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Azul prepara-se para nova guerra tarifária

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Azul prepara-se para nova guerra tarifária

Alberto Komatsu, de São Paulo

25/02/2010

 

A Azul Linhas Aéreas, que alçou o posto de quarta maior companhia aérea brasileira em menos de um ano, em 30 dias vai lançar um produto voltado para a nova classe média e em até cinco anos quer iniciar operações na América do Sul. Quem revela os planos da empresa é o fundador e presidente do conselho de administração da Azul, David Neeleman, que já separou 25% da receita prevista para este ano para enfrentar uma nova guerra tarifária.

 

Na terça-feira, durante reunião com diretores da Azul, Neeleman deu mais um sinal de como pretende incomodar a concorrência. Decidiu ampliar de 30 para 60 dias o prazo de validade de um produto, que nasceu na americana JeBlue, fundada por ele há 10 anos. Por R$ 899, o passageiro pode viajar em dois meses quantas vezes quiser entre os 17 destinos atendidos pela Azul a partir de Campinas, a cidades como Rio e Salvador.

 

"Eu falei ontem (terça-feira) na nossa reunião: o que aconteceria se a gente colocasse esse preço para 60 dias?", contou Neeleman. Em sua primeira versão, em outubro, o "passaporte" custava R$ 499 e permitia viagens por um mês. Em poucos dias, a cota total do produto, de 3 mil unidades, foi vendida.

 

O executivo nasceu no Brasil em 16 de outubro de 1959, quando seu pai era correspondente de uma agência de notícias em São Paulo. Voltou aos Estados Unidos com cinco anos de idade. Retornou ao Brasil, 13 anos depois, para ser missionário mórmon. Agora, Neeleman voa toda semana entre São Paulo e Connecticut, onde mora com esposa e 9 filhos.

 

Na sede da companhia, em Alphaville, região metropolitana de São Paulo, Neeleman disse ontem ao Valor que a Azul está preparada para uma nova guerra tarifária em 2010 e que "não precisa de dinheiro". Disse que a Azul vai lucrar em 2010 e que terá o equivalente a mais de 25% da receita no caixa.

 

O executivo disse que recentemente investiu US$ 15 milhões na compra de um simulador de voo dos modelos Embraer 190 e 195, que fazem parte da frota da companhia. A meta é comprar o segundo equipamento quando a Azul tiver 40 aviões. Ontem, a empresa recebeu a 15ª aeronave. Até o fim de 2010 serão 21 unidades, num investimento de US$ 250 milhões. A seguir, os principais trechos da entrevista.

 

Valor: A aviação foi marcada no ano passado por uma guerra tarifária, que reduziu a lucratividade das empresas. Como será 2010?

 

David Neeleman: Nós temos uma maneira de fazer nossas tarifas que a gente pode ganhar bastante lucro e encher nossos aviões. É a nossa maneira de fazer a segmentação para criar uma tarifa para a pessoa que pode comprar com mais antecedência. O que aconteceu durante essa guerra tarifária é que a segmentação desapareceu. Foi a coisa mais incrível que eu já vi, em 30 anos de aviação, o que TAM e Gol fizeram. Elas realmente sofreram bastante por causa disso.

 

Valor: Teremos nova guerra tarifária em 2010?

 

Neeleman: Sim! E a gente está preparado para isso. Agora estamos tendo lucro. Estamos felizes com isso. Mas se eles querem fazer [guerra tarifária], o prejuízo que eles vão sofrer com isso será muito maior que o nosso, pois são muito maiores que a gente. Espero que eles tenham aprendido alguma coisa com o que aconteceu durante esse tempo.

 

Valor: Quanto a Azul tem em caixa?

 

Neeleman: Tem bastante. Uma coisa muito boa para nós é que somos privados e temos o capital fechado. Então, não temos que dizer nada sobre o nosso resultado.

 

Valor: E como esse dinheiro será usado?

 

Neeleman: Para nos preparar para a guerra tarifária e preservar nossa posição no mercado. Se você é uma empresa de aviação, tem que ter pelo menos 25% da receita do ano no caixa. Nós teremos muito mais do que isso este ano.

 

Valor: Desde quando a Azul tem lucro?

 

Neeleman: A Azul não teve lucro no primeiro ano, mas temos previsto, se tudo acontecer como está acontecendo agora, que vamos ter lucro este ano.

 

Valor: O senhor falou em preservar posição de mercado. Isso pode significar aquisições?

