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[AZUL] Setenta cidades até 2015 / 5 Novos Hubs


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Meta da Azul é ter 20% do mercado em 5 anos

Fundador da empresa, Neeleman prevê frota de 100 aviões para atender 70 cidades brasileiras

 

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A Azul Linhas Aéreas quer ter 100 aeronaves, atender 70 cidades e ter entre 15% e 20% da demanda doméstica em cinco anos. Essas metas deverão ser alcançadas por meio de crescimento orgânico, diz o fundador da empresa, David Neeleman.

 

Suas projeções indicam que a Azul quer aumentar em cinco vezes sua frota atual, de 20 aviões. Em número de cidades atendidas, a empresa pretende dobrar sua operação, atualmente em 35 destinos. Na participação de mercado, de 6,14% em agosto, a companhia planeja triplicar sua demanda.

 

O executivo conta que a Azul deverá ter "lucro definitivo" em 2011, após a empresa alcançar economia de escala, com 26 aeronaves, o que acontece até o fim deste ano.

 

"Podemos ser a Southwest brasileira", diz Neeleman, referindo-se à maior empresa aérea de custos e tarifas baixas do mundo. A Southwest tem 544 aeronaves, todas do modelo 737, da Boeing. São em torno de 3,5 mil voos por dia apenas nos Estados Unidos, já que ela não opera voos internacionais.

 

Curiosamente, uma das aquisições protagonizadas pela Southwest foi a da Morris Air, em 1993, pequena empresa aérea de Salt Lake City (Utah), que teve como um dos fundadores o próprio Neeleman. A Southwest também comprou a Muse Air e a Ata Air.

 

Quando lembrado que a Southwest fez aquisições para crescer e questionado se foi procurado ou procurou companhias aéreas após a criação da Latam, Neeleman garante que não houve qualquer flerte, seja ele internacional ou nacional.

 

Como parte do seu plano de crescimento orgânico, a Azul planeja ter cinco aeroportos que servirão como centros de distribuição de voos (ou hubs). O primeiro e mais conhecido é o de Viracopos, em Campinas. Internamente, a empresa já trata Salvador como hub. Os três restantes o executivo preferiu não revelar ainda. "São aeroportos com mais de 20 voos por dia cada um", diz o executivo.

 

A recente aquisição de turboélices ATR 42-600, para cerca de 70 passageiros, faz parte da estratégia da Azul de aumentar sua atuação em cidades que não são atendidas pela aviação. O pedido total inclui 40 aeronaves, sendo 20 pedidos firmes e 20 opções de compra. Caso estas últimas sejam exercidas, o investimento total chega a US$ 850 milhões.

 

Neeleman estima que a Azul tem potencial para atender pelo menos 30 novas cidades de médio porte com os turboélices. "Há 15 anos o transporte aéreo atendia em torno de 300 cidades. Hoje eu acredito que são cerca de 100 municípios", diz o executivo.

 

A Azul também vai continuar a investir no consumidor da classe C. Neeleman informa que uma parceria em curso com o Bradesco será estendida para mais duas instituições financeiras, o Banco do Brasil e o Itaú. Segundo ele, correntistas desses bancos não precisarão ter cartão de crédito para comprar passagens em quatro vezes sem juros.

 

Neeleman faz uma avaliação dos efeitos da consolidação no setor aéreo, especialmente após a criação da Latam Airlines, fusão entre o grupo chileno LAN e a TAM. "A consolidação entre a LAN e a TAM não afeta nossos planos. Em cinco anos, vamos ter 200 milhões de passageiros no país por ano e mais 300 aviões. Tem bastante mercado aqui, não precisamos ter voos internacionais", diz Neeleman, também presidente do conselho de administração da Azul.

 

Quando a Azul começou a operar, em 2008, as empresas aéreas transportaram no país em torno de 50 milhões de passageiros. Para ele, o maior impacto da criação da Latam será nos mercados internacionais. No entanto, após o anúncio da Latam, o presidente do conselho de administração da holding TAM S.A, Marco Antonio Bologna, disse ao Valor que a TAM continuaria a investir com força no país para consolidar sua liderança.

 

Valor Econômico

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Belo Horizonte também já se concretizou como um HUB da Azul. Atualmente Confins só perde em números de destinos diretos da Azul para Campinas apenas. Mas quais serão os HUBS que a Azul terá?

Eu apostaria em: VCP, SDU, CNF, BSB e SSA.

