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China sinaliza ter solução para Embraer no país


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DE PEQUIM - Em reunião com os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento), o premiê chinês, Wen Jiabao, sinalizou ontem que haverá uma solução para a situação da Embraer no país, cuja fábrica está prestes a fechar.

 

O fato de o tema ter sido levantado pelo próprio Wen foi interpretado como sinal de que haverá uma solução. A Embraer vem tentando obter da China uma licença para fabricar o modelo ERJ-190, para cem passageiros, mas até agora não houve resposta.

 

O principal problema é que uma estatal chinesa está desenvolvendo um avião com características semelhantes.

 

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China deve manter acordo com o Brasil na aviação

 

A Embraer também quer continuar a parceria com a estatal chinesa, mas até agora não conseguiu o aval do governo chinês

 

Cláudia Trevisan

 

O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, classificou de "importante" a cooperação com o Brasil na área de aviação civil e sinalizou que ela poderá ter continuidade, apesar dos problemas que afetam a parceria entre a Embraer e a estatal chinesa AVIC.

 

O líder comunista recebeu ontem em Pequim os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que estão na China para preparar a visita que a presidente Dilma Rousseff fará ao país em abril.

 

Ambos foram recebidos durante 34 minutos pelo primeiro-ministro em Zhongnanhai, complexo ao lado da Cidade Proibida onde a cúpula do Partido Comunista vive e trabalha. Patriota levou a Wen a mensagem de que sua chefe está entusiasmada com a viagem à China e a vê como uma oportunidade para a retomada do diálogo sobre a parceria estratégica entre os dois países.

 

Pimentel disse ao primeiro-ministro que a intenção de Brasília é ter relacionamento de longo prazo com a China. Patriota emendou com a lembrança de que empresas brasileiras desejam investir no país e contam com a boa vontade de Pequim - a menção era uma referência velada ao fato de que algumas delas enfrentam barreiras para levar adiante seus planos.

 

A Embraer também gostaria de manter a parceria que estabeleceu em 2002 com a AVIC, mas até agora não conseguiu o aval do governo chinês. A fábrica que as duas empresas possuem em Harbin, nordeste da China, produz o avião de 50 lugares ERJ-145 para o qual não há mais demanda no país. A intenção da empresa brasileira é fabricar em parceria com a AVIC o jato E-190, para até 120 passageiros.

 

A China foi o segundo maior mercado da Embraer em 2010 e respondeu por 9,3% das exportações da empresa, com vendas no valor de US$ 368,4 milhões. O país também é o mercado de aviação que cresce mais rapidamente em todo o mundo.

 

Maior crítico das relações com a China no novo governo, Pimentel ressaltou que o país será o primeiro a ser visitado por Dilma fora do continente americano, em razão de sua importância comercial para o Brasil.

 

O chanceler brasileiro agradeceu o fato de Wen ter recebido a delegação brasileira no período em que começam os encontros da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês e do Congresso Nacional do Povo, quando a agenda dos dirigentes de Pequim está sobrecarregada.

 

Wen chamou Patriota de "bom e velho amigo da China" e lembrou que o diplomata serviu na Embaixada do Brasil em Pequim. O ministro esteve no país em 1987 e 1988 e atualmente é um aplicado aluno de chinês. No fim do encontro, ele e Wen trocaram algumas palavras sem a ajuda do intérprete.

 

Pela manhã, Patriota havia se reunido com o ministro das Relações Exteriores da China, Yang Jiechi, que ressaltou a parceria estratégica entre os dois países e fez referência às posições comuns de Pequim e Brasília em fóruns multilaterais.

 

Hoje, Patriota e Pimentel irão se encontrar com o ministro do Comércio, Chen Deming, para discutir temas espinhosos da relação bilateral, que incluem o acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês e o pedido de Pequim para que o Brasil cumpra sua promessa de reconhecer a China como economia de mercado.

 

Fonte: Revista Aviação Notícias (AviacaoNoticias.com.br)

 

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  • 2 weeks later...