 

Neeleman: Nunca falo nunca porque se eu falo nunca você pode dizer que sou mentiroso. Mas o nosso plano é crescer com o nosso produto, com as nossas aeronaves.

 

Valor: A Webjet poderia ser um alvo?

 

Neeleman: Acho que não. Tem reportagem dizendo que eles têm dívida de R$ 200 milhões. Não queremos essa dívida, não seria interessante para nós. Nunca digo nunca, mas acho difícil.

 

Valor: A Azul vai entrar na corrida pela classe C?

 

Neeleman: A gente vai entrar, mas uma coisa que vai ser bem diferente é que vai ser bem fácil e a gente não vai cobrar juros de 6% por mês.

 

Valor: Vai ser uma parceria com bancos?

 

Neeleman: Podemos fazer internamente, podemos fazer com bancos. Estamos estudando. Estou dando bronca no pessoal para fazer logo. Espero que daqui a 30 dias a gente lance alguma coisa.

 

Valor: E como será o produto, pode ter 36 parcelas ou mais?

 

Neeleman: Pode ser, mas a nossa tarifa média é de R$ 200 aí você vai pagar R$ 10 por mês, isso não faz sentido. Quando o responsável pelo crédito é a gente, talvez o passageiro possa pagar metade antes de viajar e o resto em 90 dias.

 

Valor: Recentemente o fundo TPG comprou uma fatia na Azul. Como foi a negociação?

 

Neeleman: Quando o TPG comprou, nossos acionistas tinham o direito de preferência. Mas eu pedi: deixa a TPG comprar a parte que eles querem porque eu os quero como acionistas.

 

Valor: Qual foi o investimento?

 

Neeleman: Eles compraram uns US$ 30 milhões, mas queriam comprar mais.

 

Valor: Há negociações com outros investidores?

 

Neeleman: Não precisamos mais. Já temos bastante dinheiro, estamos gerando caixa. Temos mais margem do que os concorrentes, considerando-se o nosso tamanho.

 

Valor: A Azul pode voar ao exterior?

 

Neeleman: Os aviões da Embraer são muito bons para operar voos na América do Sul. A gente pode fazer frequências a cidades que não voamos hoje. Mas tudo o que temos para fazer no Brasil tem prioridade sobre as coisas que a gente faria fora do país.

 

Valor: Em quanto tempo a empresa pode voar para a América do Sul?

 

Neeleman: Em três ou cinco anos. Talvez um 'voozinho' para Punta del Este durante uns três meses do ano.

 

Valor: Planos de lançar ações em bolsa?

 

Neeleman: Nós não precisamos de dinheiro. Quando se está na bolsa as coisas são muito mais complicadas.

 

http://www.valoronline.com.br/?impresso/empresas/95/6122657/azul-preparase-para-nova-guerra-tarifaria

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Meio off: meio mundo já alfinetou esses 6% do Voe Fácil e a Gol não se toca.

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Prezados,

 

Alguém sabe se o Neeleman usa jato particular para essas viagens de GRU para os EUA ou vai em Cia. Comercial, se for Cia. será que vai sempre na mesma?

 

ABS

 

 

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É uma guerra psicológica dos infernos!!

No início o cara fala: Agora estamos tendo lucro. Estamos felizes com isso. logo depois ele fala: mas temos previsto, se tudo acontecer como está acontecendo agora, que vamos ter lucro este ano.

Conclusão: No início fala q já está tendo e depois fala q está projetado para este ano. Eu tb tinha um lucro projetado dos infernos na bolsa em 3 anos até a maldita bolha explodir!

Pra mim nada mais é do q uma guerra mais psicológica do q comercial e depois vai e dá uma alfinetada na verdinha e na laranja.

Pra mim esse gringo desde o início era maior 171, o cara pode ser uma baita empresário mais a lábia dele é muito maior do q imaginam!

Mais tb torço muito pelo sucesso da azul pois só assim poderemos escolher em qual galho da árvore poderemos parar!

Abçs

 

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Eu já encontrei com o DAVID NEELMAN na fila do RIO X de GRU, embarcou no mesmo voo que eu - GRU - IAD pela UNITED, claro que foi de FIRST!

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Prezados,

 

Alguém sabe se o Neeleman usa jato particular para essas viagens de GRU para os EUA ou vai em Cia. Comercial, se for Cia. será que vai sempre na mesma?

 

ABS

 

Ele voa de regular com AA. UA, JJ, etc.

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É uma guerra psicológica dos infernos!!

No início o cara fala: Agora estamos tendo lucro. Estamos felizes com isso. logo depois ele fala: mas temos previsto, se tudo acontecer como está acontecendo agora, que vamos ter lucro este ano.

