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"Já dormi algumas vezes durante o voo", diz copiloto da Gol, ao relatar excesso de viagens


marcio fenilli

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Em meio ao novo caos aéreo que se instalou nos aeroportos nessa semana, tripulantes da companhia aérea Gol acusam a empresa de desrespeitar a legislação trabalhista e obrigá-los a cumprir jornadas de trabalho “desumanas”. Por conta do problema, copilotos entrevistados pelo UOL Notícias afirmam que é comum tripulantes dormirem em plena cabine do voo.

 

Um copiloto de 31 anos baseado em São Paulo, funcionário da Gol desde 2005, disse que ele mesmo e vários colegas já pegaram no sono durante viagens. “Eu já dormi algumas vezes em voo. Estamos bem sobrecarregados mesmo, e está complicado de manter a cabeça no que estamos fazendo. Precisamos de tranquilidade e de uma jornada decente, mas o que acontece é que somos explorados ao máximo”, disse o tripulante, que preferiu não se identificar para não sofrer retaliações da empresa.

 

Desde o último fim de semana, um alto índice de atrasos e cancelamentos em voos da empresa prejudica o funcionamento dos aeroportos e atrapalha a vida dos passageiros em todo o país. Em reunião convocada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) nesta terça-feira, a Gol afirmou que problemas em um novo software para planejamento das escalas dos funcionários gerou "dados incorretos que culminaram no planejamento inadequado da malha aérea e da jornada de trabalho dos tripulantes”.

 

Passageiros recorrem ao juizado especial

 

Após 3 dias de muito tumulto, confusão, gente dormindo no chão e filas, a situação no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, finalmente começa a se normalizar. Os passageiros que recorreram ao juizado especial elogiam o serviço

 

Mais em UOL Notícias

Um outro copiloto que também não quis se identificar afirmou que quando não há uma jornada de trabalho regular não é “incomum piloto e copilotos dormirem em pleno voo”. “Pedimos para o chefe de cabine ir de meia em meia hora checar se há alguém acordado. É um risco enorme, e tudo isso foi muito agravado em julho”, diz o funcionário, de 30 anos, há quatro na Gol.

 

O tripulante narra um episódio ocorrido com um comandante com quem voou recentemente. “Ele estava com duas olheiras enormes, parecia um zumbi. Estava com 95 horas de voo na semana, viajando pela quarta madrugada seguida, dormindo apenas três horas por dia. Ele pediu para eu o acordar na hora de fazer o táxi do avião. Eu o acordei, mas ele me pediu para dormir mais um pouco e só acordá-lo na hora do pouso. O acordei novamente só bem na hora de pousar. O cara estava mal”, relata.

 

Como começou o caos

Após se reunir com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a Gol aceitou reformular as escalas para impedir que os tripulantes continuassem trabalhando mais do que o permitido. Com menos mão-de-obra, a Gol não conseguiu dar conta de todos os voos que estavam programados, o que acabou resultando no caos sentido por passageiros em vários aeroportos do Brasil.

 

Segundo tripulantes da companhia, há muito tempo os funcionários estão sendo submetidos a condições de trabalhos inadequadas, em desacordo com a legislação trabalhista que regulamenta a categoria. De acordo com eles, em julho ocorreu um agravamento da situação, após o problema com a nova escala, que é operada por computadores e foi instalada em substituição ao modelo anterior, controlado manualmente.

 

“O sistema novo não computa algumas variáveis presentes na legislação brasileira. Ele não considera os atrasos e os cancelamentos de voos, nem fechamento de aeroportos por conta do mau tempo, por exemplo”, diz uma chefe de cabine de 30 anos, que trabalha na Gol há sete e preferiu não se identificar com medo de sofrer retaliações pela empresa.

 

“Essa falha gerou um ‘efeito dominó', que refletiu em toda malha aeroviária. Os tripulantes que já haviam trabalhado mais do que o permitido tiveram que parar. Aí começou o assédio moral e as ameaças da empresa para obrigar os funcionários a trabalhar e a desrespeitar a legislação”, afirma.

