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TAP sem pessoal deixa de servir refeições a bordo


Jopeg

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Caros,

 

 

In Agência Financeira:

TAP sem pessoal deixa de servir refeições a bordo

 

Passageiros passam a receber comida à entrada dos voos de médio curso. Medida é «muito pontual» e visa colmatar falta de tripulantes

 

Por Redacção Vanessa Cruz 2010-08-11 10:17

 

A TAP está com falta de pessoal e, por isso, o serviço de bordo passou para segundo plano. A companhia aérea adoptou uma nova estratégia para fazer face ao reduzido número de tripulantes: servir refeições apenas à entrada dos voos de médio curso.

 

Uma medida provisória posta em prática desde ontem, terça-feira, e «muito, muito pontual, numa altura do ano em que tudo está a trabalhar no máximo das suas capacidades», disse à Agência Financeira fonte oficial da transportadora. É que nos meses de Verão o tráfego aéreo é muito mais intenso. Ainda assim, não nos foi revelado o número de ligações aéreas e de passageiros afectados, tal como ao «Diário Económico», que avançou com a notícia.

 

Questionada sobre se empresa está a trabalhar a meio gás por causa das férias do pessoal ou porque está mesmo sem tripulantes suficientes, a mesma fonte disse que «nem uma coisa nem outra. Estamos a trabalhar no máximo das nossas capacidades, mas basta uma ausência, às vezes até por motivos de saúde, para não podermos reunir toda a tripulação».

 

Daí resolver-se o problema de outra forma: os passageiros passam a receber apenas à entrada do avião uma sandes, uma peça de fruta e uma garrafa de água.

 

Recorde-se que a TAP alcançou um novo recorde no transporte de passageiros nos primeiros sete meses do ano, já que viajaram com a companhia mais de cinco milhões de pessoas, um número quase 6% superior face ao registado na primeira metade de 2009.

 

Um abraço português,

 

Jopeg

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Que estranho,pelo que sei em voos curtos as tripulacoes ja operam no minimo,como assim falta tripulacoes? Algo muito mal redigido ai nesta reportagem,nao é mesmo?

 

Caros,

 

 

In Agência Financeira:

 

 

Um abraço português,

 

Jopeg

 

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Caros

 

In Diário de Notícias:

TAP sem tripulantes para prestar serviço de bordo

 

Hermínia Saraiva 11/08/10 07:02

 

 

A companhia aérea está desde ontem a servir as refeições à entrada dos voos de médio curso. Uma medida temporária para colmatar a falta de pessoal.

 

O voo TP 1621, com destino ao Funchal, esteve quase para não sair da Portela por serem poucos os passageiros que escolheram viajar naquela sexta-feira de manhã do início de Julho. Quando finalmente embarcou, Tiago Sousa percebeu que esta era uma viagem que estava destinada a não correr normalmente: "Informaram-nos que, por estarem com menos um tripulante, não seria servida refeição." O caso de Tiago Sousa não é único. No último mês e meio multiplicam-se os casos de aviões da TAP, em viagens de médio curso, em que não é prestado serviço aos passageiros, tudo por falta de tripulantes.

 

"Tem havido casos pontuais de voos sem serviço aos passageiros", reconhece fonte oficial da companhia aérea sem, no entanto, quantificar as ligações ou os passageiros afectados por esta situação. "Sem a tripulação completa não estão reunidas condições para fazer a vigilância e simultaneamente o serviço aos passageiros", explica Cristina Vigon, presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC).

 

Com a segurança em primeiro lugar, o serviço a passageiros, que inclui refeições e vendas a bordo, passa para segundo plano. Uma situação que levou a TAP a servir, desde ontem, as refeições à entrada do avião.

 

Aos passageiros afectados está a ser entregue uma sandes, uma peça de fruta e uma garrafa de água. Tudo acompanhado por uma nota da TAP em que se explica que o "voo vai ser operado com a tripulação de cabina com um elemento a menos, situação motivada por razões operacionais que não foi possível resolver em tempo útil".

 

Até ontem, e considerando que a TAP só sabe com uma hora de antecedência o número de tripulantes disponíveis, e de forma a não atrasar os voos, o ‘catering' estava a ser levado para bordo. "O ‘catering' segue sempre porque, mesmo com alguma limitação, o chefe de cabina pode considerar que há condições para efectuar o serviço de bordo", explica fonte da TAP, que não quantifica as perdas, mas diz que os bens perecíveis não foram reaproveitados.

