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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF, para o Afeganistão

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Vejo uma solução salomônica nesse caso.

 

Compra metade da quantidade total em A-29 e metade nesse Pilatus vestido de noiva...

 

Vamo pro pau e vamos ver qual é o melhor. Simples.

 

Mas, essa concorrência, a Beech conseguiu melar. Fim das contas? Nem eles, nem a Embraer vão ter encomendas. Pior pra eles que tão quase pra passar tudo pros chineses, enquanto a Embraer se sustenta ( e bem) com outros produtos.

 

Thiago,

 

A Hawker-Beech não fabrica mais jatos. Quem comprou um Hawker, casou com ele ou vai perder muita grana. Agora eles ficam restritos aos King-Airs e olhe lá...

 

Tá ruim pra todo mundo!

 

Abcs,

 

Sydy

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Segundo o Flightglobal.com, a decisão sobre o vencedor da concorrência será anunciada na próxima sexta-feira.

 

Another factor in Beechcraft's success will be its military division. This faces a critical contract award decision later this week, when the US Air Force places its light air support contract on 23 February. Two years ago, Beechcraft's T-6 Texan II lost the contract to the Sierra Nevada/Embraer A-29 Super Tucano, but that decision was "set aside" by the USAF after discovering undisclosed problems in the documentation process.

"We're confident we've invested properly to meet the critiera," Boisture says. The armed attack version of the T-6 will be certified later this year, if the USAF selects the aircraft for the contract to equip the Afghan air force, Boisture says.

The estimated $300 million contract, with a total potential value projected at $1 billion, is essential for Beechcraft to retain one of its most lucrative businesses. Since 2000, Beechrcraft has supplied the trainer version of the T-6 to the USAF and US Navy in annual lots worth about $280 million. The deliveries are scheduled to end in the 2014 fiscal year.

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(...)

The armed attack version of the T-6 will be certified later this year, if the USAF selects the aircraft for the contract to equip the Afghan air force, Boisture says.

será certificado se... Ora! o ST já é certificado há mais de cinco anos! Não é uma promessa. É uma excelente realidade!

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será certificado se... Ora! o ST já é certificado há mais de cinco anos! Não é uma promessa. É uma excelente realidade![/size]

 

Pois é ... mas há o lobby dos senadores do Kansas para que a concorrência seja dada a eles pois, segundo dizem, estão roubando os empregos dos americanos pois o ST é feito no Brasil.

Omitem o fato de que o avião será totalmente construído nos Estados Unidos, inclusive com alta nacionalização de origem americana.

Também omitem o fato que parte da produção dos turbohélices está sendo transferida para a unidade da Beechcraft no México por questões de custos de mão de obra.

Então quem está dando emprego aos estrangeiros são eles e não a Sierra Nevada - Embraer que empregará mão de obra local.

Jogo político americano e que passa despercebido da massa comum ...

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(...)

Pois é ... mas há o lobby dos senadores do Kansas para que a concorrência seja dada a eles pois, segundo dizem, estão roubando os empregos dos americanos pois o ST é feito no Brasil.

Omitem o fato de que o avião será totalmente construído nos Estados Unidos, inclusive com alta nacionalização de origem americana.

Também omitem o fato que parte da produção dos turbohélices está sendo transferida para a unidade da Beechcraft no México por questões de custos de mão de obra.

Então quem está dando emprego aos estrangeiros são eles e não a Sierra Nevada - Embraer que empregará mão de obra local.

Jogo político americano e que passa despercebido da massa comum ...

Prezado RICARDO MOTTI: a Sierra Nevada deveria por a boca no trombone e revelar onde a Beechcraft pretende fabricar a sua aeronaves.

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Fonte: Valor Econômico - 22 de Fevereiro de 2.013

 

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - A Força Aérea dos Estados Unidos (Usaf) deve anunciar em março o resultado da concorrência para a compra de 20 aviões de treinamento avançado e ataque leve, que serão usados em missões no Afeganistão, segundo previsão feita para as empresas que participam da disputa. Conhecido pela sigla LAS (Light Air Support), o programa de aquisição dessas aeronaves pode alcançar a cifra de US$ 1 bilhão com a encomenda de 50 aviões.

