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Lufthansa triplica lucros no segundo trimestre


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Jornal de Turismo

Lufthansa triplica lucros no segundo trimestre

Qui, 29 de Julho de 2010 11:25

 

O Grupo Lufthansa anunciou nesta quinta-feira que atingiu um lucro de 159 milhões de euros no segundo trimestre do ano, triplicando os valores registrados no mesmo período do ano passado.

 

De acordo com a empresa, os principais fatores que contribuíram para este resultado foram o aumento da procura, em especial no transporte de mercadorias e no tráfego intercontinental, e os esforços em reduzir os custos em todas as áreas do grupo.

 

No conjunto dos primeiros seis meses do ano, o total das receitas da empresa alemã aumentou 23,5%, para os 12,6 bilhões de euros. As receitas de passagens aumentaram 30%, para os 10,2 bilhões de euros

 

No período em análise, os proveitos operacionais subiram 22,2%, para os 14,2 bilhões de euros, enquanto os custos operacionais aumentaram 22,9%, atingindo, igualmente, os 14,2 bilhões de euros. Segundo o grupo alemão, os custos com o combustível, que aumentaram 56,1%, foram o principal contributo para o incremento destas despesas.

 

No primeiro semestre do ano, o Grupo Lufthansa obteve um resultado operacional de menos de 171 milhões de euros, contra os 8 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado.

 

sobe

 

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Grupo Lufthansa duplica lucro no 2º trimestre

mas ainda perde 104 milhões no semestre

Presstur 29-07-2010 (14h27) O grupo Lufthansa, maior da Europa em passageiros transportados, com 41,76 milhões nos primeiros seis meses deste ano, teve 194 milhões de lucro no segundo trimestre, em alta de 118% face a 2009, com o qual melhora em 74 milhões os resultados líquidos do semestre, mas ainda fica em 104 milhões de prejuízo.

O balanço do grupo mostra que depois de resultados operacionais negativos de 330 milhões de euros no primeiro trimestre, quando em 2009 a perda tinha sido de 44 milhões, nos meses de Abril a Junho, inclusive, o grupo teve um lucro de 159 milhões, três vezes melhor que no ano passado (52 milhões).

Embora não indique valores mensais, o balanço apresentado por Stephan Gemkow, CFO (responsável financeiro), mostra que desde Março que o grupo tem resultados operacionais positivos, à excepção de Abril, pelo impacto dos encerramentos do espaço aéreo decididos pelas autoridades europeias pela presença da nuvem de cinzas vulcânicas expelida por um vulcão na Islândia.

De acordo com a informação apresentada por Stephan Gemkow, o grupo Lufthansa teve 12.625 milhões de euros de receitas no primeiro semestre, em alta de 23,5% em relação ao montante declarado no período homólogo de 2009, para a qual contou o facto de ter passado a consolidar também a British Midland (BMI), a partir de Julho de 2009, e a Austrian Airlines e as suas subsidiárias, a partir de Setembro de 2009.

Descontando o efeito deste alargamento do perímetro de consolidação, de acordo com Stephan Gemkow, o crescimento da receita foi de 9,9%, com +9,1% no que respeita à actividade de transporte aéreo de passageiros, que facturou 9.567 milhões de euros, mais 28% que há um ano.

Stephan Gemkow também indicou que no semestre o grupo aumentou as receitas de tráfego de 7.846 milhões de euros no primeiro semestre de 2009 para 10.203 milhões este ano, com a maior fatia, no montante de 1.370 milhões, a vir do alargamento do perímetro de consolidação.

O crescimento do tráfego acrescentou 499 milhões, a subida do preço, 180 milhões, e as variações cambiais, 308 milhões.

A informação divulgada por Stephan Gemkow indica ainda que o Passenger Airline Group da Lufthansa (sem Germanwings) teve um aumento médio do yield (preço médio pago pelos passageiros para percorrerem um quilómetro) em 7,4%, pelos aumentos em 13% nas ligações com o continente americano e em 12,2% nas ligações com a região da Ásia e Pacífico, enquanto no sector de rede Médio Oriente e África houve uma quase estagnação (+0,6%) e nas ligações intra-europeias houve mesmo um decréscimo, em 2,8%.

Apesar destes desenvolvimentos, o Passenger Airline Group da Lufthansa teve no primeiro semestre deste um resultado negativo das operações no valor de 342 milhões de euros, quando há um ano tinha um resultado positivo de 35 milhões, sendo a única área de actividade a ter perda operacional.

O transporte de carga passou de um prejuízo operacional de 134 milhões no primeiro semestre de 2009 para um lucro de 144 milhões este ano, a manutenção passou de 144 milhões para 155 milhões, os serviços de tecnologias de informação passaram de sete milhões para oito milhões e os serviços de catering, embora em baixa, de 25 milhões para 13 milhões, mantiveram-se acima da linha de água.

Em relação às companhias que integram o Passenger Airline Group da Lufthansa, Stephan Gemkow indicou que só a Swiss teve uma contribuição positiva para os resultados operacionais e em alta face a 2009, de 44 milhões para 54 milhões.

A Lufthansa teve uma contribuição negativa de 203 milhões de euros para os resultados operacionais, quando há um ano tivera –6 milhões, a Germanwings teve –39 milhões, quando há um ano tivera –4 milhões, e Austrian e BMI tiveram contribuições negativas de 70 milhões e 93 milhões, respectivamente.

O balanço divulgado pelo Grupo Lufthansa assinala que o desempenho no primeiro semestre foi afectado por “numerosos” efeitos não recorrentes, como sejam os encerramentos do espaço aéreo europeu e uma greve de pilotos, mas que globalmente verifica um padrão de recuperação da procura, designadamente nas rotas intercontinentais e nas classes premium, referindo que as companhias Lufthansa e Swiss são as que mais beneficiam destas tendências.

As informações mais recentes sobre as reservas apontam para que estas tendências se mantêm, acrescenta o documento, que em relação ao tráfego nas rotas intra-europeias, embora refira uma melhoria recente a nível da procura e do preço, diz que “continua a padecer de mudanças estruturais nos padrões da procura”.

A perspectiva avançada no documento é de que o grupo prevê ter este ano um “substancial aumento” das receitas do Passenger Airline Group e ter resultados operacionais positivos, apesar das contribuições negativas que decorrem da consolidação da Austrian e da BMI.

Para esta evolução, o grupo conta designadamente com a implementação do seu plano de contenção de custos, baptizado Climb 2011.

O balanço do grupo indica ainda que para o desempenho no primeiro semestre contou um aumento em 17,7% ou 220 milhões de euros na rubrica de outras receitas de operações, para 1,5 mil milhões, que foi gerado principalmente pela transferência para o fundo de pensões da participação de 8,5% na Fraport e pela venda de 6,2 milhões de acções da Amadeus IT Holding.

Segundo o documento, a transferência das acções da Fraport para o Lufthansa Pension Trust gerou um ganho contabilístico de 94 milhões e a venda de acções do Amadeus (onde mantém uma participação de 7,6%), rendeu 67 milhões.

 

Clique para mais notícias: Lufthansa

 

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E depois criticam a estrategia dela de cobertura internacional...

 

Bravo LH!!!

 

 

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