 

"A TAP tem um quadro para situações normais, e situações normais são dois ou três meses de muito tráfego, em que as taxas de ocupação são bastante maiores, mas isto é uma actividade com bastante imponderabilidade", diz fonte oficial da companhia aérea para justificar a falta pontual de tripulantes de cabina.

 

Ao facto de Julho e Agosto serem meses de maior procura, e também de férias do pessoal, junta-se o reforço de ligações para destinos como Moscovo e São Paulo ou a criação de novas rotas como Marraquexe ou Argel, e a falta de pessoal. Segundo fonte contactada pelo Diário Económico, a TAP deveria ter procedido em Abril à formação de novos chefes de cabina, precisamente para colmatar esta situação, mas só agora avançou com a formação de 14 tripulantes que não podem, por isso, ser incluídos na operação.

 

Nos casos em que o serviço não é prestado, e se os passageiros quiserem reclamar, devem saber exactamente o que foi contratado, recorda Paulo Moura Marques. "Pelo facto de existir um contrato de transporte, não se pode pressupor que há imediatamente o direito a uma refeição", diz o advogado da PLMJ especialista em direito aéreo, sublinhando que a diferentes tarifas correspondem diferentes níveis de serviço.

 

Além disso, será necessário confirmar se as regras da companhia não prevêem que em situações excepcionais, como no caso de não haver tripulação suficiente, as refeições podem não ser servidas. E, uma vez confirmado quais os serviços incluídos no bilhete, o passageiro "só pode reclamar uma indemnização se demonstrar que no contrato que estabeleceu essa cláusula é essencial, ou seja, que se esse serviço de refeição não estivesse incluído no contrato não teria comprado o bilhete

 

A TAP tem um Acordo de Empresa (AE) com o sindicato que obriga a voar com um "número X" de tripulantes. Ex: A319 = 4 PNC; A320 = 5 PNC ...

 

Um abraço português,

 

Jopeg

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Patrício, uma curiosidade: alguém já falou aí em além-mar de uma eventual fusão da TAP com alguma empresa brasileira? Seria muito bom pra ambas, a TAP "ganharia" o segundo mercado que mais cresce no mundo, e a eventual companhia nacional ganharia uma porta de entrada e tanto pras zoropa...

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Caros

In Diário de Notícias:

A TAP tem um Acordo de Empresa (AE) com o sindicato que obriga a voar com um "número X" de tripulantes. Ex: A319 = 4 PNC; A320 = 5 PNC ...

Um abraço português,

Jopeg

Prezado Jopeg: o que é PNC? Sei que se refere a Comissário de Bordo, mas qual a tradução da sigla?

 

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Caros,

 

In Económico:

http://economico.sapo.pt/noticias/tripulan...-tap_96893.html

Tripulantes recusam acordo com a TAP

 

Hermínia Saraiva

13/08/10 17:20

 

 

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É um novo braço-de-ferro na transportadora aérea.

 

O sindicato dos tripulantes de bordo da TAP vai propor aos seus membros que recusem o acordo estabelecido com a TAP.

 

O objectivo era que os tripulantes pudessem aceitar prestar serviço de bordo mesmo com tripulações de segurança, mas o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) diz que vai propor aos seus membros que recusem esta iniciativa da TAP.

 

O acordo surgiu na sequência da falta de tripulantes em alguns voos de médio curso que foram realizados sem que fosse prestado serviço aos passageiros. Sendo operados com as chamadas tripulações de segurança - que pressupõem menos um elemento do que as tripulações tipo -, os assistentes de bordo alegam que não estão reunidas as condições para que seja garantida a segurança do voo ao mesmo tempo que é prestado serviço aos passageiros.

 

O protocolo alcançado entre a TAP e o SNPVAC, que ainda carecia de aprovação na assembleia-geral do sindicato convocada para a próxima segunda-feira, "iria dar espaço a muitos abusos e desvalorizar os tripulantes", diz Cristina Vigon, presidente do Sindicato.

 

Jopeg

 

 

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Isso quer dizer que os tripulantes comerciais da TAP so realizam o serviço de bordo se tiverem um numero maior de tripulantes a bordo,se operarem voos com tripulacao minima os mesmos alegam que nao tem tempo para alem de fazer os procedimentos de seguranca sertvir os pax, é isso?

 

Ohhh se fosse assim na Brasil....aki os tripulantes voam, checam segurança, fazem o serviço de bordo e ainda assim precisam vender produtos a bordo,alem d ecuidar dos assentos especiais como das saidas de emergencia,ja vendidos na TAM e os do espaço azul da Azul,pombas que diferença!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

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