 

A Embraer, que havia sido declarada vencedora da licitação no começo do ano passado, participa novamente do processo com a aeronave turboélice Super Tucano. Sua rival, a americana Hawker Beechcraft (HB), também está no páreo com a aeronave AT-6, ainda em fase de desenvolvimento. No dia 19 deste mês, a HB anunciou a sua saída do "Chapter Eleven" (pedido de proteção contra falência), feito em maio do ano passado.

 

Segundo comunicado enviado para a imprensa nesta semana, a HB informa que saiu do processo de recuperação judicial bem posicionada para competir de forma vigorosa nos mercados de aviação executiva, missões especiais, treinamento e ataque leve. O plano de reorganização da empresa foi aprovado pelo Tribunal de Falências dos Estados Unidos no dia 1° de fevereiro e entrou em vigor no dia 15.

 

A retração da demanda por aeronaves executivas e uma dívida de US$ 2,5 bilhões levaram a HB a entrar com o pedido de proteção contra falência no ano passado. A empresa também fez uma tentativa fracassada de venda da sua área de aviação executiva para o grupo aeroespacial chinês Superior Aviation Beijing.

 

Em entrevista anterior, o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, disse que o Super Tucano é o avião que oferece menor risco para o programa LAS e que o modelo atende perfeitamente a missão requerida pela Usaf para a concorrência.

 

"A nossa expectativa é realmente positiva. Desde que a concorrência seja justa e baseada em critérios competitivos, a Embraer tem muita esperança de ganhar novamente", afirmou.

 

Pelas regras da segunda concorrência, aberta pela Usaf depois que a HB entrou na Justiça americana para impedir que o contrato fosse fechado com a Embraer, a empresa brasileira poderá ser favorecida, entre outras coisas, pelo maior peso que está sendo dado para a experiência comprovada do avião em operações de contrainsurgência.

 

O avião da concorrente americana só pôde demonstrar sua experiência como treinador, já que a nova versão de ataque leve At-6 ainda não está operacional. O Super Tucano, por sua vez, tem mais de 180 mil horas de voo, das quais 28 mil horas em voo de combate.

 

Em operação em nove forças aéreas da América Latina, África e Ásia, possui um total de 160 unidades entregues. Mesmo sendo um produto projetado e produzido no Brasil, o Super Tucano é um programa com impacto econômico forte para as empresas americanas.

 

Segundo a Embraer, cerca de 86% do valor em dólar do Super Tucano vem de componentes fornecidos por companhias ou países qualificados sob a lei "Buy American Act", que exige um conteúdo americano superior a 50% para os produtos comprados fora dos EUA.

 

O parque industrial envolvido com o projeto reúne mais de 100 fornecedores de serviços e de componentes em 21 Estados americanos, o que corresponde a uma cadeia de fornecedores de 1.400 funcionários nos EUA.

 

"Na verdade, a Embraer adquire mais de US$ 2 bilhões em componentes fabricados por fornecedores americanos, suportando cerca de sete mil empregos nos EUA", comenta a Embraer em seu site "BuiltForTheMission", com informações dedicadas ao Super Tucano e à concorrência LAS.

 

Caso seja a vencedora da concorrência, a Embraer pretende ainda construir uma fábrica na cidade americana de Jacksonville, na Flórida. No site sobre o Super Tucano, a empresa informa também que não serão criados novos empregos no Brasil como resultado de um eventual contrato com a Usaf para o programa LAS.

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Meus prezados:

SE DEFINE EL LAS ( SUPER TUCANO VERSUS AT-6 TEXAN II)

Mañana Viernes 22 de Febrero la USAF debería anunciar el ganador del concurso LAS (Light Attack Support) para la compra de 25 aeronaves de ataque ligero destinadas a la fuerza aérea de Afganistán. Sin embargo a última hora ha existido un aplazamiento del anuncio, el cual se ha postergado para la semana que viene. Así habrá que seguir esperando quien es el ganador del LAS, si el Embraer Super Tucano o el Beechcraft AT-6 Texan II. Este concurso ha suscitado particular interés por cuanto se sabe que cualquier modelo que la USAF elija, implica para muchos futuros y potenciales usuarios una elección de confianza sobre el modelo, el cual seguramente obtendrá más pedidos que actualmente se encuentran en stand by a la espera de la decisión de la USAF.

