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Suíça: compra de novos caças

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Suíça enfrenta dificuldades financeiras para a compra de novos caças.

O governo suíço revelou possuir dificuldades para a renovação da frota de aviões de combate de sua Força Aérea, principalmente devido à escassez de recursos financeiros. O programa tem enfrentado forte oposição da opinião pública interna e um referendo para definir a situação deverá ser realizado em breve.

A disputa para fornecimento de aeronaves de combate para a Força Aérea da Suíça vem se arrastando por anos e atualmente estão no páreo a sueca Saab, com o Gripen, a francesa Dassault, com o Rafale, e o grupo multinacional Eurofighter, com o Typhoon. Os planos originais são para que 33 exemplares do modelo escolhido sejam adquiridos para substituir os F-5E/F Tiger II, entretanto, esse número poderá ser reduzido para 22 unidades.

Essa quantidade está sendo considerada insuficiente, haja vista que a Suiça, por força de sua política de neutralidade, contará apenas com recursos próprios para sua Defesa frente a uma eventual necessidade de mobilização.

Aparentemente, o Gripen está levando vantagem na concorrência, pois é uma aeronave que se encaixa melhor nos requisitos operacionais da Força Aérea relativos à geografia do país, notadamente por sua capacidade de decolar e aterrissar em trechos de auto-estradas.

Que novela..... :cutuca:

Fonte: tecnodefesa

Edited by jambock

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Os europeus cortam e cortam custos militares.

Caças como o Rafale tem cada vez menos espaço na geopolitica mundial.

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Pensei que os Hornet é que substituiriam os F-5 também. A Suíça já opera os Hornets há algum tempo em substituição aos Mirage III.

 

Abraço

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Se é um Pais neutro, sem pretensões pra atacar ningu´m, muito menos se defender... desculpa a pergunta, mas pq precisam de caças???

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Se é um Pais neutro, sem pretensões pra atacar ningu´m, muito menos se defender... desculpa a pergunta, mas pq precisam de caças???

 

 

 

Esse texto já foi postado aqui algumas vezes....

 

.... Mas sobre isso que vc tá dizendo, sempre é bom mostra-lo mais uma vez.

 

 

http://www.swissinfo.ch/por/Capa/Archive/P...html?cid=851094

 

 

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Se é um Pais neutro, sem pretensões pra atacar ningu´m, muito menos se defender... desculpa a pergunta, mas pq precisam de caças???

 

Ser neutro não significa que ela não possa atacar nem defender, mas que em caso de conflito não estaria sujeita a apoiar ou utilizar recursos de outros países. :thumbsup:

 

 

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Meus prezados:

Em sequência a

http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=37973

http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=71042

Suíça - Nem Rafale ou Gripen, F-5 Voarão até 2025(?)

Após ter desistido do de substituir os caças F-5E Tigers, a Suíça agora estuda a possibilidade de um “upgrade” para mantê-los voando até 2025.

O Diretor do Federal Department of Defence, Civil Protection and Sports (DDPS), Conselheiro Federal Ueli Maurer, instruiu as Forças Armadas Suíças para realizarem um amplo estudo sobre as necessidades de armamentos, assim como da possibilidade de modernização da força de caças F-5 Tiger.

 

A decisão do Conselheiro Federal de adiar indefinidamente a compra de novos aviões de combate para a substituição dos caças Tiger F-5, cria um perigoso vazio no campo de defesa aérea. Ações no Parlamento podem acelerar o processo de aquisição de novo caça.

Independente disso o Exército e a Armasuisse ( Departamento de Gestão de Armamentos Federal), necessitam desenvolver uma planejamento que embase a tomada de decisão no nível político.

 

A meta do atual governo é uma revisão das missões, recursos e compromissos da Força Aérea para os próximos 15 a 20 anos, assim como a aquisição de armamentos necessários.

A este respeito, a Armasuisse deve submeter para análise, no fim de 2011, um estudo indicando se é viável modernizar ou atualizar a atual frota de caças F-5 Tiger.

O estudo de viabilidade foi solicitado pelo chefe do Federal Department of Defence, Civil Protection and Sports (DDPS), Conselheiro Federal Ueli Maurer. A prioridade é manter a capacidade operacional da Força Aérea.

 

As Forças Armadas não podem permitir “gap” operacionais (vazios) que comprometam a sua capacidade de executar as missões a ela designadas. Atualmente os caças F-5 só podem operar de dia e em condições de boa visibilidade.

