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José C. Biason

Medo: o Grande Vilão da Autoestima?

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Medo: o Grande Vilão da Autoestima?

 

 

Por ALBERTO RUGGIERO

 

O medo é um sentimento positivo, enquanto função de alerta contra o perigo, auxiliando-nos na sobrevivência. Contudo, a partir do momento em que passa a interferir na qualidade da autoestima e a conduzir pensamentos para comportamentos defensivos, torna-se uma arma apontada para seu ego, uma prisão para sua espontaneidade.

 

 

Pode ser o medo de perder o emprego, de não ser competente, de ser humilhado e ridicularizado perante outras pessoas, de perder o amor de pessoas importantes na sua vida, de ser excluído e rejeitado e, inclusive, o medo da morte. A questão é que o medo gera insegurança.

 

 

A insegurança cria um dilema entre o querer agir e o medo das consequências. Ele leva a pessoa a focar somente os custos, ampliando-os até o ponto de neutralizar os benefícios de suas escolhas; também é um sentimento imobilizador que, além de tornar a pessoa infeliz, impede a realização de seus objetivos pessoais e profissionais. Essa imobilidade psicológica acarreta a ansiedade, aquele aperto no peito. Nesse momento, tornamo-nos vítimas de nossas próprias armadilhas.

 

 

No ambiente de trabalho, o medo é sentido mais intensamente por aquele que vê o risco de perder o emprego, que acredita não possuir as competências requeridas pois, ao comparar-se com seus colegas, experimenta um sentimento de insatisfação pessoal. O medo atinge o estágio da angústia naquele que se sente um intruso ao se incluir no mundo dos outros; que se olha e se vê como alguém que não "faz a diferença" necessária para "ser interessante" aos olhos das pessoas das empresas, principalmente do chefe.

 

 

Esse medo pode se reproduzir em outras esferas da vida: na família, o medo de perder um ente querido, de não ser competente o suficiente para educar os filhos, de não corresponder às expectativas que a sociedade impõe.

 

 

Estamos vivendo um momento em que o medo é tão generalizado que alcança todas as principais áreas da noss vida: medo do desemprego, da fome, da violência e, principalmente, o medo de confiar no outro.

 

 

Fique de olho e não se deixe paralisar pelo medo, que o impede de agir e arriscar. O medo faz você fugir e negar o mundo por temor de ser rejeitado. Encare-o e não tenha medo de ser amável porque afinal, você é gente!!!

 

JC. Biason

 

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Medo: o Grande Vilão da Autoestima?

 

 

Por ALBERTO RUGGIERO

 

O medo é um sentimento positivo, enquanto função de alerta contra o perigo, auxiliando-nos na sobrevivência. Contudo, a partir do momento em que passa a interferir na qualidade da autoestima e a conduzir pensamentos para comportamentos defensivos, torna-se uma arma apontada para seu ego, uma prisão para sua espontaneidade.

 

 

Pode ser o medo de perder o emprego, de não ser competente, de ser humilhado e ridicularizado perante outras pessoas, de perder o amor de pessoas importantes na sua vida, de ser excluído e rejeitado e, inclusive, o medo da morte. A questão é que o medo gera insegurança.

 

 

A insegurança cria um dilema entre o querer agir e o medo das consequências. Ele leva a pessoa a focar somente os custos, ampliando-os até o ponto de neutralizar os benefícios de suas escolhas; também é um sentimento imobilizador que, além de tornar a pessoa infeliz, impede a realização de seus objetivos pessoais e profissionais. Essa imobilidade psicológica acarreta a ansiedade, aquele aperto no peito. Nesse momento, tornamo-nos vítimas de nossas próprias armadilhas.

 

 

No ambiente de trabalho, o medo é sentido mais intensamente por aquele que vê o risco de perder o emprego, que acredita não possuir as competências requeridas pois, ao comparar-se com seus colegas, experimenta um sentimento de insatisfação pessoal. O medo atinge o estágio da angústia naquele que se sente um intruso ao se incluir no mundo dos outros; que se olha e se vê como alguém que não "faz a diferença" necessária para "ser interessante" aos olhos das pessoas das empresas, principalmente do chefe.

 

 

Esse medo pode se reproduzir em outras esferas da vida: na família, o medo de perder um ente querido, de não ser competente o suficiente para educar os filhos, de não corresponder às expectativas que a sociedade impõe.

 

 

Estamos vivendo um momento em que o medo é tão generalizado que alcança todas as principais áreas da noss vida: medo do desemprego, da fome, da violência e, principalmente, o medo de confiar no outro.

 

 

Fique de olho e não se deixe paralisar pelo medo, que o impede de agir e arriscar. O medo faz você fugir e negar o mundo por temor de ser rejeitado. Encare-o e não tenha medo de ser amável porque afinal, você é gente!!!

 

JC. Biason

 

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Ótimo texto, obrigado por compartilhar Biason.

 

Um abraço!

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O medo não, mas o Transtorno de Ansiedade Generalizada sim.

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Excelente texto! Fico me perguntando sobre isso às vezes...

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