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Certamente o quinto é Manaus, eles já estiveram lá para discutir isso no começo desse ano.

Mas MAO vai ligar o que a onde? BVB, RBR, PVH ao sul? É muito pouco.

A mesma coisa com POA, já que a Azul não pretende voar pro exterior no curto prazo.

 

BEL tem essa característica: eixo de centralização regional, ligando o norte ao nordeste e o norte ao centro-sul. Não consigo enxergar MAO como Hub do Norte; Belém, sim.

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VCP, CNF, SSA e GYN são indiscutivelmente 4 Hubs da Azul. Resta descobrir só quem é o quinto.

 

OBS.: O Rio é muito mal localizado geograficamente pra ser Hub doméstico.

 

 

 

Não seria um destino tão próximo de VCP, por isso acredito em POA como o 5º HUB. Concordo com VCP, CNF, SSA e GYN.

 

Se realmente sair do papel o Aeroporto do Guarujá, não duvido que vai "chover" ATR da AZUL.

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Mas MAO vai ligar o que a onde? BVB, RBR, PVH ao sul? É muito pouco.

A mesma coisa com POA, já que a Azul não pretende voar pro exterior no curto prazo.

 

BEL tem essa característica: eixo de centralização regional, ligando o norte ao nordeste e o norte ao centro-sul. Não consigo enxergar MAO como Hub do Norte; Belém, sim.

 

 

Nesse primeiro grupo de 20 ATRs, não aposto em Manaus :thumbsdown_still: , mas para os próximos 20 ATRs, Manaus deve ser o 6º HUB da AZUL, para a Região Norte do País. :thumbsup:

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VCP e CNF já são hubs, SSA é quase.

 

acho difícil que a Azul não pretenda ter presença forte no Rio, então acho SDU uma boa aposta. ou mesmo GIG. a distância relativamente pequena em relação a Campinas não é problema, afinal não é muito menor do que para CNF e a importância do mercado carioca é muito mais determinante.

 

o quinto hub é uma incógnita para mim. BSB ou GYN acho difícil porque representaria uma certa aglomeração de hubs pois, com exceção de SSA, estariam todos a menos de 600km de um outro hub (GYN/BSB-CNF, CNF-VCP, CNF-SDU e VCP-SDU). ao mesmo tempo, geograficamente parece fazer sentido para conectar o norte ao centro-sul, mas aí seria, de certa forma, entrar no jogo de TAM e GOL.

 

CGB ou CGR não vejo possibilidade.

 

MAO e BEL podem ser uma boa aposta pressupondo que a estratégia da Azul é chegar a cidades menores e mal-servidas. Na região amazônica há uma séria carência neste sentido já que muitas cidades só são acessíveis por avião ou barco. é uma aposta arriscada, ainda assim.

 

POA? é um grande mercado e tem ainda cidades no interior gaúcho e nos demais estados do Sul que poderiam justificar o hub; contudo, esse mercado pode ser bem atendido por VCP também. mas vai que está nos planos da Azul servir destinos no Mercosul... aí muda tudo.

 

 

independente de quais sejam os hubs, e mesmo achando que a meta do Neeleman é ousada, a Azul com 10 a 15% de market share é questão de tempo, simplesmente porque não há no mercado quem possa lhe fazer concorrência.

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VCP e CNF já são hubs, SSA é quase.

 

acho difícil que a Azul não pretenda ter presença forte no Rio, então acho SDU uma boa aposta. ou mesmo GIG. a distância relativamente pequena em relação a Campinas não é problema, afinal não é muito menor do que para CNF e a importância do mercado carioca é muito mais determinante.

 

o quinto hub é uma incógnita para mim. BSB ou GYN acho difícil porque representaria uma certa aglomeração de hubs pois, com exceção de SSA, estariam todos a menos de 600km de um outro hub (GYN/BSB-CNF, CNF-VCP, CNF-SDU e VCP-SDU). ao mesmo tempo, geograficamente parece fazer sentido para conectar o norte ao centro-sul, mas aí seria, de certa forma, entrar no jogo de TAM e GOL.

 

CGB ou CGR não vejo possibilidade.

 

MAO e BEL podem ser uma boa aposta pressupondo que a estratégia da Azul é chegar a cidades menores e mal-servidas. Na região amazônica há uma séria carência neste sentido já que muitas cidades só são acessíveis por avião ou barco. é uma aposta arriscada, ainda assim.