Os caças F-5 Tigers modernizados poderiam apoiar a atual força de 33 caças Boeing F/A-18 Hornets nas operações de patrulhas aéreas.

Esta modernização permitiria preencher os vazios operacionais até uma substituição parcial dos F-5 Tigers. A decisão não deverá ser tomada antes de 2019, e o novo avião ser disponível cerca de 2025.

 

A decisão do Conselho Federal (Governo), emitida no segundo semestre de 2010 solicitando ao DDPS (Ministério da Defesa) e ao Ministério da Fazenda, para que apresentam no final de 2011, um estudo da viabilidade financeira da substituição dos caças F-5 Tiger, permanece inalterada.

fonte: Ministério Defesa Suíça (DPPS) - 20 Abril 2011

Olha aí EMBRAER! Pede licença à FAB para adiar o upgrade dos jordanianos e parte para cima dos suiços. Creio que tem melhor knowhow que a Northrop.

 

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Mais uma modernização de F-5 a caminho: na Suíça

 

Segundo informe divulgado pela Força Aérea Suíça no último dia 20 de abril, o chefe do Departamento de Defesa, Proteção Civil e Esportes do país, Ueli Maurer, instruiu tanto as forças armadas quanto a armasuisse (organização responsável pela obtenção e venda de equipamento bélico) a analisar a viabilidade de modernizar os caças F-5 suíços. O estudo de viabilidade deverá ser completado até o final de 2011.

 

F-5-suíços-foto-Força-Aérea-Suíça.jpg

 

O objetivo é evitar uma lacuna na defesa aérea, devido à decisão do Conselho Federal do país de adiar a compra de novos caças para a substituição parcial dos F-5. Atualmente, os F-5 só são empregados em missões diurnas, com boa visibilidade. Modernizados, poderão apoiar com melhor capacidade a frota de 33 caças F/A-18 Hornet em missões de policiamento aéreo.

 

O programa de substituição dos F-5 deverá ser retomado em 2019, para que novos caças estejam disponíveis a partir de 2025.

 

FONTE / FOTO: Força Aérea Suíça

 

Via: http://www.aereo.jor.br/2011/04/28/mais-um...minho-na-suica/

 

 

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Gripen: governo suíço volta a lançar a questão

Nem mesmo dois anos se passaram após a rejeição popular da compra de vários caças Gripen, que o governo suíço volta a lançar a questão. Resta saber se os suíços poderão se pronunciar novamente sobre a aquisição.

18 de maio de 2014, os suíços recusam a compra de 22 caças Gripen por 53,4% dos votos. Um tapa para o governo e a maioria do Parlamento, que pretendiam gastar 3,1 bilhões de francos com os aviões.
Mas o novo ministro da Defesa, Guy Parmelin, que assumiu o cargo em 1° de janeiro, relançou a questão. Estudos preparatórios para avaliar novas aeronaves começarão nesta primavera e um financiamento especial para o programa deve ser apresentado ao Parlamento em 2017.
De acordo com o planejamento do Ministério da Defesa, a escolha do avião será feita em 2020, o financiamento da aquisição será submetido ao Parlamento em 2022 e os caças entregues em 2025.
Após a recusa de 2014, será que o governo está fazendo um "capricho", voltando tão cedo ao ataque? "Não", responde em um editorial conjunto o "Der Bund" e o "Tages Anzeiger". Para os dois jornais de língua alemã, os 54 caças Tiger F-5 da Força Aérea Suíça, em função há 30 anos, "são história antiga" e os 31 F/A-18 "estão chegando ao fim". Ambos jornais repetem o discurso oficial do risco de ficar sem aviões de combate.
Mas a tarefa do governo não será fácil, dizem ainda os dois diários: “depois do fiasco com os Gripens, uma coisa ficou clara: apoiar o exército nas urnas é coisa do passado".
No entanto, não é certo que os suíços possam se manifestar novamente sobre a compra de aviões de combate, observa o "Blick". De acordo com o tabloide da Suíça alemã, "o Ministério da Defesa afirma que a questão ainda está em aberto. Mas, de acordo com várias fontes, o governo quer evitar a possibilidade de uma votação imprevisível usando o orçamento regular do exército para comprar novos aviões". Neste caso, um referendo não seria possível.
Sobraria ainda aos suíços a arma da iniciativa popular para pedir que seja inscrita na Constituição a proibição de adquirir uma determinada aeronave ou aviões de combate em geral. Uma maneira mais difícil, porque a iniciativa exige a recolta de 100 mil assinaturas, o dobro que um referendo, e a obtenção de maioria em ambos povo e cantões.
Fonte: swissinfo.ch via Defesanet 21 MAR 2016