 

Ambos modelos tiene más similitudes que diferencias, ya que comparten el mismo modelo de motor, pesos, dimensiones, equipamiento y capacidades; aunque a la hora de evaluar determinadas características para una aeronave de combate el Super Tucano ya tiene en su haber unas 16.000 horas de vuelo en combate real sin ninguna pérdida, algo que no puede acreditar Beechcraft ya que en realidad no ha vendido ningún AT-6 y las aeronaves presentadas son en realidad prototipos.

 

Aún así la balanza parece inclinarse a favor del Texan II y motivos no le faltan. En tiempo récord la corte de Nueva York aprobó la reestructuración de la deuda presentada por Hawker Beechcraft y así levantó el pedido de quiebra el pasado 1 de Febrero, a tiempo suficiente como para que la nueva “Beechcraft” no tenga ningún impedimento legal a la hora de poder ser parte del programa LAS. Los 355 millones de dólares asignados para el programa serían de suma utilidad para las maltrechas finanzas de la nueva Beechcraft. Recordemos que en Marzo del año pasado, Hawker apeló la decisión de la USAF que había declarado como ganador al Super Tucano y obligó a relanzar el concurso.

 

El otro aspecto de importancia es que la USAF ya dispone de más de 300 T-6 Texan II de un total de 454 ejemplares solicitados para misiones de entrenamiento y aunque la aviónica como el motor son diferentes al AT-6, existe una importante comunidad logística con ambos modelos, hecho que se traduce en un costo de operación y mantenimiento más bajo.

 

El Super Tucano acumula más de 100.000 horas de vuelo y ha sido solicitado por 11 fuerzas aéreas con unos 216 ejemplares pedidos, gran parte de los cuales ya se encuentran en servicio. Además de su excelente comportamiento y experiencia en combate real, el modelo de Embraer cuenta con el apoyo de Boeing por cuanto el Super Hornet es uno de los candidatos al concurso brasilero FX-2. Boeing sabe muy bien que si la USAF no elige al avión brasilero sus chances en el FX-2 serán mínimas a cuenta que Brasilia ha dejado entrever en varias oportunidades que ambos programas están de modo algunos relacionados. Hoy cualquier analista sabe muy bien que si el Super Tucano queda afuera del concurso LAS, Boeing quedará “políticamente” eliminado del FX-2.

 

La semana próxima se conocerá el resultado y aunque la venta en sí para Embraer como para Beechcraft es relativamente importante, no lo serán las consecuencias para uno u otro modelo. El Super Tucano ya tiene su mercado, está consolidado y totalmente financiado. El Texan II aún no entró en producción y la situación económica de la nueva Beechcraft es al menos por ahora “artificialmente estable”. Ambos modelos tienen una enorme cantidad de equipos, partes y componentes norteamericanos. Si el Super Tucano se queda con el programa, las unidades serán fabricadas en EEUU por la empresa Sierra Nevada, ubicada en Jacksonville y que involucra a 70 empresas norteamericanas.

 

El monto del contrato que firmará el ganador será por 355.126.541 dólares, cifra que contempla 20 aeronaves en condiciones de vuelo y con el equipamiento requerido, uno o dos simuladores y todos los equipos y sistemas de mantenimiento. El contrato fija la cantidad mínima de aeronaves (20) pero no la máxima, y eso despierta muchas expectativas.

En una semana la definición, mientras tanto hagan sus apuestas…!!!

http://interdefensamilitar.com/2013/02/ ... -texan-ii/

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SAÍDO DO FORNO ..... YES !!!! VAMOS VER SE AGORA VAI !!!!

Fonte: Reuters ..

 

 

A Embraer (EMBR3) venceu a norte-americana Beechcraft em uma disputa para fornecer 20 aviões leves de apoio para a Força Aérea dos Estados Unidos, que serão utilizados por militares do Afeganistão para treinamento e contra-insurgência.

A Embraer e sua parceira norte-americana, Sierra Nevada, ganharam o negócio de US$ 427,5 milhões, anunciou o Pentágono nesta quarta-feira (27).

As duas empresas ganharam um contrato de US$ 355 milhões inicial em dezembro de 2011, mas o negócio foi desfeito depois de ser questionado pela Beechcraft, então conhecida como Hawker Beechcraft.