 

POA? é um grande mercado e tem ainda cidades no interior gaúcho e nos demais estados do Sul que poderiam justificar o hub; contudo, esse mercado pode ser bem atendido por VCP também. mas vai que está nos planos da Azul servir destinos no Mercosul... aí muda tudo.

 

 

independente de quais sejam os hubs, e mesmo achando que a meta do Neeleman é ousada, a Azul com 10 a 15% de market share é questão de tempo, simplesmente porque não há no mercado quem possa lhe fazer concorrência.

 

 

 

[2] 100% verdade!!! :thumbsup:

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Esse ano ela completa com 26 avioes, logo seria aumentar a frota em 4 vezes apenas.

20% em 5 anos nao eh pouco? Para quem conseguiu abocanhar 6% em dois anos, esperaria cerca de 25-30% em 5 anos...

 

Fiquei decepcionado foi com isto:

Tem bastante mercado aqui, não precisamos ter voos internacionais", diz Neeleman
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GYN é mais lógico, operar em BSB requer uma musculatura enorme e os slots nos horários de pico são quase inexistentes. Operar BSB de verdade, com a musculatura correta, só quando a empresa já estiver bem mais forte e o aeroporto oferecer condições, depois de 2014 se as obras ajudarem. Porém a longo prazo BSB parece uma escolha mais sensata. Considerando que CGH não vai expandir, e o GIG subutilizado :( , BSB logo vai assumir a segunda posição em movimento de pax.

 

Porém GYN encontra-se 200% acima da capacidade maxima, os MOP pouco ajudarão, portanto nada muito agressivo na operação da Azul em Goiânia.

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Pelo visto um deles vai surpreender muita gente. Eu cantei CNF e citei os voos, mas agora não estou autorizado a falar dos próximos passos :(

 

É esperar.... :)

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Mas MAO vai ligar o que a onde? BVB, RBR, PVH ao sul? É muito pouco.

A mesma coisa com POA, já que a Azul não pretende voar pro exterior no curto prazo.

 

BEL tem essa característica: eixo de centralização regional, ligando o norte ao nordeste e o norte ao centro-sul. Não consigo enxergar MAO como Hub do Norte; Belém, sim.

 

 

A Trip já de voa de Manaus para 12 cidades no Amazonas e mais 6 no Pará (18 cidades dá um ótimo HUB). Além disso pode ter voos para o Acre, Rondônia e Roraima.... e quem sabe até obrigar os paraenses a afzer conexão em Manaus, cidade que eles amam ;) Essa parte de Belém é só pra descontrair...

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A Trip já de voa de Manaus para 12 cidades no Amazonas e mais 6 no Pará (18 cidades dá um ótimo HUB). Além disso pode ter voos para o Acre, Rondônia e Roraima.... e quem sabe até obrigar os paraenses a afzer conexão em Manaus, cidade que eles amam ;) Essa parte de Belém é só pra descontrair...

 

Podia ter passado sem essa,

 

Acho que os HUBs serão distribuidos,

 

2 Sudeste: VCP e CNF

1 Nordeste: SSA

1 Centro-Oeste: ?

1 Norte: ?

 

E com os ATR's, acho que a TRIP vai ganhar mais uma concorrente no Norte.. :macumba:

 

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Eu acho que MAO caso seja hub pode ter um papel muito importante, mas mais com os ATR do que com os E-Jets. Os turbohélices voariam para todo norte, onde possam chegar, enquanto os jatos ficariam mais pra ligar a capital amazonense com as capitais pra cima e com GYN, CNF, SSA, VCP, etc. Pensando mais longe, poderiam fazer ligações internacionais a partir de Manaus. Não arrisco os próximos hubs mas além de MAO que já expliquei, acho que um desenvolvimento maior da malha pode ocorrer em bases como CGB, FOR e REC. O GIG me parece óbvio, já que a Azul não vai ficar o resto da vida oferecendo só voos pra levar pax a outros hubs num mercado como o Rio.

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Pelo visto um deles vai surpreender muita gente. Eu cantei CNF e citei os voos, mas agora não estou autorizado a falar dos próximos passos :(

 

É esperar.... :)

Cara, isso mata o resto de nos... :unsure:

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Muito legal a notícia, voei Azul e fiquei encantado, servem refri na latinha (sem dó mesmo hehehe)!!

Estou na torcida que voe para Dourados, sei que eles estiveram duas vezes na cidade no intervalo de 60 dias, espero que tenhamos novidades em breve!

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