 

Greve convocada para 13/08

Em um blog criado para mobilizar a categoria e em listas de emails, os trabalhadores convocaram uma greve para o próximo dia 13. Na convocatória para a paralisação, além de reivindicar uma escala “mais humana”, os trabalhadores exigem aumento salarial de 25% para toda a categoria, planos de saúde e previdência privada, além da implementação de plano de carreira para todos os funcionários.

 

A chefe de cabine afirma que a categoria sofreu uma defasagem salarial de 50% nos últimos 10 anos, o que está fazendo com que muitas pessoas desistam da função. “No início da década um tripulante da Varig recebia R$ 40 por hora de voo, em média. Hoje é de R$ 22. Nossa função é estressante. Tripulante fica cinco, seis dias fora de casa, trabalha dia e noite, não pode frequentar nenhuma atividade fixa, vive por escala”, diz.

 

Brechas na lei trabalhista

De acordo com a Lei do Aeronauta (Lei 7.183/84), por questões de segurança operacional, um tripulante de avião a jato não pode exceder 85 horas de voo por mês, 230 horas por trimestre e 850 horas por ano. O texto também impede que a tripulação que cumpriu três horas de jornada entre 23h e 6h viaje na madrugada do dia seguinte.

 

Blog do Sakamoto: Trabalhador paga a conta pelo caos aéreo

Maria Inês Dolci: Consumidor não pode ser penalizado

Aplicativos para celular mostram voos atrasados no Brasil e no mundo

Há três brechas na lei, segundo aeronautas entrevistados pela reportagem. Para o comandante Carlos Camacho, diretor do SNA, algumas empresas aproveitam uma falha no texto da regulamentação da categoria e obrigam os tripulantes a trabalhar durante várias madrugadas seguidas.

 

“As empresas se apropriaram de uma falha na regulamentação que permite uma interpretação segundo a qual só não podem ser escalados na madrugada seguinte os tripulantes que voltaram à sua base. O problema é que muitas vezes os trabalhadores viajam de madrugada, mas não voltam para sua base, vão para outras cidades”, diz. “Mas o que está em questão é a condição física do ser humano, e não a cidade para onde o tripulante vai”, afirma.

 

Já o copiloto de 30 anos que falou com a reportagem disse as empresas encontraram um outro “buraco” na lei. “Se o tripulante chegar na base entre 23h e 6h, não pode ser acionado para voar na noite seguinte. Mas se ele decolar 22h e pousar 6h05, por exemplo, as empresas dizem que não há problema nenhum e esfregam a lei na nossa cara. A regra foi mal escrita”, diz.

 

Uma outra chefe de cabine, que possui 31 anos e está há seis na Gol, afirma que além do excesso de trabalho, os tripulantes estão sujeitos a riscos decorrentes da falta de infraestrutura adequada no espaço aéreo brasileiro.

 

“Existem ‘buracos negros’ na região do norte do país, nos quais não há comunicação entre piloto e torre”, diz. “Uma vez, saindo de Fortaleza para Natal, desviamos de um tucano (aeronave de pequeno porte) a um pouco mais de 100 metros. Uma amiga que tripulava no dia 1º de agosto num voo do Recife para Campinas contou que a aeronave quase colidiu com um avião cargueiro, que teve que arremeter o pouso para não ter colisão. Infelizmente só dão importância para isso quando aconteceu um acidente”, conta.

 

Outro lado

Por meio da sua assessoria de imprensa, a Gol negou que desrespeita a legislação trabalhista e obriga os funcionários a trabalhar mais. A companhia disse que os problemas com atrasos e cancelamentos foram causados justamente porque o limite de horas trabalhadas pelos tripulantes foi respeitado. A Gol afirmou ainda que o problema com a escala foi resolvido.

 

A Anac informou que está acompanhando a normalização da situação e fiscalizando o cumprimento da lei do aeronauta. Segundo a agência, caso o passageiro não seja atendido pela companhia aérea, ele pode registrar queixa pelo 0800 725 4445 ou pelo site: www.anac.gov.br/faleanac.

 

Fonte: Uol Noticias

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Pra quem dizia que na Gol não tinha entretenimento, daqui a pouco lançarão o filme "Apertem os cintos, o piloto dormiu".

 

:facepalm::facepalm::facepalm:

 

Isso é um perigo seríssimo. Nem com todo o aparato tecnológico avião voa sem o braço dos pilotos.