Conclusão: No início fala q já está tendo e depois fala q está projetado para este ano. Eu tb tinha um lucro projetado dos infernos na bolsa em 3 anos até a maldita bolha explodir!

Pra mim nada mais é do q uma guerra mais psicológica do q comercial e depois vai e dá uma alfinetada na verdinha e na laranja.

Pra mim esse gringo desde o início era maior 171, o cara pode ser uma baita empresário mais a lábia dele é muito maior do q imaginam!

Mais tb torço muito pelo sucesso da azul pois só assim poderemos escolher em qual galho da árvore poderemos parar!

Abçs

 

Talvez pq esse gringo seja muito mais brasileiro do que a gente pensa .... :lala:

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Fiz ontem um pesquisa de tarifas para um amigo com destinos saindo de VCP e na maioria deles, AZUL e GOL estão iguais, até nos centavos.

O que preocupa mais nesse mercado, é ver que uma cia menor [AZUL], dita o preço com relação a maior [GOL].

A AZUL é realmente um player a ser considerado, pois recentemente venceu a TAM, que cancelou 2 voos para POA [AZUL adicionou recentemente o 4º voo diário para POA] e 1 para Salvador, por falta de pax. O voo da TAM para FOR, também não aparece mais nas pesquisas de tarifa para março.

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Pelo que sei voa frequentemente de executiva na TAM,risos

 

 

Prezados,

 

Alguém sabe se o Neeleman usa jato particular para essas viagens de GRU para os EUA ou vai em Cia. Comercial, se for Cia. será que vai sempre na mesma?

 

ABS

 

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"Dificilmente vamos entrar em Congonhas", diz Azul

25/02 - 12:56 - Marina Gazzoni, iG São Paulo

 

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As empresas aéreas que querem entrar no aeroporto de Congonhas não devem obter os melhores slots (autorizações de pouso e decolagem) ofertados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e podem desistir de iniciar as atividades no aeroporto. O motivo é que as regras da Anac para concessão de slots permitem que as empresas aéreas em operação no aeroporto obtenham maior número de slots e tenham prioridade na escolha dos horários. A disputa pelos 355 slots que devem ser distribuídos pela Anac na segunda-feira inclui três companhias que ainda não voam em Congonhas _Azul, Webjet e NHT_ e outras três que já operam no local _TAM, Gol e Oceanair.

 

STJ decidirá hoje se Anac pode distribuir espaços da Pantanal em Congonhas

TAM e Gol detêm 80% dos espaços nos dez aeroportos mais movimentados do país

 

 

Cerca de 80% dos slots disponíveis serão ofertados a empresas que já operam em Congonhas. O restante será distribuído entre NHT, Webjet e Azul, nesta ordem, que foi definida em sorteio. Como será a última companhia a escolher slots, a Azul dificilmente vai obter horários competitivos para oferecer voos regulares, afirma o diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano. Segundo ele, o custo de manter a operação no aeroporto será inviabilizado se a companhia tiver poucos slots ou horários não competitivos para a oferta de voos. “Nossa chance de operar em Congonhas é quase nula”, diz Febeliano.

 

Os slots mais atraentes ofertados são para dias de semana, mas há apenas 40 disponíveis, que devem ser ocupadas antes de a Azul escolher seus horários. Os demais slots são para o fim de semana e, segundo as companhias aéreas, não possibilitam a oferta de voos competitivos. “Quem vai querer voar no sábado à noite em Congonhas para voltar no domingo pela manhã?”, questiona Febeliano.

 

Congonhas é o aeroporto mais rentável do Brasil. Sua localização no centro de São Paulo o torna acessível para pessoas que fazem viagens de negócios, passageiros que pagam tarifas maiores para voar.

 

Restrição a voos

 

A única forma de uma companhia aérea iniciar as atividades em Congonhas é pela redistribuição de slots perdidos pelas empresas que já operam. Desde o acidente aéreo da TAM, em 2007, o limite de slots por hora em Congonhas foi reduzido de 54 para 30.

 

Para o consultor em aviação Paulo Bittencourt Sampaio, a redução no volume de pousos e decolagens foi uma decisão tomada num momento de comoção, motivada mais “pela emoção do que pela razão”.

 

O brigadeiro Allemander Pereira, ex-diretor da Anac e consultor em aviação, concorda. Para ele, investimentos em Congonhas poderiam permitir a ampliação da capacidade de voos do aeroporto. “É preciso ampliar a capacidade de Congonhas antes de oferecer os slots. O que não dá é distribuir ‘mixaria’”, afirma.

