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Dona procura cão que deveria ter embarcado em voo para o ES


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http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/03...-para-o-es.html

Gol informou que apura o caso.

 

O cachorro 'Pinpoo' deveria ter viajado de Porto Alegre (RS) para o Espírito Santo no dia 2 de março em voo da Gol, mas nunca chegou. A dona do cão, a aposentada Nair Flores, de 64 anos, seguia para mesmo destino em outra companhia aérea que só recebe animais com menos peso. Soube que o cão não chegaria, quando parou em uma conexão em Minas Gerais, e foi avisada por telefone que 'Pinpoo' teria fugido antes do embarque.

O retorno da visita na casa da filha em Guarapari (ES) que duraria até 15 de março, foi antecipado para o dia 8. "Nem vi o mar, voltei antes porque queria procurar o 'Pinpoo'. Estava tão nervosa que passei mal durante o voo", disse Nair.

Desde então, a busca no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, nao para. "Somos muito apegados, ele dormia na cama comigo. Já procurei pelas matas do aeroporto gritando o nome dele. Se tivesse me ouvido, teria vindo correndo", afirmou. Nair até espalhou peças de roupas dela pelas árvores para tentar atrair o cão pelo cheiro, mas não teve sucesso.

'Pinpoo' mescla as raças pincher e poodle, por isso tem este nome, e fará 11 meses neste mês. O animal foi doado a Nair pela filha, para substituir o cão que ela perdeu em janeiro.

A aposentada pagou R$ 684 mais a caixa pelo serviço de transporte do cão. Não pediu o reembolso. Porém, registrou boletim de ocorrência e pretende acionar a Justiça, caso não encontre o bicho.

Para Nair, a sensação é de um filho sequestrado. "Não acredito que ele esteja no aeroporto. Ou morreu ou foi roubado. Ele é bem amistoso, gosta de colo. É um cão caseiro, não sabe viver sozinho. Alguém pode ter levado."

A Gol informou que está apurando o caso e tem prestado apoio à cliente.

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Fiquei sabendo dessa história. Parece que quando foram colocar a caixa no avião, ela se abriu e o cachorro saiu correndo pelo pátio, atravessou a pista e foi para o meio do mato, lá pros lados do pátio 3. Um fiscal da Infraero me disse que o mato é cheio de cobras e que acha difícil acharem o cão com vida. Uma pena, agora tem que apurar de quem foi a negligência de deixar a caixa se abrir.

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Se a cia não tem a capacidade de fazer um cãozinho desse tamanho ficar dentro de uma caixa de transporte de animais, nem imagino o que acontece com a bagagem dos usuários.Pra uma senhora dessa idade muita das vezes o cachorro é a unica companhia que ela tem, nada mais justo que processar a cia que devia ter feito o transporte do animal.

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No mesmo dia 02 houve uma ocorrência em Confins. O cachorro fugiu e não foi encontrado. Acho que a senhora está espalhando roupas no lugar errado hehe.

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Fiquei sabendo dessa história. Parece que quando foram colocar a caixa no avião, ela se abriu e o cachorro saiu correndo pelo pátio, atravessou a pista e foi para o meio do mato, lá pros lados do pátio 3. Um fiscal da Infraero me disse que o mato é cheio de cobras e que acha difícil acharem o cão com vida. Uma pena, agora tem que apurar de quem foi a negligência de deixar a caixa se abrir.

simplesmente uma incompetencia total !!! processo alto $$$$ imediato na cia !!! é o mínimo

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Eu tenho um cachorro, um schnauzer de 8 meses. A família é tão apegada a ele que não haveria dinheiro de processo algum que pudesse pagar uma perda dessas. Creio que para muitas pessoas seja assim com a perda de um animal de estimação.

 

Só fiquei com dúvida... o animal não deveria estar sedado para viajar? Se tivesse isso não teria ocorrido.

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Fiquei sabendo dessa história. Parece que quando foram colocar a caixa no avião, ela se abriu e o cachorro saiu correndo pelo pátio, atravessou a pista e foi para o meio do mato, lá pros lados do pátio 3. Um fiscal da Infraero me disse que o mato é cheio de cobras e que acha difícil acharem o cão com vida. Uma pena, agora tem que apurar de quem foi a negligência de deixar a caixa se abrir.