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Uma solução a jato para a Embraer

Aparentemente, foi resolvido o tremendo abacaxi que se tornou a operação da Embraer na China. Antonio Patriota e Fernando Pimentel trouxeram na bagagem da visita a Pequim a certeza de que o governo chinês topa a solução por eles proposta para que a fábrica não feche as porras por falta de encomendas. A unidade, que tem uma estatal chinesa como sócia, passaria a produzir o jato executivo Legacy 600, aproveitando a demanda de um mercado coalhado de novos-ricos. Hoje, a Embraer produz (“produz” é modo de dizer; a fábrica está parada) jatos médios para empresas regionais de aviação. O o.k. dos chineses só será anunciado em abril, durante a visita de Dilma Rousseff.

fonte:seção Radar da revista VEJA, via CECOMSAER 14 mar 2011

Não é bem o que a EMBRAER queria, a fabricação do E-190. Mas, se não tem tú, vai tú mesmo, isto é, Legacy 600.

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Jato executivo pode ser saída para fábrica da Embraer na China

Governo brasileiro negocia com as autoridades chinesas a autorização para a empresa brasileira produzir no país jatos como o Legacy 650, de olho no mercado executivo local; ideia é que acordo seja anunciado durante a visita de Dilma Rousseff, em abril

 

O governo brasileiro acredita que uma solução para a fábrica da Embraer na China pode ser anunciada durante a visita da presidente Dilma Rousseff em abril. Fonte do governo afirma que a negociação para que a empresa brasileira possa fabricar jatos executivos no país asiático está "bem encaminhada", embora ainda não haja o sinal verde do governo chinês.

 

Desde que receberam a sinalização do primeiro ministro da China, Wen Jiabao, de que a permissão deve ocorrer, os negociadores brasileiros trabalham para que o anúncio seja feito na presença da presidente brasileira, que estará na China entre 9 e 16 abril.

A proposta da Embraer foi levada no início deste mês ao premiê chinês pelos ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que estiveram na China para preparar a viagem de Dilma ao País.

 

A fábrica que a Embraer tem em associação com a estatal Aviation Industries of China (Avic), está ociosa. A unidade deveria fabricar o ERJ-145, de 50 lugares, mas as encomendas para esse avião desapareceram no país. Sem novos pedidos, a fábrica corre o risco de fechar.

No ano passado, o presidente da Embraer, Frederico Curado, havia dito que o prazo para uma definição em relação ao destino da fábrica seria tomada até este mês de março.

 

"Em março teremos nossa última entrega. Se não vendermos aviões para entregar além de março, aí de fato não teremos atividades", disse o executivo, em entrevista ao Estado, em outubro.

Avião maior. A empresa brasileira gostaria de ter autorização para construir um avião maior que o atual. Porém, a China está desenvolvendo os próprios aviões e enxerga na Embraer uma concorrente. A solução que está sendo negociada é permitir que a Embraer produza jatos executivos para atender os milionários chineses.

 

No ano passado, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou uma carta ao governo chinês tratando sobre as dificuldades enfrentadas pela Embraer, mas não teve resposta.

A China foi o segundo maior mercado da Embraer em 2010 e respondeu por 9,3% das exportações da empresa, com vendas no valor de US$ 368,4 milhões. O país também é o mercado de aviação que cresce mais rapidamente em todo o mundo.

 

Procurada, a Embraer disse preferir não se manifestar sobre as negociações em curso entre o governo brasileiro e as autoridades chinesas. Internamente, porém, segundo apurou a reportagem, os executivos da companhia avaliam que o mercado chinês de jatos executivos, que está se desregulamentando, é uma possibilidade bem atraente para os negócios da empresa.

 

Se o desfecho proposto pelo governo brasileiro vingar, um dos modelos mais cotados para ser fabricado na unidade chinesa é o Legacy 650, o que mais adapta ao mercado chinês. É um aparelho com 13 lugares, com custo em torno de US$ 30 milhões . O Legacy 650 foi desenvolvido na plataforma do modelo ERJ 135, que pertence à família do ERJ 145, o modelo que a Embraer hoje fabrica na China.

 

A venda de jatos executivos responde por 20% da receita da companhia brasileira e os principais mercados para os modelos que fabrica são os Estados Unidos, a Europa e América Latina. A China seria também uma boa porta de entrada para o mercado asiático.

fonte: Renata Veríssimo para Defesanet 16 março 2011

 

 

 

 

 

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  • 3 weeks later...