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Suíços decidem que programas de novos caças e de defesa antiaérea deverão se complementar

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Nota sobre suspensão de projeto para sistema de defesa solo-ar indica que os estudos deverão ser coordenados ao do novo programa de obtenção de novos caças, anunciado em fevereiro deste ano. Novos caças, além de substituir o F-5, agora também deverão ser os substitutos do F-18
Segundo nota divulgada pelo Departamento de Defesa da Suíça na semana passada, foi decidido suspender o projeto de defesa solo-ar (DSA), que dependerá de uma revisão da situação da defesa aérea como um todo.
O motivo alegado é que, em fevereiro, o departamento anunciou a retomada dos estudos para adquirir novos caças, e a incorporação de novos sistemas antiaéreos precisaria ser reavaliada como complemento a esse novo componente aéreo (aviões) que se pretende estudar e adquirir, o que torna mais complexa a avaliação e a decisão. Trata-se então de estudar todas as facetas de um programa, como um todo, mais complexo que a proposta inicial do projeto DSA, de forma a se ter uma completa proteção do espaço aéreo, dia e noite, independentemente das condições meteorológicas.
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Novos caças, de novo – Vale relembrar que a proposta original de aquisição de novos caças pela Suíça, visando substituir a frota de jatos F-5 Tiger II, sofreu um revés quando referendo popular em maio de 2014 disse não ao sistema de financiamento previsto para a compra de 22 jatos Saab Gripen E, da Suécia, aeronave selecionada pelo governo em concorrência onde competiu com o Dassault Rafale e o Eurofighter Typhoon.
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Nota de 24 de fevereiro do Departamento de Defesa anunciou os preparativos para a avaliação de um novo avião de combate. O planejamento é que, no início de 2017, um grupo de especialistas produza um relatório a esse respeito, incluindo aspectos industriais. Ele será liderado pelo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, supervisionado pelo chefe de Armamento do Departamento de Defesa.
Um grupo externo deverá acompanhar os trabalhos, composto por um membro de cada partido representado no Conselho Federal, além de representantes do Ministério da Defesa e outros departamentos. O programa para aquisição de novos caças será então submetido ao Parlamento Suíço, para que os estudos tenham andamento.
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Caças substituirão tanto o F-5 quanto o F/A-18 – O grupo deverá levar em conta, no seu relatório, o estado das frotas de 54 jatos F-5 (com cerca de 30 exemplares operacionais) e 31 caças F/A-18 atualmente na dotação da Força Aérea Suíça.
O argumento exposto na nota do Departamento de Defesa é que a recusa da compra de 22 caças Gripen E pelo referendo popular, em 2014, não mudou a realidade de desgaste dos jatos F-5, com mais de 30 anos de serviço e que necessitam de baixa em breve. Da mesma forma, está prevista para menos de 10 anos, em 2025, a vida útil das aeronaves F/A-18. A baixa dos caças F/A-18 ainda poderá ser postergada por 5 anos, ao custo de meio bilhão de francos suíços (cerca de 518 milhões de dólares ou 1,8 bilhão de reais), segundo a nota.
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O Departamento de Defesa da Suíça planeja, caso o lançamento oficial do programa seja aprovado em 2017 pelo Parlamento, na forma de uma demanda de crédito, que a escolha de um novo caça se dê em 2020. Seguiria-se a submissão de crédito para aquisição, por parte do Parlamento, em 2022, com início de entregas das aeronaves em 2025.
Para saber mais sobre o programa anterior de seleção de novos caças pela Suíça, veja nos links abaixo uma pequena parcela das inúmeras matérias publicadas pelo Poder Aéreo sobre o assunto, boa parte das quais baseada em fontes suíças.
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Fonte: www.aereo.jor.br 30 MAR 2016

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Suíça reinicia processo de substituição de caças
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F-18 da Suíça

 

