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Ação da TAM é a preferida do Deutsche Bank na América Latina


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Ação da TAM é a preferida do Deutsche Bank na América Latina

Papéis sobem forte nesta tarde após Anac dar sinal verde para a fusão com a chilena LAN

 

Marcelo Poli, de Comentários (0)Views (135)

Divulgação

 

Ações preferenciais da TAM (TAMM4) chegaram a subir 3,9% na tarde desta quarta-feira

São Paulo - Investir nas ações da TAM é a melhor maneira de participar da consolidação das companhias aéreas na América Latina. A afirmação está no mais recente relatório do Deutsche Bank, no qual é reiterada a recomendação de compra das ações. O banco acredita que a fusão entre com a chilena LAN deva ser concluída até o final deste ano.

 

Nesta quarta-feira (2), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deu parecer positivo para a fusão entre as companhias aéreas TAM e a chilena LAN, mas ainda não está claro se o órgão regulador brasileiro aprovou o negócio sem ressalvas. O Deutsche Bank lembra ainda que o preço dos papéis da TAM ainda não refletem totalmente sua participação de 73% no capital da Multiplus, empresa líder em programas de fidelidade no Brasil.

 

A equipe formada por Michael Linenberg, Josh Milberg e Richa Talwar elevou acima do consenso a estimativa de ganhos por cada ADS da companhia (Amercian Depositary Share), de 1 para 1,25 dólar, em 2011. Já para 2012, a estimativa de ganhos por papel subiu de 1,15 para 1,65 dólar. “Acreditamos que a TAM irá se beneficiar do crescimento da economia brasileira e aumentar sua participação na classe média. Nossa expectativa é que as margens operacionais da companhia cresçam 7,4% em 2011 e 8,1% em 2010”, projetam os analistas.

 

As ações preferenciais da TAM (TAMM4) chegaram a subir 3,9% na tarde desta quarta-feira, valendo 35,59 reais.

 

 

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Acordo libera Marcos Amaro para vender sua fatia na TAM

Filho do Comandante Rolim integrava o bloco de controle da empresa e detém cerca de 10% das ações ordinárias

 

Márcio Juliboni, de Comentários (0)Views (1021)

Germano Lüders

 

Marcos Amaro: empresário estuda alternativas para sua fatia na TAM

São Paulo - Marcos Amaro, o filho caçula do Comandante Rolim, pode estar de partida da TAM, a empresa comprada por seu pai e que se tornou a maior companhia aérea do país. Nesta quarta-feira (2/3), a TAM anunciou que seus acionistas chegaram a um acordo para retirar as “restrições à circulação das ações” da companhia.

 

 

O documento foi assinado pelos integrantes do bloco de controle, e, no jargão jurídico, é chamado de “distrato”. O acordo foi assinado, de um lado, pela Amaro & Aviation Participações, o veículo de investimentos que representa os interesses de Marcos Amaro, e, de outro, pela TAM Empreendimentos Participações e pela Agropecuária da Nova Fronteira, empresas que representam seus irmãos Maurício Rolim Amaro e Maria Cláudia Amaro.

 

Na prática, o acordo libera Marcos Amaro para vender suas ações. A possibilidade foi confirmada pelo empresário a EXAME.com. Segundo Marcos, várias opções estão em estudo – e elas não passam, necessariamente, pela venda dos papéis a seus irmãos.

 

Segundo o Informativo Anual da TAM de 2009 (últimos dados disponíveis), Marcos detém 10,55% das ações ordinárias da empresa, o que corresponde a 3,52% do capital total, já que o empresário não possui mais ações preferenciais.

 

Como as ações ordinárias da TAM fecharam esta quarta-feira cotadas em 35,40 reais por papel (uma alta de 1,43%), seus 5,295 milhões de papéis estariam valendo cerca de 187,443 milhões de reais.

 

Além de sua participação na TAM, Marcos mantém uma série de negócios. Um dos mais conhecidos é a rede de óticas Carol, uma das maiores do país.

 

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