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China faz agrado a Embraer antes de visita de Dilma

Empresa brasileira obtém financiamento para venda de jatos executivos. Fabricante de aviões ainda enfrenta grandes dificuldades para produzir aeronaves de porte médio, no entanto.

A poucos dias de sediar cúpula dos Brics, a ilha tropical de Hainan, no sul da China, abrigou outro encontro de emergentes: 250 dos homens mais ricos da segunda economia mundial estavam lá no último fim de semana.

 

Entre iates milionários e marcas como BMW e Chopard, a Embraer assinou um acordo para financiamento de jatos executivos, a mais recente estratégia para não fechar a sua fábrica no país. "Ambas as partes confiam no futuro do mercado de aviação executiva chinês", disse Kong Linshan, presidente da Minsheng Financial Leasing, ao assinar o acordo, ao lado vice-presidente da Embraer Luís Carlos Affonso.

 

Sem conseguir até agora a autorização chinesa para fabricar o E-190, para até 114 passageiros, a Embraer está agora buscando o aval oficial para produzir no país jatos executivos Legacy 600/650.

A empresa avalia que a visita da presidente Dilma Rousseff, semana que vem, será decisiva para a fábrica que mantém em Harbin (nordeste da China), praticamente parada por falta de encomendas ao único modelo que está autorizado a fabricar.

 

Aberta em 2002, a joint venture entre a Embraer e a estatal Avic 2 só está autorizada a produzir o modelo ERJ-145, para 50 passageiros, já sem mercado. A última unidade em fabricação deveria ser entregue no primeiro semestre deste ano -procurada, a empresa não informou se a fábrica está parada.

Como a China tem resistido a autorizar a construção do E-190, supostamente para privilegiar o projeto de um avião chinês, a Embraer recentemente propôs a Pequim fabricar os jatos executivos.

 

A parte técnica é fácil, já que os Legacy 600/650 são construídos na mesma plataforma do ERJ-135. O problema parece ser o pequeno mercado chinês para esse tipo de avião.

"Simplesmente não há demanda suficiente para o Legacy 600 na China para manter uma linha de produção inteira", diz o analista Brendan Sobie, do Centro para a Aviação da Ásia e do Pacífico, com sede na Austrália.

 

Sobie disse que a falta de estrutura nos aeroportos para jatos executivos é um dos problemas. "Outro tema é cultural. Ao contrário de regiões como o Oriente Médio, as pessoas e as empresas na China não gostam de se exibir usando jatos."

De fato, dos 115 aviões da Embraer vendidos à China desde 2000, todos são aviões comerciais -nenhum jato executivo. Desses, 41 são ERJ-145 construídos na fábrica de Harbin, que reúne 250 dos 300 funcionários da Embraer no país.

 

Segundo dados da Embraer, a empresa tem 60% do mercado chinês de aeronaves até 120 assentos.

"Talvez um dia a Embraer construirá jatos executivos na China, mas no momento a empresa precisa de um programa de aviação comercial viável para manter a sua joint venture em Harbin aberta. O E-190 é realmente a única alternativa", afirmou Sobie.

fonte: Fabiano Maisonnave para o Estado de São Paulo, via CECOMSAER 7 abr 2011

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Embraer deve vender aviões a China durante visita de Dilma

 

BRASÍLIA (Reuters) - A Embraer deve assinar contratos de venda de aviões para companhias aéreas regionais da China durante visita da presidente Dilma Rousseff ao país na próxima semana.

 

A informação foi dada nesta quinta-feira pela embaixadora no Brasil responsável pela viagem de Dilma, Maria Edileuza Fontenele Reis.

 

Segundo ela, serão aviões modelo Embraer 190 e Legacy.

 

fonte:Reportagem de Jeferson Ribeiro quinta-feira, 7 de abril de 2011 19:55 BRT

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  • 2 years later...

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EMBRAER divulga previsão para a aviação execuiva na China, no período 2014 a 2023:

http://portadembarque04.blogspot.pt/2013/09/embraer-divulga-previsao-para-aviacao.html

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