Uma hora dessas a bomba poderia estourar em um acidente :suicide_anim: se nada fosse feito/

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Agora é samba do crioulo doido. Notícia pipocando de tudo enquanto é lado, sombras com voz de pato, etc. A Gol é a bola da vez.

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Sabemos que a imprensa e sensacionalista,certamente ha exageros,ma snao podemos esquecer que o site do sindicato dos tripulantes atesta inumeras irregularidades tanto na Gol,como tb na TAM e Azul.

 

quote name='E175' date='Aug 3 2010, 11:33 PM' post='605766']

Agora é samba do crioulo doido. Notícia pipocando de tudo enquanto é lado, sombras com voz de pato, etc. A Gol é a bola da vez.

 

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Estava com 95 horas de voo na semana, viajando pela quarta madrugada seguida, dormindo apenas três horas por dia

 

95 horas na semana é mentira, nem no Malote mais pirata que existe isso acontece. Se dividirmos 95 por 7 dias dará 13,5 horas por dia.

 

Dormir, as pessoas dormem em casa ou no Hotel em uma cama.

 

O que acontece em muitos voos chama-se descanso vigiado. Onde um tripulante tira um cochilo durante o cruzeiro enquanto o outro fica a alerta. Para que os dois estejam o melhor possível na hora que haverá uma maior carga de trabalho (aproximação/pouso e taxi). Isso é previsto, e recomendado em situações extremas.

O resto é baboseira de imprensa ou casos isolados que são considerados violação.

 

Agora que o clima da Gol já foi melhor isso é fato. É uma pena!!

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95 horas na semana é mentira, nem no Malote mais pirata que existe isso acontece. Se dividirmos 95 por 7 dias dará 13,5 horas por dia.

 

Dormir, as pessoas dormem em casa ou no Hotel em uma cama.

 

O que acontece em muitos voos chama-se descanso vigiado. Onde um tripulante tira um cochilo durante o cruzeiro enquanto o outro fica a alerta. Para que os dois estejam o melhor possível na hora que haverá uma maior carga de trabalho (aproximação/pouso e taxi). Isso é previsto, e recomendado em situações extremas.

O resto é baboseira de imprensa ou casos isolados que são considerados violação.

 

Agora que o clima da Gol já foi melhor isso é fato. É uma pena!!

 

Acuma? é previsto e recomendado em situações extremas? onde está escrito isso? em qual MGO ou Manual? sério, não li isso.... além disso, acho que as 95 horas devam ser jornada, aí tem como chegar as 95 estourando tudo o que pode, isso se ele não for mensal e o jornal ter colado semanal... enfim

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95 horas na semana é mentira, nem no Malote mais pirata que existe isso acontece. Se dividirmos 95 por 7 dias dará 13,5 horas por dia.

 

Dormir, as pessoas dormem em casa ou no Hotel em uma cama.

 

O que acontece em muitos voos chama-se descanso vigiado. Onde um tripulante tira um cochilo durante o cruzeiro enquanto o outro fica a alerta. Para que os dois estejam o melhor possível na hora que haverá uma maior carga de trabalho (aproximação/pouso e taxi). Isso é previsto, e recomendado em situações extremas.

O resto é baboseira de imprensa ou casos isolados que são considerados violação.

 

Agora que o clima da Gol já foi melhor isso é fato. É uma pena!!

 

De acôrdo, Lucas! é salutar,recomendável, dá uma "renovada" e não há motivo desse alarde todo! (refiro-me no caso do descanso vigiado!) :thumbsup:

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Um monte de informações desencontradas que deixam algumas dúvidas no ar, entre elas, havia cumprimento da lei por parte de todos os envolvidos durante a ocorrência dos episódios relatados, isto é, empresa e tripulante, ou o que vem ocorrendo é somente o reflexo das ações das empresas, que estão usando de supostos artifícios legais que andam refletindo no desempenho físico dos seus funcionários? Caso isso esteja ocorrendo - a companhia aérea usando ao máximo suas tripulações - tenho a leve impressão que isso já faz parte da rotina há anos, no mundo todo.