O Conselho Nacional da Suíça e a câmara baixa da Assembléia Federal, aprovaram o financiamento para o estágio inicial de um esforço para substituir os caças Boeing F/A-18C/D da força aérea.
Contido no programa de aquisição militar de Berna em 2017, o processo de seleção de um novo caça está em andamento, com a escolha a ser finalizada até 2020. O financiamento deve estar em vigor até 2022 e as entregas devem começar em 2025.
Um montante inicial de 10 milhões de francos suíços (US$ 10,3 milhões) foi alocado para estudos preparatórios, testes e outros custos pré-aquisição.
Além disso, o Conselho Nacional também aprovou uma proposta para ampliar a vida de sua atual frota de 30 Hornets até 2030.
Um relatório recente compilado por um grupo de especialistas em defesa do Ministério da Defesa do país recomendou uma série de opções, incluindo a aquisição de 30 a 70 novas aeronaves de combate ou a compra de um número inicial mais baixo de jatos novos, reforçado pelos F-18 com vida prolongada.
Os custos potenciais variam de 5 a 18 bilhões de francos suíços, diz o relatório.
Ele observa que, sem qualquer intervenção, o seu Hornets atingirão o final de sua vida de 5.000 horas de voo por célula, o mais tardar em 2025.
Embora a aquisição de F/A-18 de segunda mão seja popular com o público, diz, a condição dos exemplares mais utilizados no mercado é pior do que a própria frota da Suíça. Os custos de qualquer remodelação necessária superariam as horas úteis de voo que provavelmente seriam obtidas, acrescenta.
Além de seus F/A-18, Berna opera uma frota de 35 antigos Northrop F-5. Anteriormente, ela procurou substituí-los por 22 Saab Gripen E, mas a compra foi cancelada em maio de 2014, após um referendo nacional sobre o acordo.
Os F-5 Tiger devem se aposentar do serviço no início de 2020, de acordo com o relatório.
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F-5 suíço
Fonte: flightglobal.com via site Poder Aéreo 13 JUN 2017

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Meus prezados

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Gripen NG Demo em voo de testes na Suíça

 

A Suíça não gastará mais de CHF 8 bilhões (US$ 8 bilhões) em novos aviões de combate e defesas de mísseis, disse o Conselho Federal nesta quarta-feira. O governo permanece indeciso sobre se os eleitores suíços poderão ter a última palavra, dizendo que quer considerar todas as opções.
O governo encarregou o ministério da defesa de ter em mente potenciais aeronaves, querendo que ele comece conversações com a Airbus, Boeing, Dassault, Lockheed Martin e Saab.
Para essas compras e investimentos adicionais, o governo disse que planeja elevar o orçamento anual do exército, atualmente em torno de US$ 5 bilhões, em 1,4%.
O cronograma prevê a decisão sobre o tipo de jato que será tomada em 2020. Dois anos depois, um crédito para compras seria submetido ao parlamento. Os jatos seriam então entregues em 2025 e a frota pronta para ação em 2030.
Para que nenhum buraco apareça nas defesas aéreas do país, os 30 aviões de combate F/A-18 atuais permanecerão em operação por mais tempo do que o planejado originalmente. O programa de armamento para 2017 inclui cerca de CHF 500 milhões para atualizações técnicas.
Assim como para a defesa, a Suíça neutra usa aviões de combate para policiar os céus durante eventos como o Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos.
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Gripen E nas cores da Força Aérea Suíça – ilustração Saab
‘Nenhuma alternativa’

O ministro da Defesa da Suíça, Guy Parmelin, disse na quarta-feira que não vê nenhuma alternativa para a compra de novos jatos e defesas de mísseis. Esta era a única maneira de proteger o espaço aéreo suíço e garantir a defesa, disse.
Enquanto ele não esperava que a Suíça fosse atacada no próximo ano, este era um investimento de longo prazo, acrescentou.
“Agora não é a hora de discutir o número de aviões, mas analisar qual arranjo de jatos e mísseis antiaéreos é o melhor”, disse Parmelin.
Rejeição popular
Quem fará os novos jatos? O governo está pesquisando cinco modelos. Além do F-35 da Lockheed Martin e do F/A-18 Super Hornet da Boeing, três outros aviões estão na mistura que apareceu na tentativa anterior cancelada de compra de novos jatos: o Gripen da Saab, o Eurofighter da Airbus e o Rafale da Dassault.
Em maio de 2014, os eleitores suíços rejeitaram uma encomenda de CHF 3,1 bilhões para aviões de combate Gripen. O contrato de 22 aviões foi oposto por 53,4% dos eleitores.
Os adversários do Gripen argumentaram que os aviões custariam CHF 10 bilhões ao longo de sua vida útil, dinheiro que poderia ser investido em outros lugares. Os defensores do avião de combate disseram que a Suíça neutra precisa do Gripen para defender seu espaço aéreo.
A alegação foi posta em causa em fevereiro de 2014 com o pouso forçado de um avião da Ethiopian Airlines Enterprise em Genebra. O avião seqüestrado teve que ser acompanhado por jatos franceses e italianos, já que a Força Aérea Suíça não operava fora do horário comercial.
Fonte: swissinfo.ch e agências via site Poder Aéreo 8 NOV 2017

