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Qantas rolls out cost-cutting plan


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SOURCE:Air Transport Intelligence news

By Ghim-Lay Yeo

 

Qantas Airways will cut capacity and drop management positions as part of a plan to slash costs in the wake of rising fuel prices and several natural disasters.

 

The Oneworld carrier will slash domestic capacity growth in the second half of 2011 to 8% from 14%, and likewise for international capacity growth to 7% from 10%.

 

It will suspend up to four return weekly Jetstar services from Australia to Japan from 1 April to end-August, suspend Qantas services between Perth and Tokyo Narita from 8 May, and downsize the aircraft operated on the Sydney-Tokyo Narita route to Airbus A330s from Boeing 747s,

 

Qantas will also reduce its Jetstar domestic New Zealand services to Christchurch and its Melbourne-Christchurch daily service from April.

 

The carrier will retire two Boeing 767 aircraft early, it adds.

 

On top of the capacity reductions, the airline will cut management headcount.

 

"We want to limit redundancies wherever possible and will be using a range of initiatives to manage the reduction in capacity including annual and long service leave. At this stage only management positions will be made redundant," says Qantas CEO Alan Joyce.

 

Joyce adds that the rising price of fuel is "the most serious challenge Qantas has faced since the global financial crisis".

 

Last November's Airbus A380 uncontained engine failure and recent natural disasters are also expected to hit the airline's financial results in its second fiscal half-year ending 30 June.

 

The engine failure and subsequent grounding of its A380 fleet will cost the airline A$80 million ($80 million) and losses from disasters such as the floods in Queensland and the Christchurch earthquake are expected to top A$140 million.

 

 

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Realmente o meio de aviação não é fácil mesmo!

 

Mega-terremoto/tsunami e crise nuclear no Japão; petróleo disparando de novo em meio a verdadeiras revoluções no Oriente Médio e Norte da África; algumas economias européias com relação dívida/PIB elevadíssima e em dificuldade... Tudo corroborando para complicar a economia mundial... E ainda não estão se levando em consideração os problemas ambientais que possivelmente ocorrerão nas próximas décadas... :unsure:

 

De todos, as oscilações (aumentos, no caso) do preço do petróleo parecem ser o fator mais sensível para cias. aéreas do mundo todo.

 

Os tais países emergentes certamente ainda estarão em posição melhor, mas no caso do Brasil, o "bom e velho" :suicide_anim: custo-Brasil sempre torna as coisas mais complicadas... E num ambiente de infra-estrutura ruim, as coisas são sempre piores...

 

De fato, é um meio de bravos, diria heróis, mesmo! :thumbsup:

 

Há alguma previsão se o petróleo vai continuar subindo? "Teto"?

 

Persistindo aumento do petróleo, alguém arriscaria algum palpite sobre eventual fim de promoções (até onde vão aguentar?) aqui no Brasil e quando haverá um teto para o crescimento atual? E se todas as empresas mantiverem seus planos de expansão (pelo menos, Azul, WebJet, Avianca e TRIP), como isso ficará? :unsure:

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Realmente o meio de aviação não é fácil mesmo!

 

Mega-terremoto/tsunami e crise nuclear no Japão; petróleo disparando de novo em meio a verdadeiras revoluções no Oriente Médio e Norte da África; algumas economias européias com relação dívida/PIB elevadíssima e em dificuldade... Tudo corroborando para complicar a economia mundial... E ainda não estão se levando em consideração os problemas ambientais que possivelmente ocorrerão nas próximas décadas... :unsure:

 

De todos, as oscilações (aumentos, no caso) do preço do petróleo parecem ser o fator mais sensível para cias. aéreas do mundo todo.

 

Os tais países emergentes certamente ainda estarão em posição melhor, mas no caso do Brasil, o "bom e velho" :suicide_anim: custo-Brasil sempre torna as coisas mais complicadas... E num ambiente de infra-estrutura ruim, as coisas são sempre piores...

 

De fato, é um meio de bravos, diria heróis, mesmo! :thumbsup:

 

Há alguma previsão se o petróleo vai continuar subindo? "Teto"?

 

Persistindo aumento do petróleo, alguém arriscaria algum palpite sobre eventual fim de promoções (até onde vão aguentar?) aqui no Brasil e quando haverá um teto para o crescimento atual? E se todas as empresas mantiverem seus planos de expansão (pelo menos, Azul, WebJet, Avianca e TRIP), como isso ficará? :unsure:

 

 

O X da questão é o Oriente Médio. Enquanto a região continuar instável o preço do petróleo vai subir. Isso é o que mais vai influenciar o preço das passagens no mercado doméstico brasileiro.

 

Resta saber até quando nossas companhias vão segurar os preços até decidirem compensar o aumento com os custos de combustíveis.

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