 

Mas nessas horas que começam os bombardeios de denúncias é que se comprova a necessidade de centralização de divulgação de informações para esclarecimento ao público, pois observar até comissário de bordo fazendo comentários a respeito de falta de infra-estrutura no controle de tráfego aéreo e problemas associados a isso para mim é novidade. No final, para o povão, tudo é assustador, mas com uma pequena análise é possível encontrar até diversão no meio de tanta coisa séria. Buraco Negro na aproximação em Campinas (ou Recife, conforme a interpretação), opa! Quando começou isso?

 

Abs

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Engraçado que sindicalistas sempre têm histórias terríveis para contar, sob todos os aspectos. Enquanto isso, são poucos os aeronautas que querem deixar o setor.

 

Em aviação, o pouco que aprendi estes anos todos é que existem 4 tipos de fatos noticiosos: as meras AFAs, os publicados na imprensa genérica (que não sabe nada de nada), os proclamados pelos sindicatos (que costumam aumentar bastante os problemas) e... os fatos verdadeiros.

 

O pior de tudo é que amanhã, se persistirem os problemas, os veículos de comunicação vão se limitar a isso: requentar a matéria que vêm exibindo desde sábado. Nenhuma emissora de TV e nenhum jornal vão procurar saber como de fato é a rotina de uma tripulação, como funciona o planejamento de uma companhia aérea, como são as operações nos aeroportos etc.

 

Não, isso tudo é muito complexo e requer tempo e profissionais COMPETENTES para realizar uma reportagem de tal alcance. Melhor, e mais "prático", é fazer esses flashs (des)informativos, entrevistando um que outro sujeito interessado em aparecer em rede nacional ou sindicalistas - que sempre têm bombas prontas para atirar em qualquer direção.

 

As emissoras de TV, principalmente, não têm nenhuma preocupação informativa de fato: são apenas repetidores de coisas que eles não entendem porque não estudaram para isso nos cursos de Jornalismo.

 

Talvez a maioria aqui não lembre, mas na época em que ocorreu um desabamento durante escavações de um túnel do consórcio Linha Amarela do metrô de São Paulo, no início de 2007, um sujeito passou a semana inteira dando entrevistas para várias emissoras de rádio e tevê, passando-se por engenheiro civil. Depois se descobriu que ele não era engenheiro coisa alguma. Apenas a Band retificou publicamente o fato - e mesmo assim atribuindo "falsidade ideológica" ao sujeito, sem admitir que uma equipe inteira de jornalismo tinha sido infantilmente ludidriada por um mero transeunte.

 

O grande problema é que as Redações brasileiras estão cada vez mais despreparadas, apesar de toda a tecnologia disponível. A impressão que dá é que hoje quando um repórter chega no local de algum evento importante, como não entende absolutamente nada (nem as coisas mais básicas) do caso que tem diante de si, o mesmo sobe em algum banco e grita: "Tem algum engenheiro aí?", "Tem algum médico aí?", Tem algum advogado aí?" etc. O primeiro que se oferece é entrevistado inconteste, sem que suas credenciais para versar sobre o assunto sejam de fato analisadas.

 

O princípio que move nossa imprensa é o puro oportunismo. A dinâmica das Redações não permite muito tempo para pensar, pesquisar, investigar, confrontar, checar... O importante é lançar o petardo, destruir reputações, criar auê. Depois, se alguém gritar, corrige-se. Ou não.

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Que isso cochilo vigiado ...

 

Se a aeronave fosse Single-Pilot até seria normal ....

 

Agora um cara dormir em voo ?? aonde está previsto isso pelo amor de deus..... se o cara tem uma descompressão súbita como já aconteceram vários casos , até o cara acordar e sabe oq está acontecendo já era ... AOnde entra o Pilot Monitoring ??

É claro que é muito difícil acontecer alguma emergencia, mas ambos tem que estar de alerta e com a Consciencia Situacional 100% ....

 

Agora eu gostaria de ver o SOP que diz q é previsto isso ...

 

 

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Que isso cochilo vigiado ...

 

Se a aeronave fosse Single-Pilot até seria normal ....

 

Agora um cara dormir em voo ?? aonde está previsto isso pelo amor de deus..... se o cara tem uma descompressão súbita como já aconteceram vários casos , até o cara acordar e sabe oq está acontecendo já era ... AOnde entra o Pilot Monitoring ??