 

Aconteceu isso com um cãozinho lá em Florianópolis em fins de 1998. Eu estava de reforço técnico naquela maravilha de base...

Ao abrirem o porão de um 737 da TBA (snme),o animal estava solto e fugiu em direção ao mato.Para piorar,era noite...

Lembro das viaturas da INFRAERO a procurar horas a fio e infelizmente, até hoje... :thumbsdown_still:

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Eu tenho um cachorro, um schnauzer de 8 meses. A família é tão apegada a ele que não haveria dinheiro de processo algum que pudesse pagar uma perda dessas. Creio que para muitas pessoas seja assim com a perda de um animal de estimação.

 

Só fiquei com dúvida... o animal não deveria estar sedado para viajar? Se tivesse isso não teria ocorrido.

O animal deve ser sedado pelo dono (em doses corretas determinadas pelo veterinário) na frente do funcionário de Check-IN.

 

Além disso, o dono é o responsável por fechar corretamente a caixa, e o funcionário de Check-In, verificar.

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Engraçado, minha irmã embarcou no mês passado aqui dos EUA pro Brasil com o dog dela e a AA não só exigiu a colocação dos lacres como os viabilizou gratuitamente.

Não são padrões exigidos os lacres nos 4 cantos da porta dessas caixas?

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Mta sacanagem! A Gol devia ter aprendido um pouco com a Vasp... onde cachorro morto apareceu ressucitado!

 

Hehehehehe... essa,é conhecidíssima...

A propósito, adorei o 737-200 com pintura da G3!

Já sei com quem falar se precisar de pinturas especiais! :lala:

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Se a cia não tem a capacidade de fazer um cãozinho desse tamanho ficar dentro de uma caixa de transporte de animais (...)

 

É a cia que tem que controlar o cão do passageiro ou o passageiro que tem que preparar o seu cão para a viagem?

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Animais não devem ser sedados pra dormir durante a viagem. No caso de animais nervosos ou inquietos, talvez um sedativo para ACALMAR o bicho.

 

É a cia que tem que controlar o cão do passageiro ou o passageiro que tem que preparar o seu cão para a viagem?

O passageiro é responsável por apresentar a documentação do animal (certificado de vacinação e atestado veterinário liberando para viagem), acomodação do animal em kennel (casinha) adequado – o animal deve ter espaço suficiente para dar uma volta em torno de si dentro do kennel – e pela alimentação do animal. Já a companhia é responsável pela checagem da documentação, do estado do kennel (aí o provável erro da GOL em liberar um kennel de má qualidade ou com trinco frágil de fácil abertura por um cão inquieto mesmo pequeno e, por consequência, a negligência de não reforçar a porta com lacres ou fica adesiva no caso de não haver como pôr lacre) e pela cobrança das devidas taxas pelo transporte.

 

Resumindo, o passageiro é responsável por conseguir meios de manter o animal no kennel. E a companhia é responsável por fiscalizar antes do embarque se os meios adquiridos pelo passageiro está realmente dentro do bom senso. Não reforçar a portinha do kennel com lacre ou fita é resultado de duas coisas: negligência ou medo do cliente. Negligência por achar (o dono do bicho e o atendente) que do jeito que tá é perfeito e que um cãozinho lindo daqueles nunca vai ser capaz de destruir uma portinha. Ou medo de o cliente brigar por qualquer motivo... tem cliente que não gosta de lacre (porque acha difícil de tirar) ou não gosta de fita adesiva (porque deixa a casinha marcada com resto de cola). Ou seja, temos responsabilidades dos dois lados.

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Esclarecemos que, em todas as etapas do processo de transporte do animal em questão, cumprimos com rigor não apenas nossos procedimentos e controles internos, mas a legislação vigente. O acondicionamento da carga viva, que pelo regulamento é de responsabilidade da cliente, foi inspecionado tanto a Gollog como pela Infraero, que autoriza o trânsito de cargas entre o terminal e a aeronave. Ambas verificaram que o contêiner obedecia às especificações de segurança e conforto previstas.