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Meus prezados
Suíça vai votar (novamente) sobre a compra de novos caças
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Gripen E nas cores da Força Aérea Suíça – ilustração Saab

 

Os eleitores suíços terão uma palavra a dizer sobre a compra de novos aviões de combate – mas não sobre o tipo de jato. O Conselho Federal disse hoje que a questão seria colocada à nação, tendo em conta a grande quantidade de dinheiro envolvida e que era uma parte essencial da segurança nacional.
Ele acrescentou que os dois projetos anteriores para comprar novos jatos – F/A-18 em 1993 e caças Gripen em 2014 – também foram sujeitos a uma votação nacional. O contrato do Gripen de 22 aviões foi rejeitado por 53,4% dos eleitores.
Espera-se que seja realizada uma votação até 2020, o mais tardar. O governo disse que o tipo de avião será decidido após a votação.
Em novembro, o Conselho Federal disse que queria gastar CHF$ 8 bilhões (US$ 8,4 bilhões) em novos aviões de combate e defesas de mísseis para o Exército Suíço. O ministério da defesa foi incumbido com a análise de potenciais aeronaves e pediu-se que ele iniciasse conversações com a Airbus, Boeing, Dassault, Lockheed Martin e Saab.
Hohe, o grupo pacifista “Suíça sem Exército” criticou a estratégia do governo como “antidemocrática”, dizendo que os eleitores não saberiam nem o custo nem o número de aviões – ou mesmo o que os aviões poderiam mesmo fazer. O grupo disse que começaria a colecionar assinaturas para um referendo contra a compra.
Fonte: www.expatica.com via site Poder Aéreo 11 MAR 2018

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Suíça solicita cotações de caças para fabricantes
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Northrop F-5E da Força Aérea Suíça

BERN – O primeiro pedido de cotações (RFQ – Request for Quotation) para os próximos caças suíços foi enviado às agências governamentais dos fabricantes. O Armasuisse (Escritório Federal de Compras de Defesa) espera ofertas em resposta até o final de janeiro de 2019.
Com base nas exigências publicadas pelo DDPS (Departamento Federal da Defesa, Proteção da População e Desportos) em 23 de março de 2018, o Armasuisse, em 6 de julho de 2018, enviou o pedido de cotação das próximas aeronaves de combate às agências governamentais dos cinco fabricantes em questão:
• Alemanha (Airbus Eurofighter),
• França (Dassault Rafale),
• Suécia (Saab Gripen E), e
• Estados Unidos (Boeing F/A-18 Super Hornet, Lockheed-Martin F-35A).
Depois de fazer contato com sua agência governamental, os fabricantes têm a opção de enviar sua oferta para o Armasuisse até o final de janeiro de 2019.
As propostas devem incluir as seguintes informações:
• cálculo do número de aeronaves requeridas pelo fabricante para cumprir as missões da Força Aérea Suíça (e, em particular, voar quatro aviões permanentemente por quatro semanas);
• preço de 40 e 30 aeronaves, custos logísticos e mísseis guiados incluídos, como base para a posterior determinação do número requerido;
• informação e propostas de cooperação entre as forças armadas e as autoridades responsáveis pela contratação pública;
• indicação quanto à possibilidade de offsets e outras compensações.
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Caças F-18 Hornet da Força Aérea Suíça

Avaliação e análise de custos e eficácia
Então, as indicações dos fabricantes serão analisadas em detalhe. Para isso, o DDPS definiu uma ponderação dos quatro principais critérios de avaliação relativos à eficácia do sistema:
• eficácia (operacional, resistência) 55%
• suporte ao produto (facilidade de manutenção, assistência autônoma) 25%
• cooperação 10%
• compensações diretas (offsets) 10%
Esta ponderação também se aplica ao sistema de defesa terra-ar (DSA) para o qual o pedido de propostas deve ser enviado no final do verão.
Desta vez, a comparação de candidatos para a nova aeronave de combate e do novo sistema de defesa terra-ar será baseada, além da eficácia geral, nos custos de aquisição e operação.
Próximos passos
De maio a julho de 2019, os caças passarão, um após o outro, por testes de voo e solo em Payerne, após o qual uma segunda solicitação de propostas será enviada pelo Armasuisse em novembro de 2019, com as respostas esperadas até o final de maio de 2020.
As observações feitas durante os testes de voo e solo, bem como a avaliação das cotações iniciais, serão incluídas neste segundo pedido de proposta. Ele pedirá aos fabricantes que enviem sua melhor oferta possível para a Suíça.
O relatório de avaliação será elaborado a partir de junho até o final de 2020 e, em seguida, submetido ao Conselho Federal ao mesmo tempo que o sistema de defesa terra-ar, a fim de decidir sobre o modelo.
Outras informações
Dossier Air2030 – Proteção do espaço aéreo (www.ddps.ch/air2030) (em francês)
Fonte: Departamento Federal da Defesa, Proteção da População e Desportos via site Poder Aéreo 11 JUL 2018
NOTA DO EDITOR: Desta vez, a Suíça pretende comprar uma nova frota de aviões de combate e novos mísseis de defesa aérea por um valor combinado de 8 bilhões de francos suíços (US$ 8,1 bilhões). É o maior programa de aquisição de armas na história suíça.
A nova frota de caças destina-se a substituir os Northrop F-5E e os Boeing F/A-18 Hornets, que devem ser aposentados em meados da década de 2020.