 

Entenda o impasse

No fim de 2011, a Força Aérea dos Estados Unidos definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham ganhado o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte. De acordo com a licitação, as aeronaves da Embraer seriam fornecidas em parceria com a norte-americana Sierra Nevada Corporation (SNC) e seriam utilizadas para treinamento avançado em voo, reconhecimento e operações de apoio aéreo no Afeganistão.

Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão.

Na época, a Força Aérea norte-americana disse que a seleção tinha sido justa e transparente.

"A concorrência e a avaliação de seleção foram justas, abertas e transparentes. A Força Aérea está confiante nos méritos de sua decisão de concessão do contrato e espera que o litígio seja rapidamente resolvido", divulgou, na época, em nota John Dorrian, porta-voz da Força Aérea norte-americana.

Porém, em meados de fevereiro de 2012, a Força Aérea informou ter cancelado o contrato, citando problemas com a documentação.

 

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Meus prezados:

Grande notícia! Finalmente se fez justiça com a EMBRAER! A melhor aeronave LAS no momento é, sem dúvida, o EMB-314 Super Tucano! :joinha: :ohyes: :thumbsup:

Será que, com duas derrotas, a Beechcraft finalmente ficará quieta e reconhecerá a vitória da EMBRAER/Sierra Nevada?

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Meus prezados:

Grande notícia! Finalmente se fez justiça com a EMBRAER! A melhor aeronave LAS no momento é, sem dúvida, o EMB-314 Super Tucano! :joinha: :ohyes: :thumbsup:

Será que, com duas derrotas, a Beechcraft finalmente ficará quieta e reconhecerá a vitória da EMBRAER/Sierra Nevada?

 

Vamos ver se os senadores do Kansas vão deixar como está ...

Mais de uma vez a USAF voltar atrás será palhaçada.

 

Muito menos pelo valor da compra mas muito mais pelo que significa para a imagem da EMBRAER no cenário internacional ..

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Agora oficialmente pela EMBRAER ...

 

São Paulo, 27 de fevereiro de 2013 – A Força Aérea dos EUA (USAF, na sigla em inglês) anunciou hoje que selecionou o avião de combate A-29 Super Tucano, da Embraer Defesa e Segurança, para o programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve. A aeronave será fornecida em parceria com a Sierra Nevada Corporation (SNC) e utilizada para missões de treinamento avançado em voo, reconhecimento aéreo e apoio aéreo tático. Após um rigoroso processo licitatório, a USAF considerou que a Embraer Defesa e Segurança e a SNC apresentaram a melhor proposta para cumprir a missão LAS.

 

“Esta escolha confirma que o A-29 Super Tucano é a aeronave mais efetiva para as operações LAS. Estamos prontos para começar a trabalhar e honrados em poder apoiar o governo dos Estados Unidos e seus parceiros com a solução de melhor custo-benefício”, disse Luiz Carlos Aguiar, Presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança. “Nosso compromisso é avançar com a estratégia de investimentos nos Estados Unidos e entregar o Super Tucano no prazo esperado e conforme o orçamento contratado.”

 

“O programa Light Air Support é essencial para os objetivos dos Estados Unidos no Afeganistão e para a nossa segurança nacional. É uma grande honra servir ao nosso país fornecendo aeronaves, treinamento e suporte para este programa”, disse Taco Gilbert, Vice-Presidente de Soluções Táticas Integradas da área de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento da SNC. “O A-29 Super Tucano é a aeronave ideal para o programa LAS, cuja missão é crítica e a necessidade é premente.”

 

O contrato, no valor de USD 427 milhões, inclui 20 aeronaves de apoio aéreo tático, equipamentos para treinamento de pilotos no solo, peças de reposição e apoio logístico. A aeronave selecionada para o programa LAS será construída em Jacksonville, Flórida.

