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Disputa com aéreas de baixo custo faz grandes reverem seus modelos

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Valor Econômico

Disputa com aéreas de baixo custo faz grandes reverem seus modelos

Paola de Moura, de Bruxelas

25/06/2010

 

Grandes companhias aéreas estão sendo pressionadas a fazer mudanças, não só devido a crises econômicas, como a deflagrada em 2008, mas também pelo crescimento das empresas de baixo custo no mercado internacional. Pierre-Henri Gourgeon, CEO da AirFrance -KLM, conta que as companhias estão readaptando seus modelos para enfrentar essa competição, que se acirra com novas entrantes no mercado a cada ano.

 

Segundo ele, a pressão feita pelas companhias de baixo custo fez as tradicionais reverem seus modelos de venda, serviço e comunicação. "O primeiro passo foi criar uma categoria premium", conta. O objetivo foi mostrar ao passageiro top, executivo, que aceita pagar mais, que lá terá um serviço de alto nível voltado especialmente para atendê-lo.

 

Na outra ponta, as companhias agiram para reduzir custos e se tornarem mais competitivas frente à perda de mercado. "Estamos gastando menos com serviço de bordo", exemplifica. Outro passo dado pela Air France foi melhorar a comunicação, com objetivo de mostrar ao cliente o que ele está pagando quando compra uma passagem aérea. "Mostramos que ele paga pelo assento e pelo serviço que oferecemos." Além disso, foram criadas também diversas categorias de serviços. "No fundo, tivemos que mudar a prioridade."

 

Gourgeon explica que as empresas de baixo custo também lembraram as companhias grandes que é melhor voar com um passageiro que paga pouco do que deixar o assento vazio. "Mesmo que isso signifique que o que o passageiro pagou está abaixo do custo."

 

Paul Coby, que comanda a British Airways Services, lembra que toda a inovação coloca pressão para redução de preços e que chegou a hora das grandes empresas também inovarem. "Elas foram responsáveis por grandes revoluções nos anos 70 e 80 e agora estão paradas, apenas adaptando a tecnologia".

 

É um mercado em plena expansão, principalmente com o crescimento da classe média nos países emergentes. Segundo a Sita, empresa de soluções tecnológicas para o transporte aéreo, hoje são 2,2 bilhões de passageiros por ano. E é esperado que o mercado quase dobre em 2020, chegando a 4 bilhões.

 

Com um mercado competitivo, o CEO da Air France KLM acredita que as fusões vão continuar e que devem acontecer com mais força na Ásia, onde há muitas companhias novas. Segundo ele, a tendência é que se formem grandes grupos transatlânticos. De certa forma, isso já vem acontecendo, com as grandes alianças globais, como a SkyTeam ou Star Alliance, aumentando o número de companhias participantes. Mas Gourgeon prevê a formação real de um grande grupo de US$ 10 bilhões capaz de fazer viagens por todo o planeta. Os executivos participaram da Sita Air Transport IT Summit em Bruxelas.

 

A repórter viajou a convite da Sita

 

 

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Eu acho esse tema cias tradicionais vs. Low cost/Low Fares muito interessante.

 

No caso espefico da AF/KLM eles pelo menos tem a vantagem de rotas exclusivas dentro da Franca, o que acaba ajudando e muito a Cia.

 

Fora que hoje o servico de bordo na classe conomica em voos intra-europeus eh quase inexistente. Nao passando de agua/cafe e um biscoito. O que impede ela em ter voos ainda mais baratos sao as taxas aeroportuarias dos aeroportos em que opera, coisas que a Ryanair possui um lobby imenso em aeroportos afastados do centro para diminuir esse valor.

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Agora como uma verdadeira Low cost e "low fare" no Brasil pode ser realemnte diferente das tradicionais,nao ha opcao de aeoporto alternativo e mais ou menso prox dos aeroportos centrais.

 

O unico caso mesmo e Campinas,que realemnte esta nao muito prox nem muito distante, mas nem por iiso muuuiiittooo mais barato que os demais aeroportos,ate quando a Azul tera precos diferenciados? Por ora ela tem precos e rotas exclusivas,o que lhe da certa seguranca.

 

A Ryanair voa para Frankfurt Hahn,por exemplo,se comprares um voo com esse destino nao tem taxa de embarque pois a Ryanair consegiuiu esse subsidio pois o aeroporto esta quase abandonado(antiga base aerea americana do pos guerra)...mas dai deposi de ter economizado 15 euros de taxa de embarque teras 10 euros e mais 1:30h ate chegar em Frankfurt Airport Main,o tradicional,para poder entao ir a cidade ou ao menos pegar um trem para outro destino.Detalhe,par air ao centro de Frankfurt sao outros 10 euros(nao sei ao certo qual a tarifa atualmente)

 

Frankfurt Hahn nao tem onibus nem trem para outros destinos, e preciso ir a Frankfurt Main e de la ir adiante.

 

O Pax europeu que realment e tem pressa e compromissos nao se pode dar o luxo de perder 1:30h so para gastar menos,mas ha quem possa apenas viajr a turismo e esse tempo nao e relevante.

 

Que opcoes temos nao Brasil,nme aeroporto,nem trem,a Azul nesse sentido foi mais uma vez inovadora colocando onibus a diversos pontos da cidade de Sao Paulo,parabens....esta se adaptando a nossas limitacoes.....mas e claro,isso tem custos...a Ryanair nao paga por exemplo o onibus entre os 2 aeroportos de Frankfurt.

 

 

Eu acho esse tema cias tradicionais vs. Low cost/Low Fares muito interessante.

 

No caso espefico da AF/KLM eles pelo menos tem a vantagem de rotas exclusivas dentro da Franca, o que acaba ajudando e muito a Cia.

 

Fora que hoje o servico de bordo na classe conomica em voos intra-europeus eh quase inexistente. Nao passando de agua/cafe e um biscoito. O que impede ela em ter voos ainda mais baratos sao as taxas aeroportuarias dos aeroportos em que opera, coisas que a Ryanair possui um lobby imenso em aeroportos afastados do centro para diminuir esse valor.

 

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