 

 

Entenda o sistema de distribuição

 

A Anac realizou um sorteio para definir a ordem de distribuição dos slots entre as empresas que já operam e as que querem entrar em Congonhas. As três companhias que já voam em Congonhas poderão escolher quatro pares de slots cada uma _Oceanair, Gol e TAM, nesta ordem. Em seguida, a NHT define seus slots e a rodada recomeça com as empresas que já estão no aeroporto, seguidas da Webjet, e, após nova distribuição a Oceanair, Gol e TAM, a Azul pode solicitar seu espaço.

 

Esse sistema de distribuição de slots dificulta a entrada de novas empresas em Congonhas e favorece o duopólio de TAM e Gol no aeroporto, afirma Sampaio. A Gol detém 41,7% dos slots em Congonhas, enquanto a TAM possui 40,4%, segundo dados da Anac.

 

A agência diz que as normas de concessão de slots foram criadas na primeira gestão da Anac e seguem os padrões internacionais, mas admite revisar o sistema após a distribuição de Congonhas para “evitar que os aeroportos fiquem concentrados em poucas empresas e melhorar os mecanismos de aumento da concorrência”.

 

O brigadeiro Allemander Pereira defende a manutenção das regras para evitar distorções com o mercado internacional e favorecer empresas pioneiras nos aeroportos. “As empresas que já estão no aeroporto investiram para estar ali. É correto elas terem prioridade para obter slots nas redistribuições.”

 

A NHT e a Webjet disseram que só concederão entrevistas sobre seus interesses em Congonhas após a distribuição dos slots.

 

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A Azul está se deseperando muito rapidamente.

Na minha modesta opinião, deveriam continuar calados, devagar

e de forma constante crescendo ao poucos.

Acho muito precipitado em menos de um ano querer brigar de igual

para igual com TAM e GOL.

A Azul tem bons esquipamentos e o avanço com cautela de sua malha

poderia sim repercutir mais positivamente sem esquecer a qualidade

dos serviços e atendimento.

 

OBS O Passaporte AZUL é uma balela, puro marketing pois quando se

precisa não tem vaga e quem viaja a trabalho não pode escolher qualquer

dia e horário.

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Não tive qualquer problema no uso do Passaporte anterior, e nem estou tendo até o momento com as reservas do atual.

 

É claro que com a venda de um produto dessa maneira, os que podem reservar antecipadamente levam vantagem, e os que não podem acham que estão sendo enganados...aí complica mesmo.

 

Eu pelo menos estou fazendo reservas loucamente pros dias que eu sei que vou poder voar...Se por acaso eu precisar NÃO ir, eu cancelo.

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A Azul está se deseperando muito rapidamente.

Na minha modesta opinião, deveriam continuar calados, devagar

e de forma constante crescendo ao poucos.

Acho muito precipitado em menos de um ano querer brigar de igual

para igual com TAM e GOL.

A Azul tem bons esquipamentos e o avanço com cautela de sua malha

poderia sim repercutir mais positivamente sem esquecer a qualidade

dos serviços e atendimento.

 

OBS O Passaporte AZUL é uma balela, puro marketing pois quando se

precisa não tem vaga e quem viaja a trabalho não pode escolher qualquer

dia e horário.

 

Pra mim, é a TAM e GOL que querem brigar de igual para igual com a AZUL ! É só comparar as tarifa, com destinos iguais nas 3, com 30 dias antecedência ! :macumba:

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Pra mim, é a TAM e GOL que querem brigar de igual para igual com a AZUL ! É só comparar as tarifa, com destinos iguais nas 3, com 30 dias antecedência ! :macumba:

 

Guerra Tarifária em aviação é eufemismo para Dumping....que é exatamente o que a GOL e a TAM tentam fazer com a AZUL.

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Neeleman: Nós não precisamos de dinheiro. Quando se está na bolsa as coisas são muito mais complicadas

 

Aí está uma coisa que eu sempre quis ver. Cia aerea que não quer dinheiro. Com essa humildade, o Sr. Neelman vai longe.

 

Essa guerra de tarifas, pode até ser boa pro passageiro, mas nem sempre acaba sendo saudável pras cias. Ele diz que tem dinheiro de sobra, apesar do 1 ano de prejuízo, e cita GOL e TAM como menos capitalizadas. Será que ele leva em conta além de tudo o patrimônio das outras? Um valor de mercado muito maior?