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Suíça planeja vender metade de sua frota de caças F-5 Tiger II
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Northrop F-5E da Força Aérea Suíça

O Exército Suíço quer investir 2 bilhões de francos suíços (equivalentes a US$ 2 bilhões) em 2018, inclusive adquirindo coletes à prova de balas de alto desempenho para cada soldado. O planejamento também inclui a venda de cerca de metade de sua frota de caças F-5 Tiger.
O orçamento total de CHF 2,053 bilhões, aprovado na quinta-feira pela Câmara dos Deputados, mas que ainda deve retornar ao Senado, seria gasto na modernização de certos sistemas da Força Aérea, complementando a infra-estrutura de treinamento de equipamentos e desenvolvimento dos soldados.
Os políticos também deram seu apoio ao item mais controverso na lista de compras do exército: novos equipamentos de combate para cada soldado, que custam CHF 3.000 por pessoa, incluindo um colete à prova de bala de alto desempenho. Isso custará ao exército um total de CHF 377 milhões – algo que dividiu os políticos, com alguns questionando se cada soldado precisa de tal colete. O plano é apresentar o equipamento em 2022 e usá-lo por cerca de 25 anos.
O plano do Exército Suíço para 2018 também inclui, pela primeira vez, o desmantelamento dos principais sistemas de armas. O Exército vai desativar 27 dos seus 53 caças F-5 Tiger. Quatro foram doados para coleções históricas; os outros foram groundeados e potenciais compradores foram encontrados, de acordo com o governo.
Os Tigers foram usados por várias décadas na Força Aérea Suíça, tendo sido adquiridos em 1976 e 1981. Os 26 aviões restantes continuarão a ser usados para liberar os F/A-18 das tarefas auxiliares. Este último poderá assim continuar a proteger o espaço aéreo suíço até a aquisição de novos caças.
Fonte: www.swissinfo.ch via site Poder Aéreo 17 set 2018

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Saab oferece o caça Gripen E para a Suíça
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Caça Saab JAS 39E Gripen com mísseis Meteor

 

Com o apoio da Suécia, a Saab apresentou hoje a sua proposta para a aquisição de novos aviões de combate suíços à armasuisse, a agência suíça de aquisição de defesa. A Saab oferece o Gripen E e um abrangente programa de participação industrial para a indústria suíça, que corresponde a 100% do valor do contrato.
A proposta consistindo de opções para 30 e 40 aeronaves de caça Gripen E de nova construção é uma resposta à Solicitação de Proposta (RFP), que a armasuisse emitiu em 6 de julho de 2018. A Suíça tem a necessidade de substituir sua frota de caça F/A 18 aeronaves Hornet e F-5 E/F Tiger.
“A solução proposta do Gripen E apresenta a mais recente tecnologia disponível e baixos custos de aquisição, operação e suporte que darão à Suíça um tamanho ideal de frota, com o melhor efeito operacional total nas próximas décadas”, diz Jonas Hjelm, diretor da área de negócios da Saab Aeronáutica.
Como parte da proposta para a Suíça, a Saab oferece participação industrial suíça no valor de 100% do valor do contrato. A cooperação com a indústria suíça, em todas as regiões do país, em manufatura, manutenção e tecnologia, melhorará a competência e as capacidades destinadas à sustentação e ao desenvolvimento do sistema Gripen E na Suíça. A Saab tem uma base histórica, forte e ampla de fornecedores na Suíça, que este programa irá expandir ainda mais para assegurar uma cooperação eficiente ao longo da vida.
O programa Gripen E está progredindo conforme o planejado, com a produção em andamento e as entregas dos clientes a partir deste ano. As mais recentes tecnologias estão sendo incorporadas para fornecer às forças aéreas capacidades operacionais projetadas para derrotar as ameaças de hoje, mas também o futuro. Os principais marcos alcançados durante os últimos seis meses incluem voos com mísseis IRIS-T e METEOR, bem como a segunda aeronave do Gripen E em voo.
Cinco nações operam atualmente o Gripen: Suécia, África do Sul, República Tcheca, Hungria e Tailândia. A Suécia e o Brasil encomendaram o Gripen E. Além disso, a Escola de Pilotos de Teste do Império do Reino Unido (ETPS) usa o Gripen como plataforma para treinamento de pilotos de teste.
Fonte: Saab via site Poder Aéreo 25 jan 2019