 

Destacamos que essa vistoria pela autoridade aeroportuária, bastante rígida e criteriosa, inclui a checagem de toda a documentação necessária e das condições de lacre da caixa de transporte. Novamente, observou-se que tudo estava em ordem. Somente após essa verificação o animal fez o trajeto para o avião, conforme determinam as práticas do setor. Apuramos com nossos colaboradores locais que foi depois desse momento que o cão forçou a grade da embalagem que o transportava e fugiu para a área restrita do aeroporto.

 

Ressaltamos que, desde então, mobilizamos em todas as frentes para tomar as providências cabíveis: iniciamos o contato com a cliente, mantendo-a informada a todo o momento sobre a situação, e um trabalho de busca ininterrupto. Ciente de nossas responsabilidades, temos prestado toda a assistência possível à dona do cão: distribuindo fotografias do animal pela vizinhança do aeroporto, acionando empresas instaladas na região e obtendo o apoio da própria Infraero nos esforços de busca. A estatal colaborou, por exemplo, destacando uma bióloga e uma veterinária para auxiliar nessa ação conjunta. Transportamos a cliente gratuitamente de Vitória para Porto Alegre. Na capital gaúcha, temos oferecido traslado entre sua casa e o aeroporto, para que possa, se assim desejar e na hora em que preferir, participar dos esforços para localizar seu animal de estimação.

 

Sensibilizamos-nos pelo desconforto por que passa a dona do cão e nos desdobramos para garantir um desfecho feliz ao ocorrido. Julgamos importante destacar que, desde o início das operações da Gollog em Porto Alegre, em fevereiro de 2001, nunca registrou um único caso de animal extraviado no aeroporto da cidade. A unidade transporta uma média de 30 cargas vivas todo mês a partir do terminal gaúcho.

 

Atenciosamente,

GOL Linhas Aéreas Inteligentes

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A esperança é a última que morre, não?

 

Família reencontra na Flórida cão que estava sumido há 3 anos

 

Uma família na Flórida, nos EUA, reencontrou seu cão de estimação três anos depois de seu sumiço. A dona achou "Pepper" quando foi levar outro cachorro de estimação para dar banho e tosa, segundo reportagem da emissora de TV "WSVN".

 

http://g1.globo.com/planeta-bizarro/notici...-ha-3-anos.html

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Olá Vieira, acho louvável a atuação da Gol após o ocorrido (não estou sendo irônico)... mas isso nem deveria ocorrer e se existe um certo histórico na aviação nacional de cachorros fugindo, acho que não sairia caro lacrar essas casinhas... de qualquer forma esse é o Pais que vivemos, tentar consertar depois das coisas darem errado... essa infelizmente é a mentalidade do brasileiro em geral...

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seria muito dificil exigir uma caixa que tivesse algum tipo de trava que o cachorro Houdini nao conseguisse burlar?

 

 

a rigor, é de se cobrar da Infraero também, não? a cerca do aeroporto, se regular, não devia dar conta de conter o inditoso Pimpoo?

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Já viajei diversas vezes com cães e gatos, e a unica vez que tive um problema maior, foi em FOR, mas antes do embarque, os funcionários no check-in da TAM anunciaram meu nome, E apesar do kennel estar seguro, a Cia colocou aqueles lacres de plastico, uns 4, fora fita adesiva circulando a caixa toda... Mas acabou sobrevivendo no trecho FOR-REC-SSA-VIX-GIG :lol:, Já no caso do Pinpoo, se a cia diz que o kennel foi conferido e estava tudo OK... Tem que ver isso ai... :rolleyes: Só sei que se fosse comigo eu ficaria muito p da vida, no mínimo...

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Mas a pergunta que não quer calar.... como precificar, para fins de indenização, o valor de uma "vida humana"(sic), como diria Rogério Magri (os mais velhos sabem de quem se trata).

 

Abraços!

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Mas a pergunta que não quer calar.... como precificar, para fins de indenização, o valor de uma "vida humana"(sic), como diria Rogério Magri (os mais velhos sabem de quem se trata).

 

Abraços!

 

"Grande Magri!" O "imexível, hehehehe.

 

Questão complexa essa, mas a justiça deve usar algum processo anterior. Mas ai vai caber o "valor" do cachorro em sí mais danos morais, etc.

 

Putz que dor-de-cabeça para a Gol.

 

Rafael

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