 

O Super Tucano é um potente avião turboélice, robusto e versátil, capaz de executar uma ampla gama de missões, que incluem ataque aéreo leve, vigilância, interceptação aérea e contra-insurgência. A aeronave está em operação em nove forças aéreas ao redor do mundo e, há mais de cinco anos, emprega armamentos inteligentes, de última geração, em missões operacionais reais. Com mais de 190 encomendas e mais de 170 unidades entregues, o Super Tucano já superou a marca de 180 mil horas de voo e 28 mil horas de combate. A aeronave está equipada com avançadas tecnologias em sistemas eletrônicos, eletroópticos, infravermelho e laser, assim como sistemas de rádios seguros com enlace de dados e uma inigualável capacidade de armamentos, o que a torna altamente confiável e com excelente relação custo-benefício para um grande número de missões militares, mesmo em pistas não pavimentadas e ambientes hostis. Essas características, juntamente com sua experiência comprovada em combate, fazem do Super Tucano a escolha lógica para a missão LAS.

 

Sobre o Programa LAS

 

A missão LAS exige uma solução já desenvolvida que ofereça versatilidade, capacidade e resistência operacionais necessárias em um ambiente de contra-insurgência, a um custo significativamente menor do que o dos jatos de caça. A aeronave deve oferecer ferramentas de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR); ter capacidade para uma grande variedade de munições (incluindo armas guiadas de precisão); e operar em terrenos com infraestrutura precária e em condições rigorosas.

 

Sobre a Sierra Nevada Corporation

 

A Sierra Nevada Corporation é uma das companhias privadas dos Estados Unidos que cresce mais rapidamente, com base em sua reputação em desenvolver soluções tecnológicas ágeis, inovadoras e rápidas nos segmentos de eletrônica, aeroespacial, de aviônicos, espacial, propulsão, micro-satélites, aeronaves, sistemas de comunicação e energia solar. Sob a liderança de Fatih Ozmen, CEO, e de sua Presidente Eren Ozmen, a SNC emprega mais de 2.500 pessoas em 32 localidades e 16 Estados norte-americanos. As seis áreas de negócio da SNC estão dedicadas a fornecer soluções modernas para a dinâmica base de clientes da empresa.

 

A SNC também é o maior prestador de serviços para o governo dos Estados Unidos cuja proprietária é uma mulher e, nos últimos 30 anos, manteve seu foco em fornecer aos clientes o que há de melhor em tecnologia para atender às suas necessidades, obtendo um expressivo e comprovado histórico de sucesso. A empresa continua apoiando o seu crescimento no setor comercial, por meio de avanços internos e aquisições, incluindo participação nos mercados emergentes de energia renovável, telemedicina, nanotecnologia, cibernética e centros de operações de redes. Para mais informações, visite www.sncorp.com.

 

Sobre a Embraer Defesa e Segurança

 

Com mais de 40 anos de experiência no fornecimento de plataformas e sistemas superiores para Forças Armadas de todo o mundo, a Embraer Defesa e Segurança tem presença crescente no mercado global e cumpre papel estratégico no sistema de defesa do Brasil. O portfólio da Embraer Defesa e Segurança inclui aviões militares, tecnologias de radar de última geração, veículos aéreos não tripulados (VANT) e sistemas avançados de informação e comunicação, como as aplicações de Comando, Controle, Comunicações, Computação e Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (C4ISR). Os aviões e as soluções militares da Embraer estão presentes em mais de 50 forças armadas de 48 países.

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Vejam esta nota: http://www.kansas.com/2013/02/27/2694396/sierra-nevada-corp-awarded-air.html

 

 

A much-disputed, high-stakes Air Force light air support contract has been awarded to Sierra Nevada Corp., which beat out Beechcraft Corp. for the work, the Department of Defense said Wednesday.

The $427.5 million contract is to build 20 aircraft for use in Afghanistan, plus aircrew training and support.

The award could be worth nearly $1 billion, depending on future orders.

Beechcraft Corp., formerly Hawker Beechcraft, offered the Air Force its AT-6 attack aircraft, a version of its T-6 trainer. Sierra Nevada Corp. partnered with Brazil-based Embraer to offer its Super Tucano.

The planes would give the Afghan National Army Air Corp. a fixed-wing strike capability.

The competition has taken nearly three years and has been plagued by delays and legal challenges.

The Air Force first awarded the contract to Sierra Nevada after it eliminated Hawker Beechcraft from the competition.

The Air Force canceled the deal in March 2012 following objections by Hawker Beechcraft, which said it had wrongly been excluded from the bidding process and alleging the process was flawed.

Sierra Nevada sued in June 2012 after it alleged that the revised bidding process favored Hawker Beechcraft.