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Saab não participará de testes de voo na Suíça
A agência suíça de defesa, armasuisse, recomendou formalmente à Saab que não participasse com o Gripen E nos próximos testes de voo na Suíça.
O motivo é que os testes de voo foram projetados para avaliar apenas as aeronaves que estão operacionalmente prontas em 2019. Os testes de voo fazem parte do processo de avaliação de caças que prevê entregas de aeronaves em 2025. O Gripen E entrará em serviço operacional antes da Suíça agendar entregas e atenderá a todas as suas capacidades definidas.
No entanto, o plano de desenvolvimento do Gripen E não corresponde ao plano suíço de realizar testes de voo com aeronaves que estão operacionalmente prontas em 2019. Portanto, a Saab decidiu não participar dos testes de voo suíços em Payerne de 24 a 28 de junho.
O Gripen E está atualmente sendo desenvolvido, testado e produzido para a Suécia e o Brasil. É a aeronave de combate mais moderna e tecnologicamente avançada em desenvolvimento. O programa está sendo executado em uma velocidade rápida e bem-sucedida, com as entregas dos clientes começando no final deste ano.
Após um convite da armasuisse, a Saab apresentou uma proposta para o Gripen E em 25 de janeiro de 2019. Desde a apresentação da proposta em janeiro, as expectativas da armasuisse sobre os testes de voo evoluíram para contar com a participação de aeronaves operacionalmente prontas. Como o Gripen E ainda está para se tornar operacional, a Saab apresentou soluções para realizar os testes de voo suíços em 2019.
Uma oferta para complementar a aeronave de teste Gripen E com uma aeronave Gripen C operacional para os testes de voo em junho de 2019 não foi aceita pela armasuisse. Os concorrentes demonstraram capacidades em plataformas existentes, que são diferentes das versões oferecidas para entrega.
Em todo o programa Gripen E, a Saab comunicou publicamente o status do desenvolvimento do Gripen E, já que os principais marcos do programa foram aprovados. Pode-se supor que a armasuisse tinha o conhecimento relevante quando convidaram a Saab a participar do processo de licitação em 2018, tanto do programa de desenvolvimento do Gripen E quanto das condições sob as quais o Gripen E seria capaz de competir.
Acreditamos que o Gripen E é a melhor escolha para a Suíça e a oferta, apresentada em janeiro de 2019, ainda está de pé. A Saab está comprometida em entregar pelo menos 40 caças Gripen E a tempo, atendendo aos requisitos e dentro do orçamento planejado, incluindo um conceito abrangente de suporte com contribuição local, garantindo os custos operacionais mais acessíveis e o mais alto nível de autonomia.
Contexto
A Suíça tem a necessidade de substituir sua frota de caça de aeronaves F/A-18 Hornet e F-5 E/F Tiger. Em janeiro de 2019, a Saab ofereceu uma proposta que consistia em opções de 30 e 40 novos aviões de caça Gripen E para a Suíça. A proposta do Gripen E satisfaz todas as capacidades necessárias para a Suíça e é baseada na configuração da Força Aérea Sueca, conforme solicitado.
No processo anterior de aquisição de aeronaves de caça suíças, a Saab ofereceu à Suíça o Gripen E em uma aquisição conjunta com a Suécia. Na época, cronograma do Gripen E estava alinhado para atender ao requisito suíço para a IOC em 2021. Quando a Suíça decidiu parar a aquisição de novos caças em 2014, o cronograma foi alterado e adaptado de acordo com as exigências suecas e brasileiras.
No momento da entrega, o Gripen E fornecerá à Força Aérea Suíça a mais recente tecnologia disponível e integrada em uma plataforma madura e robusta que atende a todas as necessidades da Suíça. O Gripen E se destaca entre os concorrentes na aquisição de caças suíços como o mais novo sistema de aeronaves.
O programa Gripen E está progredindo conforme o planejado, com a produção em andamento e as entregas dos clientes a partir deste ano. As mais recentes tecnologias estão sendo incorporadas para fornecer às forças aéreas capacidades operacionais projetadas para derrotar as ameaças de hoje, mas também do futuro. Os principais marcos alcançados durante os últimos seis meses incluem voos com mísseis IRIS-T e Meteor, bem como o primeiro voo da terceira aeronave Gripen E.
A Saab atende o mercado global com produtos, serviços e soluções líderes mundiais em defesa militar e segurança civil. A Saab possui operações e funcionários em todos os continentes do mundo. Através de um pensamento inovador, colaborativo e pragmático, a Saab desenvolve, adota e aprimora novas tecnologias para atender às necessidades de mudança dos clientes.
Fonte: Saab via site Poder Aéreo 13 jun 2019

