções, visto que há serviço de trens. No Brasil é diferente. Me digam um aeroporto secundário no Rio? Curitiba? Brasilia? Minas? Salvador? Recife? Fortaleza? Espirito Santo? Porto Alegre? Manaus? e até mesmo em Sao Paulo, talvez pudessemos enquadrar Campinas como secundário. Sendo assim, eles pagariam as mesmas taxas que as concorrentes.

Há o problema da falta de infraestrutura aeroportuária. Faltam slots em Sao Paulo, GRU e CGH. Esses dois aeroporto, cruciais para quem quer ser grande no mercado brasileiro, não tem nem mais vagas em pátio e já sofrem para crescer.

Outro fator a ser considerado é a legislação trabalhista.

Caso, a Ryan realmente participe da Web, eles mandariam para a Web os 738 que estariam sendo substituidos por 738 mais novos lá na matrix européia.

Existe um mito, principalmente por quem não conhece como é lá, de que sempre a Ryan tem a melhor tarifa. As vezes, com a adição de taxa pra tudo no mundo, o preço da passagem fica semelhante ao da concorrencia. Meu irmão passa de 2 a 3 meses por ano lá entre Irlanda-Inglaterra-Escócia e foi ele que me contou desse "mito" da Ryan.

Queria acrescentar só mais um fato aqui. Até que ponto o crescimento econômico brasileiro sustenta a adição de dezenas ou até mesmo de centenas de jatos? Vejam o que ocorreu na India....

 

Abraço.

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A Ryanair não contrata comissários e/ou pilotos de países do Leste Europeu e lhes paga uma miséria de salário ? Gente que por falta de opção se dispõe a trabalhar nessas condições, existe em vários lugares do mundo. No entanto, o caso da Ryanair é que ela se utiliza de trabalhadores de países membros da União Européia. Então, lá eles não tem problema de legislação trabalhista, contratação de "estrangeiros", preferência por trabalhadores de seu próprio país...

 

No caso da Ryanjet (Ryanair+WebJet), quem seriam os contratados ??

Bolivianos ?

Paraguaios ?

Argentinos ?

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Meio utópico nao. TOTALMENTE utópico...

 

Nao é possivel fazer nem metade do que a Ryan faz na Europa.. aqui no Brasil!. O Conceito de Aeroportos descentralizados nao pode ser feito aqui, em SP acho eu que so ha disponibilidade para um novo HUB em SJK... e ainda assim.. um Mini-Hub. A Exemplo da Azul.. que opera SAO PAULO-CAMPINAS, a Ryanair iria operar SAO PAULO-SAO JOSE DOS CAMPOS. Nao vejo outro aeroporto que comporte um Mini Hub.. sendo que no caso.. a WJ teria já os slots redistribuidos de CGH.. fora as frequencias de GRU que poderiam ser usados em rotas Premium.

Franquia de Bagagem é Lei aqui no Brasil. Nao consta o MAXIMO.. mas consta o MINIMO. e essa é uma grande fonte de receita da Ryanair. Mas.. poderiam embassar facilmente com a bagagem de mao.. como ninguem faz aqui no Brasil.

Engraçado.. ta cheio de gente querendo voar a R$ 1.00.. ou R$ 100.00.. so que 90% dessas pessoas vao chiar por ter que pagar por comida e bebida a bordo.. pelas poltronas que nao reclinam, por pagar para emitir um Boarding Pass quando nao o trouxerem impresso, Por pagar uma FORTUNA por uma bagagem em excesso, por nao ter tolerancia e nao ver o jeitinho brasileiro funcionar nessas situacoes, Eu acho que em 1 ano, o maior "BEM" que a Ryanair poderia conquistar no Brasil.. com a sua politica.. seria ANTIPATIA.

É Engraçado o povo Brasileiro, Quer as Benesses desse sistema, mas nao quer o que vem Embutido com essas Benesses. Ia ser legal um cara comprar SJK/REC por R$ 10.00.. e nao chegar com o cartao de embarque impresso.. e adicionar R$ 30.00... despachar sua bagagem de 30kgs e ter uma multa sobre o excedente no valor de R$ 60.00(Tipo ate 23kgs.. Gratis.. de 24 a 30.. R$ 60.00 e de 30 a 40kgs R$ 150). Ainda a Bagagem de Mao que nao entrou no Gabarito do Portao de embarque, ai despacha com multa de 100% do valor previsto, pois vc quis ser "expertao".. R$ 60.00 tb.. Ter que se dirigir ate SJK...(R$ 120.00) e descer em Recife-Campina Grande e fazer o transfer de volta (R$ 80.00).

Passagem R$ 10.00

Extras R$ 30.00+60.00+60.00 = 150.00

Transfers R$ 200.00

Total: R$ 360.00

Baratinho ainda... adicione fora o tempo de voo.. coloque mais 02:00 do centro de SP ate SJK.. mais 01:30 de CPV/REC de surface...

Se um BOB na Gol ja rende assunto.. imagina a Ryan com suas politicas de cobrança...

Relembrando.. a Passagem de 1 Euro, NAO paga o voo.. o que paga o voo sao esses EXTRAS cobrados la..!

Ja to ate vendo um 738 com um Banner de Protesto "CONGONHAS FREE", "DIGA NAO a TAM/GOL"

Abs.

 

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