[/left]

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Sera que compraram 20 aeronaves de cada fabricante,,? Tem algiuma coisa errada....

 

Não ... o vencedor é a Embraer Sierra Nevada que na concorrência 'bateu' a Beechcraft ....

'has been awarded to Sierra Nevada Corp., which beat out Beechcraft'

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Entendi tudo errado !!!!! Como nao tinha menção da Embraer adiantei os bois....vou ler com calma, desculpa pelo post, recebi o link de um amigo nos EUA.

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Impressionante a quantidade de bobagens escrita pelas pessoas na página da UOL e que desconhecem o assunto.

 

A internet deu a liberdade para as pessoas se expressarem, em sua maioria, sem se identificarem.

E se expressam sabia ou burramente ...

 

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/27/embraer-vence-disputa-para-fornecer-20-avioes-para-forca-aerea-dos-eua.htm

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Entendi tudo errado !!!!! Como nao tinha menção da Embraer adiantei os bois....vou ler com calma, desculpa pelo post, recebi o link de um amigo nos EUA.

interpretação de texto (2) ... eu tambem .. rs rs

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E a Beechcraft parece que ainda não está conformada ...

Fonte: Flight Global

 

''Beechcraft, which bid an AT-6 attack version of its Texan II turboprop trainer, expressed its disappointment at the loss and did not rule out once again protesting the award.''

"We are disappointed that our proposal was not chosen. We will meet with the USAF for a full debrief of the award and determine our next steps forward at that time," Beechcraft says. "Although the US Air Force did not select the AT-6 Light Attack Aircraft for the Light Air Support program, Beechcraft is committed to advancing the aircraft's capabilities and continues to pursue additional close air support opportunities."

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Posso estar 100% errado, mas parece que tem dedo da Boeing nessa história. Eu acredito no pragmatismo americano, mas quando o assunto é defesa, a conversa é outra. O lobby é fortíssimo. Vender para a USAF é dificílimo, ainda mais quando se fala de aeronaves. A Embraer já conhecia esse filme e parecia que essa concorrência terminaria da mesma forma que a concorrência pelos aviões de alerta leve, quando a Embraer venceu mas não levou. Masss, a Embraer dessa vez venceu e parece que dessa vez vai levar.

 

As recentes notícias de eventuais acordos entre a Boeing e a Embraer me fazem acreditar que os gringos deram um apoio nessa história, seja em aconselhamento ou mesmo nas negociações. Vamos aguardar as próximas notícias.

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Posso estar 100% errado, mas parece que tem dedo da Boeing nessa história. Eu acredito no pragmatismo americano, mas quando o assunto é defesa, a conversa é outra. O lobby é fortíssimo. Vender para a USAF é dificílimo, ainda mais quando se fala de aeronaves. A Embraer já conhecia esse filme e parecia que essa concorrência terminaria da mesma forma que a concorrência pelos aviões de alerta leve, quando a Embraer venceu mas não levou. Masss, a Embraer dessa vez venceu e parece que dessa vez vai levar.

 

As recentes notícias de eventuais acordos entre a Boeing e a Embraer me fazem acreditar que os gringos deram um apoio nessa história, seja em aconselhamento ou mesmo nas negociações. Vamos aguardar as próximas notícias.

 

Se foi um 'toma lá, dá cá' com o nosso programa FX ? ( que número mesmo já estamos ??? me perdi .... ), eu gostei.

 

Duro vai ser dizer isso para o pessoal lá da França.

 

Nicolas Sarkozy já se foi.

Para ele tanto faz quanto fez de quem o Brasil comprará seus caças.

 

Já nosso ex-presidente não ficará nada satisfeito se sua afagada 'presidenta' escolher os americanos.

Afinal, ele já havia afirmado, mesmo contrariando os relatórios da FAB, que o vencedor era o caça francês.

Mas o contrato nunca saiu e ninguém nada levou ( abertamente ou não ) ...

 

Como cantaria Ney Matogrosso .... '' é por debaixo dos panos .... ''

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E a Beechcraft parece que ainda não está conformada ...

Fonte: Flight Global

 

''Beechcraft, which bid an AT-6 attack version of its Texan II turboprop trainer, expressed its disappointment at the loss and did not rule out once again protesting the award.''