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Parlamento suíço aprova 6 bilhões de francos para compra de novos caças

Um piloto da Força Aérea Suíça demonstra a capacidade de vôo de um F / A-18C Hornet durante a Royal International Air Tattoo 2018 na RAF Fairford (foto da Força Aérea dos EUA por TSgt Brian Kimball)

De acordo com a RTS, o parlamento da Suíça aprovou a compra de uma nova frota de aviões de combate no valor de CHF 6 bilhões. O plano, que visa defender o espaço aéreo suíço além de 2030, agora foi aprovado pelas câmaras alta e baixa da Suíça.

O governo suíço separará a compra de novos caças da ordem de novas defesas terra-ar, afirmou na quinta-feira, estabelecendo um orçamento de 6 bilhões de francos suíços (US $ 5,96 bilhões) apenas para os jatos. O país alpino neutro havia anteriormente concordado em gastar até 8 bilhões de francos para um pacote combinado no âmbito do programa Air2030, mas agora dividiu o plano para que os eleitores pudessem decidir separadamente sobre a compra de novos jatos em um provável referendo.

Qualquer contrato para fornecer a aeronave exigirá que um fornecedor estrangeiro invista em indústrias relacionadas na Suíça. Alguns descreveram esse arranjo como uma forma complicada e questionável de auxílio estatal a indústrias específicas.

Os quatro fornecedores estrangeiros considerados são Airbus, Boeing, Dassault e Lockheed-Martin. Muitos são contra a decisão e é provável que haja um referendo em 2020. Em 2014, os eleitores rejeitaram o plano de comprar jatos Gripen da Saab por 3 bilhões de francos suíços. O grupo aeroespacial europeu Airbus, a francesa Dassault, a sueca Saab e a Boeing e Lockheed Martin dos Estados Unidos apresentaram propostas em janeiro para substituir a antiga frota de caças suíços. Em abril de 2019, a Força Aérea Suíça iniciou novos testes de jatos de combate para substituir a frota envelhecida. A frota suíça dos Boeing McDonnell Douglas F / A-18C e D Hornets e Northrop F-5 Tigers está programada para ser aposentada em alguns anos. O Eurofighter da Airbus, o Super Hornet F / A-18 da Boeing, o Rafale da Dassault, o F-35As fabricado pela Lockheed Martin e o Gripen E da Saab estão em disputa.

"Está claro para o governo que as expectativas do público de decidir sobre as aquisições por referendo pertencem apenas aos caças", disse o gabinete ao pedir ao Ministério da Defesa que elaborasse um plano para isso no início de setembro.

Os dois sistemas de armas permanecem interligados, portanto os acordos devem prosseguir em paralelo, acrescentou. Ele também decidiu que os acordos de compensação deveriam cobrir 60% do valor da compra, em vez de 100%, conforme planejado pela primeira vez. As avaliações da aeronave continuarão até 2020 antes do governo decidir pela substituição, com novos jatos a serem entregues até 2025.

A agência de compras de defesa Armasuisse pediu que os fabricantes enviassem preços para 30 ou 40 aviões, incluindo logística e mísseis guiados, entre outros critérios para as propostas. A Suíça, que travou uma guerra curta em 1847, lutou no passado para convencer os cidadãos a apoiar um acordo para novos combatentes. Em 2014, cerca de 52% votaram contra um plano de 3,5 bilhões de francos para comprar 22 caças Gripen da Saab.

Fonte: Fighter Jets World 30 dez 2019

Trad./adapt. jambock

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