É claro que é muito difícil acontecer alguma emergencia, mas ambos tem que estar de alerta e com a Consciencia Situacional 100% ....

 

Agora eu gostaria de ver o SOP que diz q é previsto isso ...

no brasil até onde eu saiba, não existe nada aprovado ou endossado pelo MGO de repouso ou descanso na cabine.

algumas empresas européias permitem e isso é um procedimento que consta no MGO da cia. entram regras como alguém ter a mascara no colo ou mesmo utilizar a mesmo e por ai vai.

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Que isso cochilo vigiado ...

 

Se a aeronave fosse Single-Pilot até seria normal ....

 

Agora um cara dormir em voo ?? aonde está previsto isso pelo amor de deus..... se o cara tem uma descompressão súbita como já aconteceram vários casos , até o cara acordar e sabe oq está acontecendo já era ... AOnde entra o Pilot Monitoring ??

É claro que é muito difícil acontecer alguma emergencia, mas ambos tem que estar de alerta e com a Consciencia Situacional 100% ....

 

Agora eu gostaria de ver o SOP que diz q é previsto isso ...

Caro Felipe, existem disponíveis na internet inúmeros estudos e artigos ,recomendando o sono vigiado.Trabalhei em uma empresa onde existia explicitamente em seu manual de operações a recomendação de cochilos revezados entre os tripulantes. Boa leitura.

 

Dinges, D.F., Graeber, R.C., Rosekind, M.R., Samel, A., and Wemann, H.M. (1996) Principles and Guidelines for Duty and Rest Scheduling in Commercial Aviation. NASA Technical Memorandum #110404. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Flight Safety Foundation. (1995) Principles and Guidelines for Duty and Rest Scheduling in Corporate and Business Aviation. Flight Safety Digest, 4(9): 1¬9. Arlington, VA: Flight Safety Foundation Inc.

 

Flight Safety Foundation. (1995) Principles and Guidelines for Duty and Rest Scheduling in Corporate and Business Aviation. Flight Safety Digest, 4(9): 1¬9. Arlington, VA: Flight Safety Foundation Inc.

 

 

 

Rosekind, M.R., Gander, P.H., Miller, D.L., Gregory, K.B., McNally, K.L., Smith, R.M., and Lebacqz, J.V. (1993) NASA Ames Fatigue Countermeasures Program. FAA Aviation Safety Journal, 3(1).

 

 

Gander, P.H., Graeber, R.C., Foushee, H.C., Lauber, J.K., and Connell, L.J. (1994) Crew Factors in Flight Operations: II. Psychophysiological Responses to Short-haul Air Transport Operations. NASA Technical Memorandum #108856. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Gander, P.H., Barnes, R., Gregory, K.B., Connell, L.J., Miller, D.L., and Graeber, R.C. (1991) Crew Factors in Flight Operations: VIII. Factors Influencing Sleep Timing and Subjective Sleep Quality in Commercial Long-Haul Flight Crews. NASA Technical Memorandum #103852. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Gander, P.H., Connell, L.J., Gregory, K.B., Miller, D.L., Rosekind, M.R., and Graeber, R.C. (1996) Crew Factors in Flight Operations: VII. Psychophysiological Responses to Overnight Cargo Operations. NASA Technical Memorandum #110380. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Gander, P.H., Barnes, R., Gregory, K.B., Connell, L.J., Miller, D.L., and Graeber, R.C. (1994) Crew Factors in Flight Operations: VI. Psychophysiological Responses to Helicopter Operations. NASA Technical Memorandum #108838. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Graeber, R.C., Rosekind, M.R., Connell, L.J., and Dinges, D.F. (1990) Cockpit Napping. ICAO Journal, October 1990.

 

 

Rosekind, M.R., Graeber, R.C., Dinges, D.F., Connell, L.J., Rountree, M.S., Spinweber, C.L., and Gillen, K.A. (1994) Crew Factors in Flight Operations: IX. Effects of Planned Cockpit Rest on Crew Performance and Alertness in Long-haul Operations. NASA Technical Memorandum #108839. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Rosekind, M.R., Miller, D.L., Gregory, K.B., and Dinges, D.F. (1995) Flight crew sleep in long-haul aircraft bunk facilities: Survey results. Sleep Research 24, 112.