"We are disappointed that our proposal was not chosen. We will meet with the USAF for a full debrief of the award and determine our next steps forward at that time," Beechcraft says. "Although the US Air Force did not select the AT-6 Light Attack Aircraft for the Light Air Support program, Beechcraft is committed to advancing the aircraft's capabilities and continues to pursue additional close air support opportunities."

 

Ricardo,

 

Dessa vez vai ser difícil, pois a desqualificação da concorrência foi extremamente técnica (sem detalhes) e é muito difícil essa decisão ser revertida. Não é impossível, mas é muito difícil.

 

Abcs,

 

Sydy

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Força Aérea dos EUA seleciona o A-29 Super Tucano para o programa LAS

 

 

 

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A aeronave A-39 Super Tucano da Embraer foi selecionada novamente na competição LAS da USAF. (Foto: Lucas Dresdi Delcaro / Cavok)

 

A Força Aérea dos EUA (USAF, na sigla em inglês) anunciou hoje que selecionou o avião de combate A-29 Super Tucano, da Embraer Defesa e Segurança, para o programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve. A aeronave será fornecida em parceria com a Sierra Nevada Corporation (SNC) e utilizada para missões de treinamento avançado em voo, reconhecimento aéreo e apoio aéreo tático. Após um rigoroso processo licitatório, a USAF considerou que a Embraer Defesa e Segurança e a SNC apresentaram a melhor proposta para cumprir a missão LAS.

 

“Esta escolha confirma que o A-29 Super Tucano é a aeronave mais efetiva para as operações LAS. Estamos prontos para começar a trabalhar e honrados em poder apoiar o governo dos Estados Unidos e seus parceiros com a solução de melhor custo-benefício”, disse Luiz Carlos Aguiar, Presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança. “Nosso compromisso é avançar com a estratégia de investimentos nos Estados Unidos e entregar o Super Tucano no prazo esperado e conforme o orçamento contratado.”

 

“O programa Light Air Support é essencial para os objetivos dos Estados Unidos no Afeganistão e para a nossa segurança nacional. É uma grande honra servir ao nosso país fornecendo aeronaves, treinamento e suporte para este programa”, disse Taco Gilbert, Vice-Presidente de Soluções Táticas Integradas da área de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento da SNC. “O A-29 Super Tucano é a aeronave ideal para o programa LAS, cuja missão é crítica e a necessidade é premente.”

 

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As aeronaves Super Tucanos serão usadas pela Força Aérea Afegã. (Foto: Embraer)

 

O contrato, no valor de USD 427 milhões, inclui 20 aeronaves de apoio aéreo tático, equipamentos para treinamento de pilotos no solo, peças de reposição e apoio logístico. A aeronave selecionada para o programa LAS será construída em Jacksonville, Flórida.

 

O Super Tucano é um potente avião turboélice, robusto e versátil, capaz de executar uma ampla gama de missões, que incluem ataque aéreo leve, vigilância, interceptação aérea e contra-insurgência. A aeronave está em operação em nove forças aéreas ao redor do mundo e, há mais de cinco anos, emprega armamentos inteligentes, de última geração, em missões operacionais reais. Com mais de 190 encomendas e mais de 170 unidades entregues, o Super Tucano já superou a marca de 180 mil horas de voo e 28 mil horas de combate. A aeronave está equipada com avançadas tecnologias em sistemas eletrônicos, eletroópticos, infravermelho e laser, assim como sistemas de rádios seguros com enlace de dados e uma inigualável capacidade de armamentos, o que a torna altamente confiável e com excelente relação custo-benefício para um grande número de missões militares, mesmo em pistas não pavimentadas e ambientes hostis. Essas características, juntamente com sua experiência comprovada em combate, fazem do Super Tucano a escolha lógica para a missão LAS.

 

A missão LAS exige uma solução já desenvolvida que ofereça versatilidade, capacidade e resistência operacionais necessárias em um ambiente de contra-insurgência, a um custo significativamente menor do que o dos jatos de caça. A aeronave deve oferecer ferramentas de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR); ter capacidade para uma grande variedade de munições (incluindo armas guiadas de precisão); e operar em terrenos com infraestrutura precária e em condições rigorosas.

 

Fonte: http://www.cavok.com.br/blog/?p=62657

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