Jump to content

Atraso nos aeroportos chega a quatro horas


LipeGIG

Recommended Posts

Folha de São Paulo

Atraso nos aeroportos chega a quatro horas

Os principais aeroportos do país enfrentaram atrasos e cancelamentos de vôos no quinto dia seguido da operação-padrão

Agências de viagem dizem ainda não sofrer com os atrasos, mas temem ser prejudicadas caso o problema permaneça

DA AGÊNCIA FOLHA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

DA SUCURSAL DO RIO DA REPORTAGEM LOCAL

 

No quinto dia da operação-padrão dos controladores de vôo de Brasília, os atrasos e cancelamentos de vôos prejudicaram passageiros nos principais aeroportos do país. Em alguns locais, o tempo de espera chegou a quatro horas.

 

Esse foi o caso no aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus (AM), e no de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

 

No aeroporto internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador (BA), apesar do grande número de vôos com atraso -eram 60 até as 16h-, a Infraero informou que os passageiros "aguardaram pacientemente" pelo embarque.

 

No aeroporto de Brasília, segundo a Infraero, ao meio-dia havia 18 vôos atrasados e um cancelado. Ao final do dia, o dado preliminar indicava 29 atrasos e 1 cancelamento.

 

Em Congonhas, em São Paulo, até as 17h o número de vôos em atraso somava 115. Desse total, 50 atrasos ocorreram no pico da manhã, das 6h às 13h. No aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), 20 vôos atrasaram entre 30 e 120 minutos no período entre 10h10 e 12h.

 

Houve pelo menos 17 cancelamentos devido à operação-padrão. Foram cancelados quatro vôos em Campo Grande (MS), dois vôos em Vitória (ES), um no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), cinco no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), e cinco em Porto Alegre (RS). Os passageiros dos vôos cancelados foram recolocados em outros vôos.

 

Agências de viagem

As agências de viagem dizem ainda não sofrer com os sucessivos atrasos nos vôos, mas temem ser prejudicadas, com desistências ou queda no movimento, caso o problema perdure. "Pode haver queda de procura se a crise perdurar, mas não acho que ela vá continuar por muito tempo", afirmou José Zuquim, vice-presidente da regional paulista da Abav (Associação Brasileira das Agências de Viagem) e presidente da Associação Brasileira dos Operadores de Turismo. Ele não vê queda nas vendas dos pacotes.

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

Guest
This topic is now closed to further replies.
×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade