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TAP: Um novo destino


tm6631

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A TAP quer voar para o Mali e, por isso, requereu licença para explorar o serviço aéreo regular na rota Lisboa/Bamako/Lisboa, segundo o anúncio hoje publicado em Diário da República.

 

Bamako é a capital do Mali, na África Central. A licença foi requerida ao Instituto Nacional de Aviação Civil.

 

Numa entrevista publicada hoje no jornal "Oje", o administrador da TAP, Luiz Gama Mór, explica que Bamako "tem falta de oferta", por causa das limitações decorrentes das necessidades de haver acordos bilaterais entre as companhias e os países. Também por isso, tem tarifas médias elevadas, "que nos permitem encarar o esforço de lançar essa operação".

 

O administrador da transportadora aérea nacional explica, ainda, que não há por enquanto um "tráfego digno de nota entre Mali e Portugal, mas, tal como fizemos com Dakar, Lisboa será um 'hub' [ponto de ligação] para outros destinos, nomeadamente a França".

 

Mali é um dos destinos que poderão ser acrescentados à lista de rotas da TAP este ano. Gama Mór garante, ao "Oje", que o objectivo da TAP é crescer em África. Além do Mali, a TAP pretende voar para São Vicente, em Cabo Verde, quando as condições locais o permitam. Na Europa, a TAP garante que vai passar a voar para Dusseldorf, Bordéus, Viena, Manchester e, numa operação sazonal, Dubrovnik.

 

No Brasil, pretende aumentar uma frequência para Belo Horizonte e outra para Campinas, acrescentado Campo Alegre, com quatro frequências, como novo destino.

 

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?te...2&id=473717

 

Também para este ano, a TAP garante que vai passar voar para Miami.

 

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A TAP quer voar para o Mali e, por isso, requereu licença para explorar o serviço aéreo regular na rota Lisboa/Bamako/Lisboa, segundo o anúncio hoje publicado em Diário da República.

 

Bamako é a capital do Mali, na África Central. A licença foi requerida ao Instituto Nacional de Aviação Civil.

 

Numa entrevista publicada hoje no jornal "Oje", o administrador da TAP, Luiz Gama Mór, explica que Bamako "tem falta de oferta", por causa das limitações decorrentes das necessidades de haver acordos bilaterais entre as companhias e os países. Também por isso, tem tarifas médias elevadas, "que nos permitem encarar o esforço de lançar essa operação".

 

O administrador da transportadora aérea nacional explica, ainda, que não há por enquanto um "tráfego digno de nota entre Mali e Portugal, mas, tal como fizemos com Dakar, Lisboa será um 'hub' [ponto de ligação] para outros destinos, nomeadamente a França".

 

Mali é um dos destinos que poderão ser acrescentados à lista de rotas da TAP este ano. Gama Mór garante, ao "Oje", que o objectivo da TAP é crescer em África. Além do Mali, a TAP pretende voar para São Vicente, em Cabo Verde, quando as condições locais o permitam. Na Europa, a TAP garante que vai passar a voar para Dusseldorf, Bordéus, Viena, Manchester e, numa operação sazonal, Dubrovnik.

 

No Brasil, pretende aumentar uma frequência para Belo Horizonte e outra para Campinas, acrescentado Campo Alegre, com quatro frequências, como novo destino.

 

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?te...2&id=473717

 

Também para este ano, a TAP garante que vai passar voar para Miami.

 

 

Porto Alegre, certo ? :unsure:

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No Brasil, pretende aumentar uma frequência para Belo Horizonte e outra para Campinas, acrescentado Campo Alegre, com quatro frequências, como novo destino.

...

 

Acho que é Campo Grande. :cutuca: :cutuca: :cutuca: :cutuca:

 

 

 

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E está havendo movimento de incorporação de aeronaves à frota? Afinal são muitas rotas novas e aumento de frequencias sem que haja aporte no número de aviões da empresa.

 

Fico pensado que raios a TAP vai fazer no Mali. Ao mesmo tempo acho que Buenos Aires, Toronto, Beijing, Atenas, Istanbul e Tel Aviv deveriam ser pensadas com carinho.

 

 

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E está havendo movimento de incorporação de aeronaves à frota? Afinal são muitas rotas novas e aumento de frequencias sem que haja aporte no número de aviões da empresa.

 

Fico pensado que raios a TAP vai fazer no Mali. Ao mesmo tempo acho que Buenos Aires, Toronto, Beijing, Atenas, Istanbul e Tel Aviv deveriam ser pensadas com carinho.

 

 

E a quantidade de imigrantes africanos em Portugal? E o fato da rota ser mal explorada ou não explorada o que aliviaria a competição e provocaria um aumento instantâneo nas tarifas? E os interesses dos portugueses nesta região? Vale lembrar que eles já estiveram em Guiné Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Principe, Angola e Moçambique. Esta região tem forte presença francesa e uma das causas da finada guerra civil em Guiné Bissau foi o fato deles quererem se filiar à aliança de países francófonos, negando a origem lusófona. Ainda há o fato da China estar loteando a África em busca de matéria-prima e os países africanos estão lentamente dando as costas para os antigos colonizadores europeus e para os indutores de várias guerras civis no período da Guerra Fria (EUA e URSS) e se voltando para o Império do Centro (China). Europeus e americanos estão sentindo calafrios na espinha e estão dando uma outra roupagem às suas políticas externas para que seu antigo quintal não vire possessão de outros.

 

A propósito Bamako, capital do Mali cerca de 1.800.000 habitantes, mais do que toda a população de Guiné Bissau, 1.400.000, que a TAP atende com vôos para Bissau.

 

Entretanto são só especulações. Nós temos um olhar para o dito primeiro mundo e viramos as costas para a América Latina. Creio que a visão do português é diferente, pois eles são minúsculos dentro do conjunto de países europeus. Talvez nada melhor do que relembrar os tempos em que davam as cartas em partes da África.

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E está havendo movimento de incorporação de aeronaves à frota? Afinal são muitas rotas novas e aumento de frequencias sem que haja aporte no número de aviões da empresa.

 

Fico pensado que raios a TAP vai fazer no Mali. Ao mesmo tempo acho que Buenos Aires, Toronto, Beijing, Atenas, Istanbul e Tel Aviv deveriam ser pensadas com carinho.

 

 

A TAP já vai começar a voar para Atenas este verão, é uma das várias novas rotas anunciadas

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E está havendo movimento de incorporação de aeronaves à frota? Afinal são muitas rotas novas e aumento de frequencias sem que haja aporte no número de aviões da empresa.

 

Não haverá acréscimo de aeronaves em curto prazo, pelo menos de widebodies - o que a empresa vai fazer é aproveitar melhor os aviões que possui, passando a voar algumas rotas diurno/noturno ao invés de deixar a aeronave parada o dia inteiro para voar noturno/noturno...

 

Além disso, eles estão cortando as rotas deficitárias, como Johannesburgo na África do Sul.

 

Fico pensado que raios a TAP vai fazer no Mali. Ao mesmo tempo acho que Buenos Aires, Toronto, Beijing, Atenas, Istanbul e Tel Aviv deveriam ser pensadas com carinho.

 

Bom, Lisboa-Bamako (ou Bamaco) são cerca de 3.000 Km, portanto pode ser servida facilmente por A320. Além disso, conforme diz o texto, o objetivo são conexões, visando passageiros da Europa e Brasil (e talvez até EUA), devido à falta de vôos diretos.

 

Uma das poucas européias que oferece vôos para vários destinos africanos é a Air France, e dizem que as tarifas são bem salgadas.

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Fico pensado que raios a TAP vai fazer no Mali. Ao mesmo tempo acho que Buenos Aires, Toronto, Beijing, Atenas, Istanbul e Tel Aviv deveriam ser pensadas com carinho.

 

Buenos Aires já ventilaram uns tempos atrás, assim como Toronto. O primeiro é um mercado pequeno e tem as conexões da JJ via GIG e GRU. YYZ disseram ser um mercado low-yield e que já tem uma operadora lusitana, acho que é a Sata.

 

Uma vez discutimos em um tópico a viabilidade de uma rota de Portugal para China e Japão (http://forum.contatoradar.com.br/index.php?showtopic=67989&hl=), talvez fosse interessante, seria uma rota que teria o apoio de 4 empresas da Star Alliance em todas as etapas, vôo 100% em lingua portuguesa, saída de mais de 10 cidades do Brasil, mais CCS (onde os chineses tem interesse no petróleo) e sem contar a África e Espanha. É claro que teria que envolver um interesse mútuo das operadores e dos governos para viabilizar a rota

 

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Além disso, eles estão cortando as rotas deficitárias, como Johannesburgo na África do Sul.

 

 

Johannesburg é mesmo a única cidade a a sair da rede TAP.

 

Caracas reduz de 6 para 5 voos semana

 

Maputo reduz de 4 para 2 voos semana, porque acordo que existe há vários anos com a LAM prevê code-share. Como a LAM reincia em Maio os voos para LIS, a TAP continua a oferecer as 4 ligações semanais, 2 com avião próprio e 2 com avião LAM (Air Seycelles).

 

São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília deixam de ter os stop-over longos.

 

Abraço

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