Eu pergunto isso, pq tá parecendo o que não é, como pode uma cia que tem 4% de share menosprezar tanto as 2 maiores, que juntas tem mais de 80%???

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Pelos balancos do terceiro trimestre da TAM e GOL ambas estavam com um caixa generoso,TAM 1.2 bilhao(e olha que em outrubro ela emitiu debentures em dolar em NY e arrecadou mais 0.5bi) e Gol tb beirava o bilhao de reais.

 

Fora isso ambas estao com lucro operacional e contabil,ou seja,nao estao usando o caixa para manter a operacao do voo,(talvez agora na baixa ate precisem).

 

Humildade Zero desse David,nao combina o perfil dele com o que ele diz ser,e muito arrogante e sempre cutuca agressivamente a concorrencia,coisa que seu Constantino Junior e o Libano Barroso(nem mesmo o arrogante do Barioni) fazem(fazia).

 

Bem vamos ver como ele vai se sair nos proximos meses quando finalmente ele oferecera TV a cabo nos avioes e a concorrencia(diga-se Tam e Gol) telefonia celular e internet.

 

 

 

Aí está uma coisa que eu sempre quis ver. Cia aerea que não quer dinheiro. Com essa humildade, o Sr. Neelman vai longe.

 

Essa guerra de tarifas, pode até ser boa pro passageiro, mas nem sempre acaba sendo saudável pras cias. Ele diz que tem dinheiro de sobra, apesar do 1 ano de prejuízo, e cita GOL e TAM como menos capitalizadas. Será que ele leva em conta além de tudo o patrimônio das outras? Um valor de mercado muito maior?

Eu pergunto isso, pq tá parecendo o que não é, como pode uma cia que tem 4% de share menosprezar tanto as 2 maiores, que juntas tem mais de 80%???

 

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Prezados,

 

Alguém sabe se o Neeleman usa jato particular para essas viagens de GRU para os EUA ou vai em Cia. Comercial, se for Cia. será que vai sempre na mesma?

 

ABS

 

 

Em 2008 ele deu entrevista ao Estadão em que dizia: "Viaja todo fim de semana aos EUA de AA"

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Aí está uma coisa que eu sempre quis ver. Cia aerea que não quer dinheiro. Com essa humildade, o Sr. Neelman vai longe.

 

Essa guerra de tarifas, pode até ser boa pro passageiro, mas nem sempre acaba sendo saudável pras cias. Ele diz que tem dinheiro de sobra, apesar do 1 ano de prejuízo, e cita GOL e TAM como menos capitalizadas. Será que ele leva em conta além de tudo o patrimônio das outras? Um valor de mercado muito maior?

Eu pergunto isso, pq tá parecendo o que não é, como pode uma cia que tem 4% de share menosprezar tanto as 2 maiores, que juntas tem mais de 80%???

 

 

Ele não disse que não quer dinheiro.

Disse que a empresa não precisa. ( a mais do que já tem ).

 

Fatos corroboram sua afirmativa. Começou suas operações como a mais capitalizada da história. 200 milhões.

E agora mais ainda. Com dinheiro de diversas fontes e investidores que infelizmente não posso citar aqui.

Logo, realmente nao tem porque ele querer abrir o capital. A empresa não precisa de dinheiro oriundo de outros Stakeholders além dos que ela já tem.

 

Quanto a guerra de tarifas, é a última coisa que qualquer empresa quer.

Entretanto é a lei de mercado. As maiores querem destruir logo de cara as novatas.

Eis a importancia da companhia novata começar bem lastreada para aguentar a pressão das maiores.

Eis o porque da tranquilidade do fundador da melhor companhia americana.

 

Quanto a valor de mercado, não temos base para afirmar se uma tem mais valor de mercado do que a outra visto que não temos acesso a dados

de faturamento etc e suas ações não estao disponiveis na bolsa.

Quanto a menosprezar as concorrentes, nao vejo um menosprezo muito menos arrogancia, mas sim um recado claro: A empresa

está pronta para aguentar a guerra tarifária visto sua estrutura de custos, seu capital e seu produto superior.

Quanto ao primeiro ano sem lucro, basta relembrar o primeiro ano de operação da Gol : Prejuizo de mais de 20 milhões.

Mas em pouco tempo tornou-se o maior fenomeno empresarial brasileiro. Tinha o produto certo, na hora certa, para o publico certo com o preço certo.

Hoje a Azul é isso.

 

Eis a convicção nas afirmações do homem que revolucionou a aviação mundial.

 

Abraços !

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