 

 

Rosekind, M.R., Gregory, K.B., Miller, D.L., Oyung, R.L., Neri, D.F., and Dinges , D.F. (in press) Sleep Quantity and Quality of Augmented Long-Haul Flight Crews in On-Board Crew Rest Facilities. Sleep Research.

 

 

Rosekind, M.R., Co, E.L., Gregory, K.B., Miller, D.L., and Neri, D.F. (in press) A Survey of Fatigue Factors in Corporate/Executive Aviation Operations. Sleep Research.

 

 

Kelly, S.M., Rosekind, M.R., Dinges, D.F., Miller, D.L., Gillen, K.A., Gregory, K.B., Aguilar, R.D., and Smith, R.M. (1993) Flight controller alertness and performance during MOD shiftwork operations. In Proceedings of Space Operations, Applications and Research (SOAR'93) Conference, NASA Johnson Space Center, Houston, TX., August, 1993. NASA Conference Publication #3240.

 

 

Rosekind, M.R., Smith, R.M., Gregory, K.B., and Miller, D.L. (1996) NASA AIRLOG: An Electronic Sleep/Wake Diary. Sleep Research, 25: 525.

 

 

Rosekind, M.R., Gander, P.H., Co, E.L., Miller, D.L.,Weldon, K.J., Smith, R.M., Gregory, K.B., and Lebacqz, J.V. (1994) Fatigue Countermeasures: A NASA Education and Training Module. Sleep Research, 23: 143.

 

 

. Rosekind, M.R., Gander, P.H., Connell, L.J., and Co, E.L. (in preparation). Crew Factors in Flight Operations: X. Alertness Management in Flight Operations. NASA Technical Memorandum. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.

 

 

Rosekind, M.R., Weldon, K.J., and Lebacqz, J.V. (1993) Pegasus Launch Anomaly: Evaluation of Contributory Fatigue Factors. In Special Investigation Report: Commercial Space Launch Incident, Launch Procedure Anomaly, Orbital Sciences Corporation, Pegasus/SCD-1, 80 Nautical Miles east of Cape Canaveral, Florida, February 9, 1993 (NTSB/SIR-93/02; PB93-917003). Washington, DC: National Transportation Safety Board.

 

 

Rosekind, M.R., Gregory, K.B., Miller, D.L., Co, E.L., & Lebacqz, J.V. (1994) Analysis of Crew Fatigue Factors in AIA Guantanamo Bay Aviation Accident. In Aircraft Accident Report: Uncontrolled Collision with Terrain, American International Airways Flight 808, Douglas DC-8, N814CK, U.S. Naval Air Station, Guantanamo Bay, Cuba, August 18, 1993 (NTSB/AAR-94/04; PB94-910406). Washington, DC: National Transportation Safety Board.

 

National Transportation Safety Board. (1996) NTSB/NASA Fatigue Symposium Proceedings, November 1¬2, 1995. Washington, D.C.: National Transportation Safety

 

 

 

 

 

 

 

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Apenas tentando ilustrar a mensagem bem didática do Mastercaptain:

 

Tudo bem que esse MGO é do tempo de uma empresa que provavelmente ainda alguém se lembra. Uma pista: seu exercício de marinharia era feito no Guaíba ...

 

Good old times :lala:

 

a11.jpg

 

Agora, cochilo vigiado em single-pilot? :ahhh:

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Apenas tentando ilustrar a mensagem bem didática do Mastercaptain:

 

Tudo bem que esse MGO é do tempo de uma empresa que provavelmente ainda alguém se lembra. Uma pista: seu exercício de marinharia era feito no Guaíba ...

 

Good old times :lala:

 

a11.jpg

 

Agora, cochilo vigiado em single-pilot? :ahhh:

 

Que belo achado Airframe.Saudades do Rhul...

 

Esta velha empresa estava afrente de seu tempo...

 

Good old times :lala:

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QUOTE(Mastercaptain @ Aug 4 2010, 02:51 AM) <{POST_SNAPBACK}>
Caro Felipe, existem disponíveis na internet inúmeros estudos e artigos ,recomendando o sono vigiado.Trabalhei em uma empresa onde existia explicitamente em seu manual de operações a recomendação de cochilos revezados entre os tripulantes. Boa leitura.

Dinges, D.F., Graeber, R.C., Rosekind, M.R., Samel, A., and Wemann, H.M. (1996) Principles and Guidelines for Duty and Rest Scheduling in Commercial Aviation. NASA Technical Memorandum #110404. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Flight Safety Foundation. (1995) Principles and Guidelines for Duty and Rest Scheduling in Corporate and Business Aviation. Flight Safety Digest, 4(9): 1¬9. Arlington, VA: Flight Safety Foundation Inc.

Flight Safety Foundation. (1995) Principles and Guidelines for Duty and Rest Scheduling in Corporate and Business Aviation. Flight Safety Digest, 4(9): 1¬9. Arlington, VA: Flight Safety Foundation Inc.



Rosekind, M.R., Gander, P.H., Miller, D.L., Gregory, K.B., McNally, K.L., Smith, R.M., and Lebacqz, J.V. (1993) NASA Ames Fatigue Countermeasures Program. FAA Aviation Safety Journal, 3(1).


Gander, P.H., Graeber, R.C., Foushee, H.C., Lauber, J.K., and Connell, L.J. (1994) Crew Factors in Flight Operations: II. Psychophysiological Responses to Short-haul Air Transport Operations. NASA Technical Memorandum #108856. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Gander, P.H., Barnes, R., Gregory, K.B., Connell, L.J., Miller, D.L., and Graeber, R.C. (1991) Crew Factors in Flight Operations: VIII. Factors Influencing Sleep Timing and Subjective Sleep Quality in Commercial Long-Haul Flight Crews. NASA Technical Memorandum #103852. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Gander, P.H., Connell, L.J., Gregory, K.B., Miller, D.L., Rosekind, M.R., and Graeber, R.C. (1996) Crew Factors in Flight Operations: VII. Psychophysiological Responses to Overnight Cargo Operations. NASA Technical Memorandum #110380. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Gander, P.H., Barnes, R., Gregory, K.B., Connell, L.J., Miller, D.L., and Graeber, R.C. (1994) Crew Factors in Flight Operations: VI. Psychophysiological Responses to Helicopter Operations. NASA Technical Memorandum #108838. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Graeber, R.C., Rosekind, M.R., Connell, L.J., and Dinges, D.F. (1990) Cockpit Napping. ICAO Journal, October 1990.


Rosekind, M.R., Graeber, R.C., Dinges, D.F., Connell, L.J., Rountree, M.S., Spinweber, C.L., and Gillen, K.A. (1994) Crew Factors in Flight Operations: IX. Effects of Planned Cockpit Rest on Crew Performance and Alertness in Long-haul Operations. NASA Technical Memorandum #108839. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Rosekind, M.R., Miller, D.L., Gregory, K.B., and Dinges, D.F. (1995) Flight crew sleep in long-haul aircraft bunk facilities: Survey results. Sleep Research 24, 112.


Rosekind, M.R., Gregory, K.B., Miller, D.L., Oyung, R.L., Neri, D.F., and Dinges , D.F. (in press) Sleep Quantity and Quality of Augmented Long-Haul Flight Crews in On-Board Crew Rest Facilities. Sleep Research.


Rosekind, M.R., Co, E.L., Gregory, K.B., Miller, D.L., and Neri, D.F. (in press) A Survey of Fatigue Factors in Corporate/Executive Aviation Operations. Sleep Research.


Kelly, S.M., Rosekind, M.R., Dinges, D.F., Miller, D.L., Gillen, K.A., Gregory, K.B., Aguilar, R.D., and Smith, R.M. (1993) Flight controller alertness and performance during MOD shiftwork operations. In Proceedings of Space Operations, Applications and Research (SOAR'93) Conference, NASA Johnson Space Center, Houston, TX., August, 1993. NASA Conference Publication #3240.


Rosekind, M.R., Smith, R.M., Gregory, K.B., and Miller, D.L. (1996) NASA AIRLOG: An Electronic Sleep/Wake Diary. Sleep Research, 25: 525.


Rosekind, M.R., Gander, P.H., Co, E.L., Miller, D.L.,Weldon, K.J., Smith, R.M., Gregory, K.B., and Lebacqz, J.V. (1994) Fatigue Countermeasures: A NASA Education and Training Module. Sleep Research, 23: 143.


. Rosekind, M.R., Gander, P.H., Connell, L.J., and Co, E.L. (in preparation). Crew Factors in Flight Operations: X. Alertness Management in Flight Operations. NASA Technical Memorandum. Moffett Field, CA: NASA Ames Research Center.


Rosekind, M.R., Weldon, K.J., and Lebacqz, J.V. (1993) Pegasus Launch Anomaly: Evaluation of Contributory Fatigue Factors. In Special Investigation Report: Commercial Space Launch Incident, Launch Procedure Anomaly, Orbital Sciences Corporation, Pegasus/SCD-1, 80 Nautical Miles east of Cape Canaveral, Florida, February 9, 1993 (NTSB/SIR-93/02; PB93-917003). Washington, DC: National Transportation Safety Board.


Rosekind, M.R., Gregory, K.B., Miller, D.L., Co, E.L., & Lebacqz, J.V. (1994) Analysis of Crew Fatigue Factors in AIA Guantanamo Bay Aviation Accident. In Aircraft Accident Report: Uncontrolled Collision with Terrain, American International Airways Flight 808, Douglas DC-8, N814CK, U.S. Naval Air Station, Guantanamo Bay, Cuba, August 18, 1993 (NTSB/AAR-94/04; PB94-910406). Washington, DC: National Transportation Safety Board.

National Transportation Safety Board. (1996) NTSB/NASA Fatigue Symposium Proceedings, November 1¬2, 1995. Washington, D.C.: National Transportation Safety



Boa Master, Matou a cobra e mostrou o pau...


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Que belo achado Airframe.Saudades do Rhul...

 

Esta velha empresa estava afrente de seu tempo...

 

Good old times :lala:

 

Pois é, caro Aviador, podem falar de tudo, mas certamente não existem mais pilotos-chefes "gentlemen" como antigamente ... :D

 

Agora, com toda a sinceridade, compreendo que a situação é muito, mas muito mais complexa do que algumas linhas de noticiário e o que anda se passando ultimamente, mas até onde tenho conhecimento, dormir em vôo ocorre desde os tempos do Dornier Val. Confesso que não sei qual é a surpresa.

 

Saudações sonolentas fora de fuso ... ZZZZ :thumbsup:

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Bem, a principio o entendimento que tive da reportagem é outro, embora eu descorde totalmente da comissária dando pitaco sobre o controle de trafego, ao meu ver o que os supostos copilotos da GOL quiseram passar é que com a atual carga de trabalho acontecem cochilos não programados , ou não acordados, ou não previstos, aqueles mesmos cochilos repentinos de quem dorme ao volante e causa um acidente, as vezes dorme até mesmo de olho aberto quando o corpo já não aguenta mais.

E concordo com o ponto de que as empresas realmente interpretam sempre a lei a seu favor (seriam as empresas ou os escaladores? talvez tendo que se virar nos 30 pra fechar um voo ou então porque tem uma pedra no lugar do coração) enfim eu só realmente acho que no meio do sensacionalismo e desse embroglio todo realmente há muitos problemas a serem resolvidos e devidamente fiscalizados.

Pelo menos isso eu afirmo e concordo com a reportagem há sim interpretação da lei sempre de forma a beneficiar a empresa e não o aeronauta.

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Que isso cochilo vigiado ...

 

Se a aeronave fosse Single-Pilot até seria normal ....

 

Agora um cara dormir em voo ?? aonde está previsto isso pelo amor de deus..... se o cara tem uma descompressão súbita como já aconteceram vários casos , até o cara acordar e sabe oq está acontecendo já era ... AOnde entra o Pilot Monitoring ??

É claro que é muito difícil acontecer alguma emergencia, mas ambos tem que estar de alerta e com a Consciencia Situacional 100% ....

 

Agora eu gostaria de ver o SOP que diz q é previsto isso ...

Piloto, se informe antes de falar certas coisas, leia, por mais difícil que pareça ser para você...

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O problema não é o chochilo vigiado, e sim o adormecimento. A situação está tão insustentável que, enquanto eu cochilava, o comandante adormeceu. Fomos acordados pela comissaria por sorte. E a cada dia ouço mais relatos parecidos.... Está perigoso voar na Gol.

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